Postagem em destaque

PRESIDENTE DO CPC/RN REUNIU-SE COM AS/OS CANTORES/AS JULIANA GOMES E DIEGO RAMOS - ASSUNTO: GRAVAÇÃO DE UM FUTURO CD!

Eduardo Vasconcelos - centro, entre os/as cantores/as, Juliana Gomes e Diego Ramos Hoje (17) a tarde no alpendre da Casa de Cultura &...

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Gerson Bientinez lança CD comemorando quatro décadas de carreira

gerson

O músico e compositor Gerson Bientinez é, certamente, um dos mais talentosos e profícuos artistas curitibanos. Exímio violonista, sua formação musical inclui aulas de harmonização com Baden Powel, Sebastião Tapajós e Claudionor Cruz.
Ao longo de 40 anos de carreira Gerson tem mais de 150 composições no currículo, algumas delas gravadas com as participações de grandes nomes da música popular brasileira como Carlinhos Vergueiro, Eudes Fraga, Maurício Carrilho, Mauro Senise, Raúl de Souza, Robertinho Silva e Luís Alves, entre outros.
Na próxima terça-feira, dia 31 de outubro, no + 55 Bar, acontece o show de lançamento do CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música”. O disco reúne músicas do Gersinho com vários de seus parceiros ao longo dessas quatro décadas de história musical. Entre eles estão o compositor e jornalista Cláudio Ribeiro, Etel Frota, Marilda Confortin, Jamil Snege, José Oliva, Antonio Carlos Domingues, Helena Sut, Nina Padilha, Alexandre e Luiz Felipe Leprevost.
No show do + 55, Gerson Bientinez estará acompanhado pelos músicos Davi Sartori (teclado), Mauro Martins (bateria), Thiago Duarte (baixo) e Eduardo Ramos (violão e bandolim). Ele contará, também, com as participações especiais das vozes de Ana Cascardo, Rogéria Holtz e Ciro Morais.
Gerson Bientinez – 40 anos de música
Gravado no estúdio Gramofone, o CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música” contou com arranjos de Davi Sartori, Adriano Pontes, Lucas Franco, Alberto López, Jerôme Graz, Stefanos Pinkus e Álvaro Ramos, que também assinou a produção musical.
Segundo Álvaro, na gravação deste disco buscou-se, ao mesmo tempo, manter as características musicais do artista, sempre fiel às mais puras vertentes da nossa MPB, mas também dar uma nova roupagem sonora ao seu trabalho. “Por isso mesclamos intérpretes tradicionais das composições do Gersinho, como Ana Cascardo, Rogério Holtz, Iria Braga e Carlinhos Vergueiro, com novos expoentes da nossa música como Raissa Fayet, Bernardo Bravo, Leo Fressato, Lilian e Layane e Marcelo Dias”, explica o produtor.
A intenção, de acordo com Álvaro Ramos foi, além de apresentar Gerson Bientinez para as novas gerações por meio desses novos intérpretes, produzir um CD com sonoridade musical de linguagem mais contemporânea e radiofônica.
O CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música” foi viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Caixa Econômica Federal.
SERVIÇO
Show de lançamento do CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música
Data: Terça-feira, 31 de outubro
Hora: 21h
Local: +55 Bar (Av. Vicente Machado, 866)
Informações: 3322-0900
Ingresso: Entrada franca. Durante o show o CD estará sendo vendido ao preço promocional de R$ 30,00.

Dia do Saci: a resposta brasileira ao Halloween

saci
A celebração do dia do Halloween ( Dia das bruxas) , que tem origem americana e é festejado no dia 31 de outubro, ganha cada vez mais espaço na cultura brasileira, porém em resposta à festa americana, entusiastas da cultura brasileira criaram o Dia do Saci, celebrado também no mesmo dia da festa americana. O Dia do Saci foi criado em 2003 e ganha força através de atividades musicais e apresentações teatrais em algumas cidades brasileiras.

No Brasil, em contraponto ao “ doces ou travessuras ” do Halloween, temos o Saci Pererê, que não deixa a desejar no quesito travessuras. O Saci é um personagem genuinamente brasileiro e faz parte das lendas mais famosas do nosso país. É negro, usa gorro vermelho, fuma um cachimbo, tem uma perna só e conhecido pelas trapaiadas”. As travessuras do Saci mais conhecidas são: Aparecer e desaparecer misteriosamente pela floresta, assustar as pessoas durante a noite com assobios e risadas exageradas, dar nós nas crinas dos cavalos e esconder objetos.

Sociedade dos observadores do Saci ( Sosaci ) ,  criada em 2003,  grupo de pessoas que estudam o Saci e mitos brasileiros afins, teve a iniciativa de resgatar a lenda do Saci e transformar em festa. Segundo Mário Cândido, fundador da Sosaci, popularizar a celebração do Dia do Saci é importante para manter na memória das novas gerações elementos culturais que estão correndo o risco de desaparecer em meio a tantas influências culturais de fora.
O secretário da Sosaci, Régis Toledo, ressalta que a Sosaci não é uma entidade xenófoba e nem pretende ir na contra-mão da história do mundo globalizado, porém afirma que trabalha com a intenção de popularizar o Dia do Saci para resgatar, valorizar e promover a identidade cultura nacional.

A lenda do Saci ficou conhecida nacionamente através da obra literária ” Sítio do Pica-Pau Amarelo ” de Monteiro Lobato. A obra ganhou adapatação para a Tv e se popularizou pelo país.
Apesar do Dia do Saci ainda não ser muito comemorado pelos brasileiros, em cidades como a Presidente Prudente, em São Paulo, o dia já virou tradição e os moradores e turistas se divertem.
Na cidade histórica de São Luiz do Paraitinga , no interior de São Paulo, o  Dia do Saci toma as ruas da cidade e outros personagens nacionais como a Mula-sem-cabeça, o Boitatá e Cuca também aparecem através das manifestações artísticas populares.

Brasil Cultura

Fórum dos Festivais de Música (FFM) reúne produtores do Rio, Brasília e Ceará para analisar cenário dos eventos culturais no Brasil

22814021_1490093697771680_7126432217641587474_n
A relevância cultural, econômica e social dos festivais de música ao redor do mundo é tema de estudos em universidades e política adotada em diversas metrópoles e cidades de médio porte no mundo. O mercado de shows no Brasil deve atingir US$ 211 milhões em 2020, de acordo com estudo da PwC. Esse impacto financeiro inclui os festivais de música, entre os quais megaeventos como o Rock in Rio, iniciativas de médio e pequeno porte e aqueles que já atingiram um status de grandes eventos em suas cidades, como o Ponto CE e o Porão do Rock.
Como o Brasil vê e estimula esse universo? É esse o tema principal do encontro Fórum dos Festivais de Música (FFM), que será realizado no dia 1/11 no auditório da Rádio 94FM / Roquette Pinto. Serão abordados tópicos como o mapeamento do Impacto Econômico dos Festivais de Música no Brasil, a realidade dos festivais no Rio de Janeiro, Brasília e Ceará e como foi o processo de elaboração e viabilização do Rio Art Mix, que acontece no Vivo Rio, no dias 2 e 3 de novembro.
Como o Rio de Janeiro se posiciona nesse mercado dos festivais de porte médio? Por que a cidade e o Estado que sempre figuraram como vitrine para bandas e artistas solo de diversos gêneros no Brasil têm um calendário com raros eventos com caráter de festival que reúnem mais de 10 mil pessoas?
Para debater esse tema – o potencial e os gargalos para o segmento dos Festivais de Música no Brasil – a Coordenação de Música da Secretaria de Estado de Cultura receberá Gustavo Sá, do Porão do Rock (Brasília), Maurílio Lima, do Ponto CE (Ceará), Julianna Sá, jornalista e produtora que organiza o Festival Circuladô (Rio de Janeiro). O encontro terá mediação de Karen Keldani, coordenadora de música na Superintendência de Artes da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.
Fórum dos Festivais de Música (FFM)

Dia 1/11 – quarta-feira – das 16h30 às 18h30
Espaço sujeito a lotação. Abertura às 16h. Classificação livre.

Local: Auditório da Rádio 94FM/ Roquette Pinto (Secretaria de Estado de Cultura)

AvErasmo Braga 118 – 11º andar. Centro. Exigida identificação com documento com foto na recepção.
Público-alvo: músicos, produtores, gestores de festivais e palcos, estudantes e profissionais da cadeia produtiva da música, do turismo, comunicação, marketing e eventos

Mesa de debate
Gustavo Sá, Porão do Rock (Brasília)
Maurílio Lima, PONTO CE (Ceará)
Julianna Sá, Circuladô (Rio de Janeiro)
Karen Keldani, Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (mediação)

Temas para o debate
  • Experiência e Impacto Econômico dos Festivais de Música no Brasil
  • A realidade dos festivais no Rio de Janeiro, Brasília e Ceará
  • O processo de viabilização do Rio Art Mix

Realização: Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro
Apoio: Rio Art Mix, Porão do Rock, Ponto CE e Rádio Roquette Pinto – 94 FM
Faça seu cadastro no ELOS e participe da rede da música no RJ

Mais palcos. Mais oportunidades. Mais música.
Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro
Superintendência de Artes
21 2216.8500 ramal 341

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Cultura
Assessora-chefe – Camila Lamoglia
Coordenador – Paulo Gramado
Tel: 21-2216-8500 ramal 317

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro
Tel: (21) 2216-8500

Ramais: 264 e 317