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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Cultura Não acabo amizade por causa de política.

 

Ilustração: Laerte

Texto de autor desconhecido em circulação no Facebook.


Se você concorda que os portugueses não pisaram na África e que os próprios negros enviaram seus irmãos para nos servir, acabo a amizade pelo desconhecimento da História.

Se você concorda que de 170 projetos, apenas 2 aprovados, é o mesmo que 500, acabo a amizade por causa da Matemática.

Se você concorda que o alto índice de mortalidade infantil tem a ver com o número de nascimentos prematuros, acabo a amizade por causa da Ciência.

Se você concorda que é só ter carta branca para que a PM e a Civil matem quem julgarem merecer, acabo a amizade por causa do Direito.

Se você concorda que não há evidências de uso indevido do dinheiro público, mas acha que é mito quem usa apartamento funcional "pra comer gente", acabo a amizade pela Moral.

Se você concorda que Carlos Brilhante Ustra não foi torturador e que merece ter suas práticas exaltadas, acabo a amizade por falta de Caráter.

Se você concorda que o Bolsonaro participou, aos 16 anos, da perseguição ao Lamarca, acabo a amizade por falta de Verossimilhança.

Se você concorda que não temos dívida social com um povo que foi arrancado do seu mundo pra servir a outro e que diferenças de tratamento étnico-racial é historinha, acabo a amizade por Racismo.

Se você concorda que as mulheres devem ganhar menos por gerar vidas e que são frutos de fraquejadas, merecendo serem estupradas ou não, de acordo com a sua aparência, acabo a amizade por Misoginia.

Se você concorda que não há possibilidade das pessoas viverem sua sexualidade livremente, com direitos e deveres como qualquer cidadão ou cidadã, mas que devam apanhar para aprender o que é certo, acabo a amizade por Homofobia.

Como vocês podem ver, não acabo a amizade por causa de política.

Acabo pela ignorância, truculência e pelo desrespeito que acompanha quem diz que não se acaba amizade por causa de política.

O fascismo não se discute, se combate.

Fonte: Portal Vermelho

ANDES NACIONAL: #ELENÃO

Docentes se posicionam contra o projeto fascista e contra o voto branco e nulo
"O ANDES-SN reafirma a sua luta histórica contra o projeto fascista e de extrema direita, o projeto ultraliberal e as ações de ódio que estão sendo difundidas pelo Brasil. Este sindicato se integra às frentes antifascistas suprapartidárias, criadas nos estados e nas instituições públicas de ensino superior, e se posiciona contra o voto nulo e em branco no segundo turno das eleições, indicando a participação ativa nos atos e mobilizações em defesa da democracia e contra o fascismo, bem como nas atividades do movimento #EleNão”.
Reunião conjunta dos Setores do ANDES-SN reforça luta contra fascismo
Há um clima de insegurança instaurado nas instituições de ensino superior. Pessoas armadas, casos de violências verbal e física, intimidações a docentes em salas de aula, pichações racistas, machistas e lgbtfóbicas passaram a compor o cenário universitário brasileiro.
Seções Sindicais se posicionam contra o fascismo e pelas liberdades democráticas
Seguindo a orientação da reunião conjunta dos Setores das Instituições Federais (Ifes) e Estaduais e Municipais de Ensino Superior (Iees/Imes), as seções sindicais do ANDES-SN estão realizando assembleias desde o último dia 10, para discutir a conjuntura eleitoral brasileira. Docentes de diversas instituições estão se posicionando contra a ultra direita.
17 de outubro: Dia de Combate aos assédios sexual e moral
17 de outubro é dia de combate aos assédios sexual e moral nas instituições de ensino superior. Definida no Congresso do ANDES-SN, a data foi incorporada pela Csp-Conlutas e pelo Fonasefe em seus calendários de lutas. Caroline Lima, da direção do ANDES-SN, explica que as instituições de ensino superior têm sido negligentes com as denúncias de casos de assédio sexual e moral. “Nossa ideia, com a data, era abrir um espaço para debater os casos de assédio moral e sexual, que na maior parte das vezes são jogados para debaixo do tapete”, diz.
Agressões e cerceamento ao debate: cresce a onda de ódio
Novos casos de agressão e de cerceamento do debate político surgiram no Brasil na última semana. As universidades e demais instituições de ensino têm sido palco desses ataques de ódio motivados por questões políticas, em especial após os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais.
Saudando o Dia d@s Professor@s, ANDES-SN resgata a educação emancipatória de Paulo Freire
Paulo Freire foi pedagogo, filósofo e é um dos grandes nomes da educação mundial. Nascido em 1921, em Recife (PE), ficou conhecido internacionalmente pela sua teoria de que a educação é o caminho para a emancipação e para o empoderamento de sujeitos para que transformem sua realidade por meio da reflexão crítica. O seu trabalho de alfabetização de adultos é reconhecido mundialmente. Entre as inúmeras obras publicadas está a trilogia: “Pedagogia do Oprimido”, “Pedagogia da Esperança”, “Pedagogia da autonomia”.

Fonte: ANDES SN

Bolsolão: MPE vai apurar suspeita de doações ilegais à campanha de Bolsonaro


Esquema de fake news no WhatsApp pode resultar na cassação da chapa bolsonarista

Da EBC:
O Ministério Público Eleitoral (MPE) vai apurar a suspeita de que empresas privadas estejam fazendo doações ilegais para a campanha do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Pelo menos dois pedidos de investigação já foram protocolados hoje (18) na Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). A expectativa é que outras representações sejam apresentadas diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com reportagem publicada hoje (18) pelo jornal Folha de S.Paulo, empresas que apoiam Jair Bolsonaro estariam pagando pelo serviço de disparo de mensagens pelo WhatsApp a fim de favorecer o candidato Jair Bolsonaro. Procurado para comentar a denúncia publicada pelo jornal, o vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros informou, por meio da assessoria do MPE, que não concederá entrevistas, pois o órgão não pode antecipar qualquer posicionamento sobre casos em análise. A atuação dos pedidos de investigação apresentados ao órgão será feita no âmbito das demais representações que forem encaminhadas ao TSE.
A reportagem diz ter apurado que alguns contratos podem chegar a R$ 12 milhões. A prática, conforme lembra o jornal, é ilegal, pois, se confirmada, trata-se de doação de campanha vedada por lei e, evidentemente, não declarada à Justiça Eleitoral.
Ainda segundo o jornal, as empresas de marketing digital se valem da utilização de números no exterior para enviar centenas de milhões de mensagens, burlando as restrições que o WhatsApp impõe a usuários brasileiros. As atividades envolvem o uso de cadastros vendidos de forma irregular. A legislação eleitoral só permite o uso de listas elaboradas voluntariamente pelas próprias campanhas. O financiamento empresarial de campanha também é proibido.
Bolsonaro defendeu-se da acusação por meio de sua conta no Twitter. “O PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela verdade. Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!”, escreveu o candidato, alegando que o PT “desconhece e não aceita apoio voluntário”.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), em representação na Procuradoria-Geral Eleitoral, classifica o resultado da apuração do jornal como uma “grave denúncia” envolvendo a “ocorrência de ao menos três atos ilícitos de gravidade avassaladora, uma vez que podem viciar a vontade do eleitor e, assim, fraudar o resultado da eleição”.
O PDT também anunciou que ingressará ainda esta semana com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral contra a candidatura de Bolsonaro. A decisão foi tomada no início da tarde de hoje, durante reunião do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, com a assessoria jurídica e outros integrantes da sigla. O PDT, que declarou “apoio crítico” a Haddad no segundo turno, definiu a suspeita de que um dos candidatos esteja sendo favorecido pela suposta compra de pacotes de divulgação em massa de notícias falsas como crime de abuso do poder econômico.
Mais cedo, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, defendeu que, diante da gravidade das suspeitas, o correto seria que a candidatura de Bolsonaro fosse impugnada e que o candidato Ciro Gomes (PDT), que terminou o primeiro turno em terceiro lugar, disputasse com ele o cargo. Ciro obteve 12,47% dos votos válidos, terminando atrás de Haddad.
*Colaboraram André Richter e Paulo Victor Chagas
Fonte: Diário do Centro do Mundo - DCM

Capela Santa Maria em Ctba recebe feira de troca de roupas, livros e CDs

Destinada a servidores da prefeitura e a comunidade em geral, nesta sexta-feira (19/10), das 14h30 às 17h, a Capela Santa Maria recebe a abertura da edição 2018 da Semana Lixo Zero. No mesmo período o local também vai promover a Sustentroca, que é uma feira de trocas de roupas, acessórios, livros, CDs, objetos decorativos, etc. Os organizadores pedem para que os participantes tragam itens que não usem mais, em bom estado, para troca. Para participar os interessados precisam fazer inscrição – informações abaixo.
O objetivo da ação é dar visibilidade às boas práticas de consumo e empoderar a sociedade rumo ao Lixo Zero, por meio de sensibilização, educação, redução, reuso, reciclagem, compostagem e design.
A programação conta com palestra de Jessica Pertile, bióloga pela PUC-PR e pós-graduada em Gestão Ambiental pela UFPR. Ela é uma das fundadoras do Coletivo Lixo Zero e também atua na empresa Beegreen – Sustentabilidade Urbana. Na apresentação, a bióloga vai explanar o conceito e os objetivos do Lixo Zero e mostrar as ações realizadas em Curitiba pelo coletivo.
O evento terá ainda exposição e comercialização de produtos agroecológicos, orgânicos e artesanais dos seguintes grupos: Alimentos da Graciosa, Floresta Orgânica, Raízes Gaúcha, Ilha do Sapo, Porto de Cima, Terra Graciosa e Mago Jardineiro. A feira ficará montada até às 20h – horário de início de um concerto no local.
A abertura da Semana Lixo Zero 2018 faz parte do programa de formação continuada em conscientização ambiental “Nós e o Meio Ambiente”, desenvolvido pela Fundação Cultural.
Inscrições:
Para participar os interessados devem realizar a inscrição, nas opções abaixo:
Acessando o link:
via e-mail: cursosfcc@fcc.curitiba.pr.gov.br , com os seguintes dados:
– servidores municipais: nome, matrícula e órgão
-membros da comunidade: nome, CPF, e-mail, data de nascimento e telefone.
Serviço:
Abertura da Semana Lixo Zero 2018 e Sustentroca
Local: Espaço Cultural Capela Santa Maria (Rua Conselheiro Laurindo, 273) Curitiba
Data: 19 de outubro de 2018
Horário: das 14h30 às 17h
Até as 20h – feira de orgânicos
Evento gratuito
Vagas limitadas

Crime eleitoral da campanha de Bolsonaro não pode ficar impune

Não há como negar que as ações de campanha da extrema direita, pautadas por ilegalidades, violências e coações abusivas, afrontam os mais elementares princípios democráticos.
A revelação, pela Folha de S. Paulo, de um esquema criminoso contratado por empresários que apoiam Jair Bolsonaro para atacar a chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila é apenas a ponta de um enorme iceberg, que precisa ser revelado na sua inteireza. Especialistas afirmaram que a fraude bolsonarista das notícias falsas nas redes sociais impactam o resultado das pesquisas eleitorais e, decisivamente, o resultado das votações.
Ao se passar esse processo a limpo com rigor, certamente emergirá que desde o primeiro turno a campanha de Bolsonaro contaminou a disputa com fraudes e ações que pisoteiam as leis. A votação obtida pelo candidatodo PSL,portanto, está contaminada por ilícitos. E tem mais. A citada reportagem denunciou que há uma grande operação criminosa de disseminação de fakes para a última semana da campanha. … Essa prática de gangsterismo eleitoral, é bom que se diga, se coaduna com a verborragia protofascista dos candidatos da chapa da extrema direita, Bolsonaro e Mourão, que nada têm a oferecer ao país senão desesperança, miséria, rapinagem por grandes grupos econômicos e violência contra o povo.
É evidente que esses métodos ilegais influenciaram a preferência de grande parcela do eleitorado. Ninguém minimamente informado embarcaria nessa canoa furada, cujo destino é tão previsível quanto um dia depois do outro. Além do crime propriamente dito, Bolsonaro e seus apaniguados incorrem em outro delito eleitoral ao promover, cinicamente, o que não vão entregar, com a grave consequência de que com esses dois métodos de charlatanismo eles pretendem praticar um dos maiores assaltos ao país e ao povo da história.
Esse submundo da campanha de Bolsonaro que começa a emergir, tem provocado grande sentimento indignação em todos os segmentos democráticos e progressistas, merece, além de ser denunciado por todos os meios possíveis para que seja punido com os rigores da lei, ser enfrentado com uma campanha de massas nessa reta de chegada da campanha eleitoral. Esse dado agora revelado pode ser mais uma importante ferramenta para que a militância democrática e progressista fure a barreira das fakes news bolsonaristas e diga ao povo, com dados e fatos, quais são as reais intenções desses candidatos neofascistas.
O Brasil tem experiência com esse tipo de gangsterismo político. Na história da República, pode ser lembrado, entre outros, o caso do “Plano Cohen”, um documento forjado pelo capitão integralista (fascista) Olímpio Mourão Filho, simulando a iminência de uma “revolução comunista”, pretexto para o golpe do Estado Novo em 1937. O mesmo expediente, com novas formas, se repetiu em 1964, quando foi instaurada a ditadura militar. Em 1982, tentaram impedir a eleição do histórico líder trabalhista Leonel Brizola no que ficou conhecido como Escândalo da Proconsult. Outros episódios da história, marcados pela embuste e a fraude, também serviram de instrumentos para afrontar a democracia e a soberania popular, como ocorreu com o golpe de 2016.
Esses métodos da chapa da extrema direita, agora expostos como esgoto a céu aberto, são, sem dúvida, um dos mais graves dessa galeria histórica de crimes políticos e revelam prática de corrupção através de “caixa dois” com a evidente intenção de fraudar a eleição. A campanha Bolsonaro, simulando atuar nos marcos da democracia constitucional, na verdade tramam para pôr abaixo o que resta de Estado Democrático de Direito e assim abrir as portas da nação para a rapinagem e a exploração dos trabalhadores pelos monopólios econômicos internacionais, domados pelos interesses do parasitismo financeiro, que estão por trás dessas candidaturas.
Diante dessa fato novo de grande significado, a conclamação às manifestações do dia 20 pelo movimento #todospeloBrasil redobra a sua importância.
Fontes: Portal Vermelho e Brasil Cultura

Escritores, editores e livreiros declaram apoio a Haddad

Escritores, editores, livreiros e trabalhadores do mercado editorial declaram apoio a Fernando Haddad (PT) para a presidência da República. Entre os apoiadores do presidenciável, destacam-se intelectuais como Angela Davis, Arnaldo Antunes Augusto de Campos, Chico Buarque, Conceição Evaristo, David Harvey, Fernando Morais, Lilia Schwarcz, Leonardo Padura, Lira Neto, Luiz Schwarcz, Luís Fernando vVríssimo, Marilena Chauí, Milton Hatoum e Noam Chomsky.
Divulgação/Boitempo Intelectuais brasileiros e estrangeiros declaram apoio a Haddad em defesa da democracia e da educação Intelectuais brasileiros e estrangeiros declaram apoio a Haddad em defesa da democracia e da educação
Intitulado “Manifesto do Livro” o documento destaca a atuação de Haddad como acadêmico e político. “Professor, pesquisador, ministro da Educação e prefeito de São Paulo, Haddad demonstrou compromisso claro com valores que são essenciais para a vida intelectual e literária de um país democrático: a promoção do letramento e da democratização da vida escolar, a defesa intransigente da liberdade de opinião e a busca pela igualdade de vozes no debate político, cultural e pedagógico”.
Ao mesmo tempo, os intelectuais acreditam que Jair Bolsonaro (PSL) represente “risco de retrocessos” por “apoiar projetos como o Escola sem Partido, que, a pretexto de instituir uma educação “neutra” – ficção em qualquer país do mundo -, visa a doutrinar os alunos com o que há de mais retrógrado e a introduzir a delação na atividade docente”.
O manifesto também rechaça a “difusão incessante” de “mentiras sobre Fernando Haddad e Manuela D’Ávila e a defesa da censura de livros e das restrições à liberdade de pensamento”.
Para os intelectuais a atuação política de Haddad se traduziu “em avanço na escolarização, na diversidade nas escolas – como a inclusão de pessoas com deficiência – e na ampliação do acesso à universidade. Seu programa de governo promete aprofundar essas mudanças essenciais para a democracia e a bibliodiversidade”.
“Sendo assim, em favor da democracia duramente conquistada e de um país melhor e menos desigual, nosso voto não poderia ser outro”, afirmam.
Fonte: BRASIL CULTURA