Postagem em destaque

IMPORTÂNCIA DO ISOLAMENTO SOCIAL NO COMBATE À COVID-19

O que é isolamento social Nos últimos meses, o isolamento social ganhou uma importância inédita, devido ao combate à COVID-19. O termo ...

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Livro de Ulisses Iarochisnski – Sepultados em Harmonia

Nesta sexta-feira, dia 1º de novembro, às 19h30, na Biblioteca do Senai Telêmaco Borba, Avenida Presidente Kennedy, 66, acontece o lançamento do livro:
SEPULTADOS EM HARMONIA, de Ulisses Iarochinski
O livro de 282 páginas conta a história do cemitério de Harmonia, na Fazenda Monte Alegre, município de Telêmaco Borba.
No cemitério, criado em 1944, foram sepultados 4.872 corpos, em sua maioria, trabalhadores das Indústrias Klabin do Paraná.
Distante cerca de 6 km do centro da Vila Harmonia – sede da Indústria – o cemitério ocupava
na época de sua abertura uma área de 76 metros de frente por 52 metros de fundo. Ao longo
do tempo, recebeu duas ampliações. Nos livros tombo do cemitério, entre os registros, estão
os nomes de 564 natimortos e 53 bebês prematuros.
Segundo Leonel Brizola Monastirsky, coordenador do Laboratório de Geografia Humana do
Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), “muitos
dos túmulos são antigos e já não existem mais restos a serem transferidos, sobrando apenas
o caráter simbólico do local para visitação e para o cerimonial (oração, flores, velas, cuidado
como túmulo etc); por ser antigo o cemitério apresenta uma estética singular com
características peculiares; e tem um valor histórico e cultural imenso, que faz com que ele
deva ser preservado”. Monastirsky assina o prefácio do livro.
O livro traz a história do local e a transcrição na íntegra dos registros de todos os livros tombos.
Mostra o perfil de 50 pessoas ali sepultadas, além de informações importantes como o número
de mortos com mais de 100 anos de idade, a quantidade de vítimas de assassinatos, as
cidades de origem e países. Registros esses que permitiram demonstrar aspectos
sociológicos e étnicos das pessoas que foram enterradas ali. Cemitério, que como ficou
demonstrado nas audiências do Ministério Público, e definiu pelo seu “Não Fechamento” é
INFORMATIVO PARA COMUNICAÇÃO
E-mail | iarochinski@gmail.com
Tel. | 41 3205 4275
Cel. Whats | 41 999 196 607
Curitiba – Paraná
Rua Manoel Ganz, 171 Curitiba-PR 82.010-200
um patrimônio não só do município, mas também da região dos Campos Gerais e do próprio
Estado do Paraná.
O autor do livro, nascido em Harmonia, quando esta localidade ainda pertencia ao município de Tibagi, tem 11 familiares sepultados no local. Entre eles, seu pai, brutalmente assassinado na Vila Operária, com 24 anos de idade recém completados. O assassino que nunca foi encontrado, julgado e condenado, dois meses depois do crime, enviou carta a esposa, interceptada pela polícia, onde confessava o ato e reconhecia a inocência da vítima.
Iarochinski espera que com a venda online possa imprimir no formato tradicional de livros.
“Mas para isso preciso de patrocínio, o qual foi tentado nos últimos meses sem sucesso. Não surgiu nenhuma editora, empresa ou órgão público disposto a contribuir com a cultura e as lembranças históricas de pessoas que tornaram possível a existência do município de Telêmaco Borba. Quem sabe, com essa versão online, o livro possa ser impresso?”.
Iarochinski, também é autor dos livros “Saga dos Polacos – a história da Polônia e seus emigrantes no Brasil”, “Polaco – identidade cultural do brasileiro descendente de imigrantes da Polônia”, “Revelando o Contestado – imagens do mais sangrento conflito social do Brasil nas lentes do sueco Claro Jansson”, “Escrevendo para falar no rádio” e “Cruz Machado – lenda virou história”.
Ulisses Iarochinski

É jornalista, radialista, historiador, professor, ator e cineasta. Fez eletricidade no Senai –Telêmaco Borba, telecomunicações no
Cefet – PR, jornalismo na Universidade Federal do Paraná, especialização em rádio e TV na Universidade Complutense de Madrid – Espanha e gestão em trânsito na Universidade de Linkoping – Suécia, mestrado em cultura e doutorado em história, na Uniwersytet Jagiellonski de Cracóvia, Polônia. Tem cursos de idioma nos Estados Unidos, Inglaterra e Malta (inglês), francês em Nice-França e polaco em Cracóvia-Polônia. Possui certificação em proficiência em Espanhol – nível C2 (avançado) pela Universidade de Salamanca – Espanha.
Iarochinski é autor dos livros “Saga dos Polacos – a História da Polônia e seus emigrantes no Brasil”, “Polaco – identidade cultural do brasileiro descendente de imigrantes da Polônia”, “Cruz Machado – Lenda virou história”, “Revelando o Contestado”, e
“Escrevendo para falar no rádio”. No cinema, já produziu e dirigiu mais de 15 documentários, sendo 4 longa-metragens.
O lançamento é mundial, na plataforma da amazon.com, e o livro estará disponível para venda na amazon.com no endereço https://www.amazon.com.br/dp/…….
Portal BRASIL CULTURA

Dia do Saci: a resposta brasileira ao Halloween

saci
A celebração do dia do Halloween ( Dia das bruxas) , que tem origem americana e é festejado no dia 31 de outubro, ganha cada vez mais espaço na cultura brasileira, porém em resposta à festa americana, entusiastas da cultura brasileira criaram o Dia do Saci, celebrado também no mesmo dia da festa americana. O Dia do Saci foi criado em 2003 e ganha força através de atividades musicais e apresentações teatrais em algumas cidades brasileiras.

No Brasil, em contraponto ao “ doces ou travessuras ” do Halloween, temos o Saci Pererê, que não deixa a desejar no quesito travessuras. O Saci é um personagem genuinamente brasileiro e faz parte das lendas mais famosas do nosso país. É negro, usa gorro vermelho, fuma um cachimbo, tem uma perna só e conhecido pelas trapaiadas”. As travessuras do Saci mais conhecidas são: Aparecer e desaparecer misteriosamente pela floresta, assustar as pessoas durante a noite com assobios e risadas exageradas, dar nós nas crinas dos cavalos e esconder objetos.

Sociedade dos observadores do Saci ( Sosaci ) ,  criada em 2003,  grupo de pessoas que estudam o Saci e mitos brasileiros afins, teve a iniciativa de resgatar a lenda do Saci e transformar em festa. Segundo Mário Cândido, fundador da Sosaci, popularizar a celebração do Dia do Saci é importante para manter na memória das novas gerações elementos culturais que estão correndo o risco de desaparecer em meio a tantas influências culturais de fora.

O secretário da Sosaci, Régis Toledo, ressalta que a Sosaci não é uma entidade xenófoba e nem pretende ir na contra-mão da história do mundo globalizado, porém afirma que trabalha com a intenção de popularizar o Dia do Saci para resgatar, valorizar e promover a identidade cultura nacional.

A lenda do Saci ficou conhecida nacionamente através da obra literária ” Sítio do Pica-Pau Amarelo ” de Monteiro Lobato. A obra ganhou adapatação para a Tv e se popularizou pelo país.

Apesar do Dia do Saci ainda não ser muito comemorado pelos brasileiros, em cidades como a Presidente Prudente, em São Paulo, o dia já virou tradição e os moradores e turistas se divertem.

Na cidade histórica de São Luiz do Paraitinga , no interior de São Paulo, o  Dia do Saci toma as ruas da cidade e outros personagens nacionais como a Mula-sem-cabeça, o Boitatá e Cuca também aparecem através das manifestações artísticas populares.

Portal BRASIL CULTURA