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GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO-NOVA CRUZ/RN REALIZOU O BATIZADO E TROCA DE CORDA FECHANDO COM CHAVE DE OURO! CONFIRAM!!!

FINAL - FOTO HISTÓRICA  - GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO MOMENTO DO "ESQUENTE"  MOMENTOS DECISIVOS - MUITA CONCENTRAÇ...

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Revolta da Chibata

revolta
Revolta da Chibata foi um importante movimento social ocorrido, no início do século XX, na cidade do Rio de Janeiro. Começou no dia 22 de novembro de 1910.
Neste período, os marinheiros brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas (chicotadas). Esta situação gerou uma intensa revolta entre os marinheiros.
Causas da revolta 
O estopim da revolta ocorreu quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas, por ter ferido um colega da Marinha, dentro do encouraçado Minas Gerais. O navio de guerra estava indo para o Rio de Janeiro e a punição, que ocorreu na presença dos outros marinheiros, desencadeou a revolta.
O motim se agravou e os revoltosos chegaram a matar o comandante do navio e mais três oficiais. Já na Baia da Guanabara, os revoltosos conseguiram o apoio dos marinheiros do encouraçado São Paulo. O clima ficou tenso e perigoso.
Reivindicações
joao-candido
O líder da revolta, João Cândido (conhecido como o Almirante Negro), redigiu a carta reivindicando o fim dos castigos físicos, melhorias na alimentação e anistia para todos que participaram da revolta. Caso não fossem cumpridas as reivindicações, os revoltosos ameaçavam bombardear a cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil).




Segunda revolta 
Diante da grave situação, o presidente Hermes da Fonseca resolveu aceitar o ultimato dos revoltosos. Porém, após os marinheiros terem entregues as armas e embarcações, o presidente solicitou a expulsão de alguns revoltosos. A insatisfação retornou e, no começo de dezembro, os marinheiros fizeram outra revolta na Ilha das Cobras. Esta segunda revolta foi fortemente reprimida pelo governo, sendo que vários marinheiros foram presos em celas subterrâneas da Fortaleza da Ilha das Cobras. Neste local, onde as condições de vida eram desumanas, alguns prisioneiros faleceram. Outros revoltosos presos foram enviados para a Amazônia, onde deveriam prestar trabalhos forçados na produção de borracha.
O líder da revolta João Cândido foi expulso da Marinha e internado como louco no Hospital de Alienados. No ano de 1912, foi absolvido das acusações junto com outros marinheiros que participaram da revolta.
Conclusão: podemos considerar a Revolta da Chibata como mais uma manifestação de insatisfação ocorrida no início da República. Embora pretendessem implantar um sistema político-econômico moderno no país, os republicanos trataram os problemas sociais como “casos de polícia”. Não havia negociação ou busca de soluções com entendimento. O governo quase sempre usou a força das armas para colocar fim às revoltas, greves e outras manifestações populares.
João Cândido Felisberto nasceu no Rio Grande do Sul, no dia 24 de Junho de 1880. Seus pais eram escravos, ele desde pequeno ele costumava acompanhar seu pai quando este viajava conduzindo o gado.
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João Cândido começou sua participação política cedo, aos 13 anos apenas, quando lutou a serviço do governo na Revolução Federalista do Rio Grande do Sul, no ano de 1893. Com 14 anos se alistou no Arsenal de Guerra do Exército e com 15 entrou para a Escola de Aprendizes Marinheiros de Porto Alegre. Cinco anos depois foi promovido a marinheiro de primeira classe e com 21 anos, em 1903, foi promovido a cabo-de-esquadra, tendo sido depois novamente rebaixado a marinheiro de primeira classe por ter introduzido no navio um jogo de baralho. Serviu na Marinha do Brasil por 15 anos, tempo durante o qual viajou por este e outros países.

Participou e comandou a Revolta dos Marinheiros do Rio de Janeiro (Revolta da Chibata) no ano de 1910, movimento que trouxe benefícios aos marinheiros, com o fim dos castigos corporais na Marinha, mas que trouxe prejuízos a João Cândido, que foi expulso e renegado, vindo a trabalhar como timoneiro e carregador em algumas embarcações particulares, sendo depois demitido definitivamente de todos os serviços da Marinha por intervenção de alguns oficiais.
No ano de 1917, ano em que sua primeira esposa faleceu, começou a trabalhar como pescador para sustentar a família, vivendo na miséria até os seus últimos dias de vida. Casou-se novamente, mas sua segunda esposa cometeu suicídio no ano de 1928. Dez anos depois a tragédia voltaria a acontecer, mas desta vez com uma de suas filhas. Ao todo foram três casamentos, tendo o último durado até o fim de sua vida, dia 06 de Dezembro de 1969.
Atuou na política durante toda a sua vida. Durante o governo de Vargas teve contato com o líder da Ação Integralista Brasileira (AIB) e com o Partido Comunista, chegou a ser preso por suspeita de relacionamento com os integrantes da Aliança Liberal e até o fim da sua vida continuou sendo “vigiado” pelas autoridades, sendo acusado de subversivo.
O “Almirante Negro”, como João Cândido ficou conhecido, morreu aos 89 anos e teve ao todo 11 filhos ao longo dos três casamentos. Faleceu na cidade de São João do Meriti, no Rio de Janeiro.
 Fonte: Brasil Cultura

Temer: Aposentado trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo

 
Reprodução da Internet


Usando frases feitas, o governo partiu para a batalha da comunicação com uma propaganda de TV que tenta vender a reforma como um sabão em pó. A campanha publicitária gastou R$ 20 milhões para atacar o que chama de “privilégios” dos servidores públicos e afirmar que “tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo”.

Para tentar pressionar os parlamentares, o governo busca o apoio daqueles que financiaram o golpe. O vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), foi escalado para reunir-se com empresários e pedir o financiamento da propaganda. A estratégia do governo se baseia na tese apontada pela consultoria de risco político Eurasia Group, que teve forte atuação no uso das redes sociais para insuflar o impeachment.

“O sinal mais importante para ficar de olho, no entanto, é como o debate público está evoluindo. Se, de fato, a mídia, as associações empresariais e o governo puderem reformular essa nova proposta com o discurso de que ela enfrentará os privilégios do setor público, tornará o trabalho mais fácil para o governo no congresso”, disseram os consultores.

Assim como o sabão em pó, que não deixa branco o que promete na propaganda, as promessas de Temer estão longe de convencer a população e os parlamentares demonstram que não estão muito alinhados com a proposta do governo.

Nesta quarta (22), Temer almoça com governadores e prefeitos, dará posse a um ministro do “Centrão”, que segundo fontes foi indicado por Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, além de encontro com outros aliados, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), e representantes do mercado, como Marcos Lisboa, Samuel Pessoa e José Márcio Camargo. O objetivo é alinhar o texto que será encaminhado à Câmara para que entre na pauta até o dia 6 de dezembro.

Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o governo federal já tem uma visão de como vai ficar o texto final da reforma, mas depende das negociações para saber se o Palácio do Planalto terá os 308 votos necessários para aprovação da emenda constitucional.

Mas o relógio não está muito favorável à reforma de Temer. Como uma emenda constitucional deve ser votada em dois turnos, o primeiro turno teria de ser votado na primeira semana de dezembro para que o segundo seja realizado antes do recesso legislativo. Portanto, Temer tem pouco mais de uma semana para mudar a opinião da base aliada, que pretende votar contra a medida. Os ventos demonstraram que a dificuldade do governo é proporcional à sua popularidade: não passa de 3%.

“Esqueça Previdência este ano. Não tem a menor chance de aprovar. A reforma ministerial não atendeu a toda a base”, disse o líder do PR, José Rocha (BA). 

“O processo para aprovar a Previdência agora é de convencimento do governo com a sociedade”, disse o líder do PSD, Marcos Montes (MG). E completa afirmando que sua bancada continua “muito resistente” em votar.

O líder do DEM, Efraim Filho (PB), avaliou que as mudanças ministeriais e no texto da reforma são bem-vindas, mas sozinhas não têm o “condão de puxar os votos”.

“A grande resistência ainda é o impacto eleitoral. Falta ainda a crença de que o Senado vai votar a proposta também”, disse Efraim.

Já o líder do SD, deputado Aureo Ribeiro (RJ), disse que a sigla é contra a reforma de qualquer forma. “Se votar agora já é um erro, imagina se aprovar”, declarou.

10º SNE: fique por dentro das informações mais atualizadas do evento, que acontecerá de 7 a 10/12, em Santa Maria-RS

        10º Seminário Nacional de Educação (SNE) do SINASEFE se aproxima: falta menos de um mês para o início do evento. O Seminário, que aconteceu pela última vez em 2015, voltará a ser realizado pela Direção Nacional (DN) e pela Pasta de Políticas Educacionais e Culturais do nosso sindicato.
        Nesta matéria trazemos as informações mais novas do evento, reafirmando parte do que publicamos no início de setembro e atualizando você com o que de mais recente a DN, a Pasta de Políticas Educacionais e a seção anfitriã (Santa Maria-RS) prepararam para divulgação do SNE e orientação aos futuros participantes.

        Local e data
        A sede do 10º SNE será a cidade de Santa Maria-RS, que receberá o evento no período de 7 a 10 de dezembro deste ano.
        Uma parte do Seminário será realizado no Itaimbé Palace Hotel (dias 7, 9 e 10) e outra parte na Universidade Federal de Santa Maria (dia 8).
        O Sinasefe Santa Maria-RS será a seção sindical anfitriã do Seminário, conforme deliberação da 150ª PLENA do SINASEFE e modificação da data (inicialmente prevista para novembro) pela 151ª PLENA.

        Temário
        Em consonância com a conjuntura atual do cenário pós-golpe de estado, o tema do 10º SNE será “Educação em tempos de crise: por uma educação classista e emancipatória”, visando colocar em debate os desafios que a educação enfrenta na ordem do dia, tais como a ofensiva do Movimento Escola Sem Partido e a Reforma do Ensino Médio já sancionada por Michel Temer.
        Inscrições
        As inscrições para o evento estão disponíveis no hotsite do SNE, devendo ser feitas até o dia 24 de novembro.
        O valor por inscrito será de R$ 70,00, devendo ser depositado com a devida identificação na conta do SINASEFE NACIONAL. Este valor não inclui alimentação, jantar da noite de 08/12 (sob taxa de adesão de R$ 30,00 por pessoa), hospedagem e nem o transporte do aeroporto de Porto Alegre-RS ao hotel em Santa Maria-RS (mais informações logo abaixo).
        Deslocamento: ida à Santa Maria-RS e retorno a Porto Alegre-RS
        Para facilitar a logística dos participantes do 10º SNE, a seção Santa Maria-RS organizou um transfer em três horários, com idas de Porto Alegre-RS à Santa Maria-RS em 6 e 7 de dezembro e retornos de Santa Maria-RS a Porto Alegre-RS em 10 e 11 de dezembro.
        Para aquisição do transfer, o depósito identificado de R$ 160,00 (custo de ida e volta por pessoa) deve ser feito na conta da seção sindical até o dia 24 de novembro e o comprovante do mesmo enviado ao e-mail sinasefesm@gmail.com.
        Dados como nome completo, RG, telefone para contato e seção sindical à qual pertence devem ser enviados no mesmo e-mail do envio do comprovante por quem adquirir o transfer.
        Os horários e datas para o transfer serão os seguintes:
        • Chegada 06/12 – 21 horas
        • Chegada 07/12 – 10 horas
        • Chegada 07/12 – 14 horas
        • Saída 10/12 – 14 horas
        • Saída 10/12 – 18 horas
        • Saída 11/12 – 8 horas
        Apresentações de trabalhos
        A remessa de trabalhos para apresentação no 10º SNE também será permitida, repetindo o formato das edições anteriores do Seminário.
        O envio deve ser feito no link da inscrição até o dia 24 de novembro. São três os eixos para produção e submissão de textos:
        1. As tarefas do nosso sindicato e a Educação Classista (apresentações em 08/12, às 14 horas)
        2. Ataques à Educação Brasileira – como resistir? (apresentações em 08/12, às 16 horas)
        3. Educação Laica e Gênero (apresentações em 09/12, às 14 horas)
        Todos os arquivos recebidos serão avaliados pela comissão científica do Seminário entre os dias 25 e 30/11, com o caderno de textos submetidos ao 10º SNE por nossos sindicalizados sendo publicado no hotsite em 1º de dezembro.
        Os formatos dos trabalhos enviados devem ser em *.doc, *.docx ou *.odt.
        Programação
        Conheça abaixo a nova programação prevista para os quatro dias de atividades do 10º SNE, atualizada em 4 de novembro pela comissão organizadora do Seminário.
        Os nomes dos palestrantes e mediadores dos Grupos de Trabalho (GTs) propostos estarão sujeitos à alterações de acordo com a disponibilidade/confirmação dos/pelos mesmos.
        07/12 (quinta-feira) – local: Itaimbé Palace Hotel
        14 às 16 horas: Credenciamento e exposição de livros e arte
        16 às 16h30min: Abertura e apresentação artística
        16h30min às 18 horas: Mesa 1 – O impacto na educação após os 100 anos da Revolução Russa
        Palestrantes: Camila Marques (IFG), Diorge Konrad (UFSM) e Magda Furtado (Colégio Pedro II)
        18 às 18h30min: Apresentação do Coral da Escola Marista Santa Maria
        18h30min às 21 horas: Mesa 2 – Reforma Educacional no contexto de perda de direitos e precarização da Educação
        Palestrantes: Eliane Neves, Giane Carvalho (IFSC), Giovani Frizzo (UFPel), Sadi Del Roso e Shilton Roque (IFRN)
        21 às 23 horas: Coquetel e apresentação artística – Miguel Brasil
        08/12 (sexta-feira) – local: Salão de Eventos da UFSM
        9 às 10 horas: Apresentação artística
        10 às 12 horas: Mesa 3 – O papel do SINASEFE frente ao Sistema Educacional Brasileiro: emancipatório, politécnico e classista
        Palestrantes: Claudia do Amaral, Ronaldo Naziazeno (IFBA) e Ricardo Velho (IFC)
        12 às 14 horas: Almoço (Colégio Politécnico – campus da UFSM)
        14 às 16 horas: Grupos de Trabalho – Tema 1: As tarefas do nosso sindicato e a Educação Classista
        Mediadores: Adão Assis, Cátia Farago (IF Baiano), Hugo Brandão (IFAL) e Ronaldo Naziazeno (IFBA)
        16 às 18 horas: Grupos de Trabalho – Tema 2: Ataques à Educação Brasileira – como resistir?
        Mediadores: Alejandro, Narà Quadros (UFSM), Rosane Rosa e Taíse.
        18 às 21 horas: Roda de conversa sobre opressões e exibição do filme “1917: A Greve Geral” de Carlos Pronzato
        Mediador: Alex Cortês (Colégio Pedro II)
        21 às 23 horas: Jantar típico gaúcho (taxa de adesão de R$ 30,00) e apresentação artística
        09/12 (sábado) – local: Itaimbé Palace Hotel
        8h30min às 10h30min: Mesa 4 – As opressões na Educação atual e na Educação classista
        Palestrantes: Guilherme Howes (Unipampa), Marcela Azeredo (Colégio Pedro II), Maria Rita Pi (UFSM) e Paula Vielmo (IFBA) | Mediadora:Socorro Silva (IFRN)
        10h30min às 12 horas: Apresentação da proposta de resolução da Pasta de Políticas Educacionais e Culturais
        12 às 14 horas: Almoço
        14 às 16 horas: Grupos de Trabalho – Tema 3: Educação Laica e Gênero
        Mediadoras: Adriana Bonumá (UFSM), Cristiane Gonzaga (IFCE), Elenira Vilela (IFSC) e Socorro Silva (IFRN)
        16 às 20 horas: Sistematização
        10/12 (domingo) – local: Itaimbé Palace Hotel
        8 às 12 horas: Plenária final
        Sugestão: Visita à Vinícola Velho Amâncio
        Creche
        Seguindo a deliberação do 30º CONSINASEFE, o 10º SNE disponibilizará creche para os filhos dos participantes do evento.
        A reserva das vagas poderá ser feita até o dia 30 de novembro pelo telefone (61) 2192-4050 e/ou pelo e-mail dn@sinasefe.org.br.
        Divulgação
        Nossa divulgação do 10º SNE já está disponível. Clique aqui para se inscrever no evento público do Seminário no Facebook e ter acesso às informações mais atualizadas e clique aqui para conhecer o hotsite dos Seminários Nacionais de Educação do SINASEFE.
        Com informação da Assessoria de Comunicação do SINASEFE Nacional

      Racismo não é opinião, é crime e o Pondé não diz nada com nada. Por Wagner Francesco

      Pondé
      Publicado no Justificando
      POR WAGNER FRANCESCO, teólogo
      Luiz Felipe Pondé, conhecido digital influencer em nossa terra tupiniquim, escreveu no Jornal Folha de São Paulo um artigo onde ele pergunta: “Por que linchar ladrões é injusto, mas é ‘progressista’ linchar Waack”?
      Ora, é como perguntar: “por que a goiaba que dá no pé de manga não é tão doce quanto a maça que dá no pé de uva?”.
      O Pondé quer misturar tudo numa coisa só para fantasiar suas más intenções na defesa de um sujeito que, se não é racista, falou algo típico de quem é.
      Por que linchar ladrões é injusto? Importante: mas do que injusto, é crime. O nosso ordenamento jurídico proíbe o exercício arbitrários das próprias razões. Está lá, previsto no artigo 345 do Código Penal:
      “Fazer justiça pelas próprias mãos, para satisfazer pretensão, embora legítima, salvo quando a lei o permite:Pena – detenção, de quinze dias a um mês, ou multa, além da pena correspondente à violência.”
      O que se deve fazer “com ladrões”? Denunciar e esperar o poder público agir.
      Porém, outra coisa é importante: linchamento pressupõe violência física. E mais uma vez: é por isso que o linchamento não é só injusto, mas crime. Por causa de um furto, querem que o acusado pague com “uma tira do corpo” – com sangue e tudo, sem valer o argumento que prevaleceu no filme “O auto da compadecida”.
      Não! Não se deve linchar ladrões. Também não se deve linchar o Waack. Mas quem o linchou? Ele foi exposto pelo que, claramente, disse. Assim como “ladrões”, o Waack foi denunciado. E só. E afastado do trabalho. Coerente o afastamento, não é?
      Como uma emissora que num dia nos disse que era “toda Maju”, de repente se tornaria “toda Waack”? Não dá.
      Mas o Pondé, em seu artigo, não cansou de nos cansar com sua pseudo intelectualidade – mascarada sobretudo em seus vídeos, fumando, com cara de personagem do século 19, um charuto (que coisa “old!”) – quando, para defender o Waack, disse:
      “O politicamente correto destruiu qualquer possibilidade de reflexão minimamente honesta sobre virtudes na vida pública contemporânea. Essa discussão está morta.”
      Para o Pondé, a frase racista do Waack deve ser vista como uma reflexão minimamente honesta – mas, ele acusa, o politicamente honesto destruiu essa possibilidade de reflexão.
      Na minha opinião, o que o Waack falou pode até ser minimamente honesto, mas não é nenhuma reflexão – no sentido estrito do termo. Quem reflete não fala o que ele falou – e tanto não refletiu que pediu desculpas.
      Não vi ninguém desejando a morte do Waack, ou ameaçando sua integridade física, ou dizendo que ele disse uma coisa que não disse. Não há que se falar em “linchamento virtual” – muito embora este exista e o Pondé saiba fazer muito bem.
      O problema é que o Pondé, em sua enfadonha luta contra o politicamente correto, cria um politicamente correto à sua moda: ele quer que todos falem o que quiserem, mas que não sejam obrigados a ouvir o que não querem. Criou a patrulha contra os que denunciam as falas dos outros.
      Expor o racismo não é linchamento. E racismo não é opinião, é burrice – como dizia Gabriel, o Pensador.
      Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

      Funeral de Fidel e sua relação como povo é tema de livro de fotografia

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      Fidel Castro faleceu em 26 de novembro de 2016. O anúncio foi realizado em cadeia nacional pelo seu irmão, Raul Castro, emocionando a maior parte dos cubanos que vivem na Ilha. Em todos os rincões de Cuba foram realizadas homenagens, sobretudo a partir do cortejo fúnebre que cortou a Ilha de ponta a ponta com gritos de “Yo soy Fidel”.
      A viagem dos jornalistas, de aproximadamente 10 dias, rendeu mais de 2 mil quilômetros entre Havana até Santiago de Cuba, a derradeira despedia do comandante.
      No livro, é possível acompanhar a viagem, saber sobre o funeral e entender um pouco mais sobre a relação do povo cubano com Fidel, com seu próprio país e visão de mundo.
      “A narrativa é construída a partir dos personagens que encontramos no caminho. Contamos nossas experiências e deixamos que as pessoas, os cubanos, contem quem era Fidel Castro para eles e como vivem. Não há a pretensão de ser um material definitivo sobre Cuba, de forma alguma, mas joga um pouco de luz em um tema onde há tanta sombra”, explica o jornalista Gibran Mendes.
      Registro histórico

      O livro contém 120 páginas, aproximadamente 90 fotografias e uma extensa reportagem que ilustra a viagem dos três jornalistas a bordo de um Dodge 1956, batizado de “Princesa”, por Pedro, motorista que os acompanhou em boa parte da viagem.

      “Fidel Castro é uma figura mundial. Sua importância extrapola a ilha do Caribe. Esses relatos vão ajudar as pessoas conhecer um pouco mais sobre sua história e relevância para o mundo”, pondera o jornalista Leandro Taques.
      Tadeu Vilani, por sua vez, explica que a publicação do livro é uma forma de compartilhar essa experiência em um momento considerado histórico. “Fotografar e vivenciar um momento histórico, de um dos personagens mais importantes da história contemporânea foi uma grande experiência, conviver com o povo se despedindo do seu grande líder, sentir a energia que se espalhou aos longos dos 900 km entre Havana e Santiago de Cuba”, garante.
      Lançamento do livro “Yo Soy Fidel”

      Data: Quinta-feira, 23 de novembro

      Horário: A partir das 19h
      Local: “A Caiçara”, Rua Dr. Claudino dos Santos, 90, Bairro São Francisco. No Largo da Ordem, em frente ao Memorial de Curitiba
      Fonte: Brasil de Fato

      Dia do Músico 22 de Novembro

      musicas
      Dia do Músico é comemorado anualmente em 22 de novembro.
      Esta data homenageia os artistas que criam, tocam e estudam melodias e harmonias que encantam a humanidade há milhares de anos.
      Dia do Músico é comemorado no Dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos e bastante reconhecida pelos católicos no Brasil.

      Mensagem para o Dia do Músico

      Sem música, provavelmente, a raça humana já teria sido extinta há muito tempo! A música traz amor, harmonia e alegria para o mundo! E você é parte essencial deste ciclo. Obrigado por salvar o planeta!
      Você que cria trilhas sonoras para a vida, parabéns pelo seu talento! Feliz Dia do Músico!
      Como pode tanto talento, criatividade e sensibilidade existir dentro de uma só pessoa… Mas existe! Você é uma inspiração! Parabéns e Feliz Dia do Músico!
      Além de todo o sucesso do mundo que você merece, neste dia eu também desejo que o seu talento seja cada vez mais reconhecido. Parabéns!

      Origem do Dia do Músico (Dia de Santa Cecília)

      O Dia do Músico é celebrado em 22 de novembro em homenagem à figura de Santa Cecília, considerada a padroeira dos músicos, de acordo com a tradição Católica.
      Santa Cecília nasceu em Roma em meados do século III. A jovem costumava participar das missas do Papa Urbano e era bastante devota de Jesus Cristo. No entanto, um dia, sem saber, foi prometida por seu pai para se casar com Valeriano, um homem pagão.
      Diz a lenda que, na noite de núpcias, Cecília recusou-se a perder a virgindade e cantou para o esposo a beleza de manter a castidade.
      O canto de Cecília convenceu Valeriano a manter a esposa virgem. Na verdade, o marido se emocionou tanto que decidiu se converter ao catolicismo e sair da vida pagã.

      Lenda Grega sobre a Música

      De acordo com a lenda grega, os deuses pediram para que Zeus criasse divindades que pudessem cantar em celebração às vitórias contra os Titãs.
      Zeus, atendendo aos pedidos, passou 9 noites de amor com Mnemosia, a deusa da memória, e nasceram 9 entidades.
      Entre as suas novas criações, estava Euterpe, a deusa da música, que formou par com Apolo, deus do Sol e da música, para louvar as vitórias dos outros deuses.
      Brasil Cultura