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"VALE A PENA ASSISTIR E LER" - CPC/RN - Conheça o Boi Calemba Pintadinho do mestre Dedé Veríssimo

Publicado pelo http:// culturadornoficial.blogspot.com ,  sábado, 26 de março de 2016 Boi Calemba, termo utilizado por Luís da Câ...

domingo, 22 de julho de 2018

Documento da VI Grande Assembléia Das Mulheres Kaiowá Guarani – Kuñangue Aty Guasu

Documento da VI Grande Assembléia Das Mulheres Kaiowá Guarani – Kuñangue Aty Guasu
A mulheres Guarani e Kaiowá vem aqui compartilhar o documento final da nossa VI Grande Assembléia Das Mulheres Kaiowá Guarani – Kuñangue Aty Guasu, realizada na aldeia Amambai-MS de 10 a 14 de Julho de 2018. Estivemos encaminhamentos bastante ricos e de muito frtalecimento duarante esses utimos dias.  Pois enquanto houver o som do Mbaraka e do Takuapu vai ter Luta! Fora Temer! Fora Bolsonaro! Fora Ruralistas! Demarcação Já!

"REFLEXÃO" - “A sociedade foi e sempre vai ser racista”, desabafa motorista preso por engano

Foto: Reprodução/TV Globo
Por Redação

Confundido com um ladrão, Antônio Carlos Rodrigues relata que não conseguiu dormir durante a semana em que esteve na cadeia; família descobriu que o verdadeiro criminoso já estava preso.

O motorista de aplicativo Antônio Carlos Rodrigues não se conteve e desabafou, depois de viver uma experiência bem dolorosa: ele ficou preso desde o dia 13 de julho, apontado pela polícia do Rio de Janeiro de ser um dos ladrões que assaltaram o Consulado da Venezuela, em junho. O problema é que ele era inocente. Sua família teve de tomar a iniciativa de investigar e descobrir que o verdadeiro criminoso já estava preso. “Nunca mudou e nunca vai mudar: a sociedade foi e sempre vai ser racista, e a Justiça é cega e falha”, disse.

Em entrevista a Flávia Januzzi, da Globo Rio, Antônio relembrou da semana que passou na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte do Rio. “Eles me pegaram com a roupa do corpo. Fiquei com essa roupa até ontem. Quando fui solto, eu tirei a camisa e joguei fora”, contou ele, que afirmou não ter conseguido dormir durante o período em que ficou preso: “Lá, não tinha dormido, não dormi. Fiquei esses dias sem conseguir dormir”, afirmou. “Desde o momento em que me colocaram para dentro da cela pensei: Minha vida acabou”, acrescentou.
Ele revelou que dividiu a cela com nada menos do que 80 homens. “Eu estou com medo ainda. Tive medo lá dentro e estou com medo agora. Ruins, péssimos, horríveis, nojentos. Cada um faz o que quer da sua vida. No meu caso eu não procurei estar ali, fui colocado”, contou, indignado.
Antônio foi preso, confundido com o ladrão que assaltou o Consulado da Venezuela, crime que foi registrado por câmeras de segurança. A confusão da polícia foi baseada em fotografias de redes sociais. Policiais da Delegacia de Apoio ao Turista viram fotos de Antônio e “identificaram” supostas semelhanças com o verdadeiro criminoso.
O relatório da delegada Valéria Aragão indica que ambos são carecas, com orelhas grandes, pontudas e voltadas para fora. Ela também citou a cor da pele, o formato do nariz e o formato da cabeça. A família resolveu apurar por conta própria e descobriu que o verdadeiro ladrão já estava detido. A delegada Valéria Aragão não quis se manifestar. Disse, somente, que a investigação é sigilosa.
Fonte; REVISTA FÓRUM

Índio Isolado da TI Tanaru - O sobrevivente que a Funai acompanha há 22 anos

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Foto: Acervo/Funai
Imagine passar 22 anos observando uma só pessoa. Planejando ações de vigilância do território onde vive, garantindo sua proteção contra ameaças externas. Nenhuma palavra trocada. Todo contato consistindo em fornecer alguns objetos que poderiam ser úteis para a sua sobrevivência. É esse o trabalho realizado pela Funai na Terra Indígena (TI) Tanaru, onde vive o indígena isolado popularmente conhecido como o "índio do buraco".


A Frente de Proteção Etnoambiental Guaporé (FPE Guaporé) é a unidade da Funai responsável pelo monitoramento dos seus processos de ocupação e pela proteção da TI Tanaru. Esse trabalho é realizado constantemente. Periodicamente a FPE Guaporé alterna ações de monitoramento da TI Tanaru com ações de vigilância do entorno de seu território, garantindo sua proteção.

Quando há a presença confirmada ou possível de povos indígenas isolados fora de limites de terras indígenas, a Funai se utiliza do dispositivo legal de Restrição de Uso (interdição de área), amparando-se no artigo 7.º do Decreto 1775/96; no artigo 231 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988; e no artigo 1.º, inciso VII da Lei nº 5371/67, visando a integridade física desses povos em situação de isolamento, enquanto se realizam outras ações de proteção e tramitam processos de demarcação de terra indígena.

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Foto: Acervo/Funai
A atual delimitação da TI Tanaru foi estabelecida em 2015, por meio da Portaria do Presidente da Funai de número 1040 de 16 de outubro, que prorrogou a interdição de área por mais 10 anos. A área demarcada possui 8.070 hectares. Não obstante, as primeiras interdições de área ocorreram já na década de 1990, logo após a confirmação da existência do índio isolado da TI Tanaru.


É bastante traumático o histórico do povo indígena ao qual pertence. Na década de 80, a colonização desordenada, a instalação de fazendas e a exploração ilegal de madeira em Rondônia, provocaram sucessivos ataques aos povos indígenas isolados que até então viviam nessas regiões, num constante processo de expulsão de suas terras e de morte.

Após o último ataque de fazendeiros ocorrido nos finais de 1995, o grupo que provavelmente já era pequeno (a partir de relatos, a equipe local acreditava serem seis pessoas) tornou-se uma pessoa só. Os culpados jamais foram punidos. Em junho de 1996, a Funai teve finalmente o conhecimento da existência e da traumática história deste povo, a partir da localização de acampamento e outros vestígios de sua presença. Quando a Funai finalmente confirmou sua presença, já havia apenas uma pessoa. No entanto, outros indícios anteriores levaram os servidores a crer que ali residia um grupo maior.

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Foto: Acervo/Funai
Nos últimos 10 anos, a Funai realizou 57 incursões de monitoramento do indígena e cerca de 40 viagens para ações de vigilância e proteção da TI Tanaru. Até a presente data a FPE Guaporé localizou 48 moradias, documentadas conforme a metodologia da Funai. Ao longo do tempo, foram registradas várias imagens suas, obtidas por acaso, durante as ações da FPE Guaporé no interior da TI Tanaru. Mesmo com uma equipe reduzida, a Funai não mediu esforços para estar presente, vigiando o entorno e monitorando suas condições de vida. "A gente sempre sabe mais ou menos em qual igarapé e em qual parte da terra indígena ele se encontra. Monitoramos ele de longe", afirma Altair Algayer, Coordenador da FPE Guaporé. Há mais de 5 anos não se observam invasões de madeireiros, desmatamentos e nenhuma outra presença de pessoas estranhas dentro dos limites da área.


A partir da confirmação da presença dele, em 1996, a Funai realizou algumas tentativas de contato, mas logo recuou ao perceber que não era da vontade dele. A última tentativa ocorreu em 2005. Deste então, os servidores que o acompanham deixam apenas algumas ferramentas e sementes para plantio em locais que ele passa frequentemente. Por volta de 2012, a Funai registrou algumas roças de milho, batata, cará, banana e mamão plantadas pelo indígena, que vive basicamente desses alimentos e da caça.

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Foto: Acervo/Funai
O que surpreende os servidores que acompanham a trajetória do indígena isolado da TI Tanaru é a sua vontade de viver. Para Altair, "Esse homem, que a gente desconhece, mesmo perdendo tudo, como o seu povo e uma série de práticas culturais, provou que, mesmo assim, sozinho no meio do mato, é possível sobreviver e resistir a se aliar com a sociedade majoritária. Eu acredito que ele esteja muito melhor do que se, lá atrás, tivesse feito contato".


Compete à Funai, por meio CGIIRC e das CFPEs, garantir aos povos isolados o pleno exercício de sua liberdade e das suas atividades tradicionais, disciplinando o ingresso e trânsito de terceiros em áreas em que se constate a presença de indígenas como Tanaru, tomando as providências necessárias à proteção desses povos.


Ana Carolina Aleixo Vilela - ASCOM/FUNAI
Com informações da CGIIRC e FPE Guaporé

Fonte: FUNAI

Emir Sader: Cem anos de Antonio Candido

Antonio Candido costumava ser chamado assim, segundo ele mesmo, por quem o conhecia pela sua vida acadêmica. Para os mais íntimos, entre os familiares e os amigos mais próximos, era simplesmente Candido. Foi assim que o conhecemos, desde pequenos, como sobrinhos de um dos seus amigos mais próximos, Azis Simão.
Por Emir Sader
Não tínhamos ainda a dimensão da sua figura para a cultura brasileira, mas conhecíamos sua genialidade, nas suas grandes tiradas irônicas, revelando toda a inteligência que permearia toda a sua obra. Nascido no Rio de Janeiro, há exatamente cem anos (24 de julho de 1918), cresceu em Poços de Caldas, antes que sua família se mudasse para São Paulo. Ali, estudou na USP, onde começou o curso de Direito, que abandonou antes de concluir, para estudar Ciências Sociais na velha e histórica Faculdade de Filosofia da rua Maria Antonia, sob a influência de Fernando de Azevedo.
Mas logo se concentrou na teoria da literatura, de que ele se tornaria o maior expoente brasileiro e latino-americano, além de formador das melhores gerações de estudiosos do tema aqui no Brasil. Mesmo antes disso, ele foi autor de algumas das obras sociológicas mais importantes do pensamento social brasileiro, Os parceiros do Rio Bonito, livro admirável também pela sua beleza literária.
A formação da literatura brasileira deu início à construção da obra de teoria literária que mudaria o panorama intelectual do Brasil, tornando-se um clássico na mais clara acepção da palavra, adotado, estudado, objeto de teses e edições em vários outros países.
Mas não me deterei aqui na obra de Candido e sim na sua imagem de intelectual da esfera pública, de que ele foi a melhor expressão no Brasil. Essa figura vem daquela da intelligentsia, do intelectual vinculado aos grandes temas de interesse da sociedade, abordados em linguagem acessível e do ponto de vista dos interesses populares, contra as oligarquias no poder. Um intelectual de que Antonio Candido foi o melhor exemplo.
Ele pertence a um tempo em que o intelectual se vinculava indissoluvelmente à esfera pública, à educação pública, à construção democrática da sociedade e do Estado. Era socialista, porque esse era o projeto que se identificava com aqueles interesses.
Pertenceu a grupos socialistas antes de participar da fundação do Partido dos Trabalhadores, partido com o qual se identificou sempre, em particular com a liderança do Lula. Como ele disse, sua personalidade não tem os traços da militância política, mas seu interesse pela política foi dado sempre pelo interesse pelas ideias que as práticas políticas contém.
A crise dos intelectuais das esfera pública é resultado de vários fatores, entre eles a burocratização da vida acadêmica, em que se escreve mais para as agências de financiamento, prestando contas ou solicitando recursos, do que para o grande público, para a opinião pública, para a sociedade no seu conjunto. A própria linguagem se adapta a essas necessidades, tornando-se hermética, inacessível, indecifrável.
Por outro lado, a disseminação dos campus universitários contribuíram decisivamente para afastar as universidades da vida das cidades, além de distanciar as próprias faculdades entre si, distanciadas também geograficamente. Os professores e estudantes de Ciências Sociais e de História da USP, por exemplo, não tendem a se encontrar, seus prédios são distintos, seus cafés são distantes entre si.
Tempos muito diferentes daqueles que eu tive a sorte de viver, em que no mesmo prédio da rua Maria Antonia se podia assistir cursos de Antonio Candido, de Sergio Buarque de Holanda, de Florestan Fernandes, entre tantos outros à disposição dos alunos de todos os cursos.
Além disso, a tendência permanente à hiper especialização das disciplinas faz com que se perca a visão da totalidade da sociedade, produzindo saberes cada vez mais restritos e distanciados da totalidade da realidade.
A morte de Antonio Candido, o nosso Candido, representou um novo momento na desaparição desse tipo de intelectual, do intelectual da esfera pública, que ele soube encarnar como ninguém no Brasil, pela sua trajetória de vida, pela sua obra, pela sua personalidade generosa e pelo exemplo que nos deixou.
Fundação Perseu Abramo

Desperte o seu sonho dançando

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A Ebateca foi fundada em 8 de Agosto de 1962 por Maria Augusta Mongenroth, Aída Maria Ribeiro e Mariá Silva, que juntas implementaram pela primeira vez na América do Sul o método de ensino da Royal Academy of Dance de Londres. A escola entrou em funcionamento no subsolo do Teatro Castro Alves (TCA) mediante acordo firmado com o Governo do Estado da Bahia para ser a primeira escola de Ballet da Bahia e do Norte/ Nordeste – Ebateca (Escola de Ballet do Teatro Castro Alves).
Em 1980 a então aluna Anna Cristina Gonçalves fundou o Grupo Ebateca, exclusivo para assessoria e consultoria no negócio da dança sob licenciamento da marca. Vinte anos depois, outra também aluna da Ebateca, Karyne Lacerda associou-se ao Grupo. Hoje o Grupo é dirigido por Anna Cristina Gonçalves e Karyne Lacerda.
Além dos consultores, o Grupo Ebateca conta com um conselho artístico e um conselho administrativo compostos por diretores das unidades que, aliados aos consultores, propõem e traçam metas e ações que são validadas pela franquia.
Fonte: EBATECA

desperte

a sua emoção

dançando




Confira os cursos regulares e livres oferecidos pela Ebateca, disponíveis em nossas unidades.A dança é a arte do movimento. A sua prática melhora a desenvoltura, a evolução e domínio do corpo, incentiva o trabalho coletivo e a autoestima. Uma ótima aliada para a saúde e o bem-estar. Clic: http://www.ebateca.com.br/

UTILIDADE PÚBLICA - HPV - CAUSA CÂNCER DE PESCOÇO E CABEÇA. PREVINA-SE!!

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A infecção pelo papilomavírus (HPV) contribui significativamente com o aumento da incidência do câncer de faringe. Uma das formas de contágio por essa infecção é por meio da prática de sexo oral e em pessoas com múltiplos parceiros sexuais. São 41 mil novos casos anualmente e esse número pode ser reduzido com a prevenção e a conscientização sobre os riscos e consequências da doença.

UMA CAMPANHA DO SINDICATO DOS ENFERMEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO - SEESP

ESTE VÍDEO É A PROVA DE QUE BARRA DO CUNHAÚ (RN) É MESMO O CARIBE DO NORDESTE



A Praia da Barra do Cunhaú está localizada na região do litoral sul do Rio Grande do Norte, aproximadamente 75 km de distância da capital do estado.
A praia é tão linda que é chamada de Caribe do Nordeste, há quem diga até que é o Caribe Brasileiro, será? Veja o vídeo produzido pela Geldrones e tire suas conclusões:
Que maravilha de vídeo, hein!
Fonte: curiozzzo.com

“Meu homem”, homenagem de Beth Carvalho a Nelson Mandela

A cantora e compositora de samba Beth Carvalho, conhecida fora dos palcos por seu claro posicionamento de esquerda, musicou uma carta de Winnie Mandela ao então marido, Nelson Mandela em homenagem ao ex-presidente sul-africano.
Divulgação
A carta é de 18 de julho de 1988, período em que Mandela ainda estava no cárcere. Preso por 27 anos, ele foi detido em 1963 e libertado apenas em 1990.
No documento que foi musicado, Winnie conta sobre sua luta sozinha enquanto o marido estava preso e em como ele inspirava liberdade e força para seguir defendendo a justiça para o povo sul-africano.
Leia a letra na íntegra e ouça a canção:
Meu Homem
Beth Carvalho – Homenagem à Nelson Mandela
“Dormi com saudades suas
E sonhei com a liberdade
Caminhando livremente
Como gente
Sob o sol de Joannesburgo
Meu homem passeando pelo parque
Sem notar que existem brancos
E sem ver que haviam negros
Pelos guetos
São irmãos brancos e pretos
Nos guetos, são irmãos brancos e pretos
Meu homem
No meu sonho nós dormimos e
Abraçados nos amamos
Doces beijos, ternos mimos
Fui sozinha pra Namibia
E de lá fui pra Luanda
Com os artistas do “Amandia”
Pra cantar rezas num komba
E de lá fui pra kizomba
Lá nas terras de Zumbi
Lá nas terras de Zumbi dos Palmares
Lá nas terras do Zumbi
Ai../..Aí vi brancos e pretos
Me lembrei do “Apartheid”
E no meio da festança
Sem chorar me entristece 
Ai meu homem
Que vontade de chorar
Será quando que meus sonhos, meu homem
Serão só doces sonhar
Meu homem
Meu homem.”

sábado, 21 de julho de 2018

RESUMO DA ESTADIA DO PRESIDENTE DO CPC/RN EM BRASÍLIA-DF

Foto . Da esquerda para a direita: Eduardo Vasconcelos - CPC/RN, Drª Inez Joffily França e Coordenadora Geral de Rádio Comunitária, INALDA CELINA MADIO

NAS COMUNICAÇÕES - RÁDIOFUSÃO COMUNITÁRIA
Na última terça-feira (18) Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, participou de audiência com a diretora do Departamento de Rádiodifusão Educativa Comunitária e de Fiscalização - DRECF/MCTIC, INEZ JOFFILY FRANÇA e a Coordenadora-Geral de Rádio Comunitária, INALDA CELINA MADIO, cuja pauta foi o interesse do CPC/RN, que almeja uma Rádio Comunitária, tão sonhada pelos seus dirigentes e é claro pela sociedade cultural novacruzense.

A reunião durou cerca de 40 minutos e foi o suficiente para que Eduardo ficasse esperançoso com a Rádio Comunitária.

Ambas diretoras foram esclareceram e orientaram o presidente do CPC/RN, orientando-o a solicitar de maneira eficaz a Rádio Comunitária em favor do CPC/RN e é claro da comunidade de Nova Cruz/RN. Resta agora o CPC/RN juntar toda a sua documentação, anexando o projeto e aguardar o momento certo para que no próximo edital, Nova Cruz/RN seja inserida na próxima listagem que sairá ainda esse ano;

Para Eduardo Vasconcelos foi satisfatório a reunião onde temas e dúvidas foram abordados e esclarecidos. Resta agora renovar as energias e na busca de mais um sonho do CPC/RN! Sua Rádio Comunitária!

 Da esquerda: Presidente da FUNAI: WALACE MOREIRA BASTOS, Presidente do CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS e o Assessor da Presidência da FUNAI, ARTUR MENDES

NA FUNAI


Já no dia 18 de julho, Eduardo Vasconcelos esteve em audiência com o assessor da presidência da FUNAI, Artur Mendes ocasião que entregou ofício relatando que em uma determinada cidade (preservar) alguns empresários do ramo hoteleiro vem ameaçando a comunidade indigena, após negarem a venda de suas terras para estes determinados empresários. A FUNAI se prontificou a apurar se realmente isto está ocorrendo, em caso positivo irá tomar as medidas cabíveis.

Em seguida Eduardo foi recebido pelo presidente da FUNAI, Walace Moreira Bastos e após uma rápida conversa referente ao assunto, pousaram para as fotos.

SINPRO/SP: Proposta de base curricular do ensino médio tem que ser cancelada

Segundo matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo (18/07), o atual ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, acenou com mudanças na proposta da BNCC. Está errado. Qualquer alteração agora só serviria para viabilizar a sua aprovação no Conselho Nacional de Educação (CNE) até o final do ano.
A proposta enviada ao CNE em abril radicaliza a reforma do ensino médio ao promover um esvaziamento curricular sem precedentes. O documento prevê apenas duas disciplinas obrigatórias - Português e Matemática. O restante do currículo pode se organizar em dois genéricos campos de saber: 'Ciências Humanas' e 'Ciências da Natureza', além do ensino de Inglês.
Ninguém com um mínimo de juízo pode admitir reformas de tal magnitude feitas às pressas, num governo em fim de mandato. Por que, então, a insistência e a pressa?
Tem uma explicação: as mudanças estão sendo ditadas por interesses econômicos. Não é coincidência a entrada de grandes grupos e fundos de investimento na educação básica. A flexibilização e a desregulamentação garantem a esses grupos ampla liberdade para atuar e obter altas margens de lucro.
Nas escolas privadas, a reforma no ensino médio, combinada com a reforma trabalhista, sinaliza a redução de custos e a precarização da atividade docente. Na rede pública, as mudanças favorecem a privatização, com a venda de serviços educacionais ao poder público - sistemas apostilados, cursos, projetos, assessorias.
Se tiver alguma responsabilidade, o Conselho Nacional de Educação deve exigir o cancelamento da proposta e a retomada do debate sobre a BNCC, com mecanismos verdadeiros de consulta e somente depois que o novo governo tomar posse.
Leia também:

ESTA CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE POSSUI DOIS NOMES

Foto: Diego Moicano/CG na Mídia / Via: G1 RN
Depois daquela cidade que sumiu e reapareceu em outro lugar, agora trazemos uma que possui “dois nomes”, o que causa várias confusões.
No Alto Oeste potiguar, sim aquela região que “não fala a mesma língua que Natal”, uma lei criou em 04 de setembro de 1858 o município chamado de Campo Grande.
Segundo consta na Wikipédia, a região passou a se chamar Campo Grande, devido as extensas campinas situadas à margem esquerda do rio Upanema, campinas essas bastantes propícias a atividade agropecuária.
Interesses políticos fizeram com que essa lei fosse refogada em 1868, passando Campo Grande a simples posição de distrito do recém-criado município de Caraúbas.
Mas aí dois anos depois outra lei mudou mais uma vez o nome da cidade, desta vez para Triunfo. E pensa que parou por aí? Não.
Em 28 de agosto de 1903, a Lei nº 192 originada do projeto do Deputado Luís Pereira Tito Jácome, mudou o nome do município para Augusto Severo, em homenagem ao inventor do dirigível Pax, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão.
Foi então que no dia 6 de dezembro de 1991, através da Lei nº 155, o município de Augusto Severo voltou ao seu antigo nome Campo Grande. Entendeu?
Igreja da cidade. Foto: Agacê Di Oliveira
Mas finalmente isso vai acabar e a cidade será definitivamente batizada. No dia 7 de outubro de 2018, primeiro turno das eleições, a população poderá escolher se ela manterá o nome Campo Grande ou mudará para Augusto Severo. O plebiscito já foi aprovado pelo TSE.
Os grupos poderão fazer propaganda entre 16 de agosto e 6 de outubro. De acordo com a resolução do TRE-RN, a pergunta que aparecerá na urna será “você é a favor da alteração do nome do município de Augusto Severo para Campo Grande?”.
E pra você, qual nome a cidade deve ter?
Com informações do G1/RN
Fonte: curiozzzo.com

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Jean Wyllys: Brincar no telhado? Não para jovens negros!

Em texto, deputado federal comenta o caso do jovem Ryan Teixeira do Nascimento, assassinado por um policial no Rio de Janeiro enquanto tentava pegar uma bola que caiu em um telhado. "Jovens negros sobre telhados não são admitidos a partir da possibilidade de estarem em busca de uma bola. O que sempre fazem é suspeitar que sejam perigosos"
Por Jean Wyllys*
Seis disparos. Seis tiros na direção de um punhado de crianças que subiram no telhado para buscar uma bola. Em Magalhães Bastos, subúrbio tradicional do Rio, um jovem negro e seus amigos subiram no telhado de um posto de saúde para pegar uma bola que caiu por lá após um mau chute na partida de futebol, e uma vida se perdeu. Mais uma!
Na delegacia, o policial responsável, que estava fora do horário de serviço, como sempre acontece em casos assim, disse se tratar de erro técnico ou coincidência. Disse que seus disparos eram para assustar e obter silêncio. Assim. Como se o procedimento adequado fosse atirar seis vezes até o barulho acabar.
Jovens negros quando correm são frequentemente confundidos com bandidos. Jovens negros sobre telhados não são admitidos a partir da possibilidade de estarem em busca de uma bola. O que sempre fazem é suspeitar que sejam perigosos. A primeira opção é sempre acreditar que sejam criminosos.
Ryan Teixeira do Nascimento tinha 16 anos, e na terça-feira à noite foi preciso que mais alguém subisse no telhado para buscar uma bola e um corpo.
Uma outra família foi destruída. Um novo futuro brilhante foi cessado ainda no primeiro curso.
Quem sabe não seria um jovem que ajudaria sua família ou que formaria um belo projeto social no seu bairro ou que daria aulas ou que seguiria os passos de seu pai? Quem sabe não seria apenas um garoto, no telhado, e não um perigoso assaltante, como acostumamos a ver serem tratados os negros dia-a-dia, e não só em situações de tiro?!
Quem sabe o culpado não é só o cabo Pedro Henrique Machado, agora preso, mas todos nós, que mergulhados nessa cultura racista continuamos transformando gente – que nasceu para brilhar – em cadáveres de uma sociedade que se nega a enfrentar o racismo e que arma sem dó quem mais o reproduz?
Fonte: https://www.revistaforum.com.br/jean-wyllys-brincar-no-telhado-nao-para-jovens-negros/

FLIP 2018 – Hilda Hilst é a autora homenageada

Após homenagear Lima Barreto, autor cuja obra dialoga com as questões sociais e políticas de seu tempo, a Flip homenageará em sua 16ª edição a escritora Hilda Hilst, que fez sua literatura em torno de temas como o amor, a morte, Deus, a finitude e a transcendência. Com curadoria de Joselia Aguiar, a Flip 2018 acontece de 25 a 29 de julho, em Paraty.
De acordo com o diretor geral da Flip, o arquiteto Mauro Munhoz, “a escolha de Hilda Hilst como Autora Homenageada da Flip 2018 se deu pelo fato de sua obra extrapolar fronteiras. Assim como os outros poetas brasileiros, leu Drummond, Bandeira e Cabral, mas leu também Fernando Pessoa, o francês Saint-John Perse e o alemão Rainer Maria Rilke. O resultado é uma literatura inovadora do ponto de vista da linguagem que exerce, por exemplo, forte influência na cena da dramaturgia brasileira de hoje”. Além disso, ele afirma, a criação pioneira de um espaço voltado à literatura e às artes, a Casa do Sol,inaugurada em 1996, se encontraria, sete anos depois, com a concepção da Flip. “A Casa do Sol, sua residência literária, habitada pelo seu oficio de escritora e que foi lugar de convívio com artistas de múltiplas áreas como Caio Fernando Abreu, guarda a memória de um fazer artístico cuja singularidade esta homenagem se propõe a revelar”.

“Será uma Flip intimista, com muita poesia e teatro, um pouco de irreverência e debates sobre criação artística, a arte e a natureza, a literatura e a filosofia. A pesquisa de repertório será a mesma, ou seja, vamos manter a preocupação em ter autores e autoras plurais, do mesmo modo que na Flip 2017″, afirma acuradora, que vê pontos em comum entre Lima Barreto e Hilda Hilst: “Ambos foram transgressores, cada um a seu modo e em seu tempo e se dedicaram à escrita de modo tal que ultrapassaram o limite do que era esperado de cada um:ele como autor negro de baixa renda, ela como mulher livre numa sociedade que não estava acostumada a isso.”
Vida
Hilda Hilst – Hilda de Almeida Prado Hilst (1930-2004) – escreveu poesia, ficção, teatro e crônica,tendo construído uma obra singular em língua portuguesa na segunda metade do século 20 em torno de temas como o amor, o sexo, a morte, Deus, a finitude das coisas e a transcendência da alma.
Paulista de Jaú, Hilda era filha do casal Bedecilda Vaz Cardoso e Apolônio de Almeida Prado Hilst, cafeicultor filho de imigrantes da Alsácia-Lorena. Seu pai foi diagnosticado com esquizofrenia e internado num sanatório quando Hilda tinha cinco anos.
O interesse pela literatura se deu desde a infância. Era leitora de Samuel Beckett, Friedrich Hölderlin, Fernando Pessoa, Rainer Maria Rilke, René Char e Saint-John Perse.
Estreou na literatura aos 20 anos com um livro de poesia e foi recebida com entusiasmo por Cecília Meireles e Jorge de Lima, de quem era leitora. Aos 22, formou-se em direito pela Universidade de São Paulo, onde conheceu a escritora Lygia Fagundes Telles, com quem manteve laço duradouro. Após a formatura, viajou pela Grécia,Itália e França.
Contava que, após a leitura de Carta a El Greco, de Nikos Kazantzákis, desejou abandonar tudo para entregar-se em tempo integral ao ofício de escritora, o que a fez deixar a advocacia e uma vida social intensa para viver perto da natureza.
Em 1996, passou a residir na Casa do Sol, uma chácara que construiu em Campinas, no interior de São Paulo, cercada de árvores e bichos, para servir como espaço de estudos e criação artística..
Foi casada com o escultor Dante Casarini e não teve filhos. Distante dos grandes centros,recebia para temporadas breves e longas artistas e escritores como Mora Fuentes e Caio Fernando Abreu.
Obra
A obra de Hilda Hilst reúne dezenas de títulos, entre os quais obras-primas como Cantares de perda e predileção (poesia), Rútilo nada (ficção) e A obscena senhora D (ficção).
A sua curiosidade intelectual incluía, além da literatura, a física e a filosofia. Realizou na década de 1970 uma experiência literário-científica que chamou de Transcomunicação Instrumental, quando deixou gravadores ligados para registrar vozes de espíritos. Como marcas de sua personalidade, são apontadas a dedicação obsessiva à escrita, o cultivo da amizade, a irreverência e a curiosidade.
Recebeu prêmios como o Jabuti, o APCA, o Pen Clube São Paulo, o Cassiano Ricardo e está traduzida para o inglês, francês, espanhol, basco, alemão, italiano, norueguês e japonês.Grande parte de seus livros foi publicada pelo célebre editor artesanal Massao Ohno em volumes feitos com apuro estético, mas de reduzida circulação. Após sua morte, a Globo Livros relançou toda a sua obra sob os cuidados do crítico Alcir Pécora e, atualmente, tem em catálogo os títulos Pornô chic e Fico besta quando me entendem, compilação de entrevistas com a autora. A reunião de sua obra poética, Da poesia, foi publicada neste ano pela editora Companhia das Letras, que tem uma série de publicações sobre a autora previstas para 2018, como Da prosa; a adaptação para quadrinhos de A obscena senhora D., por Laura Lannes; uma coletânea ilustrada de suas poesias de amor e a edição de Amavisse para a Poesia de Bolso. Em 2019, a Companhia lançará uma trilogia erótica e, em 2020, a biografia da autora. Daniel Fuentes,o detentor dos direitos autorais, vem negociando com outras editoras para publicar o que falta de Hilda Hilst, como cartas e inéditos. Sua ideia é ter a obra completa disponível nas livrarias até julho de 2018.
Tem crescido o interesse pela literatura de Hilst por parte de leitores, críticos e realizadores do cinema e do teatro: a cada ano, acontecem dez novas montagens em companhias de pequeno e médio porte.
A Casa do Sol funciona hoje como sede do Instituto Hilda Hilst, onde se realizam residências artísticas e encenações de peças de teatro.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO EVENTO
Quarta-feira, 25 de julho
20h | Mesa 1 | “Sessão de abertura: Hilda, Fernanda e Jocy”, com Fernanda Montenegro e Jocy de Oliveira
Três artistas geniais da mesma geração celebram a arte mais transgressora: Hilda Hilst, homenageada da Flip 2018, Fernanda Montenegro, uma das maiores atrizes brasileiras, e Jocy de Oliveira, pioneira na música de vanguarda hoje dedicada à ópera multimídia.
Quinta-feira, 26 de julho
10h | Mesa 2 | “Performance sonora”, com Gabriela Greeb e Vasco Pimentel
A voz, a escuta e as divagações literárias e existenciais de Hilda Hilst registradas em fitas magnéticas na década de 1970 são apresentadas pela cineasta Gabriela Greeb e o sound designer português Vasco Pimentel.
12h | Mesa 3 | “Barco com asas”, com Júlia de Carvalho Hansen, Laura Erber e Maria Teresa Horta (em vídeo)
Esse diálogo inusitado reúne, por vídeo, um grande nome da poesia de Portugal do último meio século e, em Paraty, duas poetas brasileiras influenciadas pela lírica portuguesa que têm pontos em comum com Hilda Hilst.
15h30 | Mesa 4 | “Encontro com livros notáveis”, com Christopher de Hamel
A religião, a magia, a luxúria e a leitura na época medieval se apresentam nas páginas do Evangelho de Santo Agostinho, do Livro de Kells e de Carmina Burana, comentadas pelo maior especialista do mundo nesses manuscritos.
17h30 | Mesa 5 | “Amada vida”, com Djamila Ribeiro e Selva Almada
Da perda | performance de Bell Puã, slammer pernambucana, a partir de tema de Hilda Hilst.
Uma ficcionista argentina que escreveu sobre histórias reais de feminicídio e uma feminista negra à frente de uma coleção de livros conversam sobre como fazer da literatura um modo de resistir à violência.
0h | Mesa 6 | “Animal agonizante”, com Sergio Sant’Anna e Gustavo Pacheco
Um grande mestre da literatura brasileira que abordou o desejo, a solidão e a morte relembra sua trajetória ao lado de um leitor seu e autor estreante elogiado pela crítica portuguesa com histórias de humanos e outros primatas.
Sexta-feira, 27 de julho
10h | Mesa 7 | “Poeta na torre de capim”, com Ligia Fonseca Ferreira e Ricardo Domeneck
A falta de leitores e o silêncio da crítica, como reclamava Hilda Hilst: para esse debate, encontram-se a grande especialista no poeta negro Luiz Gama e um poeta e editor atento a nomes ainda fora do cânone, como Hilda Machado, que morreu inédita em livro.
12h | Mesa 8 | “Minha casa”, com Fabio Pusterla e Igiaba Scego
Fazer literatura tendo uma língua comum – o italiano – e diferentes aportes, fronteiras e paisagens geográficas e literárias: nesse diálogo, reúnem-se o poeta de um país poliglota, que é tradutor do português, e uma romancista filha de imigrantes da Somália, que escreveu sobre Caetano Veloso.
15h30 | Mesa 9 | “Memórias de porco-espinho”, com Alain Mabanckou
O absurdo e o riso, Beckett, culturas africanas, escrita criativa e crítica da razão negra: a trajetória e o pensamento de um poeta e romancista franco-congolês premiado se revelam nessa conversa com dois entrevistadores.
17h30 | Mesa 10 | “Interdito”, com André Aciman e Leila Slimani
Do desejo | performance do escritor e artista visual paulista Ricardo Domeneck a partir de tema de Hilda Hilst.
O exercício da liberdade de escrever e a escolha de temas tabu ou proibidos – a exemplo do homoerotismo, da sexualidade feminina e da religião —são as questões tratadas nesse diálogo entre dois romancistas, um judeu americano de origem egípcia e uma francesa de origem marroquina.
20h | Mesa 11 | “A santa e a serpente”, com Eliane Robert Moraes e Iara Jamra
A obra de Hilda Hilst em poesia e prosa é vista tanto em sua dimensão corpórea quanto mística por uma ensaísta que atua na fronteira entre a literatura e a filosofia, enquanto são feitas leituras por uma atriz que encarnou a sua personagem mais famosa – Lori Lamby. 
Sábado, 28 de julho
10h | Mesa 12 | “Som e fúria”, com Jocy de Oliveira e Vasco Pimentel
A escuta e a criação de universos sonoros: para esse diálogo, encontram-se uma das pioneiras da música de vanguarda no país, hoje dedicada à ópera multimídia, e um sound designer português – os dois conhecidos pelo rigor e pelo preciosismo.
12h | Mesa 13 | “O poder na alcova”, com Simon Sebag Montefiore
Historiador britânico best-seller que publicou biografias de Stálin, dos Romanov e, agora, de Catarina, a Grande, conta, nessa conversa com dois entrevistadores, como faz para retratar figuras centrais da política em seus pormenores mais íntimos.
15h30 | Mesa 14 | “Obscena, de tão lúcida”, com Isabela Figueiredo e Juliano Garcia Pessanha
Uma romancista portuguesa nascida em Moçambique que tratou de temas como o racismo e a gordofobia se encontra com um narrador de gênero híbrido e filosófico para discutir a escrita de si, os diários e as memórias, o corpo e o desnudamento.
17h30 | Mesa 15 | “Atravessar o sol”, com Colson Whitehead e Geovani Martins
Cantares do sem nome | performance do poeta e artista visual maranhense Reuben da Rocha a partir de tema de Hilda Hilst.
O americano vencedor do Pulitzer com um romance histórico sobre escravizados que construíram sua rota de fuga se encontra com um estreante que, da favela do Vidigal, inventa com liberdade seu jeito de narrar e usar as palavras.
20h | Mesa 16 | “No pomar do incomum”, com Liudmila Petruchevskáia
Um dos grandes nomes da literatura russa moderna, comparada a Gogol e Poe por seus contos de horror e fantasia que não dispensam o teor político, relembra sua trajetória proibida por décadas no regime stalinista, hoje aclamada de Moscou a Nova Iorque.
Domingo, 29 de julho
10h | Mesa Zé Kleber | “De malassombros”, com Franklin Carvalho e Thereza Maia
Um narrador do sertão baiano que abordou a mitologia da morte em seu premiado romance de estreia se encontra com uma folclorista que recolheu histórias orais de Paraty, em um diálogo sobre o território e seus encantados.
12h | Mesa 17 | “Sessão de encerramento | O escritor e seus múltiplos”, com Eder Chiodetto, Iara Jamra e Zeca Baleiro
Uma atriz, um compositor e um fotógrafo que fizeram obras baseadas em Hilda Hilst relembram os encontros com a autora, o processo de criação e as marcas que a experiência deixou em suas trajetórias.
15h30 | Mesa 18 | “Livro de Cabeceira”: Autores da Flip 2018 leem trechos de seus livros preferidos, em uma sessão conduzida por Liz Calder.
Fonte: BRASIL CULTURA