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Atrofia cultural

O cartunista  Miguel Paiva  afirma que a cultura brasileira segue ameaçada. Ele diz: “um país como o Brasil não pode ser entregue a ini...

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

TENTE NÃO SE EMOCIONAR COM ESTE AXÉ QUE É UMA VERDADEIRA DECLARAÇÃO DE AMOR À NATAL

A música se chama “Abraço do Mar”, é do compositor, violeiro e educador Arcesio Andrade e foi lindamente interpretada pela cantora potiguar Nara Costa juntamente com a baiana Margareth Menezes. Se liga no som…
Que hino! Impossível ouvir só uma vez.
Foto da capa: Carla Belke.
Fonte: curiozzzo.com

HÁ 35 ANOS GETÚLIO VARGAS EDITAVA A LEI Nº 2004 QUE CRIAVA A PETROBRAS!!! CONFIRAM!!!

Em 04 outubro de 1953, o presidente Getúlio Vargas editava a Lei nº 2004 que estabeleceu o monopólio estatal do petróleo:  estava criada a Petrobras.
Apresentação Jose Carlos Andrade
ANTES DE OUVIR O ÁUDIO DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA
Após a Segunda Guerra Mundial, havia começado no país um grande debate sobre a exploração do petróleo.
O assunto era polêmico pois envolvia questões como soberania, a importância dos recursos minerais estratégicos , a política de industrialização e os limites da atuação de empresas multinacionais no país.

HISTÓRIA 

A história da Petrobrás tem início no ano de 1953, com sua fundação. Pela Lei 2.004, à Petrobrás S.A. concentrava-se a responsabilidade de estudo, extração, refino e distribuição do petróleo do país.
A maior empresa petrolífera do país, e uma das maiores do mundo. Idealizada e fundada durante o Governo de Getúlio Vargas, em seu último mandato, sua criação marcou o século XX.
O nome original da empresa, na realidade, é Petróleo Brasileiro S.A. Presente em vários países ao redor do mundo, ela tem sua sede no Rio de Janeiro.
É uma empresa que funciona por meio do capital aberto. A União, ou seja, o Governo Federal Brasileiro, é sua maior acionista junto de vários outros empresários.
A história da Petrobrás provém de altos e baixos. Com a sua criação com Getúlio, a nacionalização e a capitalização de Lula. A Petrobrás passou por gigantes reformas em pequenos períodos de tempo. E constantemente grupos entreguistas querem repassa-la ao capital internacional.
História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados às datas do calendário. Vai ao ar pela Rádio Brasil Cultura de segunda a sexta-feira.
Fonte: BRASIL CULTURA
Adaptado pelo CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN 

VOCÊ SABIA QUE ONTEM DIA (4) FOI COMEMORADO O DIA DOS ANIMAIS? NÃO? ENTÃO LEIA ESTA MATÉRIA!

No dia 04 de outubro é comemorado o dia dos animais. A homenagem surgiu para São Francisco de Assis, na data de seu falecimento, pois tinha grande apreço pelos bichos, criava algumas espécies e dava-lhes carinho e atenção, cuidando de seus ferimentos e dando-lhes alimentos e água.
É importante que os homens respeitem os animais, pois várias espécies encontram-se em extinção, podendo ser totalmente eliminadas do planeta. Isso é muito ruim, pois existe uma cadeia alimentar, onde uns animais se alimentam de outros, que pode ficar prejudicada com o desaparecimento de algumas espécies. Algumas espécies de plantas também dependem dos animais para sua reprodução e se estes estiverem extintos teremos também o fim das espécies vegetais.
Além disso, os animais têm vida e devem ser tratados com respeito. A natureza é seu habitat natural e os humanos não tem o direito de destruí-la e de afastá-los para outros locais.
Espécies diferentes de animais numa demonstração de respeito mútuo
Porém o problema do desrespeito aos animais não acontece somente no Brasil. Em quase todo o mundo existem espécies ameaçadas e isso ocorre tanto pela poluição da natureza como pela eliminação predatória feita pelos homens.
Na Antártida, por exemplo, temos visto a matança de focas bebês, de forma brutal, como esporte. No Brasil, a criação de enormes lagos e praias artificiais, destroem grande parte do cerrado, afastando os animais de seu habitat, além de causarem a morte de várias espécies que não conseguem correr das águas, como no Tocantins. No Japão matam baleias para a fabricação de cosméticos, sendo que também já estão em extinção. Na África elefantes são mortos para a retirada de suas presas, de marfim.
Os circos são um grande atrativo, mas aqueles que ainda ilegalmente colocam animais em seus shows estão sendo duramente criticados, pois os animais ali presentes sofrem de maus tratos para aprenderem a se portar diante da plateia.
De uns anos para cá, temos visto a sociedade se unindo na luta contra a degradação da natureza e dos animais. O Greenpeace é um desses sérios grupos, que defendem a natureza, e no Brasil já criaram áreas de preservação ambiental.
É mais do que merecido que os seres humanos se conscientizem da importância dos animais para a natureza e vice-versa, que respeitem e preservem estes de forma a melhorar as condições do planeta em que vivemos.
Fonte: BRASIL CULTURA
Adaptado pelo CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN, em 05/10/2018.

A atuação da Funai na defesa dos direitos dos povos indígenas

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(foto de capa: "Xingu 50 anos" - Mário Vilela/Funai)
No último dia 28, foi lançado o relatório do Conselho Indigenista Missionário "Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil", com os dados de 2017, que cita os desafios encontrados nas atividades voltadas à proteção dos indígenas. O documento aborda os obstáculos encontrados nos processos de demarcação, proteção, monitoramento, fiscalização e regularização fundiária, assim como nas atividades voltadas à proteção dos povos em situação de isolamento. 

Em 2017, a Funai registrou um alto número de ações voltadas à Proteção, Monitoramento e Fiscalização das Terras Indígenas do Brasil. No âmbito da Prevenção de Ilícitos, atividades voltadas ao combate a incêndios florestais e manejo integrado do fogo foram desenvolvidas por meio das Brigadas Federais. Na temática de prevenção, foi feito o acompanhamento à formação e capacitação de vigilantes indígenas e, ainda, o incentivo às expedições e vigilâncias indígenas no interior do território, considerando a importância do indígena no processo de proteção.
No campo da Informação Territorial, foram realizados levantamentos e diagnósticos aéreos e terrestres das vulnerabilidades das Terras Indígenas, principalmente aquelas consideradas críticas. Estas informações fornecem subsídio para o planejamento e execução das ações de fiscalização, realizadas em parceria com outros órgãos de controle, de esferas regionais e federal.
Ainda em 2017, a Funai atendeu terras indígenas prioritárias e identificou, em outras, uma maior vulnerabilidade, incluindo-as no planejamento do exercício de 2018. Em 2017, foram atendidas 187 Terras Indígenas e realizadas 275 ações de Fiscalização, 121 de Prevenção de Ilícitos, 9 de Informação Territorial e 15 iniciativas de Capacitação.
Já a regularização fundiária de Terras Indígenas é composta por três atividades distintas, cada uma ocorrendo em momentos diferentes do Processo de Demarcação de uma Terra Indígena: o levantamento de benfeitorias, a indenização daquelas instaladas na condição da boa-fé pelos ocupantes não indígenas e o registro de terras indígenas.
De 2017 até o ano corrente foram realizadas diversas atividades em cada uma dessas etapas, são elas: levantamento e avaliação de benfeitorias nas Terras Indígenas Tremembé da Barra do Mundaú/CE (parcial); Tremembé de Queimadas/CE; Tupinambá de Olivença/BA; Kariri-Xocó/AL (parcial); Vale do Guaporé/MT e Kawahiva do Rio Pardo/MT.
Já em relação à indenização por benfeitorias de não índios consideradas de boa-fé nas Terras Indígenas, temos como exemplo: Arara do Rio Amonia/AC; Arary/AM; Arara da Volta Grande do Xingu/PA; Apurinã do Igarapé São João/AM; TI Lago do Beruri/AM; Cajuhiri Atravessado/AM, Deni/AM; Igarapé Grande/AM; Maranduba/PA/TO; Paraná do Arauató/AM; Rio Gregório/AC; Rio Urubu/AM; Serrinha/RS; Setemã/AM; Tabocal/AM; Xucuru/PE. Ao todo, foram indenizadas benfeitorias de 179 ocupações não indígenas.
Ainda, foram levadas a registros imobiliários (CRI) e à Secretaria do Patrimônio da União (SPU) as Terras Indígenas Mapari/AM (CRI-parcial); Banawá/AM (CRI-parcial); Cachoeira Seca/PA (CRI); Pequizal do Naruvôto/MT (CRI); Arary/AM (SPU); Cajuhiri Atravessado/AM (SPU); Setemã/AM (CRI/SPU); Estrada do Mar/SC (SPU); Águas Claras/SC (SPU).
A Funai, por meio da Política de Proteção dos Direitos dos Povos Indígenas Isolados, tem como uma de suas diretrizes mais eficazes a garantia da posse plena do território, devido à extrema vulnerabilidade à qual estes povos estão sujeitos. Para tanto, as Frentes de Proteção Etnoambiental (FPEs) mantêm, de forma permanente e ininterrupta, atividades de vigilância, fiscalização e promoção dos direitos dos povos de recente contato em 23 Bases de Proteção Etnoambiental (BAPEs), nas áreas mais remotas da Amazônia, com extremo empenho das equipes, colaboradores e participação dos povos indígenas do entorno. No último ano, foram ainda reabertas duas BAPEs, e a Fundação tem buscado sempre o aumento de recursos humanos e orçamentários, visando à ampliação do número de bases.
Outro ponto fundamental da Política de Proteção dos Isolados é o avanço permanente na qualificação das informações e no monitoramento da territorialidade desses povos. Neste eixo, o último ano foi um dos que houve mais avanços, sendo realizadas 19 expedições de localização e monitoramento de vestígios de isolados, com objetivo de melhor compreender as dinâmicas desses povos e a proteção de seus territórios e sobrevivência.

Fonte: FUNAI