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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

DIA 22 DE DEZEMBRO A CONTAG COMPLETARÁ 55 ANOS DE LUTAS E CONQUISTAS A FAVOR DO HOMEM DO CAMPO!

Foto: DAMIÃO GOMES DA SILVA, UM LÍDER POTIGUAR QUE AJUDOU A FUNDAR A CONTAG NA DÉCADA DE 50
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Foto: CONTAG: Nosso saudoso JOSÉ FERREIRA DE LIMA, ex dirigente da FETARN e um lutador pela organização e fundação da CONTAG

Dia 22 de dezembro de 2018 a CONTAG (Confederação dos Trabalhadores na Agricultura completará 55 anos de HISTÓRIA, DE LUTAS E DE CONQUISTAS em prol do homem do campo!

Por isso  o STRAF de Nova Cruz/RN e o STR de Macaíba/RN  a pedido da CONTAG mobilizarão
Lideranças sindicais a época e atuais  no sábado (15/09) para uma importante reunião com parte também de outras lideranças potiguares que ajudaram  de forma direta ou indireta a fundar a CONTAG nos anos 50, como os líderes sindicais: DAMIÃO GOMES DA SILVA (Nova Cruz), EDMILSON GOMES DA SILVA, atual presidente do STRAF de Nova Cruz e filho de Damião Gomes, JOSÉ FERREIRA (In memoriam), que será representado por seu filho, JAIR FERREIRA, JOSÉ RODRIGUES do Vale do Assú e o sindicalista JEFFERSON LUIZ LOPES DA SILVA  , filho do ex presidente do STR/Macaíba, GERALDO PAULO DA SILVA  e CESÁRIO BATISTA DA CRUZ, primeiro presidente do STR de Macaíba. Todos estão presentes, menos o nosso saudoso Zé Ferreria, que estará sendo representado pelo seu filho, Jair já citado acima.

A histórica reunião acontecerá no STR de Macaíba, onde todos os convidados darão seus depoimentos sobre o nascimento da CONTAG, hoje uma das maiores confederações da América Latina. Serão depoimentos gravados, arquivos documentais da época, fotos e memórias voltadas para os anos 50.

Para o assessor de comunicação do STRAF de Nova Cruz, EDUARDO VASCONCELOS, será um momento único na minha vida em se reunir com lideranças que dedicaram suas vidas na defesa do homem do campo e porque não dizer aos trabalhadores rurais do BRASIL!

Este momento terá também como objetivo repassar esses dados para atual diretoria da CONTAG para que eles analise-as e que desta forma possamos estar contribuindo para a elaboração de um  DOCUMENTÁRIO COMPLETO SOBRE O SURGIMENTO E IMPORTÂNCIA DA CONTAG no cenário brasileiro, que será feito pela atual diretoria da CONTAG.

Aguardem o resultado.

 

Necessário refletirmos sobre os problemas ambientais que afetam o pulmão do mundo

FOTO: Comunicação CONTAG- Fabrício Martins
Celebrado anualmente em 5 de setembro, o Dia da Amazônia foi criado para conscientização das pessoas sobre a importância da maior floresta tropical do mundo e da sua biodiversidade para o planeta.

Na floresta são encontrados vários recursos naturais que contribuem para o equilíbrio da estabilidade ambiental do planeta. Suas árvores são responsáveis pela liberação de aproximadamente sete trilhões de toneladas de água para a atmosfera, no processo de evapotranspiração e o Rio Amazonas desagua 20% de água doce no Oceano Atlântico a cada ano."Se fizermos uma analogia entre a Amazônia e o corpo humano, ela representa o coração do Brasil e o pulmão do mundo. Porque pulsa com toda a sua vivacidade de espécies ecossistêmicas aqui no nosso país, mas influencia a vida em todas as suas múltiplas diversidades, no mundo inteiro",  ressalta a secretária de Meio Ambiente da CONTAG, Rosmari Malheiros.

Rosmari faz defesa da Água em Ato do FAMA 2018 realizado em Belém-PA
ASSISTA VÍDEO NA TV CONTAG

Mesmo com tamanha importância, o governo Temer em troca de apoio político, vem sinalizando aos proprietários de terras que aumentem o desmatamento, colocando em risco a contribuição do país para o Acordo de Paris que tem o objetivo de minimizar as consequências do aquecimento global.  Adotado durante a Conferência das Partes - COP 21, em Paris, no ano de 2015, o Acordo é um compromisso internacional discutido entre 195 países, entre eles o Brasil.

Na sangria contra o Meio Ambiente e a Floresta Amazônica, Temer ainda tentou abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), para a exploração das mineradoras entre os Estados do Pará e Amapá, para a entrada de empresas de mineração de ouro, cobre e outros tesouros na região, que alcança o tamanho da Dinamarca. 

Foto: Greenpeace Brasil

O desmonte temeroso continua com a flexibilização do licenciamento ambiental no Brasil, retirada de direitos indígenas e quilombolas, negociação dos recursos hidrícos do País com as grandes empresas internacionais, projeto de lei para a liberação de ainda mais veneno no prato do brasileiro e diminuição de áreas de conservação na Amazônia. "É inadmissível que a maioria das ações realizadas na Amazônia, que desafiaram interesses econômicos, tenham terminado em tragédias, desde assassinatos a expulsão dos povos de suas áreas. É inadmissível que os ditos 'sistemas de mercado' sejam mais importantes do que a VIDA."

 
 Foto: Greenpeace Brasil

Para Rosmari não apenas hoje, por considerarmos o Dia da Amazônia, mas durante todos os demais dias, faz-se necessário refletirmos sobre os problemas ambientais que afetam o pulmão do mundo, dentre eles os desmatamentos, que são provocados pelos interesses econômicos que visam lucros cada vez mais exagerados em detrimento da destruição da maior floresta de ecossistemas do planeta.

FONTE: Comunicação CONTAG, com informações da Secretaria de Meio Ambiente

Fundo Brasil lança Prêmio Fotográfico para apoiados/as

NOTÍCIAS DO FUNDO BRASIL
Maíra Junqueira
Coordenadora Executiva Adjunta

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Atriz Beatriz Segall morre aos 92 anos

A atriz Beatriz Segall morreu nesta quarta-feira (5) aos 92 anos, em São Paulo capital
A atriz havia sido internada por problemas respiratórios, mas teve alta no dia 21 de agosto. O hospital onde ela estava ainda não informou quando voltou a ser internada, ou qual foi a causa da morte.
Em uma carreira de mais de 70 anos dedicada aos palcos e à TV, Beatriz Segall viveu em 1988 o papel que a eternizou na teledramaturgia brasileira. Após 192 capítulos da novela “Vale tudo”, a vilã interpretada pela atriz carioca morria com três tiros e fazia o país inteiro se perguntar: “Quem matou Odete Roitman?”.
Nascida em 25 de julho de 1926 no Rio de Janeiro, Segall fez sua primeira peça durante um exercício de língua em uma conceituada escola de francês. Convidada para se tornar profissional, recusou por causa da desaprovação do pai, que queria que ela fosse professora.
Pouco depois ela participou de um filme, “A beleza do diabo” (1950), quando decidiu fazer um curso de interpretação. Após participar de um trabalho semiamador com outras atrizes que também estavam começando, como Fernanda Montenegro e Nicette Bruno, foi à França estudar teatro e literatura.
Ao retornar ao Brasil, recusou outra peça e ficou por 14 anos como dona de casa, após se casar com o museólogo, exonomista e autor teatral Maurício Segall, filho do artista Lasar Segall. Até que em 1964 aceitou um papel no Teatro Oficina a convite do diretor José Martinez Corrêa.
Além de atuar em algumas novelas e filmes, recuperou com o marido o Teatro São Paulo, que administrou até 1974.
Em 1978 estreou uma novela com “Dancin’ days”. Após agradar o público, no ano seguinte esteve na novela “Pai herói”, quando viveu a vilã Norah.
Em 1980, participou do premiado filme “Pixote, a lei do mais fraco”, dirigido por Hector Babenco. Oito anos depois, seria a vez de seu papel mais icônico, Odete Roitman.
Do Portal Vermelho

Apenas dois candidatos à presidência propõem preservação de museus

O incêndio do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, neste último domingo (2), intensificou o debate sobre preservação do patrimônio e investimento em Cultura e Ciência no Brasil. Com vistas nas eleições presidenciais de outubro, o Portal Vermelho buscou saber o que dizem os dois projetos de governo que propõem preservar o patrimônio cultural.
Por Mariana Serafini
Divulgação Museu Nacional antes do incêndio Museu Nacional antes do incêndio
Apenas o programa de governo do PT, representado atualmente pelo vice Haddad, e da Marina Silva, da Rede, apresentam propostas específicas com relação a museus. Segundo um levantamento apresentado pela Agência Lupa, 7, dos 13 candidatos, têm propostas para a área da Cultura, mas não necessariamente relacionadas a patrimônio.
O programa do PT propõe retomar “de forma ativa as políticas para o patrimônio e museus através do IPHAN e do IBRAM. Essas duas instituições serão dotadas das condições para que conduzam iniciativas amplas e diversificadas de proteção e promoção do patrimônio cultural e de fortalecimento da política nacional de museus.
O Iphan é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, criado em 1937 e vinculado ao Ministério da Cultura com o objetivo de preservar e divulgar o acervo patrimonial material e imaterial do Brasil. Para fortalecer estas políticas, foi criado em 2009 o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), uma autarquia federal dotada de personalidade jurídica com autonomia administrativa e financeira para as políticas públicas voltadas à preservação e ampliação do patrimônio.
Não foi revelada ainda a causa do incêndio que destruiu o Museu Nacional, sabe-se, porém, que a falta de manutenção agravou o caso, inclusive na dificuldade encontrada para conter o fogo. Vale destacar que neste ano o governo havia repassado pouco mais de 10% do orçamento total necessário para a preservação da instituição que era, até então, a mais antiga casa de pesquisa do Brasil, com 200 anos.
O programa propõe também destinar investimentos à Biblioteca Nacional, à Fundação Cultural Palmares e à Casa de Rui Barbosa “proporcionais à sua imensa importância para memória, pesquisa e acervo da cultura brasileira”.
Rede
Já o programa de governo da candidata da Rede, Marina Silva,  entende que “o patrimônio cultural é fundamental para garantir a memória de nossos povos, para que as presentes e futuras gerações conheçam sua ancestralidade, história, costumes e tradições” e neste sentido propõe uma “política de preservação do patrimônio” que “abrange o patrimônio natural e o conhecimento científico”.
A proposta é “oferecer condições de funcionamento a museus, arquivos e bibliotecas; valorizar os registros escritos, sonoros e visuais de tradições orais e da produção contemporânea; e realizar tombamentos, a preservação e revitalização ambiental”. Não especifica, entretanto, de que forma tais “condições” serão aplicadas.
BRASIL CULTURA