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segunda-feira, 24 de junho de 2019

As lagoas desertas de Nísia Floresta que você não conhecia

Publicado porPor Henrique Araújo

O município de Nísia Floresta antigamente era chamado de Papari. Ele fica distante 30km de Natal (RN) e é um dos lugares mais bonitos do Rio Grande do Norte.
Isso porque Nísia possui natureza exuberante, abundante e, como você vai ver aqui, até curiosa.
Um exemplo de uma dessas curiosidades é que existem por lá mais de 20 lagoas de águas mornas, cercadas de dunas e vegetação nativa. Muitas delas, claro, conhecidas, batizadas e já bem frequentadas.
Porém vários outros lagos desses ainda são desconhecidas e desertos, e portanto nem nomes receberam ainda.
Essas lagoas estão distribuídas entre as dunas ao longo da paisagem e tem tamanhos variados, compondo um cenário interessante e muito bonito:
Paisagem que mostra as lagoas desertas de Nísia Floresta, RN. Foto: https://www.facebook.com/turistandoemnatal/

Um prato cheio para aventureiros de plantão, já pensou uma trilha por ali?
E você já foi ou iria lá? Conte nos comentários.
Fonte: CURIOZZZO

‘Índio não tem vez aqui’: Estudante indígena da UFT sofre ameaças de racismo

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Imagem (bilhete) do Google
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O estudante indígena da Universidade Federal do Tocantins, campus de Araguaína, Kayman Karajá, teve o nome citado em um bilhete onde dizia: “Índio não tem vez aqui na UFT. Vou tirar todos os índios do meu caminho”. O bilhete foi colocado na mochila do estudante. Em um outro bilhete, dois indígenas são citados: “Primeiro vai ser a Raiane e Kainã fica esperto”.

Em resposta ao ocorrido, os alunos e indígenas da instituição realizaram um protesto pelo direito constitucional de acesso à educação, no Hall do Bloco H (Cimba). Além disso, os colegas exigiam respeito às diferenças e que o caso seja levado às instâncias competentes para que não passe impune.

Após a manifestação na UFT nesta quarta-feira, os dois jovens ameaçados e uma professora da UFT foram para a Polícia Federal e relataram o caso. Foi feito um boletim de ocorrência para que o caso seja investigado.

Fonte: Mídia Ninja

domingo, 23 de junho de 2019

VEREADOR EDSON CAZUZA PRESTIGIA FESTIVAL DE QUADRILHA EM MONTE ALEGRE AO LADO DA GOVERNADORA, FÁTIMA BEZERRA E SENADOR

 2º da esquerda, vereador, Edson Cazuza (Passa e Fica) entre a governadora, FÁTIMA BEZERRA, Senador JEAN-PAUL PRATES, Deputado Estadual KLEBER RODRIGUES  e amigo em Monte Alegre/RN 
Banda Filarmônica Potiguar, da Associação Comunidades dos Jovens - Passa e Fica/RN

Ontem (22) em Monte Alegre a 30 km de Natal foi realizado o 17º FESTIVAL DE QUADRILHAS JUNINAS DO RIO GRANDE DO NORTE, onde a governadora, FÁTIMA BEZERRA sancionou  o Projeto de Lei 088/19, que institui a cidade de Monte Alegre como a capital estadual das Quadrilhas Juninas. Projeto este de autoria do Deputado Estadual, KLEBER RODRIGUES. Cidade onde onde nasceu, o escritor, C:amara Cascudo.

O vereador de Passa e Fica/RN, EDSON CAZUZA, amante da cultura popular também prestigiou a festa ao lado do Deputado autor da lei, Deputado KLEBER RODRIGUES. Aproveitou para conversar rapidamente com a governadora, FÁTIMA BEZERRA e o Sen, JEAN PRATES, aproveitando para falar dos seus projetos culturais, a exemplo do apoio a Banda Filarmônica Potiguar, da Associação Comunitárias dos Jovens - Passa e Fica/RN.

E por em Edson Cazuza, aproveito para parabenizá-lo pelo excelente trabalho legislativo na cidade de Passa e Fica, além de amante da cultura potiguar o mesmo vem se destacando com suas intervenções em plenário bem como apresentando projetos para benefício da população local e em especial a Zona Rural.

Edson Cazuza com suas intervenções constantes no plenário da câmara vem conquistando a população local, como também suas ações voltadas para a cultura.

Parabenizo-o pelas suas constantes ações em defesa de Passa e Fica, tanto pelos projetos aprovados e outros que futuramente também serão aprovados em prol da sociedade de forma geral, como exemplo de um político sério, que princípios e que exerce seu mandato com honraria.

Eduardo Vasconcelos, radialista, presidente do Centro Potiguar de Culturra - CPC/RN, ativista, blogueiro e amante da cultura popular.

Monte Alegre é oficialmente a Capital Potiguar das Quadrilhas Juninas


Demis RoussosASSECOM/RN


Em meio à multidão que prestigia o maior São João do Agreste potiguar, a governadora sancionou a lei que institui a cidade de Monte Alegre como a capital estadual das Quadrilhas Juninas. O projeto de lei 088/19, é de autoria do deputado estadual Kleber Rodrigues, que é natural de Monte Alegre. "Uma justa homenagem e o reconhecimento à tradição das quadrilhas juninas preservada com primor pelo povo de Monte Alegre. É com muita alegria que sanciono está lei que além de incentivar a promoção da cultura nordestina, fomenta a economia criativa. O Festival de Quadrilhas Juninas não é só de Monte Alegre, nem do Agreste é do Rio Grande do Norte. A terra de Câmara Cascudo tem que dar exemplo e valorizar às tradições do nosso povo", enfatizou a Governadora.

O Festival de Quadrilhas Juninas do RN é realizado em Monte Alegre há 17 anos. Este ano, 66 quadrilhas, de diversos municípios do RN, estão participando. As apresentações atraem público de 4 a 5 mil pessoas, de toda a região e da capital, que vão ao ginásio da cidade presitigiar uma das mais verdadeiras manisfestações populares no período junino.

 "Esta lei colabora para que este evento se consolide no calendário dos grandes eventos culturais do Rio Grande do Norte. Com trabalho queremos que o Festival de Quadrilhas Juninas seja não só o maior da região Agreste, mas de todo o RN", destacou o prefeito Severino Rodrigues. 

O evento é o mais esperado do ano, cerca de 5 mil quadrilheiros, vindos de várias regiões do RN, participam do Festival deste ano. Ao longo dos festejos juninos, forma-se uma rede de comércio dos mais diversos segmentos. As artesãs Maria Dalva Paulino e Elione Lourenço todos os anos colocam a banca de artesanatos durante o festival. "A festa melhora as vendas e também ajuda na divulgação do nosso trabalho. Com essa lei acredito que nossa festa ficará ainda melhor", disse Dalva. 

Já Dona Maria Valdineide de Silva, há cinco anos trabalha na festa vendendo bebidas para conseguir um renda extra para sua família. "É um dinheirinho certo todo ano, tudo que a gente ganha é uma ajuda a mais em casa", expressou. 

O maior São João do Agreste começou no dia 14 e seguirá até 29, o evento recebe milhares de visitantes na Vila São João, construída especialmente para o momento. Neste ano, a tradicional festa tem uma grande programação nos 12 dias de folia incluindo a famosa carroçada, quadrilhas e 26 atrações musicais. A estrutura conta com dois palcos, apresentações no ginásio Osmundo Farias.

O São João de Monte Alegre contempla apresentações de quadrilhas juninas, artísticas e culturais, atividades folclóricas e de talentos regionais. Misturando tradição e inovação as quadrilhas juninas abordam temáticas importantes para manter seus espaços nas cidades do RN. Elas valorizam e evidenciam a cultura popular. Por meio do enredo, figurino e música, e trazem à memória personagens relacionados ao forró e ao Nordeste.

A governadora Fátima Bezerra, o senador Jean-Paul Prates e João Hélio, diretor técnico do SEBRAE-RN, ao lado do prefeito de Monte Alegre, Severino Rodrigues e do deputado Kleber Rodrigues visitaram a festa, cumprimentando os comerciantes e visitantes. Também prestigiaram a apresentação das quadrilhas juninas.

Fonte: Fundação José Augusto - FJA

“Fracasso óbvio”, diz Chico Buarque sobre governo Bolsonaro

Divulgação

Em entrevista ao jornal francês Le Monde, Chico Buarque avaliou que o governo Bolsonaro vai "obviamente" acabar em fracasso e que há um desprezo pela cultura no Palácio do Planalto.

O cantor e compositor Chico Buarque deu entrevista ao tradicional jornal francês Le Monde, que será publicada neste sábado (22), onde comentou sobre pedido de visto de longa duração na França e fez uma análise da situação no Brasil.

Segundo Chico, que já esteve exilado no país europeu durante os tempos da ditadura militar brasileira, o pedido de visto se deve ao fato não são bem-vindos, nem bem vistos pelo atual governo. “Uma cultura de ódio se espalhou de maneira impressionante”, disse ao comentar sobre o desprezo de Bolsonaro pela cultura.

O compositor ainda declarou que o governo está fadado ao fracasso e é mal visto internacionalmente. “Não sei como tudo isso vai acabar. O fracasso desse governo me parece óbvio”, afirmou.

Questionado sobre a relação com o PT, o cantor também expôs críticas ao partido. “Tenho muitas reservas ao PT, o partido teve episódios de corrupção, como os governos precedentes”, afirmou. “Mas depois da derrota da direita nas eleições presidenciais, o PT foi incrivelmente estigmatizado”, completou.

Fonte: REVISTA FÓRUM

Folha comprova autenticidade e integridade do material da Vaza Jato

Folha comprova autenticidade e integridade do material da Vaza Jato


Conforme antecipado pela Fórum na manhã de ontem (22) a Folha e o The Intercept firmaram parceria editorial e o jornal confirmou a autenticidade do banco de mensagens da Vaza Jato.

Na manhã de ontem (22) o diretor de redação da Revista Fórum antecipou que uma parceria entre o The Intercept Brasil e o jornal Folha de S. Paulo havia sido realizada e que neste domingo começariam a ser publicadas as primeiras reportagens frutos deste acordo.

Fórum também antecipou que a veracidade e autenticidade das mensagens seriam comprovadas pela Folha.
O furo da Fórum se confirmou.
O jornal revela na sua edição de hoje (23) que o The Intercept “permitiu que a Folha tivesse acesso ao acervo, que diz ter recebido de uma fonte anônima há semanas” e confirma que nos últimos dias, repórteres do jornal e do site trabalharam lado a lado, pesquisando as mensagens e analisando seu conteúdo.
Segundo a Folha o pacote obtido pelo Intercept reúne mensagens privadas trocadas pelos procuradores em vários grupos no aplicativo Telegram desde 2014, incluindo diálogos com o ministro Moro, que foi o juiz responsável pelos processos da Lava Jato em Curitiba até 2018.
Também confirma que além das mensagens, o acervo inclui áudios, vídeos, fotos e documentos compartilhados no aplicativo.
E o mais importante, diz que, ao examinar o material, não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado.
Uma das checagens utilizadas pela Folha pra isso foi que os repórteres que estão trabalhando o banco de dados da Vaza Jato buscaram nomes de jornalistas da Folha e encontraram diversas mensagens que de fato esses profissionais trocaram com integrantes da força-tarefa nos últimos anos. E não havia nenhuma adulteração na troca de mensagens.

Fonte: Revista FÓRUM

1817: Revolução com as cores de Pernambuco

Vitral no Palácio do Campo das Princesas mostra retrato da Revolução de 1817
Vitral no Palácio do Campo das Princesas mostra retrato da Revolução de 1817
A Revolução 1817 completa dois séculos, nesta segunda (6), mas ainda é episódio pouco explorado na história do Brasil.
Eram 10 horas da manhã do dia 6 de março de 1817 e o clima no Recife parecia calmo. Sinais de insatisfação com a Coroa Portuguesa vinham sendo emitidos, mas nem de longe se tinha a sensação de que estava prestes a irromper um dos movimentos mais emblemáticos da história pernambucana. Uma hora depois a aparente tranquilidade foi cortada com golpe de espada. O sangue derramado sobre o peito do brigadeiro Manoel Joaquim Barbosa de Castro foi o estopim para o início da revolução, que vinha sendo maturada em fogo brando, mas que explodiu antes da data prevista. Pela cidade, ressoavam os gritos de “Viva a Pátria! Mata Marinheiro!”. Era desse modo que os brasileiros se referiam aos portugueses. A essa altura, nos primeiros disparos, o governador da província já tinha fugido para se abrigar no Forte do Brum, de onde sairia direto para o Rio de Janeiro. Os revoltosos montaram um governo provisório e deram a chance ao governador de sair da província sem confronto. Apesar de registros o apontarem como bom administrador, a coragem não era traço marcante da personalidade de Caetano Pinto.

O relato da cena foi contado há 200 anos pelo comerciante francês Louis-François Tollenare, que viveu no Recife entre 1816 e 1818. Nesta segunda-feira (6), a revolução completa dois séculos, mas ainda é um episódio pouco explorado na historiografia brasileira.
Em 1817, o caldeirão da insatisfação fervia na província de Pernambuco, que tinha histórico de movimentos nativistas, como a expulsão dos holandeses (1654) e a Guerra dos Mascates (1710). O desembarque da Família Real no Rio de Janeiro em 1808 só aumentou a fervura da indignação. Havia uma forte discrepância social entre a vida na Corte e nas províncias – o que se arrecadava aqui era enviado para o Rio a fim de manter o estafe de Dom João VI. Fora isso, uma seca devastadora assolou a região em 1816, no mesmo momento em que a produção de açúcar em outros países fez o preço do produto nordestino despencar. “Paga-se em Pernambuco um imposto para iluminação do Rio de Janeiro, quando as do Recife ficam completamente às escuras”, descreveu o inglês Henry Koster, que viveu no Recife no período.
E foi neste caldo que a luta estourou.
Não à toa, a revolta também é chamada de Revolução dos Padres, uma vez que o Seminário de Olinda foi o nascedouro do movimento. Letrados e com acesso à informação, os religiosos tiveram papel crucial na formação do governo provisório, que durou 75 dias. O padre João Ribeiro, um dos líderes do movimento, tinha uma biblioteca fora dos mosteiros e abria o espaço à comunidade, conta Betânia Corrêa de Araújo, presidente do Museu do Recife. No Forte das Cinco Pontas, onde funciona o Museu, estreia dia 12 uma exposição sobre o período.
“A Revolução Republicana de 1817 se destaca não só por ter sido o primeiro movimento efetivo no sentido da independência do Brasil, mas também porque foi a única insurreição anticolonial que conseguiu tomar o poder em toda história da monarquia portuguesa”, explica o historiador George Cabral, professor da Universidade Federal de Pernambuco e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).
Apesar da onda de insatisfação à época, o movimento vinha sendo pensando para a Semana Santa de 1817, em abril, mas foi adiantada por causa de um decreto de prisão emitido pelo governador Caetano Pinto Montenegro. A lista vazou e os revolucionários reagiram à ordem. A morte do brigadeiro por Leão Coroado deflagrou o movimento.
A partir daí, instalou-se o governo provisório que tomou várias decisões para garantir os direitos de cidadania e as liberdades individuais dos novos republicanos – formado em sua maioria pelos senhores de engenho, padres e comerciantes. Uma lei orgânica com 28 artigos norteou os revolucionários e a liberdade de imprensa foi uma das conquistas. O Preciso foi um panfleto divulgado na época que propagou a revolta. Outra marca presente até hoje é a bandeira de Pernambuco – composta por um fundo azul e branco. Sobre a faixa azul, figuravam um arco-íris, como símbolo da união, três estrelas (representando Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e o sol da liberdade.
Escravidão x Abolicionismo
Embora embebida dos ideais da Revolução Francesa, que estourou 28 anos antes, a Revolução de 1817 não tocou no regime escravocrata. O tema é, inclusive, alvo de discussão na academia. Os líderes tinham ideias abolicionistas, mas para levar o pensamento adiante era preciso romper com o status quo da época. “Era algo muito capilarizado e mexer nessa estrutura era tocar em algo essencial dessa sociedade e é onde se encontram os limites da revolução. Haviam boatos que iriam abolir a escravidão, mas o governo provisório precisou publicar uma nota informando o contrário”, explicou Cabral. No texto, o governo dizia: “A suspeita de vocês muito nos honra, porque a escravidão é ruim, mas vamos respeitar as propriedades privadas, mas desejamos abolir a escravidão gradualmente”, pontua o professor.
“A escravidão é o grande bode na sala da Revolução Pernambucana. Seus documentos defendiam ideais republicanos e liberais, inspirados pela Revolução Francesa, e propunha que todos os seres humanos nasciam livres e com direitos iguais. Apesar disso, em momento algum as proclamações de 1817 sugerem o fim do tráfico negreiro ou a abolição. O motivo é bem simples: alguns dos principais líderes do movimento eram senhores de engenho. Pertenciam, portanto, à mais fina flor da aristocracia rural escravagista da época. Um dos filhos do líder revolucionário Domingos José Martins, homônimo do pai, se tornaria alguns anos mais tarde o maior traficante de escravos na costa do Benin, na África, onde até hoje existe uma numerosa família de descendentes dele. Havia, claro, gente com simpatias abolicionistas no movimento, mas o tema era explosivo demais para ser defendido publicamente”, destaca o jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor do livro “1808” sobre a chegada da família real portuguesa ao Brasil.
Foram 75 dias da República Pernambucana, que caiu por terra diante da falta de apoio das outras províncias, pelas falhas na organização militar do território e por contradições internas, mas os princípios de liberdade, ética e a ampliação dos direitos do cidadão perpassaram os séculos e continuam vivos. Os líderes foram mortos ou presos e documentos históricos foram destruídos a mando do Rei para evitar novas revoltas. Pouco explorada pela história brasileira, a Revolução de 1817 é considerada de suma importância para os ideais de Independência, em 1822. Pelo seu caráter regional, Paraíba, Rio Grande do Norte e parte do Ceará se juntaram ao movimento, mas capitularam rapidamente. Em 19 de maio, uma força de oito mil homens cercou Pernambuco e executou os envolvidos. Como punição, a Coroa tirou de Pernambuco o território de Alagoas. “Celebrar o Bicentenário da Revolução de 1817 é também relembrar a importância destes valores para os nossos dias”, defende George Cabral.
Por Diogo Guedes e Marcela Balbino
Veja o mapa do Nordeste na época da Revolução:
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Imagem: MultRio -  Mapa de Pernambuco, 1817/Ceert Google
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Pernambuco já foi um País - Imagem do Google
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Bandeira de Pernambuco - PE - Imagem do Google
Fonte: Autor: Brasil Cultura
Imagens do Google

sábado, 22 de junho de 2019

Inscrições abertas para cursos regulares do Conservatório de MPB



Estão abertas, até 27 de junho, as inscrições para cursos regulares do Conservatório de Música Popular Brasileira com início no segundo semestre de 2019. Estão sendo ofertados 27 cursos de instrumentos, canto, teoria musical, práticas de conjunto e cursos exclusivos para crianças.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo sites do Conservatório de MPB (www.conservatoriodempb.com.br). Na 1ª fase das inscrições (habilitação), o candidato deve ler atentamente o edital e a ementa do curso de seu interesse, clicar no curso e preencher a ficha de inscrição. A inscrição poderá ser feita em quantos cursos o candidato tiver interesse. Somente em relação a um mesmo curso (que seja disponibilizado por dois professores diferentes), o candidato deverá optar por um dos professores.
Após esse procedimento, o candidato deve aguardar o edital de aprovação da 1ª fase. Se for aprovado, passará para a 2ª fase das inscrições quando se submeterá a um teste prático e/ou entrevista de nivelamento, realizado mediante o pagamento da taxa de R$ 35, que será cobrada apenas para os aprovados para a 2ª fase. A lista com os nomes dos selecionados – tanto na 1ª como na 2ª fase – será divulgada no próprio site.
Cursos gratuitos – Os cursos de disciplinas teóricas e práticas de conjunto poderão ser gratuitos para os alunos matriculados como pagantes nas aulas de instrumentos ou canto. Neste caso, os candidatos deverão se inscrever normalmente conforme o procedimento padrão. Se aprovados, terão direito ao benefício.
Os cursos têm periodicidade semestral e as aulas são em grupo. Para obter mais informações e esclarecer dúvidas em relação aos cursos e inscrições, o candidato pode enviar um e-mail para secretariacmpb@fcc.curitiba.pr.gov.br ou ligar para o telefone (41) 3321-3315. O atendimento pessoal pode ser realizado na secretaria do CMPB de segunda a quinta-feira das 9h às 22h, sexta-feira das 9h às 21h e sábado das 9h às 13h. Se deseja obter informações pedagógicas sobre os cursos, deve ligar para 3321-3318.
Cursos do Conservatório de MPB
Cursos para adultos (a partir de 13 anos completos): canto popular, acordeom, bandolim, bateria, cavaquinho, clarinete, flauta doce, flauta transversal, guitarra, percussão, piano, saxofone, trombone, trompete, violão e viola caipira.
Cursos para crianças (7 a 12 anos): bateria, flauta doce, piano e violão.
Disciplinas teóricas (a partir de 13 anos completos): composição & arranjo instrumental em MPB, LEM (linguagem e estruturação musical) e harmonia funcional.
Práticas de conjunto (a partir de 13 anos completos): conjunto de choro, conjunto de MPB, conjunto de música caipira e conjunto de samba.
Serviço:
Inscrições abertas para novos alunos do Conservatório de MPB de Curitiba – Cursos regulares – 2º semestre de 2019
Até 27 de junho de 2019 pelo site www.conservatoriodempb.com.br

Endereço: Conservatório de MPB de Curitiba – Rua Mateus Leme, 66, São Francisco. Curitiba-PR
Informações: (41) 3321-3315, 3321-3208
Informações pedagógicas: 3321-3318
E-mail: secretariacmpb@fcc.curitiba.pr.gov.br
Início das aulas: a partir do dia 29 de julho de 2019

“Cinema com Partido”: o imperialismo e a defesa da pátria em Queimada

O Cine-Teatro Denoy de Oliveira apresenta neste sábado (01/06), no “Cinema com Partido, Mostra Democrática”, o filme Queimada, com Marlon Brando, Giampiero Albertini, Renato Salvato e a direção de Gillo Pontecorvo (de A Batalha de Argel).

Cena do filme <i>Queimada</i>, com Marlon Brando  Cena do filme Queimada, com Marlon Brando.
Trabalhadores sem direitos; colonialismo; imperialismo; racismo; discriminação das mulheres; extermínio das populações indígenas; degradação do meio-ambiente; ciência e escola sob censura de pretensos intérpretes das Escrituras; aversão à democracia e seu fundamento, ao livre debate entre partidos políticos; exaltação das ditaduras, do pensamento único, da violência, da intolerância, da corrupção, da hipocrisia (qualquer semelhança com o governo da família Bolsonaro será mera coincidência?) são temas que o cinema universal tem denunciado com vigor ao longo do tempo.
Para a extrema-direita, isto é doutrinação.
Para as correntes de opinião comprometidas com a democracia é cultura e arte.
SINOPSE
Londres envia à ilha de Queimada, colônia de Portugal, o fomentador de rebeliões Sir William Walker. Com José Dolores liderando a revolta dos escravos e o hesitante Teddy Sanchez à frente da elite criolla, Walker obtém a independência da ilha. Dez anos depois, ele é de novo acionado: o governo de Queimada batia continência para a companhia açucareira inglesa, mas Dolores retornara à luta revolucionária e precisava ser eliminado.
Após o filme, haverá um debate que contará com a presença de Leonardo Wexell Severo, redator-especial do jornal Hora do Povo e escritor dos livros Curuguaty – Carnificina para um Golpe e Curuguaty – O Combate Paraguaio por Terra, Justiça e Liberdade, que retrata o massacre dos camponeses do país vizinho e a derrubada do presidente Fernando Lugo.
SERVIÇO
Filme: Queimada (1969), de Gillo Pontecorvo
Duração: 112 minutos
Quando: Neste sábado,10 de junho
Horário: pontualmente às 10 horas da manhã.
Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista, sede central da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (Umes-SP)

Fonte> Brasil Cultura

Comidas típicas de festa Junina e muito mais…

Comidas-tipicas-de-Festa-Junina-2
Aqui no Portal da Cultura Brasileira você encontra comidas típicas como canjica, quentão, cocada, bolo de milho, paçoquinha, arroz-doce e muitas outras receitas de Festa Junina para animar o seu arraiá, seja na escola, casa ou clube!
f jbolo de fuba cremoso
Bolo de Fubá Cremoso
Bolo de fubá cremoso
Ingredientes
Serve: 10
4 xícaras (chá) de leite
3 ovos
40 g de manteiga
2 xícaras (chá) de açúcar
3/4 xícara (chá) de queijo ralado
1 1/2 xícara (chá) de côco ralado
1 xícara (chá) de fubá
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal
Modo de preparo
Preparo:10mins  ›  Cozimento: 30mins  ›  Pronto em:40mins
Em um liquidificador, bater o leite, os ovos, a manteiga, o açúcar e o queijo parmesão ralado. Bater por 5 minutos.
Acrescentar o fubá, a farinha de trigo e o côco ralado. Bater até obter um creme fofo.
Por último, misture o fermento.
Despeje a mistura em uma forma untada.
Assar em forno preaquecido a 150°C por aproximadamente 30 minutos.
f j bolo de milho
Bolo de Milho

Bolo de milho

Ingredientes
Rende: 1 bolo médio
1 lata de milho verde (escorrido)
3 ovos
½ xícara de óleo
1 copo (250ml) de leite
2 xícaras de açúcar
1 xícara de fubá
3 colheres (chá) de fermento em pó
1 xícara de farinha de trigo
Modo de preparo
Preparo:10mins  ›  Cozimento: 40mins  ›  Pronto em:50mins
Preaqueça o forno a 200º C.
No liquidificador, bata o milho verde, os ovos, o óleo, o leite e o açucar,até ficar bem homogêneo.
Separadamente, peneire o fubá, o fermento e a farinha. Adicione a mistura líquida e mexa bem para incorporar.
Leve para assar em uma forma untada e polvilhada por aproximadamente 40 minutos.
f j arroz doce
CANJICA DOCE CREMOSA
CANJICA DOCE CREMOSA 
Ingredientes
Serve: 10
500 g de milho para canjica
1 lata de leite condensado
100 ml de leite de coco
600 ml de leite
4 colheres (sopa) de manteiga de amendoim (opcional)
2-3 paus de canela
Cravo-da-índia a gosto
Açúcar a gosto
Canela em pó para polvilhar
Modo de preparo
Preparo:1hora20mins  ›  Tempo adicional:6horas de molho  ›  Pronto em:7horas20mins
Deixe a canjica de molho em água por 6 horas (ou deixe passar a noite).
Leve a canjica com a água do molho para cozinhar. Se necessário, acrescente mais água até ficar com cerca de 2 dedos acima da canjica. Cozinhe, mexendo de vez em quando, por cerca de 1 hora, ou até ficar macia.
Junte o leite condensado, leite de coco, leite, manteiga de amendoim, canela em pau e cravos. Misture bem e deixe cozinhar por mais uns 15-20 minutos, ou até engrossar e ficar bem cremosa. Se ficar muito grossa e você quiser mais líquida, é só adicionar mais leite. Adicione açúcar a gosto se preferir mais doce.
Sirva quente polvilhada com canela em pó.

Arroz-doce com leite condensado

Arroz-doce com leite condensado
Arroz-doce com leite condensado
Ingredientes
Serve: 4
1 xícara de arroz
3 xícaras de leite
1 pau de canela
1 lata de leite condensado
1 xícara de leite
Açúcar a gosto (opcional)
Canela em pó a gosto
Modo de preparo
Preparo:30mins  ›  Pronto em:30mins
Leve o arroz para cozinhar em 3 xícaras de leite com o pau de canela, mas não deixe secar completamente.
Junte o leite condensado, 1 xícara de leite e misture bem até ficar cremoso. Adicione açúcar se gostar mais doce. Coloque em cumbucas e sirva polvilhado com canela.
Fonte BRASIL CULTURA