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Em defesa dos povos indígenas: demarcação já!

Antes da invasão Quando os portugueses pisaram as terras que depois seriam conhecidas como Brasil, os povos nativos viviam em regime de...

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)

Acervo Iphan
 
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) tem atuação nacional e sua missão consiste na pesquisa, documentação, difusão e execução de políticas públicas de preservação e valorização dos mais diversos processos e expressões da cultura popular. Sua estrutura abriga: o Museu de Folclore Edison Carneiro, a Biblioteca Amadeu Amaral e os setores de Pesquisa e de Difusão Cultural, além da área administrativa. 
Criado em 1958 e vinculado ao Iphan desde 2003, o Centro atua em diferentes perspectivas com o objetivo de atender as demandas sociais que se colocam no campo da cultura popular. Entre suas principais ações destacam-se os projetos de fomento da cultura popular, desenvolvidos pelo Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) e Sala do Artista Popular (SAP); programas de estímulo à pesquisa, como o Concurso Sílvio Romero de monografias, o Etnodoc (edital de filmes etnográficos), o Dedo de Prosa (fórum de debates) e o Projeto Memórias dos Estudos de Folclore.
Na área de difusão e formação de público, destacam-se o programa de exposições, o programa educativo, o Curso Livre de Folclore e Cultura Popular e os programas de edições e intercâmbio. E na área de documentação, o tratamento, atualização e disponibilização dos acervos museológico (14 mil objetos – MFEC), bibliográfico e sonoro-visual (300 mil documentos – BAA), parte deles disponibilizada em suas coleções digitais.
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Diversidade Etnocídio No Festival de Berlim, indígenas lançam manifesto contra intolerância

Ex-Pajé
Dirigido por Luiz Bolognesi, "Ex-Pajé" foi produzido por Laís Bodanzky e os irmãos Caio e Fabiano Gullane
O documento foi lido após a exibição do documentário “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi, sobre a evangelização de povos indígenas.

A magia da floresta veio para o frio de Berlim, e junto com a magia vieram também o drama da violência do etnocídio, do proselitismo religioso e da destruição da Amazônia. Foi exibido no sábado 17 de fevereiro, na sessão Panorama do Festival de Cinema de Berlim, o filme Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi, produzido por Laís Bodanzky e os irmãos Caio e Fabiano Gullane (time que volta a Berlinale depois do sucesso de Como Nossos Pais, de Laís, ano passado), um belíssimo documentário que mostra a violência do etnocídio dos povos indígenas no Brasil.

O filme acompanha Perpera, um antigo xamã do povo Paiter-Suruí que foi convertido ao evangelismo, tendo que abandonar não só os poderes espirituais, como toda a transmissão de conhecimento ligada as práticas xamãnicas. Estavam junto na sessão em Berlim os indígenas Ubiratã e Kabena Suruí, mãe e filho — Perpera permaneceu no Brasil por não viajar de avião. Após a sessão, o diretor Bolognesi leu um manifesto contra o etnocídio escrito por lideranças indígenas, que reproduzo na íntegra abaixo.
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Através do cotidiano dos Paiter-Suruí, da juventude, como o jovem líder Bira, e uma fotografia belíssima da Amazônia que se esconde atrás do desmatamento e uma linguagem poética, o documentário ganhou uma critica elogiosa da revista Variety e merece provocar um debate sobre o etnocídio e o proselitismo.
Eu disse ao Perpera que queria filmar o seu dia-a-dia, porque o pajé é uma figura central na vida do povo Paiter-Suruí, e ele tinha essa importância. A igreja evangélica está lá e foi filmada com respeito; não quisemos fazer nenhum julgamento de valor”, disse Bolognesi.
Os Paiter-Suruí foram contatados pelo sertanista Chico Meireles e seu filho, Apoena, em setembro de 1969. Nos anos seguintes ao contato, suas terras passaram a ser loteadas ilegalmente pelo Incra, que incentivava a invasão, e também objeto de grilagem, exploração de madeira e garimpo. Junto desse saque pirata e violento, veio junto epidemias mortais que levaram centenas, talvez milhares, de indígenas.
Evangelizado
Perpera, antigo xamã do povo Paiter-Suruí, foi convertido ao evangelismo (Divulgação)
Enfraquecidos pelas epidemias, com os territórios invadidos, também suas almas foram objeto de cobiça, com a invasão de missões evangélicas. A conversão forçada, o proselitismo colonial, o uso de ferramentas e remédios para a conquista de almas e outras barbáries infernais produzidas por missionários contra o povo indígena.
Tiveram também importantes aliados entre os brancos, como a antropóloga Betty Mindlin, o linguista Denny Moore, o sertanista Apoena Meireles, que foi até o fim de sua vida, assassinado em 2004, um fiel defensor dos Suruí.
Perpera nasceu antes desse furacão do contato com o mundo dos brancos e a invasão do espírito do capitalismo. Tinha aproximadamente 20 anos no encontro com Apoena e Chico Meireles. E, portanto, uma formação de vida de seu povo, conhecimento do universo Paiter-Suruí e o convívio e o contato com os espíritos da floresta. Ainda criança, depois de quase morrer por uma doença, Perpera teve sonhos que não deixaram dúvidas de que ele era um uãuã — pajé, na língua tupi Paiter-Suruí. A conversão faz esvaziar de sentido todo esse conhecimento, essa outra relação com o planeta e a forma de viver e habitar o mundo.
O caso de Perpera não é um caso isolado, e após ver o filme, Cristine Tekuá e Carlos Papá Mirim Poty lideraram um manifesto, a reunir as principais organizações e líderes indígenas do país, incluindo o celebre xamã yanomami Davi Kopenawa, autor do extraordinário livro A Queda do Céu (Cia. das Letras, 2015). No manifesto, denunciam a intolerância religiosa, que é crescente e ataca não apenas os povos indígenas, mas os povos de santo, de terreiro, candomblé, umbanda, macumba, comunidades quilombolas, sertanejas. A intolerância agride a possibilidade do convívio, como dizem os indígenas no manifesto abaixo: “Precisamos superar a impossibilidade de conviver em igualdade nas nossas diferenças, e passar a partilhar o mundo”. Ao invés de ex-pajés, como Perpera, que possa o mundo ter no futuro“mais pajés”.
Berlim
Equipe do filme 'Ex-Pajé' no Festival de Berlim (Divulgação)
Manifesto dos Povos e Lideranças Indígenas do Brasil
Mais pajés, menos intolerância
Mais pajés, mais Céu, mais espíritos, mais floresta, mais vida. Menos ódio. Menos intolerância. Menos racismo. Precisamos superar a impossibilidade de conviver em igualdade nas nossas diferenças, e passar a partilhar o mundo com outros seres vivos, outros viventes, viver e se olhar e se reconhecer no olhar do outro, com reciprocidade, com respeito aos humanos e respeito também aos não-humanos, uns ao lado dos outros, vivendo juntos em nossas diferenças. Existe apenas um planeta, e todos podemos viver nele, livres do peso do racismo e do sexismo. Existem muitos mundos que convivem nas diferentes formas de habitar este planeta.
Durante muitos séculos, os pajés equilibram a vida na Terra. Com seus cantos, rezas, curas e sabedoria, massageiam o Planeta proferindo lindas palavras, as mais belas palavras sagradas. São médicas e médicos, rezadoras e rezadores, curandeiras e curandeiros, sabedores do mundo, com suas próprias ciências e sua filosofia.
Em nome de um deus, homens missionários agrediram nos últimos séculos muitas outras formas de vida. Se nos anos 1970 a própria Igreja admitiu sua violência catequista, esse processo não arrefeceu. Assistimos hoje ao crescimento de novas cruzadas de intolerância, sobretudo de missões protestantes. Se aliam com os inimigos dos povos indígenas para deles extraírem suas almas. O etnocídio que visa esvaziar todos os corpos de suas espiritualidades. O genocídio matou os povos em seus corpos físicos e o etnocídio em seu espírito, sua essência, sua forma de viver, que é a sua cultura.
Alguns leem na Bíblia a mensagem para invadir o mundo inteiro para forçadamente pregar o evangelho para todas as criaturas, entendendo que quem não se converter irá arder no inferno que essa própria religião inventou. Essa corrida colonial provoca ainda hoje, talvez como nunca antes, uma disputa por almas que esconde poder, dinheiro, controle de territórios, mercados de almas.
Hoje atravessamos muitas crises, ecológica, econômica, política, a nossa frágil democracia foi atacada e os territórios indígenas estão sendo invadidos e saqueados. Junto com o ferro e o fogo, vem a conversão racista. Trocam as rezas pela bíblia e as medicinas por aspirinas. Epidemias de depressão provocam os maiores índices de suicídio do mundo manchando de sangue as lindas florestas do Brasil.
Os espíritos da floresta estão bravos, pedindo socorro, pois cada árvore derrubada, cada rio contaminado, faz com que desapareçam. Assim disse um sábio pajé, a floresta é um portal cristalino, e todos nós humanos precisamos dela. Se acabar a floresta, também acabará nosso espírito. Os pajés precisam existir, e para existir, precisam ser respeitados. Antes que seja tarde demais, que o mundo esteja esvaziado de espiritualidade e o Céu caia sobre nossas cabeças!
Basta de etnocídio! Mais pajés! Menos intolerâncias! 
Assinam essa carta manifesto as seguintes organizações e lideranças:
Organizações:
Associação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB
Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira -COIAB
Associação Aty Guassu Guarani Kayowá
Comissão Yvy Rupa
Conselho dos Povos Indígenas de São Paulo -CEPISP
Federação do Povo Huni Kuî do Acre - FEPHAC
Instituto Maracá
Fórum dos professores indígenas do Estado de São Paulo, FAPISP
Organização Nhandepa Guarani e Huni Kuî
Rádio Yande
Rede de Memória e Museologia Indígena
ARPIN Sul
ARPIN Sudeste
APOINME
FEPIPA 
Lideranças:
Aílton Krenak
Álvaro Tukano
Alberto Terena
Chicão Terena
Davi Yanomami Kopenawa
Daiara Tukano
Denilson Baniwa
Dinaman Tuxá
Ninawa Huni Kuî
Nara Baré
Carlos Papá Mirim Poty
Cristiane Tekuá
Genito Gomes Kayowá
Marcos Tupã
Antonio Carvalho
Júlio Garcia Karai Xiju
Nelson Ribeiro
Marcos Moreira
Mauricio da Silva Gonçalves
Sama Hani Kuî
Sônia Guajajara
Banima Hani Kuí
Davi Popygua
Joana Munduruku
Benício Pitaguary
Paulo Karai
Rosa Pitaguary
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/diversidade/no-festival-de-berlim-indigenas-lancam-manifesto-contra-intolerancia

“Livro que trata do voluntariado na África lançado em dezembro/2017 é um sucesso! “

Etiópia
Por
 Maristela Rosa

“Enquanto eu estava no píer, tomando uma cerveja e jantando, diante de um visual impressionante, as pessoas no Brasil me mandavam mensagens perguntando se eu estava seguro, se tinha o que comer e se não tinha sido atacado por um leão”, conta  Gustavo Leutwiler Fernandez, embaixador da African Impact no Brasil, voluntário na África do Sul, em 2013, trabalhando em um hospital infantil; no Zimbábue, em 2014, atuando na Comunicação e Marketing de uma ONG voltada à preservação ambiental; e em 2016, vivendo junto à tribo Hamar, no sul da Etiópia.
Com o objetivo de compilar suas experiências neste  trabalho voluntário, Gustavo lançaçou o livro “Africanamente: o que vivi e aprendi como voluntário na África” (Autografia Editora). Para o autor, ser voluntário da oportunidade de entrar em contato com outros povos e culturas, mudar estereótipos que enclausuram – estes mesmo estereótipos que fizeram seus amigos se preocuparem tanto – e obter o autoconhecimento para encontrar propósitos de vida.
Zimbabue
No livro ele narra, por exemplo, a emoção que sentiu ao se despedir dos garotos que estavam internados no hospital onde trabalhou. “Desabei em lágrimas, desesperado porque estava indo embora. Enquanto isso, as crianças me olhavam com um misto de curiosidade e indiferença. Percebi que aquele período em que fui voluntário mudou minha vida, mas, para eles, foram dias comuns, como todos os outros. Assim como eu, centenas de outros voluntários chegam e vão embora a toda hora.”
O lançamento do livro “Africanamente: o que vivi e aprendi como voluntário na África” , com sessão de autógrafos, aconteceu no dia 7 de dezembro/2017,  no Pastucada Livraria Bar & Café – Rua Luís Murat, 40 , Pinheiros, São Paulo (SP).
Fonte: mundonegro.inf.br
Adaptado pelo CPC/RN em, 18/02/2018

Cultura negra influencia cada vez mais jovens afrodescendentes


A expressão “orgulho de ser negro” foi abolida do vocabulário de muitas pessoas por medo do preconceito. Com o passar do tempo, porém, o resgate cultural fez com que os negros assumissem a “negritude” na maneira de ser. Cada vez mais difundida entre os jovens brasileiros, a cultura afro está presente no visual, nas preferência musicais, nos estudos e na religião.
Por influência da mãe, o motoboy Calleb Augusto do Nascimento, de 22 anos, começou a se engajar no movimento negro há quatro anos. O conhecimento do mundo afro fez com que o rapaz mudasse seu estilo e assumisse suas preferências musicais, no caso, o reggae. “Fiz o rasta [penteado característico dos apreciadores do reggae] para me diferenciar, quis mostrar meu estilo black. Se você for ver, 80% dos homens negros têm cabelo rapado. Eu sou o único entre os meus amigos [que tem esse visual]”. Para ele, o negro está conseguindo conquistar o seu espaço, pois está mais “desinibido para isso”.
Cada vez mais, os jovens estão se identificando com a cultura negra. Prova disso são os dados do Censo 2010, divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que os jovens brasileiros entre 15 e 24 anos se declaram pretos e pardos mais do que os adultos. De 34 milhões de jovens nessa faixa de idade, 18,5 milhões se autodeclararam pretos e pardos. Dentre os adultos, 54 milhões dos 107 milhões dessa faixa etária (25 a 59 anos) se disseram pretos ou pardos.
De acordo com o sociólogo e professor do Decanato de Extensão Universitária da Universidade de Brasília (UnB) Ivair Augusto Alves dos Santos, o movimento de resgate cultural negro começou na década de 1950. “Em 1970, a mudança foi física, ou seja, na aparência, com o movimento Black Power. Na década de 2000, a mudança é política e envolve o debate de ações afirmativas.”
Santos atribui esse movimento impulsionado pela juventude às transformações tecnológicas, uma vez que os jovens negros de hoje têm mais possibilidades. “Se compararmos as possibilidades, vemos que são maiores. Você tem grupos de música que conseguem atingir grandes massas, tem mais informações também.”
A cabeleireira Rosemeire de Oliveira, de 32 anos, aponta uma mudança de mentalidade no país, lembrando que, antigamente, ninguém falava sobre “o que é ser negro”. Ela trabalha em um salão afro de Brasília há 12 anos. A maioria dos clientes, segundo ela, são os jovens. “Teve uma época que ser negro era moda. Agora, os negros realmente estão se assumindo e aprendendo a se gostar mais.”
A trança de raiz

A trança de raiz é o penteado mais popular no salão de Rosemeire. embora também haja procura por alisamento. “Tem gente que alisa o cabelo porque gosta, mas tem outras que o fazem porque o trabalho impõe ou para se sentirem mais iguais às outras pessoas. Essas ainda não se assumiram”, disse a cabeleireira.
Cliente de Rosemeire desde criança, a estudante Brenda Araújo Soares Alexandrino de Souza, de 14 anos,  usa tranças no cabelo desde os 3 anos. “Tinha cabelo volumoso e minha mãe fazia as tranças. Minhas amigas gostam, admiram e estão pensando em fazer.”
A adolescente, que faz aniversário hoje (20), Dia da Consciência Negra, acredita que as pessoas estão se identificando mais com a cultura. “Antigamente, não tinham coragem de se mostrar por causa do preconceito. Eu não tenho medo disso.”
Percussão
O percussionista baiano Ubiratã Jesus do Nascimento, de 40 anos, conhecido como Biradjham, cresceu envolvido com a cultura negra. Há 25 anos trabalha com música e já tocou com bandas famosas da Bahia.

Adepto do candomblé, Biradjham diz que os negros têm mais liberdade atualmente. “O movimento está mais forte. A mudança cultural vem de muito tempo, mas hoje tem mais força”.

Fonte: AB - com:  mundonegro.inf.br

“Pantera Negra” vai muito além de um herói negro

Já sabe, né? Se for curtir o filme, não esquece de levar a carteirinha da UBES com você.
O lançamento do “Pantera Negra” nas telonas tem sido muito comentado nas redes sociais e veículos de comunicação do mundo todo. E com o final de semana chegando, curtir um bom filme com a meia entrada estudantil é uma ótima opção.
Pantera Negra é um filme totalmente baseado em personagens negros. A produção tem sido aclamada pelo público devido a essa abordagem diferenciada em comparação a outros filmes que abordam a temática racial.
À UBES, Pedro Borges, jornalista e co-fundador da Alma Preta, agência de jornalismo especializada na temática racial do Brasil, comenta que a mídia sempre representou o negro de uma maneira bastante estereotipada: “Ao longo da história, o negro é representado com uma imagem sexualizada ou animalizada, fortalecendo o imaginário da criminalidade”.
Para Borges, essa comunicação sempre teve o papel de naturalizar esse que é colocado como o papel do negro na sociedade e serve como uma forma de manutenção do racismo e da população negra na base da sociedade e nos espaços mais vulneráveis, além de favorecer a sustentação de uma política de estado que reforça as desigualdades.
Composto por cinco nigerianas e com um elenco majoritariamente negro, o filme retrata uma cultura negra fortalecida, apresenta personagens femininas negras com atuação forte e aborda o “afrofuturismo” com o reino fictício de Wakanda que, na trama, é uma potência em tecnologia.
A trilha sonora do filme é composta por grandes artistas da música negra e aqui, no Brasil, o rapper Emicida foi o escolhido para se encarregar da música tema de Pantera Negra.
“As propostas de comunicação que representem o negro de uma maneira positiva e, sobretudo, para além destes estereótipos, é extremamente rica e importante para a construção de uma sociedade mais democrática”, enfatiza Pedro.
Que tal aproveitar o final de semana com ela, sua carteirinha da UBES, prestigiando a cultura e o cinema?
Se você ainda não tem, acesse o site do Documento do Estudante e solicite já o seu: www.documentodoestudante.com.br

Por Aline Campos

Baby do Brasil é a convidada do Notas Contemporâneas do MIS em fevereiro

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Para abrir a agenda 2018 do programa Notas Contemporâneas, o MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, convidou a cantora e compositora Baby do Brasil. A artista participa de um bate-papo sobre sua carreira, mediado pelo jornalista Cadão Volpato, enquanto a Banda MIS interpreta seus grandes sucessos no palco. O público presente também poderá interagir e enviar perguntas a Baby durante o encontro.
Com curadoria de Cleber Papa, o Notas Contemporâneas será no dia 21 de fevereiro, quarta-feira, às 20h00, no Auditório MIS (172 lugares). O ingresso, gratuito, deve ser retirado com uma de antecedência na bilheteria do Museu.
Sobre a artista


Baby do Brasil ganhou notoriedade nacional e internacional na década de 70 com o grupo Novos Baianos – fundado por ela, Moraes Moreira, Galvão, Paulinho Boca de Cantor e Pepeu Gomes, uma das maiores influências da MPB. Hoje, Baby continua muito bem acompanhada no palco. Sua nova banda traz nomes de peso com o renomado Frank Solari na guitarra, o lendário baterista Jorginho Gomes, os talentosíssimos André Gomes no baixo, Dudu Trentin nos teclados, e o guitarrista e violonista Daniel Santiago.
Sobre o Programa Notas Contemporâneas
O projeto mensal, com curadoria de Cleber Papa, registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta de um longo depoimento realizado em estúdio com a pesquisadora Rosana Caramaschi, que passa a integrar o acervo do MIS; a segunda é ao vivo no palco do auditório do museu com mediação do jornalista Cadão Volpato, acompanhado da Banda MIS que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas muito bem-vindos, o público pode participar fazendo perguntas que serão selecionadas pelo museu e, assim, integram o roteiro da noite.

Serviço

NOTAS CONTEMPORÂNEAS | Baby do Brasil
DATA 21.02, quarta-feira
HORÁRIO 20h00
LOCAL  Auditório MIS (172 lugares)
INGRESSO Gratuito (sujeito à lotação da sala – retirada de ingressos com uma hora de antecedência na Recepção MIS)
Foto: Baby do Brasil – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo