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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Em primeiro discurso como governadora, Fátima destaca "legado dramático"

Por Hugo Vieira
Durante o discurso de posse como governadora do Estado na tarde desta terça-feira  (1)  no Centro Administrativo do Governo. A empossada governadora Fátima Bezerra abriu a fala agradecendo aos votos que obteve nas eleições de novembro.

Ela estava acompanhada do vice-governador Antenor Roberto e membros  da nova gestão.

"Sou a única mulher a tomar posse hoje como governadora", destacou Fátima aplaudida pelo público  que acompanhou a cerimônia de posse.

A governadora relembrou nomes de históricas mulheres potiguares, "Trago a memória de Maria do Céu Fernandes, Alzira Soriano, de Clara Camarão, de Nísia Floresta, te todas as mulheres potiguares e brasileiras, que me inspiram cotidianamente a continuar na luta, vocês tomam posse comigo hoje". Disse.
PRIMEIRO COMPROMISSO
A governadora adiantou no seu discurso que sua primeira atividade no comando do executivo do Estado será uma reunião com representantes do judiciário, empresários e sindicatos às 9 horas da manhã desta quarta-feira (2).
Na ocasião deverá ser discutido o orçamento do Estado.

Fátima Bezerra disse que não fará um governo olhando para o "retrovisor". A fala foi uma crítica aos governos passados do Rio Grande do Norte.

Também fez um asceno para  os eleitores que não a escolheram nas urnas, "Agora vou governar para todos; para os que votaram e que não votaram em mim. Como disse durante a campanha, esse governo será pautado no diálogo".

Após breve pausa para tomar água, Fátima retomou o discurso afirmando que sua administração buscará soluções para tornar o Estado um "grande Rio Grande do Norte".

Ela deu ênfase ao déficit orçamentário do Estado que herdou, "O legado que estamos recebendo é dramático". Citando a dívida do Estado que chega a 2,6 bilhões de reais.

A governadora Fátima Bezerra finalizou seu primeiro discurso alertando para o tempo que será necessário para ajustar os gargalos do Rio  Grande do Norte.

"Pelo povo do Rio Grande do Norte, vou me dedicar todas horas da minha vida, para que se Deus quiser dizer; valeu o sonho, valeu a luta, valeu a vitória, viva o povo do Rio Grande do Norte". Finalizou.
Fonte: Potiguar Notícias

Sob vários aspectos, inclusive de público, posse de Bolsonaro foi um fiasco. Por Joaquim de Carvalho

Esplanada vazia
Sob muitos aspectos, a posse de Jair Bolsonaro foi um fiasco.
O primeiro deles é o público.
A equipe do presidente anunciou que colocaria na Praça dos Três Poderes e na Esplanada dos Ministérios mais de 250 mil pessoas — havia assessores falando em 500 mil.
A ideia era quebrar o recorde de público na posse de Lula, em 2003 — 250 mil.
Na festa de Bolsonaro, segundo cálculo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), compareceram 115 mil.
O segundo fiasco foi o baixo comparecimento das autoridades de outros Estados.
Destacaram-se dois expoentes da direita mundial.
Benjamin Netanyahu, que enfrenta problemas políticos internos muito sérios em seu país, Israel, acusado de corrupção.
O outro é Victor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, comparado a Hitler.
Donald Trump, a quem Bolsonaro faz acenos de submissão, não veio, e seu representante, o secretário de Estado Mike Pompeo, ficou pouco tempo em Brasília.
Ele chegou por volta das 13 horas a Brasília, e fez uma postagem no Twitter:
“Ansioso para testemunhar a transferência pacífica de poder em uma das democracias mais fortes da América Latina.”
Mike Pompeo, no entanto, foi embora no início da noite. Teria permanecido no Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, apenas meia-hora, e saiu sem falar com a imprensa.
O presidente peruano, Martín Vizcarra, deixou Brasília ainda pela manhã, antes da posse. Sua assessoria informou que há uma crise política no país, e ele teve que retornar.
O presidente da Argentina, Maurício Macri, nem colocou os pés em Brasília.
Dias antes, avisou que não compareceria, e mandou no seu lugar o ministro das Relações Exteriores, Jorge Faurie.
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Souza, compareceu, mas, pelo que se conta nos bastidores, tinha motivos familiares para estar no Brasil.
Seus netos moram em São Paulo, e ele passou o Réveillon com a família, e de manhã viajou para Brasília.
Perguntado sobre o que achou da posse de Bolsonaro, disse que foi um dia bastante “cheio”, no sentido de que houve muitas solenidades.
No Congresso Nacional, a posse de Bolsonaro também não teve o prestígio que se imaginava.
Deputados progressistas, sobretudo os da bancada do PT, PSOL e PCdoB, boicotaram, em razão das declarações hostis do presidente.
Durante a campanha, ele disse que iria metralhar os petistas e banir do Brasil os opositores.
Mas não foram só eles que faltaram.
Quem acompanha o dia a dia de Brasília notou a ausência de políticos experientes do chamado centrão.
Na prática, deram uma banana para Bolsonaro.
Em política, a ausência de um parlamentar é um sinal eloquente.
É uma declaração de que ainda esperam algum aceno do chefe do Executivo.
Por enquanto, tudo é festa, mas para tocar este transatlântico chamado Brasil Bolsonaro precisará de muito mais do que uma retórica beligerante — aliás, esta só atrapalha.
Não adianta dizer que vai libertar o Brasil do socialismo ou que a bandeira não será vermelha.
Declarações desse tipo deixam excitados os analfabetos políticos, mas não representam nada nas relações institucionais.
São palavras desprovidas de sentido. Quando é que o Brasil foi socialista?
Se gritar muito, Bolsonaro vai ficar rouco, mas não vai conseguir nada.
Só aumentará a rejeição que tem da parte já civilizada da sociedade, brasileira e mundial.
.x.x.x.
Em relação à posse de Bolsonaro, Donald Trump se limitou a fazer uma postagem curta no Twitter – o cumprimentou pelo “ótimo discurso de posse”.
Minutos depois, Bolsonaro agradeceu, também pelo Twitter, e chamou o presidente dos Estados Unidos de “Senhor Presidente”.

Muitos eleitores de Bolsonaro se arrependerão rapidamente de entregar o comando do país a um político do baixo clero.
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

Medida Provisória de Bolsonaro torna terra indígena subordinada ao agronegócio. Por Fernando Brito

Índios. Foto: Reprodução/Tijolaço
Publicado originalmente no blog Tijolaço
POR FERNANDO BRITO
Todo covarde começa sempre com os mais fracos.
Na Medida Provisória que reorganiza os ministérios, informa Rubens Valente, na Folha, Jair Bolsonaro tira da Funai  e entrega ao Ministério da Agricultura – leia-se, ao agronegócio – a ” a identificação, delimitação e demarcação de terras indígenas no país”.
Na prática, as demarcações passam agora às mãos dos ruralistas, adversários dos interesses dos indígenas em diversos Estados. O Ministério da Agricultura é comandado pela líder ruralista Teresa Cristina, deputada federal pelo Mato Grosso do Sul.
A retirada das demarcações do âmbito da Funai aprofunda o esvaziamento do órgão, criado em 1967 em substituição ao SPI (Serviço de Proteção ao Índio), fundado em 1910.
A equipe de transição de Bolsonaro já havia anunciado que a Funai seria transferida do Ministério da Justiça e passada ao Ministério de Direitos Humanos, comandada pela pastora evangélica Damares Alves. Agora, perde a capacidade das demarcações, submetida a outro ministério.

A partir de agora, terra indígena será onde não for possível por um boi a pastar ou um pé de soja a brotar.
Eu ia dizer que para eles só sobrariam as pedreiras, mas esqueci dos interesses da mineração.
Seria mais prático que demarcassem logo a extensão das terras destinadas aos índios: sete palmos, medidos para baixo.
Estes generais que dão suporte a Jair Bolsonaro não são dignos da sola das botinas do Marechal Cândido Rondon.
Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

Novo Ano que se Inicia

Ano-Novo é a comemoração de um novo ano que se inicia, e é celebrado na passagem de 31 de dezembro para o 1º de janeiro.
Também chamado de Réveillon, termo em francês que significa “despertar”.

Origem do Ano-Novo

Entre 753 a.C. e 476 d.C o início do ano civil acontecia no dia 1º de março. Para persas e fenícios, entre outros povos, a data ainda era outra, 23 de setembro.
A comemoração de Ano-Novo com a data que conhecemos hoje tem sua origem em 46 a.C, quando o governador romano Júlio César criou um decreto para que o dia 1º de janeiro fosse o Dia do Ano-Novo.