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Atrofia cultural

O cartunista  Miguel Paiva  afirma que a cultura brasileira segue ameaçada. Ele diz: “um país como o Brasil não pode ser entregue a ini...

domingo, 23 de setembro de 2018

MP 841: O arcabouço do sonho

Estudantes e artistas protestam contra a MP que vai transferir recursos da Cultura e Esporte para a pasta de Segurança Pública.
O que esperar do corte na Cultura e Esporte promovidos pela nova medida provisória de Temer? Confira no texto escrito pela jornalista e cuqueira Brenda Amaral.
Lançada no começo de junho, a Medida Provisória 841 de 2018 é mais uma fissura aberta pelo governo Temer contra direitos sociais conquistados há décadas. A proposta é transferir para a pasta da segurança pública o dinheiro destinado ao esporte e à cultura, arrecadado pelas loterias federais.
São 450 milhões de reais que levantam e dão vida a milhares de ações sociais por todo o país e que, para além da concretude das aulas, oficinas e vivências proporcionadas pelos projetos, permitem às crianças e sujeitos brasileiros a possibilidade de reinventarem seus cotidianos. E isso não é pouco.
Uma criança que tem acesso a atividades esportivas e culturais abre-se para um mundo novo, que certamente o investimento na segurança pública não pode garantir, como vimos ainda há pouco, com a morte dilacerante de Marcos Vinicius, justamente a caminho da escola.
A escolha de se priorizar os investimentos bélicos é a escolha de dar voltas sem fim em círculos perigosos. O problema da segurança pública é real, mas se resolve através da observação de um Brasil profundo e lendário em que só medidas transversais, transhumanas e transdisciplinares resultariam em soluções de enfrentamento à violência e à ordem vigente.
Essa obstinação do atual governo em investir na segurança pública, no financiamento de caveirões, tropas de choque e tanques de guerra é o resumo de um sistema raso e insensível. Temer e sua trupe são insensíveis e o sonho é muito importante para a sobrevivência de uma sociedade.
Por isso, a cultura precisa ser entendida como infraestrutura da vida e ocupar um lugar central na mesa em que se discutem as políticas de desenvolvimento do país, o que é muito distante do que vemos hoje, com orçamentos baixíssimos destinados à área e inumeráveis golpes sofridos diariamente contra essa força política que tem a cultura; a força de mover a base do redemoinho e de fazer girar a roda viva que é, ou que pode ser o Brasil – que sonha com a volta do irmão do Henfil.
Brenda Amaral – jornalista pela Faculdade Casper Líbero, estudante da Escola de Comunicação e Artes da USP – ECA USP, mídia tática do teat(r)o Oficina Uzyna Uzona e universidade antropófaga.

27 de Setembro festa popular - Cosme & Damião ( Ibejis)...



O Dia de São Cosme e Damião é comemorado em 27 de setembro pelos seguidores do candomblé,xangô, xambá, umbanda e batuque, no dia 26 de setembro é celebrado pelos católicos.

São Cosme e Damião, ao lado de São Lucas, são conhecidos como os santos padroeiros dos médicos e dos farmacêuticos.
Nesta data, em praticamente todo o país, existe o hábito de dar doces e brinquedos para as crianças, que vão para as ruas para receberem essas recompensas.

História de São Cosme e São Damião
Cosme e Damião eram dois irmãos árabes, provavelmente gêmeos, que residiam na região da Ásia Menor. Eles eram médicos cristãos, sendo que demonstravam grande compaixão pelos doentes, seres humanos e animais, curando-os sem cobrar dinheiro.

Eles ficaram conhecidos como inimigos do dinheiro e, posteriormente, foram acusados de serem inimigos dos deuses romanos. Por esse motivo, os jovens foram condenados à morte por ordem do Imperador Diocleciano, por volta do século IV d.C.


Sincretismo como resistência :

Com o sincretismo religioso, os negros africanos escravizados cultuavam a imagem de São Cosme e Damião como se fossem os correspondentes aos orixás gêmeos Ibejis. Esses são representados pela imagem de irmãos gêmeos, que indicam a boa sorte que seus pais tiveram em ter dois filhos ao mesmo tempo.

Neste dia, nos terreiros, celebra-se a alegria e a inocência das crianças. Daí vem o costume de oferecer às crianças doces no dia 27 de setembro

Distribuição de balas 
Apesar de ser um evento que veio do Candomblé, através do sincretismo, uma das tradições do “Caruru” faz parte da história dos santos São Cosme e São Damião: a distribuição de balas. Isso porque eles, desde pequenos, eram médicos e cuidavam de doentes, em grande parte crianças, na região da Península Arábica sem cobrar dinheiro. Por isso, as pessoas criaram o costume de distribuir
os doces para homenagear os santos ou cumprir promessas feitas a eles.


Cosme e Damião morreram por volta do ano 300 d.C. degolados, vítimas de uma perseguição do imperador romano Deocleciano. Eles também são considerados os padroeiros dos farmacêuticos, médicos e das faculdades de medicina.

Oração a São Cosme e Damião

“São Cosme e Damião, que por amor a Deus e ao próximo vos dedicastes à cura do corpo e da alma de vossos semelhantes, abençoai os médicos e farmacêuticos, medicai o meu corpo na doença e fortalecei a minha alma contra a superstição e todas as práticas do mal.

Que vossa inocência e simplicidade acompanhem e protejam todas as nossas crianças. Que a alegria da consciência tranquila, que sempre vos acompanhou, repouse também em meu coração. Que a vossa proteção conserve meu coração simples e sincero, para que sirvam também para mim as palavras de Jesus: 'Deixai vir a mim os pequeninos, porque deles é o Reino do Céu'. São Cosme e Damião, rogai por nós. Amém”.


As Divindades Gêmeas da Vida e do Nascimento

Os Ibejis são filhos de Iansã e Xangô. Ao dar a luz as crianças, ela os repudiou, os abandonando nas águas de um rio.

Oxum estava a passear por perto e escutou o choro das crianças, sem hesitar correu na direção do som e encontrou os dois pequeninos recém nascidos. Diz a lenda que ambos irmãos sorriram para Oxum quando a viram, o que fez o coração da Orixá derreter de amor pelos pequenos. Oxum então passou a ser a mãe dos Ibejis e os deu os nomes: Taiwo e Kehinde. Ibejis é o único Orixá que possui dupla representação e eles simbolizam o nascimento de todas as coisas.
A História da vida humana dos Ibejis – Antes de serem Orixás

Os gêmeos eram dois príncipes capazes de trazer sorte a todos que os consultassem. Com muita alegria e sabedoria o jeito infantil de enxergar as situações os possibilitavam a encontrar as melhores respostas para qualquer tipo de problema questionado. Em troca, eles pediam como pagamento doces
.

Como toda criança levada, eles adoravam fazer traquinagens e um dia brincando próximo a uma cachoeira um deles caiu, na queda das águas e morreu afogado.

O irmão sobrevivente não conseguia mais encontrar a felicidade em viver e em meio aos seus prantos de saudades implorava a Orunmila que o levasse para perto de seu irmão. Tocado pelo sofrimento do pequeno, Orunmila resolveu atender ao seu pedido, e o desencarnou. Para confortar a todos que os amavam ele deixou em seu lugar duas estátuas de barro representando os príncipes gêmeos.

Por isso é muito comum oferendas aos Ibejis no pé da estátua de gêmeos.

Oferenda para Ibejis

Para os Ibeji, doces são as melhores oferendas, quanto mais doce melhor, de preferência regadas com muito mel. As oferendas podem ter brinquedos acompanhando, mas lembre-se que precisam ser dois e não pode haver um brinquedo com melhor qualidade que o outro, os gêmeos devem receber brinquedos de igual valia.

Sincretismo de Ibejis
Os Ibejis foram sincretizados com os Santos Católicos Cosme e Damião. Também gêmeos, os dois dedicaram suas vidas a curar as pessoas através da medicina e da fé. Mas não só o fato de serem gêmeos os sincretizaram, o dom de guardar a vida também é um motivo para essa comparação.
" Ibejis sincretisados com Cosme e Damião são simbolizados por duas crianças frente a frente, que representam também a dualidade do ser humano, as duas faces que todos temos dentro de nós, os dois pesos que devem ser colocados na balança antes de se tomar qualquer decisão".
Um afro abraço.

Claudia Vitalino.
fontehttp://varelanoticias.com.br/
Fonte: UNEGRO

Veja 11 grandes filmes para que você possa entender melhor a ditadura militar no Brasil

bit.ly/filmes-ditadura | 

Das sessões de tortura aos fantasmas da ditadura, o cinema brasileiro invariavelmente volta aos anos do regime militar para desvendar personagens, fatos e consequências do golpe que destituiu o governo democrático do país e estabeleceu um regime de exceção que durou longos 21 anos. Estreantes e veteranos, muitos cineastas brasileiros encontraram naqueles anos histórias que investigam aspectos diferentes do tema, do impacto na vida do homem comum aos grandes acontecimentos do período.


Embora a produção de filmes sobre o assunto tenha crescido mais recentemente, é possível encontrar obras realizadas durante o próprio regime militar, muitas vezes sob a condição de alegoria. “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, é um dos mais famosos, retratando as disputas políticas num país fictício. Mais corajoso do que Glauber foi seu conterrâneo baiano Olney São Paulo, que registrou protestos de rua e levou para a tela em forma de parábola, o que olhe custou primeiro a liberdade e depois a vida.

Os onze filmes que compõem esta lista, se não são os melhores, fazem um diagnóstico de como o cinema retratou a ditadura brasileira.


1. MANHÃ CINZENTA (1968)


Olney São Paulo – Em plena vigência do AI-5, o cineasta-militante Olney São Paulo dirigiu este filme, que se passa numa fictícia ditadura latino-americana, onde um casal que participa de uma passeata é preso, torturado e interrogado por um robô, antecipando o que aconteceria com o próprio diretor. A ditadura tirou o filme de circulação, mas uma cópia sobreviveu para mostrar a coragem de Olney São Paulo, que morreu depois de várias sessões de tortura, em 1978.


2. PRA FRENTE, BRASIL (1982)


Roberto Farias – Um homem comum volta para casa, mas é confundido com um “subversivo” e submetido a sessões de tortura para confessar seus supostos crimes. Este é um dos primeiros filmes a tratar abertamente da ditadura militar brasileira, sem recorrer a subterfúgios ou aliterações. Reginaldo Faria escreveu o argumento e o irmão, Roberto, assinou o roteiro e a direção do filme, repleto de astros globais, o que ajudou a projetar o trabalho.


3. NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (1984)


Murilo Salles – Rodado no último ano do regime militar, a estreia de Murilo Salles na direção mostra o reencontro entre pai e filho, depois de oito anos. Um passou anos na prisão; o outro vivia num colégio interno. Os anos de ausência e confinamento vão ser colocados à prova num apartamento vazio, onde o filho vai tentar descobrir qual a verdadeira identidade de seu pai. Um dos melhores papéis da carreira de Claudio Marzo.


4. CABRA MARCADO PARA MORRER (1984)


Eduardo Coutinho – A história deste filme equivale, de certa forma, à história da própria ditadura militar brasileira. Eduardo Coutinho rodava um documentário sobre a morte de um líder camponês em 1964, quando teve que interromper as filmagens por causa do golpe. Retomou os trabalhos 20 anos depois, pouco antes de cair o regime, mesclando o que já havia registrado com a vida dos personagens duas décadas depois. Obra-prima do documentário mundial.


5. O QUE É ISSO, COMPANHEIRO? (1997)


Bruno Barreto – Embora ficcionalize passagens e personagens, a adaptação de Bruno Barreto para o livro de Fernando Gabeira, que narra o sequestro do embaixador americano no Brasil por grupos de esquerda, tem seus méritos. É uma das primeiras produções de grande porte sobre a época da ditadura, tem um elenco de renome que chamou atenção para o episódio e ganhou destaque internacional, sendo inclusive indicado ao Oscar.


6. AÇÃO ENTRE AMIGOS (1998)


Beto Brant – Beto Brant transforma o reencontro de quatro ex-guerrilheiros, 25 anos após o fim do regime militar, numa reflexão sobre a herança que o golpe de 1964 deixou para os brasileiros. Os quatro amigos, torturados durante a ditadura, descobrem que seu carrasco, o homem que matou a namorada de um deles, ainda está vivo –e decidem partir para um acerto de contas. O lendário pagador de promessas Leonardo Villar faz o torturador.


7. CABRA CEGA (2005)


Toni Venturi – Em seu melhor longa de ficção, Toni Venturi faz um retrato dos militantes que viviam confinados à espera do dia em que voltariam à luta armada. Leonardo Medeiros vive um guerrilheiro ferido, que se esconde no apartamento de um amigo, e que tem na personagem de Débora Duboc seu único elo com o mundo externo. Isolado, começa a enxergar inimigos por todos os lados. Belas interpretações da dupla de protagonistas.


8. O ANO EM QUE MEUS PAIS SAIRAM DE FÉRIAS (2006)


Cao Hamburger – Cao Hamburger, conhecido por seus trabalhos destinados ao público infantil, usa o olhar de uma criança como fio condutor para este delicado drama sobre os efeitos da ditadura dentro das famílias. Estamos no ano do tricampeonato mundial e o protagonista, um menino de doze anos apaixonado por futebol, é deixado pelos pais, militantes de esquerda, na casa do avô. Enquanto espera a volta deles, o garoto começa a perceber o mundo a sua volta.


9. HOJE (2011)


Tata Amaral – Os fantasmas da ditadura protagonizam este filme claustrofóbico de Tata Amaral. Denise Fraga interpreta uma mulher que acaba de comprar um apartamento com o dinheiro de uma indenização judicial. Cíclico, o filme revela aos poucos quem é a protagonista, por que ela recebeu o dinheiro e de onde veio a misteriosa figura que se esconde entre os cômodos daquele apartamento. Denise Fraga surpreende num papel dramático.


10. TATUAGEM (2013)


Hilton Lacerda – A estreia do roteirista Hilton Lacerda na direção é um libelo à liberdade e um manifesto anárquico contra a censura. Protagonizado por um grupo teatral do Recife, o filme contrapõe militares e artistas em plena ditadura militar, mas transforma os últimos nos verdadeiros soldados. Os soldados da mudança. Irandhir Santos, grande, interpreta o líder da trupe. Ele cai de amores pelo recruta vivido pelo estreante Jesuíta Barbosa, que fica encantado pelo modo de vida do grupo.


11. BATISMO DE SANGUE (2007)


Apesar do incômodo didatismo do roteiro, o longa é eficiente em contar a história dos frades dominicanos que abriram as portas de seu convento para abrigar o grupo da Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Carlos Marighella. Gerando desconfiança, os frades logo passaram a ser alvo da polícia, sofrendo torturas físicas e psicológicas que marcaram a política militar. Bastante cru, o trabalho traz boas atuações do elenco principal e faz um retrato impiedoso do sofrimento gerado pela ditadura.

Fonte: Pragmatismo Político

SEMINÁRIO PROMOVIDO PELO CPC/RN ATINGIU SEUS OBJETIVOS! CONFIRAM!!!

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Plenária do Seminário
 Eduardo Vasconcelos-CPC/RN: "A importância da juventude no resgate da cultura é primordial" 
Eduardo - CPC/RN e 

 Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos

 Jovens presentes ao seminário
Plenário do seminário
Participantes atentos as discussões

Estudantes, sindicalistas e artistas das regiões agreste e litoral sul se reuniram na cidade de Baía Formosa, durante todo o dia do sábado, 22 de Setembro no auditório da Escola Estadual Paulo Freire para debaterem o Sindicalismo e a Cultura atuais.
O evento foi promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN que tem sede em Nova Cruz.
Os estudantes a sua maioria da Escola Estadual Rosa Pignataro de Nova Cruz, pioneira no ensino integral na região, tiveram uma participação bastante ativa nos debates o que chamou a atenção dos organizadores.
Intervenções ótimas do diretor da E. E. Rosa Pignataro - Nova Cruz/RN
Para Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura, o evento foi um sucesso o que demonstra o crescimento das ações do mesmo em prol da cultura potiguar. Dirigentes sindicais do SINDAS/RN
Entrega dos certificados
Uma lembrança de Baía Formosa/RN - Mirante - Praia do Porto

O evento é uma das etapas que o CPC/RN pretende desencadear nas regiões, cujo objetivo é de incentivar as entidades sindicais a transmitir através de suas secretarias ou departamentos culturais atos/ações que possam repassar através de uma peça teatral, dança, música, entre outas suas lutas, preocupações, o mesmo mostrar talentos entre os seus filiados ou mesmo entre suas famílias pessoas que tem talento. Outros virão!

A participação do SINDAS/RN e membros da Escola Estadual ROSA de NOVA CRUZ foram fundamentais para o debate. Foi criado uma comissão que em breve irão visitar a comunidade indígenas de Sagi - Baía Formosa.

Estiveram presentes as cidades de Baía Formosa, Nova Cruz, Natal, Nisia Floresta e Arês.

Nossos agradecimentos aos SINDICATOS - SINDAS/RN, CTB/RN, ADURN, SINDHOTELEIROS/RN, SINTE/RN, SINTRACOMM-Mossoró, SENALBA/RN, STRAF/NOVA CRUZ, SINTE/REGIONAL DE NOVA CRUZ, Prefeitura de Nova Cruz, SME - SMAD, SMAS - Escola Estadual PAULO FREIRE - BAÍA FORMOSA, Escola Estadual ROSA PIGNATARO, Escola Municipal NESTOR MARINHO, ambas de Nova Cruz; Escola Estadual ÀGUIDA SUCUPIRA e Escola Municipal JOÃO ANACLETO ambas de Baía Formosa e  ao comércio: Material de Construção GOMES e aos Supermercados FIGUEREDO, Quero Mais e Vera Avelino e família.

12 PESSOAS QUE TATUARAM O MAPA DO RIO GRANDE DO NORTE NO CORPO

Tudo começou quando Léo Souza, apresentador da InterTV Cabugi, pediu no Instagram para que as pessoas enviassem stories com mapas do RN tatuados no corpo. Aí surgiu de tudo, até sinal de nascença! Veja o resultado:

Começando pelo próprio Léo que visitando a praia achou uma tatuagem igual a dele

Até aí tudo bem, afinal uma tattoo do contorno do RN pode ser algo comum de se achar, como esta outra

E mais esta…

Apareceu até ela preenchida, como esta com a bandeira do reggae

Mas aí a coisa começou a melhorar, e chegou esta…

E não demorou muito para o tema futebol aparecer:

Teve até quem tatuasse o caminho entre Natal e Assu

Outra homenageando Baia Formosa

Mas aí a coisa ficou séria e chegou isso…

E mais isso…

E…. “isto”…

E por fim esta, que não é tatuagem, mas é curiosa…

Que inveja, por que que a vida me fez ter quelóide? 😦
Fonte: O CURIOZZZO
E você, tem tatuagem do RN pelo corpo?

Breve historia das Artes Plásticas

histori das artes plasticas
As artes plásticas ou belas-artes são as formações expressivas realizadas utilizando-se de técnicas de produção que manipulam materiais para construir formas e imagens que revelem uma concepção estética e poética em um dado momento histórico. O surgimento das artes plásticas está diretamente relacionado com a evolução da espécie humana.
Arte na Pré-História  
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As primeiras obras de arte datam do período Paleolítico. Entre as obras mais antigas já encontradas estão pequenas estátuas humanas como, por exemplo,  a Vênus de Willendorf (aproximadamente 25000 a.C.). Os mais conhecidos conjuntos de pinturas em cavernas ( arte rupestre ) estão em Altamira, na Espanha e datam de 30000 a.C. a 12000 a.C.; e em Lascaux, na França  de 15000 a.C. a 10000 a.C. , onde se encontram pinturas rupestres de animais pré-históricos como: cavalos, bisões, rinocerontes. Estas pinturas indicam rituais pré-históricos ligados à caça. As imagens demonstram um  naturalismo e evoluem da monocromia à policromia entre os anos de 15000 a.C. a 9000 a.C.

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Arte Mesopotâmica
Na região entre os rios Tigre e Eufrates desenvolveu-se a civilização mesopotâmica.  Nesta região, sumérios, babilônios, assírios, caldeus e outros povos desenvolveram uma arte que demonstra a religiosidade e o poder dos governantes. São touros alados, estatuetas de olhos circulares, relevos em paredes representando guerras e conquistas militares e animais e pictogramas representando fatos da realidade daqueles povos.

Arte do Egito
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No Antigo Egito as obras de arte possuíam um possui forte caráter religioso e funerário.Essas características podem ser explicadas em função da crença que os egípcios tinha na vida após a morte. Há representações artísticas de deuses, faraós e animais explicadas por textos em escrita hieroglífica. As pinturas eram feitas nas paredes das pirâmides ou em papiros. Representavam o cotidiano da nobreza ou tratava de assuntos do cotidiano. Uma das características principais da arte egípcia é o desenho chapado, de perfil e sem perspectiva artística.

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Arte na Grécia Antiga
A cultura e a arte minóica desenvolveu-se na ilha grega de Creta. Nas pinturas dos murais as cores diversificadas mostram-se fortes e vivas. Desenhos de touros, imagens abstratas, símbolos marinhos e animais ilustram a cerâmica.

O período clássico da arte grega é a época de maior expressão da arte grega. A natureza é retratada com equilíbrio e as formas aproximam-se da realidade. A perspectiva aparece de forma intensa nas pinturas gregas deste período. Nas esculturas de bronze e mármore, destacam-se a harmonia e a realidade. Os principais escultores são Mirón, Policleto, Fídias, Praxíteles. A arquitetura e a ornamentação de templos religiosos, como o Partenon, a acrópole de Atenas  e o templo de Zeus na cidade de Olímpia mostram força e características expressivas.

No período helenístico, ocorre a fusão entre as artes grega e oriental. A arte grega assume aspectos da realidade, fruto do domínio persa. Nas esculturas verifica-se dramaticidade e as formas decorativas em excesso. Entre as obras mais representativas deste período estão: Vitória da Samotrácia , Vênus de Milo e o templo de Zeus, em na cidade de Pérgamo.
Arte Romana do Ocidente e do Oriente ( Arte Bizantina )
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Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais  dos gregos e chega a “copiar” estátuas clássicas. É a época da construção de monumentos públicos em homenagem aos imperadores romanos. A pintura mural recorre ao efeito tridimensional. Os afrescos da cidade de Pompéia (soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.

No Império Romano do Oriente ( Império Bizantino ) com capital em Constantinopla (antiga Bizâncio), aparece a arte bizantina, sob forte  influência da Grécia . Podemos destacar as pinturas murais, os manuscritos, os ícones religiosos e os mosaicos de cores fortes e brilhantes, carregados de profundo caráter religioso.

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Arte Renascentista: O Renascimento Cultural (séculos XV e XVI)
Os elementos artísticos da Antiguidade clássica voltam a servir de referência cultural e artística. O humanismo coloca o homem como centro do universo ( antropocentrismo ). São características desta época : uso da técnica de  perspectiva, uso de conhecimentos científicos e matemáticos para reproduzir a natureza com fidelidade. Na pintura, novas técnicas passam a ser utilizadas : uso da tinta a óleo, por exemplo, buscava aumentar a ilusão de realidade.
A escultura renascentista é marcada pela expressividade e pelo naturalismo. A xilogravura passa a ser muito utilizada nesta época. Entre as pinturas destacam-se:  O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck; A Alegoria da Primavera, de Sandro Boticcelli; A Virgem dos Rochedos, Monalisa e A Última Ceia de Leonardo da Vinci; A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio; o teto da Capela Sistina e a escultura Davi de Michelangelo Buonarotti.

Maneirismo (Século XVI)
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Ao romper com as referências clássicas de idealização da beleza, o maneirismo diferencia-se por suas imagens distorcidas e alongadas. A natureza é representada de forma distorcida e realista, sendo que as figuras bizarras aparecem com freqüência. Obras mais importantes do maneirismo: O Juízo Final, de Michelangelo; A Crucificação, de Tintoretto; e O Enterro do Conde de Orgaz, de El Greco.

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Barroco: Arte Barroca (1600 a 1750)
A arte barroca destaca a cor e não o formato do desenho. As técnicas utilizadas dão um sentido de movimento ao desenho. Os efeitos de luz e sombra são utilizados constantemente como um recurso para dar vida e realidade à obra. Os temas que mais aparecem são: a paisagem, a natureza-morta e cenas da vida cotidiana.
Obras barrocas mais conhecidas: A Ceia em Emaús, de Caravaggio; A Descida da Cruz, de Peter Paul Rubens; A Ronda Noturna, de Rembrandt; O Êxtase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini; As Meninas, de Diego Velásquez; e Vista de Delft, de Jan Vermeer.

Rococó (1730 a 1800)
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O estilo rococó é marcado por pinturas com tons claros, com linhas curvas e arabescos. O estilo é bem decorativo e a sensualidade aparece em destaque. Os afrescos ganham importância e são utilizados na decoração de ambientes interiores.
Artistas mais importantes do rococó: Jean-Antoine Watteau, Giovanni Battista Tiepolo, François Boucher e Jean-Honoré Fragonard.

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Neoclassicismo (1750 a 1820)
Novamente os elementos e valores da arte clássica ( grega e romana ) são resgatadas.. Há uma incidência maior do desenho e da linha sobre a cor. O heroísmo e o civismo são temas muito explorados neste período.
Principais obras: Perseu com a Cabeça da Medusa, de Antonio Canova; O Parnaso, de Anton Raphael Mengs; O Juramento dos Horácios e A Morte de Sócrates, de Jacques-Louis David; e A Banhista de Valpinçon, de Jean-Auguste-Dominique Ingres.

Romantismo nas Artes Plásticas (De 1790 a 1850)
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Subjetividade e introspecção, sentimentos e sensações são características deste período. A literatura romântica, os elementos da natureza e o passado são retratados de forma intensa no romantismo.São representantes desta época o artista Francisco Goya y Lucientes. Algumas de suas principais pinturas são: A Família de Carlos IV, O Colosso e Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808. Outras obras românticas : A Balsa da Medusa, de Théodore Géricault; A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo, de Eugène Delacroix; e O Combatente Téméraire, de Joseph William Turner.

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Realismo (De 1848 a 1875)
O realismo destaca a realidade física através da objetividade científica e crua. Estas obras são inspiradas pela vida cotidiana e pela paisagem natural. Aparecem fortes críticas sociais e elementos do erotismo, provocando criticas dos setores conservadores da sociedade européia do século XIX. Principais pinturas: Enterro em Ornans, de Gustave Courbet; Vagão de Terceira Classe, de Honoré Daumier; e Almoço na Relva, de Édouard Manet.

Impressionismo (De 1880 a 1900)
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Através da luz e da cor os artistas do impressionismo buscam atingir a realidade. As obras são feitas ao ar livre para aproveitar a luz natural. Obras mais conhecidas: Impressão, Nascer do Sol, de Claude Monet, A Aula de Dança, de Edgar Degas; e O Almoço dos Remadores, de Auguste Renoir.

Pós-impressionismo 14
Pós-impressionismo
É o período marcado pelas experimentações  individuais. Os artistas buscam a realidade e imitam a natureza, utilizando recursos de luz e cor. O cromatismo é muito utilizado.As cores mais intensas são exploradas por Vincent Van Gogh com pinceladas fortes e explosivas, como em Noite Estrelada. Henri de Toulouse-Lautrec usa a técnica da litogravura.

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Expressionismo 
Artistas plásticos de diferentes períodos são considerados precursores do expressionismo, entre eles Goya, Van Gogh, Gauguin e James Ensor. O expressionismo pode ser considerado como uma postura assumida em diversas formas de manifestação artística durante o século XX. Vários artistas desta trabalham nessa linha, sem ligar-se a movimentos ou a grupos. Podemos citar alguns: Edvard Munch, Emil Nolde, Amedeo Modigliani, Oskar Kokoschka, Egon Schiele, Chaim Soutine, Alberto Giacometti e Francis Bacon.

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Cubismo ( De 1908 a 1915 )
Este estilo rompeu com os elementos artísticos tradicionais ao apresentar diversos pontos de vista em uma mesma obra de arte. As formas geométricas são utilizadas muitas vezes para representar figuras humanas. Recortes de jornais, revistas e fotos são recursos utilizados neste período. São obras representativas desta época: Les Demoiselles d’Avignon, de Pablo Picasso, e Casas em L’Estaque, de Georges Braque.

Dadaísmo  (Décadas de 1910 a 1920)
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Revolucionário, anárquico e anticapitalista, o dadaísmo, prega o absurdo, o sarcasmo, a sátira crítica e o uso de diversas linguagens, como pintura, poesia, escultura, fotografia e teatro. Destacam-se os artísticas: Hugo Ball, Hans Arp, Francis Picabia, Marcel Duchamp, Max Ernst, Kurt Schwitters, George Grosz e Man Ray.

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Arte Surrealista (Década de 1920)
Os artistas exploram o inconsciente e as imagens  que não são controladas pela razão. O surrealismo usa associações irreais, bizarras e provocativas. O rompimento com as noções tradicionais da perspectiva e da proporcionalidade resulta em imagens estranhas e fora da realidade.
Obras: Auto-Retrato com Sete Dedos, de Marc Chagall; O Carnaval do Arlequim, de Joan Miró; A Persistência da Memória, de Salvador Dalí; A Traição das Imagens, de René Magritte; e Uma Semana de Bondade, de Max Ernst, são algumas das obras mais representativas.

Pop Art  (Década de 1950)
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As histórias em quadrinhos e a mídia visual e impressa são os elementos de referência da pop art. Humor e crítica ao consumismo são constantes nas obras de pop art. Artistas mais conhecidos: Richard Hamilton, Allen Jones, Robert Rauschenberg, Jasper Johns, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Tom Wesselman, Jim Dine, David Hockney e Claes Oldenburg.

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Arte Conceitual  (Década de 1960)
Textos, imagens e objetos são as referências artísticas deste tipo de arte. A obra deve ser valorizada por si só. Um dos meios preferidos dos artistas conceituais é a instalação, ou seja, um espaço de interação entre a obra e o espectador. Até mesmo a televisão e o vídeo são usados nas instalações. Destacam-se os seguintes artistas: Joseph Beuys, Joseph Kosuth, Daniel Buren, Sol Le-Witt (principal representante do Minimalismo) e Marcel Broodthaers, Nam June Paik, Vito Acconci, Bill Viola, Bruce Naumann, Gary Hill, Bruce Yonemoto e William Wegman.