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GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO-NOVA CRUZ/RN REALIZOU O BATIZADO E TROCA DE CORDA FECHANDO COM CHAVE DE OURO! CONFIRAM!!!

FINAL - FOTO HISTÓRICA  - GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO MOMENTO DO "ESQUENTE"  MOMENTOS DECISIVOS - MUITA CONCENTRAÇ...

domingo, 11 de novembro de 2018

100 anos do fim da Primeira Guerra

http://politicaexterna.com.br/2613/primeira-guerra-mundial-vista-por-um-jornalista-brasileiro/
Trincheiras, método utilizado na Primeira Guerra que ficou conhecido mundialmente. Fonte: Política Externa
Conheça 7 fatos que podem cair no seu vestibular.
Você sabia que em 2018 o fim da Primeira Guerra Mundial completa 100 anos? Pois é, meu caro aluno! O Enem se amarra em datas comemorativas e esse assunto super pode aparecer nas questões de História. Mas sem desespero! Separamos alguns fatos mega relevantes sobre a data para você ficar por dentro de como o tema pode ser abordado na prova! Partiu conferir?

O estopim da Grande Guerra

Em 1914, o arquiduque Francisco Ferdinando é abatido a tiros em território sérvio. É a partir desse momento que a guerra de fato começa. Mas não se engane achando que a Europa estava às mil maravilhas, viu? O continente já vivia em grande tensão desde o século XIX, com soldados passeando com armas em punho, preparados para o bagulho ficar doido a qualquer instante. Esse momento da história ficou conhecido como Paz Armada e pode ser citado na sua prova!

Revolução Russa

Esse foi um movimento iniciado na antiga União Soviética em plena Primeira Guerra. Seu governo czarista – modelo de governo monarca absolutista – era conhecido por sua falta de liberdade, levando à pressão popular de um novo governo. Com essa mudança, a Rússia sai da guerra em 1917 para viver um regime comunista, desestabilizando a Tríplice Entente.

Os EUA saem poderosíssimos

Achou que a Tríplice Entente seria prejudicada? Achou errado, aluno! Após a saída da Rússia, os Estados Unidos assumem o lugar preparados para o tiro, porrada e bomba. Mesmo antes de enviar soldados, os Estados Unidos já participavam indiretamente da guerra, enviando armas, medicamentos e outros mimos. Em 1918, o país já está entre as maiores potências mundiais e permanecem até hoje. Agora você já sabe porque aquela sua tia foi pra Nova York comprar iPhone. 😂

Desenvolvimento da indústria e de novas tecnologias

Devido a grande demanda de armas exigida no combate, algumas tecnologias foram desenvolvidas no período da Primeira Guerra. Máquinas como aviões, tanques e armas foram aperfeiçoadas. Já no campo da medicina, procedimentos como cirurgias, amputação e a própria anestesia foram criados para o tratamento de feridos.

Quem pagou a conta da guerra

Finalizado o combate, com a Tríplice Entente vencedora, a Alemanha foi obrigada a assinar o Tratado de Versalhes, com cláusulas financeiras que indenizariam todos os países afetados na guerra. Essa dívida, que se acumulou e recebeu juros após o fim da Segunda Guerrasó terminou de ser paga em 2010. Dá pra acreditar?

Alemanha sai prejudicada e quer vingança

É de se esperar que a Alemanha tenha ficado um pouco pistola com o Tratado de Versalhes. Isso é refletido 20 anos depois, quando Adolf Hitler dá início a Segunda Guerra. Seu intuito era recuperar os territórios perdidos em 1918, além criar uma “nova ordem” na Europa, baseada na superioridade germânica. É, aluno, estamos falando do terrível nazismo. Agora você já entende como e onde essa ideologia catastrófica surgiu.

Movimento feminista ganha força

Durante a Primeira Guerra, as mulheres que viviam nos países envolvidos tiveram sua participação no combate. Enquanto os homens deslocavam-se aos campos de batalha, mulheres de toda a Europa começaram a trabalhar fora de casa. Quando a guerra terminou, foi de se esperar que algumas não estavam felizes em voltar à posição de dona do lar. Com isso, inicia-se o movimento feminista francês das sufragistas, que ganha forte influência no continente europeu. Taí uma questão social que o Enem pode cobrar este ano!
Agora você já conhece os principais fatos sobre a Primeira Guerra Mundial. Curtiu? Bora se aprofundar no assunto! Estamos aqui pra te ajudar não só em Humanas, como em todas as áreas do vestibular. Vamos juntos?
Fonte: descomplica.com.br

Protocolos de Consulta no Tapajós: experiências ribeirinhas e quilombolas

Enquanto megaempreendimentos como a Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós e o Complexo Portuário do Tapajós avançam sobre os direitos das comunidades do Oeste do Pará nos últimos anos, moradores da região viram na elaboração de protocolos de consulta uma estratégia de resistência.
O documentário ‘Protocolos de Consulta no Tapajós: experiências ribeirinhas e quilombolas’ mostra um pouco do resultado dessa organização. O vídeo conta como comunidades quilombolas e ribeirinhas dos municípios de Santarém e de Trairão se organizaram para enfrentar as recentes ameaças aos seus territórios.
Em quase 20 minutos, os moradores das comunidades explicam de que forma poderão ser afetados pelos recentes projetos e contam como viram na construção de protocolos de consulta a possibilidade de resistência.
Feitos coletivamente, os protocolos são importante ferramenta exigir que o direito à Consulta Livre, Prévia e Informada Trabalho seja respeitado. Esse direito está previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), um tratado que determina que comunidades tradicionais como quilombolas e ribeirinhas sejam consultados caso algum projeto ou empreendimento possa afetar seus modos tradicionais de viver.
No Protocolo de Consulta as comunidades determinam as condições para essa consulta: indicam onde e como ela será realizada e quem poderá acompanhar esse processo. Essa é uma forma de garantir que os moradores da comunidade possam avaliar os impactos das obras sem que haja pressões externas, de forma livre, transparente e flexível.
O documentário foi produzido pela Terra de Direitos em parceria com a Comissão Pastoral da Terra, o Movimento dos Atingidos por Barragens, a Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS) e Misereor.
Ficha técnica
Título: Protocolos de Consulta no Tapajós: experiências ribeirinhas e quilombolas
Gênero: Documentário
Duração: 20 minutos
Lançamento: Brasil, 2018
Classificação: Livre

Realização: Terra de Direitos
Parceria: Comissão Pastoral da Terra (CPT), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS)
Produção: Bandeira Filmes
Roteiro: Carlos Bandeira, Franciele Petry Schramm e Maria Mello,
Fotografia e edição: Carlos Bandeira Jr.
Contribuições: Layza Queiroz, Lizely Borges, Lucas Pereira de Souza e Pedro Martins
Trilha sonora: Cleide do Arapemã e Risonildo Lobo
Apoio: Misereor
Fonte: terradedireitos.org.br

Racismo e violência contra quilombos no Brasil

O número de assassinatos de quilombolas no país cresceu 350% em apenas um ano: foram registrados quatro assassinatos em 2016 contra 18 em 2017. O dado está na publicação “Racismo e Violência contra Quilombos no Brasil”, organizada pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras e Rurais Quilombolas e Terra de Direitos, em parceria com o Coletivo de Assessoria Jurídica Joãozinho de Mangal e a Associação de Advogados de Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais da Bahia (AATR), lançada na última semana em Brasília. 
O estudo revela, ainda, que entre 2008 e 2017 ocorreram 29 assassinatos de quilombolas na região Nordeste. Desses, 13 deles apenas no estado da Bahia – o décimo quarto ocorreu na última quarta-feira (26), quando Reginaldo Santos de Jesus, liderança do quilombo Kingoma, em Lauro de Freitas (BA), foi encontrado morto. O Maranhão (com 10 assassinatos) e o Pará (com 5) são os dois estados mais violentos depois da Bahia. 
“É representativo o caso do Nordeste, especificamente por conta da crueldade das mortes, porque o número de assassinatos da região é mais uma vez marcado pelo acontecimento de chacinas. Os projetos de desenvolvimento que estão em curso no Nordeste, a disputa territorial que está colocada na região relacionada a projeto de desenvolvimento influencia esse cenário de violência que a gente tem assistido contra as comunidades quilombolas”, avalia Élida Lauris, pesquisadora e integrante da Terra de Direitos.
As chacinas também continuam ocorrendo: em 2017, foram registrados dois casos – no Quilombo de Iúna, em Lençóis (BA), onde sete quilombolas foram assassinados, e no Quilombo Lagoa do Algodão, em Carneiros (AL), com a morte de quatro pessoas. 
Com relação às mulheres quilombolas, os dados mostram que em 66% dos casos de assassinato foi constatada utilização de arma branca e registrados métodos de tortura – explicitando a crueldade em relação à violência de gênero. 

Das 113 ocorrências de violação mapeadas pela pesquisa, identificou-se em maior número as situações de ameaça, perseguição e/ou intimidação, com 29 registros, além de 22 ocorrências de perda ou possibilidade de perda do território por invasão e/ ou intervenção de terceiros. 
A falta de atuação do Estado em relação à garantia de territórios perpetua as violências. Em setembro de 2017, Flavio Gabriel Pacifico dos Santos, 36 anos, conhecido como “Binho do Quilombo”, foi assassinado a tiros. A liderança quilombola atuava há anos em defesa do seu território e pela valorização das comunidades quilombolas. Foi assassinado com mais de dez tiros em frente à escola da filha, que presenciou tudo. A mãe de Binho, Maria Bernadete Pacífico, luta diariamente para saber quem são os responsáveis pela morte do filho.
“Sou uma mãe cansada e com uma cicatriz que não sai nunca. Meu filho morreu trabalhando, morreu na frente da escola da filha, a filha presenciou tudo e só fazia gritar. Meu filho morreu com 16 tiros no rosto, como se fosse um marginal. Eu prometi para a comunidade que enquanto eu estiver viva eu continuarei o legado de meu filho.  E nós sabemos que só quem morre são os negros”, disse, durante o lançamento da publicação em Brasília. 
O trabalho envolveu pesquisa documental do acervo da CONAQ, de notícias em jornais, redes sociais e outras publicações, além de técnicas específicas de amostragem.  “Com essa pesquisa, conseguimos perceber o nível de desumanização presente nas mortes da população negra. Umas das grandes dificuldades foi a de encontrar os sujeitos com os seus nomes (muitas pessoas são enterradas com apelidos), mostrando o quanto o processo de extermínio das vidas negras não importa. Por isso, as fontes mais importantes que encontramos foram as famílias.  
Essa pesquisa não representa o que efetivamente é a violência contra os quilombos no Brasil. Por outro lado, não estamos falando apenas de uma morte qualquer, estamos falando de corpos e vidas que se colocam em defesa do território”, aponta Givânia Silva, integrante da CONAQ, conselheira da Terra de Direitos e uma das coordenadoras da pesquisa.
Fonte:  https://terradedireitos.org.br/

Número de assassinatos de quilombolas cresceu 350% em um ano, aponta pesquisa


Foto: Arquivo Conaq
Violência contra territórios e populações quilombolas é tema de publicação que será lançada nesta terça em Brasília.
Nos últimos 10 anos, 2017 foi o mais violento para as comunidades quilombolas. Em comparação a 2016, houve um aumento de 350% no número de quilombolas assassinados. O dado é parte de um trabalho de pesquisa promovido pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) e a Terra de Direitos, em parceria com o Coletivo de Assessoria Jurídica Joãozinho de Mangal e a Associação de Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais da Bahia (AATR).
A publicação Racismo e violência contra quilombos no Brasil, que foi lançada em 25 de setembro deste ano, em Brasília, sistematiza violações decorrentes de criminalizações, ataques, ameaças e violências (incluindo assassinatos) entre 2008 e 2017 e suas relações com os quilombos e territórios quilombolas – possibilitando a identificação de estados e regiões atingidos, dos tipos de conflito, dos agentes violadores e das fases do processo de regularização fundiária do território tradicional.
A sistematização se deu por meio de levantamento de dados com recorte temporal compreendido entre 2008 e 2017 – para mapear o número de assassinatos de quilombolas no período –, e trabalho de campo e organização de informações relativas a 2017 para caracterizar os principais tipos de violência e ameaças contra quilombos, as especificidades e o contexto da violência enfrentada por mulheres quilombolas e o agravamento da violência em alguns estados. O trabalho envolveu pesquisa documental do acervo da CONAQ, notícias em jornais, redes sociais e outras publicações, além de técnicas específicas de amostragem.   
Mudança de conjuntura política e social
Segundo o documento o crescimento exponencial das mortes “revela uma mudança de conjuntura política e social que agrava o risco da manutenção dos modos de vida e da sobrevivência dos quilombos no país”.

Outro dado relevante refere-se à concentração de assassinatos por região entre 2008 e 2017: o Nordeste lidera, seguido da região Norte. “A concentração de episódios de violência extrema na região Nordeste deve ser avalia­da com cuidado, para problematizar e para evidenciar elementos da conjuntura regional que têm agravado as ameaças aos quilombo­las”, destaca o texto.
Além da sistematização e da interpretação dos dados, o documento apresenta artigos que debatem a situação específica das mulheres quilombolas em suas lutas contra o racismo e a violência, os avanços e retrocessos nas políticas públicas de titulação dos territórios quilombolas e a importância da assessoria jurídica popular como estratégia de luta para as comunidades quilombolas.
“As várias situações de violência que fomos capazes de mapear com essa pesquisa são reveladoras do estado de vulnerabilidade em que os quilombos se encontram atualmente, dando indicações do tipo e dos níveis dos ataques à vida, às relações culturais, às identidades, aos meios de subsistência e à posse sobre os territórios”, afirmam Selma Dealdina e Givânia Silva, integrantes da CONAQ.
Lançamento do livro “Racismo e violência contra quilombos no Brasil”, ocorreu dia: 25/9, no Espaço Cultural Renato Russo, W3 Sul 508.

Na Programação  houve uma Mesa de debate sobre a conjuntura dos quilombolas no Brasil, Mesa de apresentação da pesquisa e no final foi servido um Coquetel.

Fonte: terradedireitos.org.br
Adaptado pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, 11/11/2018.


'Tenda do Cordel' e apresentação de cultura popular acontecem neste domingo, em João Pessoa

Literatura de Cordel faz parte da programação deste domingo, no Parque da Lagoa — Foto: Secom-JP/Divulgação
Entrada é gratuita. Apresentações acontecem no Parque da Lagoa Sólon de Lucena.
Por G1 PB

Uma "Tenda de Cordel" vai estar disponível, a partir das 15h deste domingo (11), no Parque da Lagoa Sólon de Lucena, no Centro de João Pessoa. Além disso, a partir das 16h, Lindalva Dantas, o violeiro Paulo Cruz e o embolador Frank animam o espaço com música. A entrada e participação são gratuitas.

O objetivo com o cordel e música regional é aproximar o público da cultura popular e incentivar a leitura dos folhetos dentro do Parque da Lagoa. A programação faz parte do projeto AnimaCentro e é aberto para todos os públicos.

A partir das 15h, Francisco Diniz, cordelista paraibano, estará expondo seus trabalhos de cordéis na "Tenda do Cordel", que ficará disponível ao público. Durante a tarde, o artista também vai trazer uma apresentação musical. O professor é paraibano e desenvolve um trabalho em Santa Rita, onde oferece folheto de cordel nas escolas, visando a valorização da cultura popular.

Ao lado do violeiro Paulo Cruz e do embolador Frank, Lindalva Dantas, que faz um show animado, fazendo emboladas relacionadas ao namoro de antigamente e o atual, além de competição entre seus colegas, deixando a apresentação mais divertida. A artista começou sua carreira aos 12 anos com sua irmã Terezinha, no Rio Grande do Norte, que fez dupla durante anos. Lindalva já se apresentou em estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Campo Grande. Atualmente mora em João Pessoa.
Serviço

·         Apresentação de Francisco Diniz, Lindalva Dantas, Paulo Cruz e o embolador Frank
·         Local: Parque da Lagoa Sólon de Lucena
·         Data: domingo (11)
·         Horário: A partir das 15h
·         Classificação indicativa: Livre

·         Evento gratuito

Segredos do churrasco da gastronomia brasileira.

A preparação do churrasco não é tão simples quanto parece; alguns ‘segredinhos’ podem garantir a maciez e o sabor da carne.
Para não errar na preparação e garantir o sucesso entre os convidados, o Portal Brasil Cultura coloca aqui algumas dicas fundamentais para não errar no preparo e deixar o churrasco ainda mais gostoso.

Segredos do churrasco.

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– Não compre carnes se a gordura estiver de amarelo escuro. Isto é indicação de animal velho, ou seja, carne dura. No caso específico de costela, osso chato e grande é animal velho, enquanto ossos pequenos e arredondados são de novilho. As costelas devem ser compradas em tiras de 8 a 10 cm de largura. Dê preferência as costelas centrais do animal.
– O corte da carne deve ser feito no sentido transversal ao comprimento das fibras do músculo.
– Alguns cortes de carnes precisam de um preparo especial como o cordeiro ou a costela. É importante deixar essas carnes marinando no tempero de um dia para o outro, isso deixa a carne mais tenra e com o tempero mais acentuado.
– Não deixe de separar os tipos de carne na hora de assar, como lingüiça e frango, para que o sabor e tempero de uma não afetem o paladar das outras.
– É importante checar também outro “personagem” do churrasco, o carvão. É bom lembrar que não é aconselhável a sua reutilização. A dica é sempre assar as carnes no em brasa e não com fogo muito alto, pois assim não se corre o risco de sapecá-las ou queimá-las.
Cuidado com as carnes congeladas.
– É sempre bom descongelar com antecedência (12 horas) e não colocar na água quente, muito menos no forno de micro-ondas, pois retira totalmente o sabor da carne. Uma boa sugestão para temperar o frango é deixá-lo marinando de um dia para outro numa mistura com shoyo e leite de coco. Dessa maneira, a carne fica macia e com um sabor diferente.
– Antes de ser levada à churrasqueira, a carne deve adaptar-se à temperatura ambiente. Não se deve levar a carne da geladeira diretamente ao fogo. A carne pode não ficar no ponto ideal. Outra dica de marinada para carnes vermelhas é deixá-las no vinho tinto com ingredientes frescos como ervas, pois assim elas ficam macias e dão um toque todo especial. Mas não se deve colocar todas as carnes nesse tempero, senão, todo o churrasco ficará com o mesmo sabor. Um diferencial é fazer costela no bafo. Basta temperar somente com sal grosso e enrolar a costela numa folha de papel celofane e levar direto para a grelha.
– Um segredo para os apaixonados por carnes mal passadas: assim que ela começar a sangrar por por cima, virá-la e deixar assar por alguns minutos. Quando a carne estiver semi-assada é hora de apreciar. Isso faz com que os sucos da carne sejam preservados e não deixa passar do ponto. Para os cortes de carne grandes é sempre bom fatiar e servir logo em seguida para que não queime muito e fique crua no meio.
– Verificar a qualidade das carnes quanto à sua origem e procedência – dar preferência aos produtos com SIF (Serviço de Inspeção Federal).
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Combinações e acompanhamentos.
– O churrasco apresenta inúmeras possibilidades e combinações que, muitas vezes, são esquecidas. Preparar legumes (batata, berinjela, abobrinha) assados na brasa e temperados com azeite, sal e pimenta do reino branca é uma dica simples e deliciosa que por vezes é deixada de lado. Alguns itens são importantíssimos para um churrasco de sucesso, como os acompanhamentos: farofas, molhos para acompanhar as carnes, saladas diversas e leves ajudam na digestão. Frutas como abacaxi e banana grelhados na própria churrasqueira com açúcar e canela podem ser servidos como sobremesas ou usados como alternativa para os vegetarianos.
Quantidade de carne.
– Para se calcular a quantidade de carne para um churrasco, lembre-se que haverá pessoas que consumirão apenas 250 gramas e outras chegarão a consumir até 1 kg de carne. Então, para calcular a quantidade, recomenda-se 400 a 600 gramas de carne para adultos e 300 gramas para cada criança. Mas se você for servir vários tipos de carne, aumente as quantidades por tipo de carne, para não arriscar a falta de carne se todos preferirem consumir um só tipo. Além da carne, os convidados irão consumir também acompanhamentos (pão de alho, saladas, maionese, farofas, arroz, aperitivos, vinagrete.
Grelha ou espeto?
Grelha – Muitos churrasqueiros preferem a grelha, argumentando que assim a carne é assada por inteiro não perde o suco, pois não é furada pelo espeto. A grelha permite que se trabalhe com vários tipos de carnes ao mesmo tempo, além de outros complementos como queijo provolone, pimentão, lingüiças, tomates, cebola, morcilha, etc. A grelha favorece as carnes sem osso, em detrimento das carnes com osso como a costela. Portanto as carnes mais indicadas para a grelha, são: picanha, maminha, assado de tira (tiras muito finas de costela), lingüiças, salsichões, chuleta, fraldinha e o filé mignon. Quando utilizar a grelha, é interessante ter pinças de metal compridas para virar e manusear a carne. O ideal é evitar o uso daquele garfo comprido de dois dentes, que é bastante comum para carnes – o suco pode sair pelos furos e a carne ficará mais seca e menos macia. A carne deve começar a grelhar na parte mais quente da churrasqueira, tostando-a bem de um lado e depois do outro. Em seguida, colocar a carne numa parte com calor menos intenso, para que ela asse até chegar no ponto desejado. Deve-se perguntar aos convidados qual o ponto de carne que eles desejam, pois esse será um fator fundamental no sucesso do churrasco.
Espeto – A dica é comprar espetos de aço inoxidável. Apesar de mais caros que os comuns são de melhor qualidade. Por não serem rugosos, são mais fáceis de limpar, mais duráveis e não soltam resíduos metálicos na carne. Escolher espetos de comprimento adequado à churrasqueira. Isso importante, pois evitará acidentes de queimaduras na empunhadura do espeto e os espetos não cairão dentro da churrasqueira, o que poderá acontecer se eles forem curtos.
Melhores carnes para o churrasco.
– Costela: é a carne mais típica do churrasco. Para os churrasqueiros, churrasco é sinônimo de costela. Antigamente fazia-se churrasco só de costela e de alguns anos para cá é que foram introduzidos outros tipos de carne. Ela só deve ir ao fogo quando estiver bem limpa, isto é: carne à vista de um lado e osso de outro. A costela deve sempre ir às brasas com o lado do osso para baixo. Somente quando esta parte mostrar-se bem assada é que se deve virar o espeto. Serve-se ao ponto.
– Alcatra: apresenta pouca gordura, que ainda deve ser retirada, deixando-a perfeitamente limpa. Deve ser cozida ao ponto ou mal passada. Como as outras carnes de primeira, não deve ser fatiada e sim cortada em pedaços grossos para ser levada ao prato. É a maneira de manter o ponto por fora, na casquinha, e a suculência por dentro.
– Picanha: é macia e isto se deve por ser uma carne sem músculos e de alto volume sanguíneo, o que lhe marca o sabor característico. Ela deve ser servida em pedaços grossos e no prato é que se vai cortando em pequenos cubos para comer. O ponto certo da picanha é o malpassado.
– Contra-file: é macio, tem sabor acentuado, muito suco e dificilmente se erra no ponto. Deve ser servido ao ponto ou mal passado, sob pena de perder o suco e daí o sabor. Para servir, corte em postas de espessura média.
– Maminha ou ponta de alcatra: deve ser servida malpassada mas aceita ser servida ao ponto e até bem passada. Fraldinha: é uma carne muito saborosa, boa de assar mas que não é uma carne popular. Não deve ser passada demais. É uma carne cheia de gorduras e nervos e é preciso ser muito bem limpa para ir até à grelha.
– Chuleta: é também uma carne saborosa mas às vezes fica dura ao ser assada. Seu ponto certo é o malpassado. É entremeada de gordura, que a mantém suculenta.
– Filé mignon: caracteriza-se por ser uma carne macia e gosto levemente adocicado. Tem presença obrigatória nos melhores restaurantes. Para grelhar deve ser cortado em bifes grossos e servir ao ponto pois a maciez e o sumo se mantém. Além do churrasco tradicional, usa-se no Brasil outros tipos de carne como as de porco, ovelha, frango e peixe, além da lingüiça, coração de galinha etc.
Churrasco com sal grosso.
• Deixe as carnes pegarem cor e calor antes de salgar: tire do fogo e espalhe – sem exagero – sal grosso ou médio por toda a carne. A carne salgada bem antes de ser colocada para assar fica dura e seca.
• O lado mais magro da carne deve estar virado para o fogo. Assim, não haverá perda de gordura. As costelas devem ser assados com o osso para baixo. Um bom combustível para o fogo é o osso do animal a ser assado. O melhor fogo é aquele em que se forma uma camada de cinza por cima do braseiro, impedindo a formação de labaredas.
• A labareda jamais deve tocar na carne. Não fique mexendo no fogo. Mexa sempre na carne, levantando, baixando etc. Nada de jogar água sobre a brasa. O ideal, novamente, é levantar a carne. Conforme as labaredas vão diminuindo de tamanho, o assador pode optar em aproximar a carne da brasa.
• Não vire o saco de carvão direto sobre a grelha quando houver carne assando. Assim, pó e brasa serão levantados. Pegue os pedaços de carvão e com a mão coloque devagar no braseiro. Depois de pronta, a carne deve ser batida para soltar o sal grosso nela impregnada.

Categoria

Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro ocupa a cidade de 8 a 18 de novembro

Em sua quinta edição, festival terá apresentações em locais como Circo Crescer e Viver, Cidade das Artes, arenas cariocas e praças públicas de comunidades.
De 8 a 18 de novembro a cidade receberá mais uma edição do Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro. Uma seleção de espetáculos nacionais e internacionais inéditos no Brasil, que vão do circo infantil ao contemporâneo, estão na programação. As mais de 30 apresentações terão entrada gratuita ou a preços populares e ocuparão espaços diversos, como equipamentos culturais e socioculturais e praças públicas de comunidades. O 5º Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro é uma realização do Circo Crescer e Viver.
Na antiguidade, um festival era sinônimo de produzir encontro entre famílias e pessoas. Um espaço-tempo de enlaces humanos capaz de gerar novas sociabilidades e evocar o companheirismo. Desde sua primeira edição, o Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro tem esse significado antigo como pressuposto, já que a arte milenar do circo é uma das mais presentes no imaginário afetivo e popular das famílias brasileiras.
O virtuosismo e a criatividade dos artistas circenses nacionais marcarão a noite de abertura do festival, com a Mostra Competitiva Brasileira de Circo. Dez performances pré-selecionadas pela curadoria do evento serão apresentadas no dia 8/11, às 20h, no Circo Crescer e Viver, localizado na Praça Onze. Os cinco primeiros colocados terão a oportunidade de representar o país na Mostra Competitiva Sul-Americana de Circo, que acontecerá no dia 15/11, também na lona do Circo Crescer e Viver. Na ocasião, oito artistas internacionais, escolhidos pelas mais importantes organizações sul-americanas de circo (La Tarumba – Peru, Circo para Todos – Colômbia, Circo del Sur – Argentina, Circo del Mundo – Chile e Circo Crescer e Viver – Brasil), se juntarão aos brasileiros para apresentar suas habilidades nas artes circenses. Os vencedores serão escolhidos pelo público e por um júri de especialistas, e os três primeiros colocados receberão prêmios.
Um time de atrações internacionais traz para o festival uma mostra do cenário circense mundial, com espetáculos inéditos no Brasil. Da Inglaterra vem a Cia Fauna, com uma performance de circo contemporâneo e multidisciplinar que combina acrobacia de alto nível, teatro físico e música ao vivo. No espetáculo “Fauna”, cinco acrobatas traçam um paralelo entre o comportamento humano e os gestos instintivos dos animais, reproduzindo um ambiente que captura o público para um universo alternativo do reino animal. A cena francesa estará representada por duas companhias: a Lazuz Company, com o espetáculo “Lazuz”, e a Cie Two, com “Finding no man’s land”. O primeiro leva ao picadeiro um dinâmico encontro entre um acrobata e um malabarista, enquanto o segundo retrata duas pessoas que vivem em um mundo poético que beira o impossível, o humor e a tragédia. Todos os espetáculos internacionais serão apresentados no Circo Crescer e Viver.
As artes circenses brasileiras também estarão muito bem representadas por um diverso grupo de companhias. O Coletivo Nopok, do Rio de Janeiro, levará seu espetáculo “Carrilhão” a locais como o Teatro SESI de Jacarepaguá, à Lona Cultural Herbert Vianna, na Maré, e ao Nós do Morro – Vidigal Show. Em cena, uma dupla de artistas se desdobra entre diversos personagens e narrativas utilizando alegorias de diferentes épocas. “Porumtriz”, um espetáculo-depoimento que relata as memórias de uma tragédia, é o título trazido pelo Coletivo Instrumento de Ver (Brasília), que terá apresentações na Arena Dicró, na Penha.
Fenômeno do circo infantil brasileiro, o carioca “Circo do Topetão” terá sessões na Arena Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, local que também receberá o espetáculo “Balbúrdia”, da Artinerant’s, de São Paulo. Na encenação, os artistas da companhia paulistana utilizam movimentos e imagens que desconstroem a estrutura circense tradicional. De Brasília vem o Circo Teatro Artetude com “Brincadeiras de Circo”, onde cinco palhaços revivem a magia do circo, resgatando e reintroduzindo a linguagem do teatro de rua e do brincar popular. Serão nove apresentações, em diferentes locais: Cidade das Artes; Centro Cultural Phabrika de Arthes, na comunidade Fazenda Botafogo; Projeto Música Encantada, na Pavuna; Praça do campo sintético (Ilha do Governador); Arena Carioca Abelardo Barbosa, em Guadalupe; e Crab/Sebrae, na Praça Tiradentes.
Nesta quinta edição, as atividades do Festival Internacional de Circo extrapolam o picadeiro e avançam para o cinema e a literatura. O Estação Net Botafogo e o Ponto Cine (Guadalupe Shopping) receberão sessões do filme No risco do Circo, no Risco da vida. Dirigido por Kátia Lund e Lili Fialho e filmado no Crescer e Viver, o documentário aborda os desafios do artista de circo, que supera dores e enfrenta os riscos de sua profissão. O livro As tintas do Riso – Maquiagem e palhaçaria será lançado durante o festival, no Circo Crescer e Viver. Na obra, a maquiadora e palhaça Nayara Homem aborda questões sobre a finalidade da maquiagem e a escolha das cores e formas.
Organizado pelo Circo Crescer e Viver, o 5º Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro conta com o patrocínio de: Petrobras, Rio-Galeão, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura – Lei do ISS.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 11/11 (Domingo)
11h – Brincadeiras de Circo (Circo Teatro Artetude – Brasília)
Local: Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca)
Grátis
18h – Carrilhão (Coletivo Nopok – Rio de Janeiro)
Local: Teatro Sesi Jacarepaguá (Avenida Geremário Dantas, 940)
Ingressos: R$20 (R$10 meia)
20h – Fauna (Cia Fauna – Inglaterra)
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
Dia 12/11 (Segunda-feira)
14h – Brincadeiras de Circo (Circo Teatro Artetude – Brasília)
Local: Projeto Música Encantada (Rua Orquídea, 1 – Pavuna)
Grátis
21h – Documentário No risco do circo, no risco da vida
Local: Estação Net Botafogo – Sala 1 (Rua Voluntários da Pátria, 88)
Ingressos: R$14 (R$7 meia)
Dia 13/11 (Terça-feira)
10h – Carrilhão (Coletivo Nopok – Rio de Janeiro)
Local: Lona Cultural Herbert Vianna (Rua Ivanildo Alves, s/nº – Maré)
Grátis
10h – Documentário Norisco do circo, no risco da vida
Local: Ponto Cine (Estrada do Camboatá, 2.300 – Guadalupe)
Grátis
20h – Lazuz (LazuzCompany – Inglaterra)
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
Dia 14/11 (Quarta-feira)
10h – Documentário No risco do circo, no risco da vida
Local: Ponto Cine (Estrada do Camboatá, 2.300 – Guadalupe)
Grátis
17h – Brincadeiras de Circo (Circo Teatro Artetude – Brasília)
Local: Praça do Campo Sintético (Rua Noventa, s/nº – Ilha do Governador)
Grátis
18h – Carrilhão (Coletivo Nopok – Rio de Janeiro)
Local: Nós do Morro Vidigal Show (Avenida Niemeyer – Praça do Vidigal)
Grátis
20h – Lazuz (LazuzCompany – Inglaterra)
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
Dia 15/11 (Quinta-feira)
20h – Mostra Competitiva Sul-Americana de Circo
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
21h – Lançamento do livro As tintas do riso – Maquiagem e palhaçaria
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Grátis (O livro poderá ser adquirido por R$35) 
Dia 16/11 (Sexta-feira)
20h – Finding no man’s land (Cie Two – França)
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
18h – Circo do Topetão (Circo do Topetão – Rio de Janeiro)
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio, s/nº – Pavuna)
Grátis
14h – Brincadeiras de Circo (Circo Teatro Artetude – Brasília)
Local: Arena Carioca Abelardo Barbosa (R Soldado Elizeu Hipólito, 138 – Guaratiba)
Grátis
Dia 17/11 (Sábado)
11h – Brincadeiras de Circo (Circo Teatro Artetude – Brasília)
Local: Crab/Sebrae (Praça Tiradentes, 71 – Centro)
Grátis
16h – Circo do Topetão (Circo do Topetão – Rio de Janeiro)
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio, s/nº – Pavuna)
Grátis
17h30 – Balbúrdia (Artinerant’s – São Paulo)
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio, s/nº – Pavuna)
Grátis
19h30 – Porumtriz (Coletivo Instrumento de Ver – Brasília)
Local: Arena Carioca Dicró (Rua Flora Lobo, 184 – Penha Circular)
Ingressos: R$20 (R$10 meia)
20h – Finding no man’s land (Cie Two – França)
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova)
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
Dia 18/11 (Domingo)
16h – Circo do Topetão (Circo do Topetão – Rio de Janeiro)
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio, s/nº – Pavuna)
Grátis
17h30 – Balbúrdia (Artinerant’s – São Paulo)
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio, s/nº – Pavuna)
Grátis
19h30 – Porumtriz (Coletivo Instrumento de Ver – Brasília)
Local: Arena Carioca Dicró (Rua Flora Lobo, 184 – Penha Circular)
Ingressos: R$20 (R$10 meia)
20h – Finding no man’s land (Cie Two – França)
Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova 
Ingressos: R$30 (R$15 meia)
Horário a confirmar – Brincadeiras de Circo (Circo Teatro Artetude – Brasília)
Local: Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca)
Grátis
SERVIÇO:
5º Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro
De 8 a 18 de novembro de 2018
Classificação etária de todos os espetáculos: Livre
Ingressos a venda no site www.ingressocerto.com/5o-festival-internacional-de-circo
Mais informações:http://www.festivaldecirco.com.br/programacao/