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segunda-feira, 1 de abril de 2019

#DitaduraNuncaMais: 10 fatos reveladores sobre a morte de Edson Luis

Jornada de Lutas nesta quinta (28/3) homenageia o estudante, o primeiro de centenas de jovens mortos durante a Ditadura Militar, em 28 de março de 1968.
Na última quinta-feira, 28 de março, o assassinato do secundarista Edson Luís completou 51 anos com atos de estudantes em todo o Brasil. Tratatou-se da tradicional Jornada de Lutas da Juventude, que homenageia o estudante anualmente e reivindica melhorias para a educação. Este ano, o tema é “Mais democracia, menos mordaça”, em protesto contra a Lei da Mordaça.
O episódio Edson Luis é apenas uma das brutalidades acontecidas durante a Ditadura Militar (1964-1985). Apesar do período de exceção e totalitarismo ser reconhecido dessa forma pelos livros de história, o atual governo brasileiro, comandado por Jair Bolsonaro (PSL), insiste em “comemorar” o início do regime, em 1º de abril de 1964.
Conheça a história de Edson Luís e entenda por que os “Anos de Chumbo” colocaram fim à democracia e aos direitos humanos no Brasil.

 1. NAQUELE ANO, MANIFESTAÇÕES E ORGANIZAÇÕES ESTUDANTIS ERAM PROIBIDAS

A primeira coisa que os militares fizeram, no dia seguinte ao Golpe Militar de 1964, foi fechar as entidades estudantis e demolir a sede da UBES e da UNE.
Desde então, foram reprimidos todos os protestos por uma educação pública de qualidade ou que questionassem o regime.
Mesmo assim, estudantes insistiam para ter expressão. Marcavam protestos relâmpagos, tentavam driblar policiais e agentes infiltrados nos movimentos, apanhavam e resistiam.
Circulava um “manual do protesto” distribuído pelo Comando Intelectual, com recomendações como “ir em jejum” e usar “leite de magnésia em torno dos olhos, para anular o gás”.

2. MATARAM UM ESTUDANTE COMUM

Sabe quando tentam dizer que “na ditadura só morria quem fazia coisa errada”? Pois é. Edson Luís de Souto Lima, 17 anos, saiu de Belém (PA) e só queria cursar a escola técnica no Rio de Janeiro. Era a maior perspectiva de estudos para os pobres, que nem sonhavam com universidade.
Filho de lavadeira, ele fazia bicos de faxina para se manter e comia no restaurante universitário Calabouço, para jovens de renda baixa.

3. MORREU POR QUERER ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

Estudantes tentam protestar na frente do Restaurante Calabouço (Acervo O Globo)
Edson fazia parte da FUEC – Frente Unida dos Estudantes do Calabouço. No dia em que morreu com um tiro, policiais tentavam reprimir um protesto pelo preço da comida do Calabouço.
Uma mentira que insistem em repetir sobre a ditadura é que “as escolas eram melhores”. Veja só: em 1969, a Emenda Constitucional número 1 desobrigou o Estado de reverter 12% do PIB para Educação. O percentual caiu de 7,6%, em 1970, para 4,31%, em 1975. Ficou em 5% em 1978. Quem podia começou a ir para escola particular. E ai de quem reclamasse.

4. EDSON NÃO FOI O ÚNICO MORTO NAQUELE DIA

Benedito Dutra também levou um tiro da polícia militar. Também foi em seguida levado até a Assembleia Legislativa pelos colegas, que temiam que os policiais sumissem com os corpos. Lá, um deputado médico viu que Benedito tinha vida. Ele chegou a ser internado em um hospital, por isso não foi velado com Edson, mas acabou falecendo no dia seguinte.

5. O RIO DE JANEIRO PAROU POR UM ESTUDANTE

Multidão abre caminho para caixão de Edson Luís na Cinelândia, em 29 de março de 1968
No velório de Edson Luís, pela primeira vez em quatro anos, desde o Golpe de 1964, a população em peso foi às ruas indignada.
“Mataram um estudante. Podia ser seu filho”. A manchete chocou até a classe média, que compareceu na Cinelândia naquele 29 de março.

6. NA MISSA DE SÉTIMO DIA, POLICIAIS CERCARAM A IGREJA

Cenas de horror: na missa de sétimo dia de Edson Luís, a cavalaria da polícia cercava a Candelária
Incomodado com o levante popular, o Exército baixou medida: “As autoridades não permitirão atos públicos após as missas”. No sétimo dia de Edson Luís, a Igreja da Candelária foi cercada pela cavalaria, em uma cena assustadora, e os presentes só puderam sair cercados pelos padres.

7. DEPOIS DE EDSON LUÍS, CEM MIL FORAM ÀS RUAS

Passeata dos Cem Mil, em junho de 1968. Artistas, intelectuais e clero com estudantes
O acirramento entre estudantes e Exército só aumentou, com mais protestos relâmpagos e mais violência explícita. A Passeata dos Cem Mil, na Cinelândia, Rio de Janeiro, foi a demonstração de que a sociedade não concordava com isso.

8. O EPISÓDIO EDSON LUÍS LEVOU À FASE MAIS TENSA DA DITADURA

Em vez de permitir a liberdade de expressão e a democracia, sob pressão o regime autoritário se tornou ainda mais cruel. O ano de 1968 terminou com o Ato Institucional número 5 (AI-5): não existiam mais deputados nem Congresso Nacional. E as pessoas estavam proibidas de se reunir, em clubes, sindicatos, até nos próprios lares.
O regime iria durar nesses termos por mais 17 anos. A UNE até então atuava na clandestinidade e só voltou a legalidade no Congresso de reconstrução da entidade que aconteceu Salvador, em 1979. A UBES ficou impossibilitada de atuar por 10 anos, de 1971 a 1981.

9. O MESMO ANO FOI DECISIVO PARA ESTUDANTES DE OUTROS LUGARES DO MUNDO

Greve na Universidade de Columbia, EUA (Don Hogan Charles – The New York Times)
É um fenômeno de 1968 a existência de estudantes que contestavam a realidade, acreditavam num mundo diferente e acabaram presos, feridos ou mortos pelo Estado em vários lugares do mundo.
Nos Estados Unidos, a juventude criticava a Guerra do Vietnã, o racismo e a exploração econômica da sociedade americana, por meio de manifestações, barricadas, ocupações.
Na França, maio de 1968 entrou para a história pelos protestos estudantis que pediam reforma da educação. No México, estudantes pediam direitos civis e fim da repressão policial. Centenas foram mortos no “Massacre de Tlatelolco”, às vésperas da Olimpíada naquele país.

10. DEPOIS DE EDSON, MAIS DE 200 JOVENS FORAM ASSASSINADOS DURANTE A DITADURA

Apenas entre as vítimas oficiais do Estado brasileiro, pelo menos 220 dos 434 mortos, “sumidos” e violentados até a morte tinham menos de 30 anos. Alguns foram perseguidos devido a sua militância contra contra o regime como a ex-vice-presidenta da UNE em 1968, Helenira Rezende, assassinada em 1972 e o presidente da UNE durante seu período de clandestinidade, Honestino Guimarães, assassinado em 1973. Sabe-se ainda que 30% das vítimas da ditadura não tinham ou tinham muito pouco envolvimento político, como Edson Luís.
Fonte: UNE
Adaptado pelo CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN, 01/04/2019.

Após agressões em ato contra “regime militar genocida”, Democracia Corintiana reitera luta contra “tirania” do bolsonarismo

Coletivo Democracia Corintiana reafirma luta contra tirania bolsonarista (Reprodução)


Em nota, coletivo Democracia Corinthiana relata ter reagido a fascistas que empunhavam sprays de pimenta, bastões de madeira e até um aparelho manual de eletrochoque.
O Coletivo Democracia Corintiana relata que seus membros sofreram agressões, neste domingo (31), durante ato contra o “regime militar genocida” iniciado com o golpe de 1964. Sprays de pimenta, bastões de madeira e até um aparelho manual de eletrochoque teriam sido usados contra mulheres do grupo, em frente a uma estação de metrô, de acordo com nota publicada nas redes sociais do grupo.
Os ataques são atribuídos a um grupo fascista e incluíram também ofensas e xingamentos. “Chamaram nossas companheiras de ‘putas feministas’ e essa provocação só mostra que estamos incomodando o patriarcado, os machistas e os adeptos da misoginia”.
O coletivo informa ainda que, em legítima defesa, seus integrantes reagiram para cessar o “ataque covarde”, enfrentando “um grupo numeroso de bolsonaristas”.
“Toda vez que mexerem em nosso vespeiro, sentirão os ferrões de quem preza a democracia, a liberdade e a civilidade. Não nos calaram hoje, não nos calarão jamais”, diz a nota.
A Democracia Corintiana encerra, pontuando que ajudou a vencer a ditadura militar imposta em 1964 e seguirá cumprindo a missão para derrotar “a irracionalidade e a tirania do bolsonarismo”.
Fonte: REVISTA FÓRUM

Ditadura de1964 – a inteligência vence o medo e o arbítrio

Ditadura de1964 – a inteligência vence o medo e o arbítrio
A ditadura tentou destruir a inteligência brasileira – investiu contra artistas e pensadores para calar suas vozes e destruir os meios de comunicá-las. Mas a inteligência foi mais forte, e criou o Brasil moderno
Por José Carlos Ruy*
Artistas foram à luta contra a censura e a ditadura .
O ministro de Propaganda de Hitler, Joseph Goebbels, dizia “quando ouço falar em cultura, levo a mão ao coldre de meu revólver”, frase que resume a atitude de muita gente da extrema direita quando se trata de valores civilizatórios.
Foi também a atitude de muita gente, no Brasil, sob a ditadura militar de 1964.
Havia, é claro, aqueles conservadores que, embora não admitissem posições progressistas e libertárias, ancoravam-se valores culturais que, mesmo sendo considerados por muitos como ultrapassados, não os renegavam.
Mas houve, sobretudo no aparato repressivo da ditadura e na censura, aqueles cuja posição era extremista de direita. E que, sobretudo depois do Ato Institucional nº 5 (AI-5), de 13 de dezembro de 1968, agiram não só para calar mas para destruir a cultura brasileira.
A censura e a perseguição a artistas e produtores culturais foi, ao lado da sangrenta repressão, da tortura e assassinatos políticos, a marca mais reconhecida da ditadura. É incontável o número de canções, peças de teatro, livros, filmes, reportagens e mesmo exposições de arte, que foram pura e simplesmente proibidos pelos censores da ditadura.
O jornalista Zuenir Ventura calculou que, somente durante a vigência do AI-5 (1968-1978), foram proibidos cerca de 500 filmes, 450 peças de teatro, 200 livros e mais de 500 letras de música.
O objetivo dessa fúria repressiva não se limitava à insânia ditatorial de calar as vozes da oposição democrática; era destruir os instrumentos de transmissão do pensamento democrático anti-ditatorial.
Um exemplo desse afã destrutivo foi a atuação contra a imprensa, principalmente os jornais alternativos, democráticos. Como a censura imposta ao jornal “Movimento” desde – pasmem! – seu número zero, em julho de 1975, por ordem direta do general Ernesto Geisel, ocupante da presidência da República, e de seu ministro da Justiça. Armando Falcão. A censura e a repressão a “Movimento” foi de uma severidade inaudita. Em uma das edições, por exemplo, foram cortadas todas as palavras “não” em um artigo, deixando claro que o objetivo não era proibir mas desfigurar o jornal, tornando-o incompreensível para os eleitores e, assim, os afastando do jornal.
Esta barbárie censória pode ser avaliada a partir de informações dadas por seu editor, o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira. Somente nas quinze primeira edições do jornal foram censuradas 184 reportagens (média de 12 por edição), e parcialmente proibidas outras 177, num total de 1099 laudas de matérias jornalísticas.
Este é um exemplo da fúria repressiva contra as vozes que se levantavam contra o arbítrio da ditadura.
Um dos exemplos mais lembrados da ação dos vândalos da extrema direita contra a cultura foi o ataque de arruaceiros do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), em 18 de julho de 1968, ao Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, quando era encenada a peça “Roda Viva”, de Chico Buarque de Hollanda, sob direção de José Celso Martinez Corrêa. Um grupo de uns vinte desordeiros do CCC agrediu artistas e a plateia e depredou o cenário.
Foi talvez o mais visível ataque da extrema direita contra a cultura durante a ditadura, numa sucessão de outros atos violentos contra o teatro como a proibição pura e simples de textos teatrais (como “O Rei da Vela”, de Oswald Andrade), o sequestro da atriz Norma Bengel, no mesmo ano, e as ações que contra os teatros Arena, Oficina e Opinião.
O ataque contra ao Teatro Ruth Escobar e à peça “Roda Viva” pode ser encarado como um símbolo da ação da direita – levar a mão ao revólver.
Mas a violência desse gesto enfrentou a decidida resistência dos brasileiros contra a barbárie, impedindo-a de cumprir seu objetivo – destruir o pensamento livre e avançado no Brasil.
O Brasil viveu, desde 1930, transformações sociais e econômicas profundas. A velha e anacrônica “fazendona” que até então o país foi deixava de existir. A indústria se generalizou e as cidades cresceram. Entre 1960 (quando 55% dos brasileiros ainda moravam na roça, e 45% nas cidades) e 1970 a população urbana ultrapassou, em número, a população rural.
Foi um verdadeiro terremoto social com reflexos importantes em todas as áreas da vida nacional. A cultura registrou a mudança a despeito – e contra – as tentativas da censura e da ditadura de esvaziar qualquer reflexão crítica.
Sob a ditadura, a emoção e a indignação contra o arbítrio levou o pensamento e a ação a atitudes políticas e culturais que registraram a repulsa contra o cerceamento da liberdade.
A canção “Parque Industrial”, de Tom Zé, resumiu, pode-se dizer, o espírito da época e registrou: “O avanço industrial / Vem trazer nossa redenção”, entusiasmo repetido no refrão “Porque é made, made, / made, made in Brazil.”
A direita – sobretudo a extrema direita – tentou, com a força das armas, prisões arbitrárias, perseguições e assassinatos – impedir os brasileiros de pensar e exprimir, através da arte, seus sentimentos de liberdade.
Mas o pensamento livre foi mais forte. As contradições da época, a opressão, as mudanças que ocorreram, ficaram registradas em inúmeras obras célebres. Como “A Hora dos Ruminantes (1966), de José J. Veiga; Quarup (1967), de Antonio Callado, Incidente em Antares (1971), de Érico Veríssimo. Ou os filmes “São Bernardo” (1971), de Leon Hirszman, baseado no romance do mesmo título, de Graciliano Ramos; “Terra em Transe” (1967) e “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969), ambos de Glauber Rocha; “Pra frente, Brasil” (1982), de Roberto Farias. Na canção, além da Parque Industrial, já citada, cabe lembrar algumas (numa lista certamente injusta por sua parcialidade) “Pedro Pedreiro” e “Construção”, de Chico Buarque de Hollanda; “Ouro de Tolo”, de Raul Seixas; “Terra”, Caetano Veloso; “Como nossos pais”, de Belchior; “Pra não dizer que não falei das flores “, de Geraldo Vandré – a lista é quase infinita.
O certo é que a ditadura e a extrema direita apontaram o revólver contra a cultura sem conseguir destruí-la – a inteligência foi mais forte do que a força bruta!
O que a modernização conservadora da ditadura conseguiu foi subordinar parte da cultura brasileira às regras do mercado capitalista – mas isso ocorreria de qualquer forma pois, sob o capitalismo, o deus dinheiro fala alto.
A indústria cultural que surgiu e se fortaleceu, sobretudo desde a década de 1970, manifestou-se de várias maneiras. Uma delas foi a televisão, cujo grande produto cultural, fortalecido desde então (e que Dias Gomes considerou “única invenção da televisão brasileira”) foram as telenovelas – elas próprias submetidas a severa ação da censura, que proibiu inúmeras delas, como por exemplo “O Bem Amado” (TV Globo, 1973) do próprio Dias Gomes.
A indústria cultural esteve também em outras áreas como, por exemplo, na proliferação de discos, livros, revistas, jornais, fascículos e outros produtos de consumo de massa.
Mesmo as agências de publicidade, se encaradas como produtoras de cultura (ao influenciar a população pela veiculação massiva) foram modernizadas.
Se há algo que um exame, mesmo sumário, que a história da ditadura revela, é que a inteligência vence o medo e o arbítrio.
O Brasil hoje é um país moderno, mesmo submetido ao retrocesso promovido pela extrema direita e seu governo, com Jair Bolsonaro à frente. O Brasil moderno é aquele que reage ao arbítrio e exige o respeito ao Estado Democrático de Direito. Um Brasil construído pelos brasileiros, contra a tentativa da extrema direita de destruir a cultura brasileira.
*José Carlos Ruy é jornalista, escritor e colaborador do Portal Vermelho

Receita de Pastel de feira

pastel
Deu vontade de comer um pastel delicioso, crocante e sequinho como os de fera? Confira a receita de Pastel de Feira do Portal Brasil Cultura. Só vai faltar o caldo de cana.
Ingredientes
Massa
Água morna
1 colher (café) de álcool ou cachaça (pinga)
Sal a gosto
½ kg de farinha de trigo
1 colher (sopa) de óleo para a massa
Recheio
300 g de carne moída duas vezes
Azeite
Limão
Pimenta verde
Sal a gosto
Cebolinha verde picadinha
1 colher (sopa) de cebola batidinha
3 colheres (sopa) de azeitona picadinha
200 g de queijo minas
100 g de queijo gruyère
100 g de tomate seco
Tabela de conversão de medidas
Modo de preparo
Misture a farinha com o sal, o óleo e a pinga.
Vá acrescentando a água morna aos poucos até dar ponto de sova.
Sove bem e abra com o rolo.
Recheie e frite os pastéis em 1 litro de óleo bem quente.
Enquanto os pastéis estiverem sendo fritos, use a escumadeira para cobri-los o tempo todo com óleo, de modo que cresçam bastante.
Escorra os pastéis em papel toalha.
Recheio de carne

Tempere a carne com sal, pimenta verde e limão.
Doure a cebola até quase desaparecer.
Acrescente a carne moída e cozinhe dourando ao mesmo tempo.
Fora do fogo acrescente a cebolinha verde e a azeitona.
Espere esfriar para utilizar.
Recheio de queijo
Corte o queijo em fatias grossas e depois em retângulos.
Recheio de tomate seco
Rale o queijo gruyère e misture com o tomate seco picadinho.
Dica
Corte cada pastel de forma diferente para facilitar a identificação dos recheios.
Rendimento: 30 porções.