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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES

O Presidente da Diretoria Executiva da APURN, no uso de suas atribuições e com base no Artigo 51 do Estatuto, convoca os associados em pleno gozo de seus direitos a comparecerem às Eleições para Escolha da Diretoria Executiva, biênio 2018/2020 e renovação dos Conselhos Deliberativo e Fiscal que serão realizadas no dia 21 de dezembro de 2017, no horário das 08:00 h. às 17:00 h. em sessão eleitoral no Centro de Convivência do Campus Central da UFRN. O processo será coordenado pela Comissão Eleitoral designada pelo Conselho Deliberativo para esta finalidade, orientando-se pelo que estabelece os Artigos 43, 44 e 45 do Estatuto e o registro de candidaturas será realizado no período de 20 a 23 de novembro de 2017, na Secretaria da APURN, no horário das 08 h. às 12 h. e 13 h. às 17 h.
Natal (RN), 17 de novembro de 2017
José Melo de Carvalho
Presidente da APURN

Racismo na infância e na escola ainda é pouco discutido - A Cor da Cultura - Bruna e a Galinha d'Angola


Apesar de pouco discutido, o racismo na infância e nas escolas existe e precisa ser enfrentado, na opinião de professores e especialistas ouvidos na reportagem. Eles destacam a pouca representação de crianças negras nos meios de comunicação como uma das causas do problema.

“Enfrentar o racismo na infância é crucial e deve mobilizar toda a sociedade brasileira, porque ali estão sendo moldadas todas as possibilidades de identidade das pessoas”

Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte:colunas.revistaepoca.globo.com/

PRESIDENTE DO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA PARTICIPA DA PLENÁRIA DA FASUBRA APÓS ATOS PROMOVIDOS EM BRASÍLIA

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 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN parabeniza as últimas ações recentemente promovida pela FASUBRA, que com essa ação garantiu em breve uma reunião com os Ministérios do Planejamento e da Educação

Momento da aprovação do relatório/Ata. 4 horas de debates, presentes aprovam relatório feito pela FASUBRA

Gibran Jordão finalizando/lendo o relatório final das últimas ações da FASUBRA (28 e 29/11)
 Plenária na FASUBRA realizada ontem (29) no auditório do SINTFUB
 ROBERTO LUIZ (Robertinho) - SINTEST/RN-FASUBRA fazendo suas intervenções a favor dos trabalhadores e prestando conta de suas ações nos últimos 3 dias...Um Guerreiro!
 Comando de greve e representantes dos estados.
 Robertinho - SINTEST/RN-FASUBRA fazendo suas intervenções a favor dos trabalhadores e prestando conta de suas ações nos últimos 3 dias...Um Guerreiro!

Ontem (29), o Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos a convite da Plenária de Avaliação das últimas ações promovidas pela FASUBRA (Federação de Sindicatos de Trabalhadores de Técnicos administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil). A Plenária aconteceu no auditório do SINTFUB - (Sindicato dos Trabalhadores da Fundação  Universidade de Brasília - UNB), inicio da tarde.

Após dezenas de intervenções dos presentes, foi aprovado o relatório de avaliação das ações dos últimos dias (27 e 28/11) e agenda dos próximos 10 dias.

É bom que o SINTEST/RN foi uma das maiores delegações a fazer presente aos dois atos promovido e convocado pela FASUBRA.

O resultado foi positivo, pois logo no dia 27 e 28 de novembro, pois foram recebidos pelo secretário  do Ministério do Planejamento, onde o mesmo se prontificou após reunião com o comando de greve/FASUBRA a marcar em duas semanas uma nova reunião com a presença do MEC e a outra vitória foi a audiência no dia 28 com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que "se prontificou-se" a encaminhar as propostas da FASUBRA com relação a Previdência Social.

Para Eduardo Vasconcelos os atos foram positivos, onde milhares de trabalhadores na educação superior junta-se e siaram vitoriosos, onde a sociedade os apoiaram.  Nova ações virão para que mais e mais universidades tomem suas decisões de aderirem a GREVE GERAL, única forma de "forçar" o Governo Federal negociar com o Comando de Geral de Greve e o CPC/RN apoia essa luta da FASUBRA e dos sindicatos envolvidos nessa ação. Concluiu Eduardo Vasconcelos.

A cultura como ferramenta de resistência negra no Brasil


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Por Teddy Falcão*
A história dos negros no Brasil mostra o quanto o país escravizou de forma extrema os afrodescendentes tornando-se um dos países mais escravistas do mundo. Com uma herança de violência e total desrespeito a qualquer direito que a pessoa humana poderia ter.
O Brasil nasceu escravizando e nem mesmo após a “abolição” o negro foi realmente livre. Pois da escravidão do Brasil colônia até hoje, o negro é impedido de viver a sua liberdade, sempre sendo posto à margem. Condenado à separação movida essencialmente por causa da sua cor.
A contribuição histórica, social e cultural dos afrodescendentes para a formação da sociedade brasileira é inegável. Mesmo com a tendência que a história tem de apagar ou esconder o negro, ainda há a resistência quase natural da negritude brasileira.
Em contrapartida a uma literatura em que não existem as “pessoas de cor”, há a música e sons que ecoam o “ser negro” de forma que ao ouvir, brancos, asiáticos, todos conseguem ter a dimensão do que significa fazer parte de um povo que precisa se reinventar sempre para continuar existindo, sobrevivendo.
Nas artes então, estão muitos elementos que formam e mostram a identidade do negro brasileiro.
A cultura afrodescendente mostra, por meio dos mais diversos segmentos, essa história, na história do Brasil. A religião, a dança, as artes plásticas, mais que cultura, ferramenta para a sobrevivência de um povo.
Estas questões são mais que identitárias, são políticas. O negro guerreiro não é só o capoeirista, o dominador das formas de luta. Mas também o artista, o intelectual, o político.
Uma roda de capoeira, um culto de candomblé transforma-se em algo a mais: um ato político. Fazendo nascer as articulações e organizações para lutar por direitos básicos para o afrodescendente do Brasil. Isso num contexto histórico em que o Brasil começa a desenvolver sua identidade como nação. Um país com muitas faltas para com os seus, seguindo adiante sem nenhuma pretensão de ao menos amenizar toda a situação criada através dos anos desde a chegada dos portugueses. O Brasil de tantos erros, mesmo após tanta história de violência contra o seu próprio povo ainda se mostra indiferente com a população negra.
Infelizmente o Brasil ainda é um dos países que mais matam negros. O racismo carregado de história, repercute em 2017 muito da violência que os negros sempre sofreram no país onde sociedade e estado continuam colocando o negro à margem.
O afrodescendente é herdeiro de uma história que o Brasil já deveria ter revertido. Uma história que deveria ser lembrada para que não voltasse a se repetir. Mas que apenas tomou novas formas, fazendo nascer novos personagens através das idades. Pessoas que nascem em desvantagem em uma sociedade minoritariamente branca, forçadas a dar continuidade à história de exploração dos negros no Brasil.
A formação da Sociedade Brasileira de forma desordenada, aconteceu até hoje sem se preocupar em reparar erros e atrocidades que não deveriam ser deixados de lado. E assim, permitiu-se que o negro continuasse a ser escravizado, explorado, seja pela herança da escravidão, pelo racismo, formas que continuam a repercutir na história do Brasil sem que haja quaisquer impedimentos.
A identidade cultural do negro brasileiro é sua principal arma de luta contra tudo o que a sociedade sempre lhe impôs.
O negro no Brasil não é apenas cor. É quilombola, capoeirista, candomblecista, musicista, artista. A sociedade negra brasileira se forma com o passar dos tempos com base na sua própria história, que está contida na história do Brasil. É triste o fato de que há essa separação. Separação que o Brasil impôs desde a colônia, República, ditaduras, golpes.
Preencher as lacunas que a história do Brasil deixou, só será possível quando a sociedade brasileira se perceber como multicor que é. Isso leva tempo, e é preciso disposição política e principalmente social e cultural.
O Brasil precisa se descobrir como país indígena e afrodescendente que é.
*Teddy Falcão é realizador audiovisual e cineclubista acreano, mestrando em educação, arte e história da cultura na Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP), membro do Conselho Nacional de Cineclubes e do Cineclube Opiniões, e pesquisador do Laboratório de artes cinemáticas e visualização – LABCINE.
BRASIL CULTURA

Cultura – Arte & Cidadania - A doce poética do ferro

A doce poética do ferro

Pensar a Arte-cidadania significa refletir sobre o lugar da arte em nosso mundo, sob uma perspectiva abcrangente e democrática, que reconhece indivíduos e comunidades como agentes da construção de nossa diversidade cultural e que reitera a importância da participação cultural na conquista das autonomias individuais e coletivas. Significa considerar um novo campo para a política pública de cultura no país. “ 
Além disso, as tendências de futuro mostram que, no século XXI,  a cultura e as indústrias criativas são o mais importante elemento para alavancar o desenvolvimento.
Porém, para que tudo isso seja possível é preciso uma “mudança cultural” em relação à cultura: é necessário que os vários setores da sociedade, inclusive o cultural, tenham maior consciência dcukturao papel da cultura e da arte nos processos de desenvolvimento e cidadania.
Fonte: Brasil Cultura

Filmes de premiado diretor boliviano serão exibidos em São Paulo

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A mostra tem o objetivo de difundir o trabalho cinematográfico comunitário e indígena boliviano. Nascido na capital La Paz, em 1936, o diretor Jorge Sanjinés, ao longo de seus mais de 50 anos de carreira, tem sido o primeiro cineasta do país a incorporar as línguas Quéchua e Aymara nos filmes bolivianos. Também professor e escritor, Sanjinés é autor do livro Teoria e Prática de um Cinema Junto ao Povo, tendo desenvolvido uma estética cinematográfica voltada para um imaginário contra-hegemônico, junto às comunidades indígenas.
Sanjinés também foi diretor do Instituto de Cinematografia Boliviana, e um dos fundadores do movimento Nuevo Cine Latinoamericano.
O diretor já foi premiado nos Festivais de Berlim, Veneza e Locarno, tendo dirigido mais de uma dezena de longas-metragens.
Entre os filmes exibidos, estará seu longa mais recente, Juana Azurduy, guerrilheira da pátria, que estreou no Festival de Berlim em 2016 e foi premiado como melhor filme no 2º Festival Internacional de Cinema de Guayaquil, no Equador. Também comporão a mostra os filmes Ukamau, primeiro longa-metragem do diretor; A Coragem do Povo; e O Inimigo Principal, que será exibido em película 35mm.
O evento também contará com uma conferência para debater a produção cinematográfica latino-americana, que terá a presença da professora da Universidade de Buenos Aires (UBA) María Aimaretti, e da professora de História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Yanet Aguilera. A atividade acontecerá no dia 2 de dezembro.
A Mostra Jorge Sanjinés tem o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo, da Prefeitura Municipal de São Paulo, do CCSP e do Circuito SPCine, e é produzida pela Associação Cultural Fábrica de Cinema em parceria com a Buena Onda Produções. O evento tem entrada gratuita e a bilheteria será aberta às 14h para retirada de ingressos das sessões do dia.
Fonte: Brasil de Fato