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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

EDUARDO VASCONCELOS PRESIDENTE DO CPC - RN CONCEDE ENTREVISTA NA RÁDIO CURIMATAÚ


Hoje (20) pela manhã, o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS esteve no Programa "CONEXÃO JOVEM", transmitido diariamente pelas ondas da Rádio FM Curimataú - Nova Cruz/RN, na coordenação do radialista, IGOR FERNANDES.

Cujo objetivo foi para falar sobre o dia da Consciência Negra, comemorada em todo o país, hoje, 20 de novembro.  Eduardo Vasconcelos primeiro agradeceu o espaço e passou os informes sobre a realização do 8º Encontro Estadual da CONSCIÊNCIA NEGRA, que ocorreu na última sexta-feira (17) no auditório do IFRN - Nova Cruz e em seguida falou sobre a importância do dia de hoje (20 de novembro), do patrono Zumbi do Palmares e do Projeto de Lei que se encontra na Câmara dos Deputados para ser votado, projeto esse que transforma o dia 20 de novembro feriado nacional da Consciência Negra.

Reconhecendo os méritos das lutas dos negros que lutaram e muitos morreram pela liberdade e contra a escravidão no Brasil, a exemplo de ZUMBI!

Igor Fernandes endossou a luta e Eduardo Vasconcelos reforçou a necessidade de estarmos juntos nesta luta contra qualquer tipo de discriminação, intolerância e preconceito. Finalizou, Eduardo.

Consciência Negra – 20 DE NOVEMBRO

Dia-da-Consciência-Negra

A data faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares. Ele foi um dos maiores líderes negros do Brasil que lutou para a libertação do seu povo e contra o sistema escravista.

Importância da Data e Temas

A importância da data está no reconhecimento dos descendentes africanos na constituição e na construção da sociedade brasileira.
Os principais temas que podem ser abordados nessa data são o racismo, a discriminação, a igualdade social, a inclusão do negro na sociedade, cultura afro-brasileira, dentre outros.

Como surgiu o Dia da Consciência Negra?

Durante o governo Lula, a Lei nº 10.639 de 9 de janeiro de 2003, informou sobre a inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo escolar.
Nesse mesmo documento, ficou estabelecido que as escolas iriam comemorar a consciência negra:
Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”
No entanto, foi somente no governo de Dilma Rousseff e através da Lei nº 12.519 de 10 de novembro de 2011, que essa data foi oficializada.
Nesse documento foi criado o “Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra”, sem obrigatoriedade de que ele fosse feriado.

O Dia da Consciência Negra é Feriado?

Em mais de mil cidades no Brasil a data é feriado. Esse acordo foi estabelecido por algumas leis municipais e decretos estaduais, no caso de Estados inteiros.
Alguns Estados em que todas as cidades é feriado são: Rio de Janeiro, Mato Grosso, Alagoas, Amazonas, Amapá e Rio Grande do Sul.

Quem foi Zumbi dos Palmares?

zumbi dos palmares
Representação de Zumbi, o líder dos Palmares

Popularmente chamado de Zumbi dos Palmares, ele foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares durante o período colonial.

Filho de escravos e nascido nesse quilombo, atual Alagoas, o Zumbi lutou para a libertação dos negros até sua morte.
Em 1695, com 40 anos, Zumbi foi assassinado pelo capitão Furtado de Mendonça e seus restos mortais foram expostos em praça pública.
Fonte: Brasil Cultura

Valeu Zumbi

zumbi
Como uma espécie de rei do Quilombo de PalmaresZumbi incentivou a fuga dos escravos e enfrentou várias expedições de extermínio até retirar-se para a guerrilha.
Capturado ainda menino, no ano de 1655, foi batizado e alfabetizado, mas nunca concordou em ser escravo. Aos 15 anos, fugiu e adotou o nome de Zumbi.
Tornou-se Rei de Palmares em 1678, assumindo a liderança do Quilombo. E para defender seu povo, participou de várias lutas, como a de 1692, quando derrotou a expedição do bandeirante Domingos Jorge Velho.
Mas nem tudo foi sucesso. Ele acabou sendo traído e foi morto numa emboscada, em 1695, aos 40 anos.
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Comissão aprova criação da Política Nacional de Leitura e Escrita

livros
A Comissão de Educação da Câmara aprovou proposta do Senado que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PL 7752/17), como estratégia permanente para promover o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público no Brasil.
Proposta pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a política será elaborada a cada dez anos ministérios da Cultura e da Educação, de forma participativa, assegurada a manifestação do Conselho Nacional de Educação, do Conselho Nacional de Política Cultural e de representantes de secretarias estaduais, distritais e municipais de cultura e de educação, da sociedade civil e do setor privado.
As metas e ações estabelecidas serão implementadas pelos ministérios, em cooperação com os estados, o Distrito Federal e os municípios e com a participação da sociedade civil e de instituições privadas.
As diretrizes da Política Nacional de Leitura e Escrita incluirão:
– a universalização do direito ao acesso ao livro, à leitura, à escrita, à literatura e às bibliotecas;
– o reconhecimento da leitura e da escrita como um direito;
– o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas;
– a articulação com as demais políticas de estímulo à leitura, ao conhecimento, às tecnologias e ao desenvolvimento educacional, cultural e social do País, especialmente com a Política Nacional do Livro, instituída pela Lei 10.753/03;
– o reconhecimento das cadeias criativa, produtiva, distributiva e mediadora do livro.

AMPLO DEBATE
O parecer do relator, deputado Waldenor Pereira (PT-BA), foi favorável ao PL 7752/17 e pela rejeição do PL 5270/16, do Poder Executivo, que tramita apensado e tem o mesmo objetivo.
“Ambas as propostas são resultado de um grande debate entre o segmento editorial, a sociedade civil organizada e o poder público”, disse. Ele optou por sugerir a aprovação da proposta da senadora Fátima Bezerra, por estar com tramitação mais avançada, uma vez que já foi aprovada pelo Senado Federal.
Pereira citou a 4ª Edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo Instituto Pró-Livro, que apontou que 44% dos brasileiros com cinco anos ou mais não são leitores. Leitor, segundo essa pesquisa, é aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses. “A proposta com certeza é uma ação adequada para reverter esse quadro”, afirmou.
Já aprovado pela Comissão de Cultura, o projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Brasil Cultura