Postagem em destaque

Atrofia cultural

O cartunista  Miguel Paiva  afirma que a cultura brasileira segue ameaçada. Ele diz: “um país como o Brasil não pode ser entregue a ini...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

CONHEÇA MARTINS, A CIDADE MAIS FRIA DO RIO GRANDE DO NORTE

Resultado de imagem para imagem CONHEÇA MARTINS, A CIDADE MAIS FRIA DO RIO GRANDE DO NORTE
As férias já chegaram, e enquanto muitas pessoas ficam pensando em o que fazer em Gramado e outras cidades do sul do Brasil, muitos nem imaginam que no Rio Grande do Norte está uma das cidades mais frias do nordeste.
Se você está cansado de sempre os mesmos destinos chegou a hora de conhecer um dos principais municípios do Rio Grande do Norte, curioso pelo seu clima contrastar com o resto do Estado: lá a temperatura é mais baixa durante todo o ano!

Martins, RN

O município está localizado no interior do Rio Grande do Norte e é um dos principais destinos turísticos do estado.
A população local é de cerca de pouco mais de 8 mil habitantes, segundo o último censo realizado pelo IBGE.
Emancipada em 1841 do município de Portalegre, a cidade recebeu outros nomes como Maioridade e Imperatriz, até que em 1890 passou a se chamar Martins definitivamente, em homenagem a Francisco Martins de Roriz, fundador da igreja do Rosário, na época Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Por sua localização geográfica a cidade recebeu os apelidos de Princesa Serrana e Campos do Jordão potiguar.

A Campos de Jordão potiguar

O clima da cidade de Martins é considerado extremamente agradável, o que por si só já chama a atenção de muitas pessoas que enxergam o nordeste do Brasil como uma região onde o clima é sempre muito quente e seco.
Assim como outras cidades nordestinas, Martins está localizada a 700 metros de altitude em relação ao nível do mar, o que faz com que seu clima seja maios agradável que em outras regiões do estado.
Mas de onde vem o apelido de “Campos do Jordão potiguar”? Vem das baixas temperaturas registradas na cidade durante todo o ano.
Pra você ter ideia a temperatura média anual em Martins fica em torno dos 23ºC, mas durante os meses de inverno essa temperatura cai consideravelmente, girando em torno dos 15ºC.
Isso é muito baixo considerando cidades potiguares como Caicó, que pode chegar a quase 39 graus, já tendo sido a cidade mais quente do Brasil por 24 vezes.

E o que tem pra se fazer lá?

Em Martins os visitantes podem visitar os 3 museus legais, com destaque para o Memorial Manoel Lino de Paiva, soldado Martinense que esteve na Batalha de Montese, ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial.
Além dos museus, as belezas naturais da cidade de Martins estão entre os principais atrativos que fazem com que muitos turistas visitem a cidade durante todo o ano.
Grutas como as de Nossa Senhora do Socorro e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o pôr do sol do Diadema e os mirantes do Canto e da Carranca que impressionam turistas de todas as partes do mundo.
Mas o que mais chama a atenção é a Casa de Pedra, segunda maior caverna de mármore do Brasil, com mais de comprimento e repleta de formações de estalactites e estalagmites, onde é possível encontrar fósseis pré-históricos.
Para quem gosta da boa comida é preciso citar o Festival de Gastronomia e Cultura de Martins, considerado o maior festival gastronômico de todo o estado desde 2004, ano de sua primeira edição.

Que tal?

Na hora de preparar as malas para o próximo inverno que tal trocar as cidades do sul do país por um destino improvável no nordeste brasileiro?
fSe quiser saber mais sobre Martins veja este vídeo:
E se gostou compartilha!
Guest post escrito por: Jordana Hedler
Fonte: CURIOZZZO

POLÊMICA DOS LIVROS - Ministério demite 10 no Fundo Nacional de Educação

 livros didáticos
Polêmica sobre edital dos livros causas demissões
Entre eles está o chefe de gabinete Rogério Fernando Lot, responsável por assinar o polêmico edital de livros didáticos, que permitia publicidade e erros de português nas obras indicadas às escolas.
São Paulo – O chefe de gabinete do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, e mais nove pessoas foram exonerados pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, de seus cargos comissionados. As demissões ocorreram nesta sexta-feira (11), de acordo com informações do Poder 360.
Lot assinou o novo edital do PNLD, o Programa Nacional do Livro Didático 2020, publicado em 2 de janeiro. As mudanças, entre outras polêmicas, derrubaram a proibição de erros de português e de publicidade nos materiais didáticos que seriam distribuídos a alunos do ensino fundamental (6º a 9º ano) das escolas públicas em 2020.
Na quarta-feira (9), o Ministério da Educação suspendeu o edital do PNLD e, em nota, o ministro afirmou que as alterações foram feitas em 28 de dezembro de 2018, durante a gestão de Michel Temer (MDB). Uma sindicância foi instaurada na quinta-feira (10) para apurar responsabilidades.
O ex-ministro da Educação Rossieli Soares – que agora ocupa a mesma pasta no governo do estado de São Paulo, com João Doria (PSDB) – negou que tenha encaminhado as mudanças para publicação.
Fonte  Rede Brasil Atual

Governo Bolsonaro muda edital e passa a permitir erros e propagandas em livros didáticos

O Ministério da Educação (MEC) compra livros didáticos para todas as escolas públicas do País, o que garante o faturamento de muitas editoras. São comprados cerca de 150 milhões de livros por ano, com custo de R$ 1 bilhão. As mudanças foram feitas no programa cujos livros serão comprados para o ensino fundamental 2 (6º a 9º ano).
Os livros, no entanto, já foram enviados em novembro ao MEC para avaliação. Agora, editoras temem que seus livros sejam reprovados. Fontes do setor ouvidas pelo Estado temem materiais de baixa qualidade sejam aprovados. O processo de avaliação dos livros se dará ao longo do primeiro semestre e as empresas serão comunicadas se seus livros serão ou não comprados pelo governo federal.
O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) foi se tornando, ao longo dos anos, muito rígido na escolha dos livros, o que era elogiado no meio. Por exemplo, materiais que tivessem erros em mais de 10% das páginas eram desclassificados. Agora, na parte que se refere à “adequação da estrutura editorial e do projeto gráfico” o item L que dizia que a obra deveria  “estar isenta de erros de revisão e /ou impressão” foi retirado.
A não exigência também abre espaço para conteúdos que não sejam baseados em pesquisas, já que não há necessidade de citação da origem do conteúdo.
O item sobre propagandas retirado do edital mencionava que as obras não podiam ter “publicidade, de marcas, produtos ou serviços comerciais”. Dessa maneira, não era permitido incluir ilustrações, mesmo que para análise de texto, por exemplo, de um anúncio publicitário verdadeiro.
Também foi retirada a exigência de que as ilustrações retratem “adequadamente a diversidade étnica da população brasileira, a pluralidade social e cultural do país”. Ou seja, as figuras presentes nos livros didáticos não precisariam mais, por exemplo, mostrar negros, brancos e índios. Um livro com apenas ilustrações com crianças brancas seria aprovado.
Antes da posse da Bolsonaro, editoras já manifestavam receio com a política que viria com relação aos livros didáticos. Isso porque o general Aléssio Ribeiro Souto, que fazia parte do grupo que discutia educação no futuro governo, disse em entrevista ao Estado, que era  “muito forte a ideia” de se fazer ampla revisão das bibliografias para evitar que crianças sejam expostas a ideologias e conteúdo impróprio. Afirmou ainda que os professores deveriam contar a “verdade” sobre o “regime de 1964”.
Fontes do setor acreditam que a medida pode trazer também insegurança jurídica. Isso porque a mudança foi feita com o processo em andamento. Uma editora que não havia apresentado seu livro ao MEC por não estar de acordo com o edital anterior pode agora entrar na Justiça e pedir para ser aceita. Outras que se esforçaram para se adequar às exigências de qualidade também podem questionar o processo.
Fonte: Brasil Cultura

Projeto Foto em Pauta realiza palestra e seleção de fotógrafos curitibanos para Festival

A caravana do projeto Foto em Pauta estará em Curitiba nesta quinta-feira (10/01), realizando palestra e seleção de artistas curitibanos para o Festival de Fotografia de Tiradentes (MG). A palestra acontece no Teatro Londrina do Memorial de Curitiba, às 19h30, com a presença do coordenador geral do Festival, Eugênio Sávio, dos artistas e curadores Pedro David e João Castilho, além do fotógrafo e diretor de vídeo, Bruno Magalhães. A entrada é franca.
Levar ao público, por meio de exposições, palestras e mesas de discussão, nomes de indiscutível conhecimento teórico, técnico e artístico da produção fotográfica. Este é o objetivo do Festival de Fotografia de Tiradentes que acontece de 27 a 31 de Março de 2019 na cidade histórica mineira.
O destaque da oitava edição do Festival será uma mostra sobre a fotografia produzida na região Sul do Brasil. Os curadores visitam Curitiba para, além de apresentar o projeto, também realizar encontros com autores locais em busca de trabalhos relevantes que viabilizem uma mostra significativa a ser exibida no Festival.
As inscrições dos fotógrafos locais interessados em participar do Festival de Tiradentes, devem ser feitas após a palestra no Memorial. A avaliação dos portfólios acontece na sexta-feira (11/01), no Museu da Fotografia. Os horários serão informados no ato da inscrição.
O festival
Desde 2004 o projeto Foto em Pauta realiza em Belo Horizonte (MG) debates gratuitos e abertos ao público, além de possibilitar aos convidados conhecer a obra de grandes artistas e conversar com os próprios autores sobre a concepção do seu trabalho.
Em Tiradentes, o Festival de Fotografia é realizado desde 2011 com a mesma proposta de divulgar a produção fotográfica brasileira, e fomentar o desenvolvimento da linguagem artística no Brasil. Do seu início até hoje, já reuniu trabalhos de 679 fotógrafos em 74 exposições, além de lançar 115 livros de fotógrafos e realizar 114 palestras e 122 cursos e workshops.
O Festival é realizado com os benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura; patrocínio do Itaú e o apoio do Itaú Cultural, SESI Minas e UFMG. Conta também com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba na etapa de seleção na capital paranaense.
Serviço:
Caravana Foto em Pauta e Festival de Fotografia de Tiradentes.
Palestra: Dia 10 de Janeiro de 2019, das 19h às 21h30
Local: Memorial de Curitiba – Teatro Londrina (Rua Doutor Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
Ao final da palestra serão feitas as inscrições para as leituras de portfólio que acontecem dia 11 de janeiro, no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Solar do Barão). Horário definido no ato da inscrição.

TARGINO PEREIRA! O ÚLTIMO ADEUS!



(Fotos: Lia Pimentel)

O velório aconteceu inicialmente na Fazenda Trincheira, de sua propriedade, durante toda a noite da segunda feira. Já na manhã da terça feira, 08, o corpo foi levado em cortejo até o Ginásio Poliesportivo Geovana de Azevedo Targino, onde permenceu até o final da tarde. Durante este período, uma grande multidão compareceu para dar suas últimas homenagens a Targino. Auxiliares da administração, amigos, correligionários e o povo se aglomerou no ginásio e em todas as suas adjacências para acompanhar o velório. Nomes da política estadual participaram para o último adeus ao prefeito de Nova Cruz, como a ex governadora Rosalba Ciarline, o ex senador Garibaldi Alves, além de Carlos Eduardo Alves e Henrique Alves, que foi um dos que discursou no local, o ex prefeito Cid Arruda Câmara, Geraldo Melo, deputados estaduais, federais, prefeitos e ex prefeitos de diversas cidades vizinhas.

Outro momento emocionante também foi a celebração da Missa de Corpo Presente presidida pelo Arcebispo Emérito de Natal, D. Matias Patrício de Macedo que por 22 anos foi pároco de Nova Cruz e amigo pessoal de Targino Pereira, e que foi concelebrada por vários padres da região. Ao final da tarde, o corpo foi conduzido até o carro do corpo de bombeiros que o levou em cortejo fúnebre acompanhado por centenas de carros e ônibus até o cemitério da Fazenda Trincheira de sua propriedade para o sepultamento.

Diversas entidades, órgãos governamentais enviaram ao longo da terça feira, diversas notas de pesar pelo falecimento de Targino Pereira, destacando-se a nota emitida pela Federação dos Municípios do RN – FEMURN que assim diz:

"A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN, em nome dos Prefeitos Municipais de todo o Estado, seus Diretores e Servidores, manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento do Prefeito do Município de Nova Cruz, Targino Pereira, ocorrido na tarde desta segunda-feira, 07 de janeiro. Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, pedindo pelo conforto de seus corações. O Município de Nova Cruz e o Rio Grande do Norte perdem um dedicado cidadão, que trabalhou ativamente pelo desenvolvimento de seu Município, sua região, e do Estado do Rio Grande do Norte. Ex-Prefeito Municipal de cidades do Estado da Paraíba e ex-Deputado Estadual, Targino deixa um importante legado de realizações.
Em nome da FEMURN e dos prefeitos do Estado, deixamos nossos votos de pesar.
Atenciosa e respeitosamente,
Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN"

O Prefeito Targino Pereira faleceu na tarde da segunda-feira, 07 de Janeiro em Natal, vitimado por complicações de saúde, ele tinha 82 anos e deixa a esposa Dona Germana Targino ( ex prefeita de Nova Cruz) e dois filhos: Germano Targino (ex prefeito de Lagoa Danta) e Silvana Targino.

TARGINO PEREIRA DE COSTA NETO – Breve histórico político
Nasceu em Araruna – PB em 1937, onde se lançou na política local com apenas 22 anos e se tornou seu prefeito. Também foi prefeito na vizinha cidade de Tacima. No Rio Grande do Norte ingressou na política em Nova Cruz como candidato a Prefeito pela ARENA 1 em 1982 não alcançando êxito. Em 1988 lançou-se pelo MDB à prefeitura sendo eleito pela primeira vez. Foi deputado estadual em 1994, onde exerceu a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Comissão de Constituição e Justiça e também foi secretário de estado. Foi interventor no município de Goianinha. Elegeu sua esposa Germana Targino como Prefeita de Nova Cruz em 1996, apoiou a terceira eleição de Cid Arruda em 2012 e foi candidato pela terceira vez a prefeito de Nova Cruz tendo conseguido se eleger em 2016.

(Matéria Claudio Lima)