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Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN - 2009/2019 " "Dandara", simbolo de luta em favor da LIBERTAÇÃO da população NEGRA!&...

sábado, 3 de novembro de 2018

NATAL/RN - PALÁCIO POTENGI - CENTRO - NATAL/RN

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A Pinacoteca do Estado (Pinacoteca Potiguar), em Natal, é um exemplo de arquitetura neoclássica do século XIX. Foto: Márcio Viana

A atuação do Iphan no Rio Grande do Norte teve início com o primeiro tombamento, a Fortaleza dos Reis Magos, em 1949. Antes de ser criada a Superintendência - em 2009 - havia o Escritório Técnico vinculado a então coordenadoria do Ceará, na década de 1960. A atual sede serviu para diferentes finalidades, inclusive de residência do santo popular de Natal, o padre João Maria, cuja beatificação encontra-se em andamento. Porém, sua utilização mais remota data do início do século XVII, quando o imóvel foi construído para abrigar o Armazém Real da Capitania do Rio Grande. 
O primeiro marco de posse erguido no Brasil pelos portugueses, datado de 1501, está no Rio Grande Norte, e é conhecido como o Marco Quinhentista de Touros. Foi fincado no local onde aportou a expedição comandada por Gaspar Lemos, na praia de Touros, no Cabo São Roque. Mais tarde, foi considerada como uma pedra milagrosa pelos habitantes que começaram a retirar pedaços para fazer um chá que, supostamente, ajudava na recuperação de doentes. O Marco foi transferido para Natal, a capital do Estado, e está na Fortaleza dos Reis Magos desde 1976, protegido pelo Iphan. São 47 bens tombados em nove municípios Rio Grande do Norte, dentre os quais 37 imagens sacras, nove edificações, e um bem de natureza imaterial - a Festa de Santana de Caicó.

Nas páginas 79 e 80, da (Lista de Bens Materiais Tombados e Processos em Andamento (1938 a 2015) que reúne informações sobre todo o Brasil, estão os bens tombados pelo Iphan, no Estado do Rio Grande do Norte. 

Superintendente: Andréa Virgínia Freire Costa
Av. Duque de Caxias, nº 158 - Bairro Ribeira
CEP: 59012-200 - Natal/RN
Tels.: (84) 3211.3820, 3201.0486, 3221.3294 e 3211.6166
E-mail: iphan-rn@iphan.gov.br


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Iphan - Rio Grande do Norte - FORTE DOS REIS MAGOS - NATAL-RN

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Construção militar do século XVII, o Forte dos Reis Magos (em Natal) foi ocupado durante a invasão holandesa. Foto: Canindé Soares 

A atuação do Iphan no Rio Grande do Norte teve início com o primeiro tombamento, a Fortaleza dos Reis Magos, em 1949. Antes de ser criada a Superintendência - em 2009 - havia o Escritório Técnico vinculado a então coordenadoria do Ceará, na década de 1960. A atual sede serviu para diferentes finalidades, inclusive de residência do santo popular de Natal, o padre João Maria, cuja beatificação encontra-se em andamento. Porém, sua utilização mais remota data do início do século XVII, quando o imóvel foi construído para abrigar o Armazém Real da Capitania do Rio Grande. 
O primeiro marco de posse erguido no Brasil pelos portugueses, datado de 1501, está no Rio Grande Norte, e é conhecido como o Marco Quinhentista de Touros. Foi fincado no local onde aportou a expedição comandada por Gaspar Lemos, na praia de Touros, no Cabo São Roque. Mais tarde, foi considerada como uma pedra milagrosa pelos habitantes que começaram a retirar pedaços para fazer um chá que, supostamente, ajudava na recuperação de doentes. O Marco foi transferido para Natal, a capital do Estado, e está na Fortaleza dos Reis Magos desde 1976, protegido pelo Iphan. São 47 bens tombados em nove municípios Rio Grande do Norte, dentre os quais 37 imagens sacras, nove edificações, e um bem de natureza imaterial - a Festa de Santana de Caicó.
Nas páginas 79 e 80, da Lista de Bens Materiais Tombados e Processos em Andamento (1938 a 2015) que reúne informações sobre todo o Brasil, estão os bens tombados pelo Iphan, no Estado do Rio Grande do Norte. 

Superintendente: Andréa Virgínia Freire Costa
Av. Duque de Caxias, nº 158 - Bairro Ribeira
CEP: 59012-200 - Natal/RN
Tels.: (84) 3211.3820, 3201.0486, 3221.3294 e 3211.6166
E-mail: iphan-rn@iphan.gov.br


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Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro

Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro
Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro é um novo marco para a promoção, difusão, sinalização e proteção do Patrimônio Cultural. Agora, os bens reconhecidos em nível nacional possuem uma identidade visual única e comum, a exemplo do que ocorre com o Patrimônio Mundial e Patrimônio Imaterial da Humanidade, da UNESCO, o Patrimônio Cultural do MERCOSUL e o Patrimônio Cultural Europeu.
Gestores de diversos setores e instâncias do poder público, empreendedores, detentores e comunidades locais devem adotar essa nova identidade visual na promoção do Patrimônio Cultural em suas regiões de abrangência, na criação de produtos, na sinalização de suas cidades, na realização de ações educativas, na oferta do turismo cultural, aumentando a visibilidade e promovendo a sustentabilidade desses bens.
Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro contribuirá para que os cidadãos se apropriem e se orgulhem cada vez mais do seu Patrimônio Cultural, enxergando nele inúmeras possibilidades para o desenvolvimento das comunidades que o cercam.
As orientações técnicas para a produção de projetos gráficos, relacionados aos bens culturais declarados Patrimônio no país, estão disponíveis no Manual de Uso e Aplicação do Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro:
Para o uso comercial do Emblema, é necessária autorização do Iphan.
Seleção do Emblema:

Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro foi selecionado por concurso público em 2017, ano do 80º aniversário do Iphan, contando com mais de 280 propostas inscritas. Os trabalhos foram avaliados por uma Comissão Julgadora, constituída por representantes de diversas Instituições parceiras do Iphan: Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPIR), UNESCO, ICOMOS e Associação dos Designers Gráficos do Brasil. Por meio delas, a diversidade do olhar sobre as propostas foi ampliada, fato importante para alcançar a identidade e a representatividade pretendidas para o Emblema do Patrimônio Cultural Brasileiro. O projeto vencedor é de autoria de Fabio Pinto Lopes de Lima (Fabio Lopez).
Fonte: IPHAN

XIII Encontro Nacional de Acervos Raros – convocatória para apresentação de trabalhos

A Biblioteca Nacional, por meio do PLANOR – Plano Nacional de Obras Raras –, comunica que está aberta a convocatória de trabalhos para serem apresentados durante o XIII ENAR - Encontro Nacional de Acervos Raros, a ser realizado nos dias 29 e 30 de novembro de 2018, no Auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional, de 9h às 17h.

O tema deste ano será Políticas de Segurança e Salvaguarda de Acervos Raros e Especiais. Os trabalhos deverão ser encaminhados até o dia 1º de junho de 2018, de acordo com as normas de apresentação a seguir.

Apresentação de trabalhos

  • Os autores dos trabalhos selecionados deverão confirmar sua participação através de e-mail até 45 dias antes do evento.
*Serão excluídos da relação de trabalhos aprovados, aqueles em que nenhum dos autores possa vir apresentá-lo na data do Evento.

Publicação e exposição dos trabalhos

Os trabalhos poderão ser publicados nos Anais da Biblioteca Nacional e/ou no Boletim Informativo e página do PLANOR, se devidamente autorizado pelos autores em formulário específico.

Procedimentos para o envio de trabalhos completos

A padronização dos trabalhos técnico-científicos deverá seguir as versões mais atualizadas das seguintes normas:
  • NBR 6022 Informação e documentação Artigo em publicação periódica científica impressa Apresentação;
  • NBR 6023 Informação e documentação: elaboração de referências;
  • NBR 6028 Resumo/Abstract (Tipo Informativo);
  • NBR 10520 Informação e documentação: citações em documento Apresentação.

Formatação do texto

  • O trabalho todo deverá conter no máximo entre 10 (dez) e 15 (quinze) páginas, incluindo imagens em alta resolução (300 dpis), anexos, tabelas e gráficos;
  • Cada trabalho deverá conter na primeira página, o título em letras maiúsculas, o nome do(s) autor(es), o nome e o endereço da instituição onde atua, incluindo o nome do país e os respectivos endereços eletrônicos;
  • As tabelas e os gráficos na mesma versão (fonte Times New Roman), corpo 11);
  • Espaçamento entrelinha de 1,5 cm e espaçamento duplo entre os parágrafos;
  • Margens superior e esquerda da página, de 3 cm e margens inferior e direita da página, de 2,5 cm;
  • Para a elaboração do trabalho deverá ser utilizada no mínimo a versão 7 do Windows e a versão mais atual do editor de texto.

Comunicação oral

  • Tempo para exposição de 20 minutos, seguido de 5 minutos para debate;
  • Priorizar o problema da pesquisa, a metodologia e os resultados obtidos;
  • O autor deverá informar à Comissão Técnica, em até 10 dias antes do evento, os equipamentos necessários para sua apresentação.
  • Será permitido apenas a dois autores, no máximo, apresentarem oralmente o trabalho, desde que tenham preenchido e assinado o formulário específico para este fim.

Envio do trabalho

Encaminhamento da documentação via e-mail: planor.eventos@bn.gov.br.
  1. Carta de solicitação para apreciação do trabalho;
  2. Trabalho original e completo em formato PDF.
# Serão encerrados os recebimentos de trabalhos antes do prazo estabelecido, caso tenhamos completado o número de trabalhos aceitos para o Evento (16 trabalhos).

Contatos

  • Rosângela Rocha Von Helde
    Bibliotecária
    Chefe do PLANOR
    Tel. 21- 22202588
  • Silvia Fernandes Pereira
    Bibliotecária
    Chefe Substituta do PLANOR
    Tel.: ( 21) 30953892
Fonte: Biblioteca Nacional

Funarte propõe ao MinC mudança na instituição

Resultado de imagem para LOGOMARCA DA FUNARTE

Grupo de trabalho técnico sugere a transformação da Funarte em agência pública, para atuar no fomento e no investimento da atividade artística do país.

 artes integradasartes visuaiscircodançamúsicateatro
Com o objetivo de buscar alternativa que proporcione à Fundação Nacional de Artes – Funarte um modelo de modernização administrativa, com receitas próprias e capacidade de captação de recursos, foi estabelecido um grupo de trabalho técnico, que estuda, desde 2016, as possibilidades de uma nova modelagem. O resultado é a proposta de transformação da fundação em uma agência de direito público, com ênfase no fomento e investimento.
Mesmo considerando a especificidade de cada setor das artes – circo, dança, teatro, música, artes visuais e ópera –, o projeto foi basicamente inspirado na Agência Nacional de Cinema (Ancine), dada a transformação positiva que ela provocou no mercado.
Estímulo à cadeia produtiva das artes
Para que uma reestruturação ocorra, há a necessidade de um novo ordenamento jurídico da Funarte, que seria, de acordo com a proposta dos técnicos, renomeada para Agência Nacional de Artes (Anarte). Ela trataria das políticas públicas para as artes – em especial do fomento e do investimento em sua cadeia produtiva – estímulo ao empreendedorismo; a oportunidades de emprego e renda; e à formação de público e ao consumo dessa produção.
Na exposição do projeto, a Secretaria Executiva do MinC considerou que, com ele, a Funarte elaborou uma alternativa apropriada aos modelos mais modernos de gestão pública, “buscando cooperar com a eficiência do Estado brasileiro por meio da superação das contingencias orçamentárias e operacionais”. A Secretaria considerou que a proposta do GT “soluciona um problema de ordem prática, que é o contingenciamento de recursos orçamentários, apresentando uma solução de sustentabilidade e alta eficiência”.
No momento, o Grupo segue no trabalho de difusão do estudo realizado, junto a profissionais da área e à sociedade civil em geral.
Fonte: FUNARTE

Edital seleciona projeto para produção do Bloco Rancho das Flores

Fundação Cultural de Curitiba abriu edital de chamamento público para seleção de projetos de produção do bloco Rancho das Flores, que integrará a grade das atrações do Carnaval de 2019. Grupo tradicional do carnaval curitibano, o Rancho das Flores é formado por pessoas da terceira idade participantes dos programas sociais da Prefeitura de Curitiba.
Os produtores artísticos interessados podem efetuar a inscrição até às 17h do dia 12 de novembro de 2018. A documentação e a proposta serão recebidas no protocolo geral da Fundação Cultural de Curitiba (Rua Engenheiros Rebouças nº 1732), de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
O edital está disponível neste link: www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/editais/

Desfile

Para a concepção artística do desfile do Rancho das Flores, o edital prevê um total de R$ 50 mil, que devem ser empregados na confecção dos figurinos, adereços e fantasias para 300 integrantes, bem como na implementação das atividades de organização e apresentação no desfile de rua. Também deve estar incluída a criação da música e letra da marcha rancho que conduzirá a apresentação.
A produção deve se basear no enredo “Helena Kolody” e o produtor selecionado também deve se responsabilizar pela contratação de músicos, gravação e reprodução dos CDs que serão utilizados nos ensaios nas Regionais e no baile do Rancho das Flores.

Serviço

Edital de Chamamento Público – Rancho das Flores 2019
Inscrições abertas de 01 a 12 de novembro

Inscrições abertas para o Programa de Fomento ao Cinema Paulista

Até 3 de dezembro, estão abertas as inscrições para o edital do Programa de Fomento ao Cinema Paulista. O concurso irá selecionar produções divididas em dois módulos: no primeiro serão contemplados seis filmes longas-metragens de ficção e animação, com prêmio de R$ 750 mil cada; e no segundo, quatro projetos de documentários serão contemplados com o valor de R$ 375 mil cada. O edital estará disponível no site www.proac.sp.gov.br
O programa utilizará recursos das empresas estatais do Estado de São Paulo, via Lei do Audiovisual. Caberá à Secretaria da Cultura do Estado a organização do processo seletivo para escolha dos projetos que receberão o patrocínio.
“A aplicação de recursos do Estado é fundamental para o desenvolvimento da produção cinematográfica paulista, setor que, além de contribuir para a cultura, gera empregos e movimenta a economia de São Paulo e do Brasil. Muitos projetos apoiados em anos anteriores ganharam projeção e reconhecimento internacional, como o longa “Que Horas Ela Volta”, que representou o país no Festival de Sundance, nos Estados Unidos.”
Sobre o Programa de Fomento ao Cinema Paulista
Criado em 2003, o Programa de Fomento ao Cinema Paulista regula a concessão de patrocínios das estatais paulistas a projetos de audiovisual e outras linguagens por meio da Lei do Audiovisual e da Lei Rouanet. Os projetos são selecionados anualmente por meio de edital lançado pela Secretaria da Cultura do Estado. O Programa de Fomento ao Cinema Paulista apoiou filmes como a animação O Menino e o Mundo, de Alê Abreu, indicado à categoria “Melhor Animação” no Oscar 2016; Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert, filme premiado no Festival de Sundance, que representou o Brasil na categoria “Melhor Filme Estrangeiro” no Oscar 2016; Como Nossos Pais, que ganhou seis prêmios no Festival de Gramado, entre eles o de “Melhor Filme”; o documentário Homem Comum, de Carlos Nader, vencedor do Festival É Tudo Verdade, em 2015; Meu amigo hindu, de Hector Babenco; Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, de Beto Brant e Renato Ciasca; e Xingu, de Cao Hamburger.
Fonte: Brasil Cultura