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PRESIDENTE DO CPC/RN REUNIU-SE COM AS/OS CANTORES/AS JULIANA GOMES E DIEGO RAMOS - ASSUNTO: GRAVAÇÃO DE UM FUTURO CD!

Eduardo Vasconcelos - centro, entre os/as cantores/as, Juliana Gomes e Diego Ramos Hoje (17) a tarde no alpendre da Casa de Cultura &...

sexta-feira, 15 de junho de 2018

PRESIDENTE DO CPC/RN PARTICIPA DE OFICINA PROMOVIDA PELA FETARN

 Presidente da FETARN, Manoel Cândido dando boas vindas aos participantes da Oficina
 Elias D´Àngelo Borges, Secretário de Política Agrária da CONTAG presente ao evento
 Assessor de Comunicação do STRAF de Nova Cruz/RN elogia a iniciativa da FETARN/CONTAG e propôs propostas 
 Manoel Cândido - Presidente da FETARN
 Edmilson Gomes da Silva - (Negão) presente a Oficina promovida pela FETARN
 Eduardo Vasconcelos - Assessor da Comunicação do STRAF de Nova Cruz
 Manoel Cândido
 Eduardo Vasconcelos - Assessor de Comunicação do STRAF - NOVA CRUZ

 Presença do Presidente do CMDS - Conselho Municipal de Desenvolvimento  Social, Damião Gomes da Silva presente a Oficina.
 "Negão" - Presidente do STRAF de Nova Cruz
 Eduardo Vasconcelos
 Plenário literalmente lotado
 Eduardo Vasconcelos - Assessor de Comunicação do STRAF - NOVA CRUZ/RN
 Presidente do INCRA - RN, LUCIANO respondendo as perguntas dos assentados
 Lideranças sindicais de Nova Cruz (fila da frente), Zé Fama,......... e Daniele
 Mesa oficial

 Antônia, Secretária de Política Agrária da FETARN

Centenas de lideranças rurais e assentada presentes a oficina

Ontem (14) e Hoje (15) a FETARN em conjunto com a CONTAG promoveu em Natal Oficina Estadual de Formação para Acesso a Terra e Política de Permanência no Campo - Rio Grande do Norte, que contou com mais de 100 (cem) representantes de assentados e diretores/as sindicais vinculados aos sindicatos filiados a FETARN.

O evento teve como palestrante o Superintendente do INCRA/RN, José LEONARDO Guedes Bezerra, que ouvindo as reivindicações dos presentes foi respondendo e outras ficou de serem analisadas e posteriormente encaminhadas para análise, mas garantiu que fará todos os esforços para dentro daquilo que for competência do órgão procurar atende-las. .

Já o presidente da FETARN, Manoel Cândido reforçou a necessidade das instituições se unirem para resolver as reivindicações dos assentados em tempo rápido, já que tem assentamentos precisando urgente de uma resposta urgente.

O Secretário de Política Agrária da CONTAG, Elias D'Angelo Borges acolheu algunhas demandas e prometeu levá-las a direção da CONTAG, para que na esfera federal discutir essas demandas junto ao INCRA Nacional, além de ajudar a FETARN e Assentados nas outras demandas locais e no final de sua fala, prometeu voltar ao Estado o mais rápido possível para fortalecer a luta dos assentados, sindicatos e a FETARN.

Eduardo Vasconcelos - assessor de comunicação do STRAF de Nova Cruz, representando em sua fala o presidente, "Negão", propôs que a FETARN e o INCRA/RN possam procurar vê a viabilidade de ambas as instituições possam firmar convênios com outros órgãos a nível estadual e federal para que chegar outras políticas aos assentamentos, como por exemplo as sociais, culturais e educacionais, e finalizando alertou as todos para no pleito eleitoral que se aproxima os assentados participem de forma consciente e procurem eleger candidatos comprometidos com as lutas dos trabalhadores em em especial os assentados, como a LEGALIZAÇÃO E POSSE DE FATO DOS ASSENTAMENTOS/ASSENTADOS.

Quilombolas


Regularização de Territórios Quilombolas
Comunidade Quilombola de Ressaca da Pedreira no Amapá. Foto: Maria Celina Carvalho - Incra SR(06)MG
As comunidades quilombolas são grupos étnicos – predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana –, que se autodefinem a partir das relações específicas com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade, as tradições e práticas culturais próprias. Estima-se que em todo o País existam mais de três mil comunidades quilombolas.
Por força do Decreto nº 4.887, de 2003, o Incra é a autarquia competente, na esfera federal, pela titulação dos territórios quilombolas. As terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos são aquelas utilizadas para a garantia de sua reprodução física, social, econômica e cultural. Como parte de uma reparação histórica, a política de regularização fundiária de Territórios Quilombolas é de suma importância para a dignidade e garantia da continuidade desses grupos étnicos.
Em sua estrutura regimental a temática quilombola é tratada pela Coordenação Geral de Regularização de Territórios Quilombolas (DFQ), da Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária, e, nas Superintendências Regionais, pelos Serviços de Regularização de Territórios Quilombolas.
Fonte: INCRA

Concurso IPHAN 2018: Saiu o edital com 411 vagas para nível médio e superior! Até R$ 5.035,29!


Saiu o edital. Foi divulgado no Diário Oficial da União, o edital de abertura do concurso público do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Concurso IPHAN 2018) para o preenchimento de 411 vagas em cargos de ensino médio e superior. O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe-CESPE) tem a responsabilidade do certame.
De acordo com o edital de concurso do IPHAN 2018, as oportunidades são destinadas aos cargos de Analista I – Nível Superior (104 vagas), Técnico I – Nível Superior (176 vagas) e Auxiliar Institucional – Nível Médio (131 vagas). Os provimentos dos cargos de Analista I e Técnico I estão previstos para junho de 2018, enquanto os provimentos dos cargos de Auxiliar Institucional I estão previstos para 2019, condicionados estes a novo ateste orçamentário naquele exercício.
As vagas são destinadas aos estados da federação e ao Distrito Federal, e poderão ser distribuídas entre as sedes do IPHAN nas capitais das 26 unidades da Federação e no Distrito Federal ou nos Escritórios Técnicos existentes nas seguintes cidades: AL – Piranhas; BA – Cachoeira, Lençóis, Porto Seguro e Rio de Contas; CE – Icó e Sobral; GO – Goiás e Pirenópolis; MA – Alcântara; MG – Congonhas, Diamantina, Mariana, Ouro Preto, São João Del Rei, Serro e Tiradentes; MS – Corumbá; PB – Areia; PE – Fernando de Noronha, Igarassu e Olinda; PI – Parnaíba e São Raimundo Nonato; RJ – Paraty, Petrópolis, São Pedro D´Aldeia, Vassouras; RS – Antônio Prado, Jaguarão e São Miguel das Missões; SC – Laguna, Pomerode e São Francisco do Sul; SE – São Cristóvão; SP – Iguapé; TO – Natividade.
Sobre os cargos
ANALISTA I
ÁREA 1 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Comunicação Social, Jornalismo ou Relações Públicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);
ÁREA 2 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Cartográfica, Geografia ou Geociências, ou nível superior em qualquer área de formação, acrescido de pós-graduação em Geoprocessamento, Sistema de Informações Geográficas (SIG) ou Geomática, fornecido por instituição de ensino superior
ÁREA 3 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 4 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 5 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 6 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Relações Internacionais, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 7 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 8 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
O Analista I deverá desenvolver atividades de nível superior, de complexidade e responsabilidade elevadas que compreendam o assessoramento especializado voltado para a gestão dos processos relativos à salvaguarda e à preservação do patrimônio cultural; acompanhar e se manifestar em processos relacionados a políticas intersetoriais e temáticas transversais ao patrimônio cultural; desenvolver e participar das atividades de articulação e mobilização social necessárias às ações institucionais; participar em conselhos representativos, comissões, grupos e equipes de trabalho de interesse da administração; elaborar e analisar orçamentos; executar atividades de gestão administrativa, orçamentária e financeira; acompanhar e fiscalizar projetos e(ou) serviços; elaborar termos de referência, projetos e editais; fiscalizar contratos, convênios e instrumentos congêneres; e outras atividades compatíveis com as atribuições profissionais e competências institucionais. O salário é de R$ 5.035,29, por jornada de trabalho de 40 horas semanais.
TÉCNICO I
ÁREA 1 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Ciências Sociais ou Antropologia, ou em qualquer área de formação, acrescido de pósgraduação strictu sensu em Antropologia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 2 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Arqueologia ou em qualquer área de formação, acrescido de pós-graduação stricto sensu em Arqueologia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 3 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Arquitetura e Urbanismo, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no órgão de classe;
ÁREA 4 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Arquivologia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no Ministério do Trabalho (Decreto nº 93.480, 1986);
ÁREA 5 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Biblioteconomia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no órgão de classe;
ÁREA 6 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Ciências Biológicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no órgão de classe;
ÁREA 7 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em conservação e restauração de bens culturais móveis ou nível superior em qualquer área de formação, acrescido de pós-graduação em conservação e restauração de bens culturais móveis, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC;
ÁREA 8 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Agronômica, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no órgão de classe.
ÁREA 9 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Civil, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro no órgão de classe.
ÁREA 10 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em História ou em qualquer área de formação, acrescido de pós-graduação strictu sensu em História, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
ÁREA 11 REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de ensino superior em Educação, Pedagogia ou licenciatura em ciências humanas, ou em qualquer área de formação, acrescido de pós-graduação strictu sensu em Educação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
O Técnico I deverá desenvolver atividades de nível superior, de complexidade e responsabilidade elevadas, que compreendam elaborar estudos, análises, pareceres, laudos, notas, relatórios e avaliações técnicas para instrução e acompanhamento de processos relativos à salvaguarda e à preservação do patrimônio cultural; avaliar o impacto ao patrimônio cultural em projetos e empreendimentos, inclusive no âmbito do licenciamento ambiental; realizar vistorias, levantamentos e avaliações de campo; acompanhar e se manifestar em processos relacionados a políticas intersetoriais e temáticas transversais ao patrimônio cultural; desenvolver e participar das atividades de articulação e mobilização social necessárias às ações institucionais; integrar conselhos representativos, comissões, grupos e equipes de trabalho de interesse da administração; elaborar e analisar orçamentos; acompanhar e fiscalizar intervenções e(ou) serviços; realizar intervenções conservativas e(ou) restaurativas de bens culturais e acervos sob a gestão do Iphan; elaborar termos de referência, projetos e editais; fiscalizar contratos, convênios e instrumentos congêneres e outras atividades compatíveis com as atribuições profissionais e competências institucionais. O salário é de R$ 5.035,29, por jornada de trabalho de 40 horas semanais.
AUXILIAR INSTITUCIONAL
ÁREA 1 REQUISITO: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio (antigo segundo grau) ou curso técnico equivalente, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo órgão competente 
ÁREA 2 REQUISITO: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio (antigo segundo grau) ou curso técnico equivalente, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo órgão competente.
ÁREA 3 REQUISITO: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio técnico em conservação e restauração de bens culturais móveis ou ensino médio acrescido de curso técnico em conservação e restauração de bens culturais móveis, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo órgão competente.
ÁREA 4 REQUISITO: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio técnico em Edificações, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo órgão competente, e registro no órgão de classe.
ÁREA 5 REQUISITO: certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio técnico em Agronomia ou Jardinagem, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo órgão competente, e registro no órgão de classe, quando for o caso.
O Auxiliar Institucional deverá desenvolver atividades de nível intermediário de suporte às áreas administrativa e finalística, que compreendam a execução de atividades rotineiras de cunho administrativo e logístico; dar suporte às atividades que compõem o ciclo de gestão documental; dar suporte à análise, diagnóstico e intervenção em bens culturais móveis; dar apoio às atividades técnicas relativas à elaboração e análise de projetos e orçamentos e fiscalização de obras; dar suporte às atividades de fiscalização; realizar atividades de conservação e manutenção dos jardins históricos sob a gestão do IPHAN; e outras atividades compatíveis com as atribuições profissionais e competências institucionais. A remuneração é de R$ 3.419,97, por jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Inscrição Concurso IPHAN 2018
As inscrições do concurso IPHAN 2018 serão realizadas entre 10 horas do dia 18 de junho e 18 horas do dia 09 de julho de 2018, no site oficial (http://www.cespe.unb.br/concursos/iphan_18 ). A taxa de inscrição custará:
R$84,00 para nível médio; e
R$117,00 para nível superior.
Necessidade de Concurso do IPHAN é grande
A Comissão de Cultura da Câmara realizou audiência pública no final do ano passado para discutir a manutenção e preservação do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Sob os cuidados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, há oito décadas, o patrimônio nacional está ameaçado por falta de condições de o órgão realizar suas incumbências.
A presidente do Iphan, Kátia Bogéa, alertou os parlamentares para o risco do fechamento do instituto. Ela ressaltou que, em 80 anos, só foram realizados dois concursos públicos e o Iphan tem hoje 516 cargos vagos, comprometendo o trabalho em todo o País. “Hoje nós temos para cuidar de todo o patrimônio brasileiro com 27 superintendências, 28 escritórios técnicos, apenas 678 servidores, dos quais 480 se aposentam em dois anos. Portanto, se nada for feito, a instituição simplesmente fecha as portas”.
Provas Concurso IPHAN 2018
O concurso IPHAN 2018 para os cargos de que trata este edital compreenderá as seguintes fases, de responsabilidade do Cebraspe:
  1. a) provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargo;
  1. b) prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos; e
  1. c) avaliação de títulos, de caráter classificatório, somente para os cargos de nível superior.
As provas objetivas, a prova discursiva, a avaliação de títulos, para todos os candidatos, a perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência e o procedimento de heteroidentificação complementar à autodeclaração dos candidatos negros serão realizadas nas 26 capitais dos estados da Federação e no Distrito Federal.
As provas objetivas e a prova discursiva para os cargos de nível superior e médio terão a duração de 4 horas e 30 minutos e serão aplicadas na data provável de 26 de agosto de 2018. As avaliações serão aplicadas no turno da manhã (para nível superior) e tarde (nível médio).
Na data provável de 16 de agosto de 2018, será divulgado na internet, no site da organizadora, o edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas.
As provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, valerão 120,00 pontos e abrangerão os objetos de avaliação constantes do item 15 deste edital. Cada prova objetiva será constituída de itens para julgamento, agrupados por comandos que deverão ser respeitados. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o(s) comando(s) a que se refere o item. Haverá, na folha de respostas, para cada item, dois campos de marcação: o campo designado com o código C, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item CERTO, e o campo designado com o código E, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item ERRADO.
Sobre o IPHAN
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura que responde pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Cabe ao Iphan proteger e promover os bens culturais do País, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras.
O Iphan possui 27 Superintendências (uma em cada Unidade Federativa); 27 Escritórios Técnicos, a maioria deles localizados em cidades que são conjuntos urbanos tombados, as chamadas Cidades Históricas; e, ainda, cinco Unidades Especiais, sendo quatro delas no Rio de Janeiro: Centro Lucio Costa, Sítio Roberto Burle Marx, Paço Imperial e Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular; e, uma em Brasília, o Centro Nacional de Arqueologia. O Iphan também responde pela conservação, salvaguarda e monitoramento dos bens culturais brasileiros inscritos na Lista do Patrimônio Mundial e na Lista o Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, conforme convenções da Unesco, respectivamente, a Convenção do Patrimônio Mundial de 1972 e a Convenção do Patrimônio Cultural Imaterial de 2003.
Informações do concurso
Concurso: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Banca organizadora: CESPE
Escolaridade: médio e superior
Número de vagas: 411
Remuneração: até R$ 5.035,29
Inscrições: entre 10 horas do dia 18 de junho e 18 horas do dia 09 de julho de 2018
Taxa de Inscrição:R$84,00 para nível médio; e R$117,00 para nível superior.
Provas: 26 de agosto de 2018
Situação: PUBLICADO