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terça-feira, 5 de maio de 2020

CULTURA - Ciro Pessoa, ex-Titãs, morre na madrugada desta terça-feira

Um dos fundadores da banda Titãs enfrentava um câncer e acabou contraindo o novo coronavírus.
Cantor, compositor e guitarrista, Ciro Pessoa, um dos fundadores da banda Titãs, morreu na madrugada desta terça-feira (5), aos 62 anos. A informação foi confirmada por Branco Mello, também integrante do grupo.
Isabela Johansen, ex-mulher do músico, disse que Ciro "estava lutando contra o câncer e nas idas e vindas ao hospital, acabou contraindo Covid-19. Foi internado, mas infelizmente não resistiu". Em um post no Intagram, Isabela agradeceu o apoio dos amigos nos últimos tempos e pediu força e sabedoria. "O corpo será cremado e assim que essa fase chegar ao fim faremos um grande show em sua homenagem, pois é isso o que ele queria. Seguimos com força, união e sabedoria".
Além das composições com os Titãs, Ciro tem mais de 100 obras assinadas por ele, segundo o Ecad.
Confira o programa Ensaio completo com a participação da banda aqui na TV Cultura:

Ensaio | Titãs - Ciro Pessoa, ex-Titãs - PRESENTE!!!

6 lugares do Rio Grande do Norte que se regenerariam com a ausência de pessoas

Com a pandemia de Coronavírus de 2020, onde as pessoas tiveram que se isolar em casa, as ruas e a natureza tiveram pouco ou nenhum contato humano. A longo prazo, caso o ser humano evite voluntariamente ou por necessidade, como foi o caso, o contato com vários lugares do Rio Grande do Norte, estes podem ganhar muito com isso.
Isso porque quando a natureza está sozinha ela se desenvolve de forma natural, sem empecilhos, e não há degradação proposital ou inconsciente por parte do ser humano, ficando ainda mais linda e exuberante – ou pelo menos não deteriorada.

É o caso do Morro do Careca (Ponta Negra, Natal), pra começar.

As pessoas que o sobem, contrariando a lei de preservação ambiental desde 1997 que não permite circulação de pessoas para evitar erosão da duna e deterioração da vegetação, estão em casa, portanto o morro não está perdendo a areia que o forma.

E falando em morro, as Dunas de Genipabu também

As famosas Dunas de Genipabu não vão receber os velhos visitantes da raça humana e suas areias ficarão intocadas. Os camelos também terão folga dos passeios.

E os mares do RN, claro!

Praia da Pipa, RN
Com raros banhos de mar do ser humano, todo o mar que banha o litoral do estado do RN pode se renovar sem receber lixo de vários tipos, fezes, urina e outras coisas; e os peixes também agradecem.

Aliás, falando em mar, as piscinas naturais de Maracajaú

Piscinas naturais de Maracajaú
Que não terão a frequente incidência humana do tradicionais passeios pelas piscinas naturais da praia.

As ruas e os monumentos, principalmente de Natal, Parnamirim e Mossoró

Com poucas pessoas nas ruas jogando lixo, deteriorando ou pichando muros e monumentos, a cidades preservam suas construções e vias.

E principalmente o ar dessas cidades

O ar das maiores cidades do estado terão suas quantidades de gases tóxicos expelidos pelos automóveis, como Monóxido de carbono, diminuídas drasticamente. A natureza vai respirar melhor.
A ideia desse post foi despertar a consciência de preservação da natureza e dos locais públicos. Respeitem e preservem a natureza ao máximo!

Fonte: CURIOZZZO

Um organismo, dois métodos de reprodução, várias vantagens

As algas verdes do gênero Volvox se reproduzem melhor assexuadamente (ou seja, o melhor jeito de ter prole é fazendo cópias de si), mas fazem sexo quando querem – normalmente, para melhorar suas chances individuais de sobrevivência.

Elas foram estudadas pela bióloga Aurora Nedelcu, da Universidade de Nova Brunswick, no Canadá. Na maior parte do tempo, essas algas vivem com o que seria considerado metade de um genoma para os padrões humanos: são haploides, o que significa que possuem apenas uma cópia de cada cromossomo.

Quando passam pelo processo de mitose, fazem uma cópia de cada um de seus cromossomos, depois essas cópias se alinham e são separadas em duas novas células-filhas, idênticas às de sua mãe.

Quando o ambiente fica “difícil” para as algas, com falta de nitrogênio ou quente demais, por exemplo, elas se reproduzem sexuadamente. As haploides se fundem para criar células com duas cópias de cada cromossomo, tornando-se diploides.

Se o estresse fisiológico vai embora, no entanto, as algas param de fazer sexo. Isso levou Nedelcu e seus colegas a concluírem que o propósito do sexo nestes seres não é a reprodução, mas sim melhorar suas chances de sobrevivência lidando melhor com estresse no ambiente.

Como o sexo ajuda as algas a lidarem com danos ao organismo

Os pesquisadores determinaram que o processo de meiose oferece oportunidades únicas de aprimoramento genômico que vão além da diversidade.

Como todos os organismos multicelulares, essas algas têm maneiras de “consertar” pequenos erros em seu DNA. Se o dano for excessivo, no entanto, esses mecanismos não funcionam muito bem. Ter uma segunda cópia dessa cadeia de DNA para usar como modelo para os reparos pode ser um salva-vidas – e é aí que entra o sexo.
Em uma célula haploide, geralmente não há maneira fácil de “copiar e colar” seções para curar uma região ferida do DNA, porque apenas um cromossomo está presente. A exceção ocorre durante a meiose, quando pares de cromossomos recém-formados se alinham para formar novas células diploides. Esta é uma oportunidade para o dano no DNA ser reparado.

Em outras palavras, durante a meiose, os cromossomos de cada alga haploide se alinham e podem trocar seções entre si, um fenômeno conhecido como recombinação. Essa etapa, além de aumentar a diversidade genética, também dá aos cromossomos a capacidade de copiar e colar seções do outro genoma haploide para reparar qualquer dano que possa ter acontecido por conta própria.

De acordo com Nedelcu, o fato dessas algas pertencerem a uma das linhagens mais antigas de eucariotos na Terra pode sugerir que “o papel ancestral do sexo não era a reprodução”, mas sim “um meio de responder adaptativamente ao estresse”.

Vale salientar, no entanto, que isso não significa que o estresse incentive o sexo entre seres humanos. A pesquisa não leva a essa conclusão, somente aponta uma das vias pelas quais o sexo pode ter evoluído – embora seja um argumento interessante de ser pesquisado mais a fundo.

Outras evidências

Segundo o biólogo evolucionário Francesco Catania, da Universidade de Münster, na Alemanha, a hipótese de que o sexo evoluiu para ajudar os organismos a lidar com o estresse não é nova e já existe desde a década de 1980. Ela foi negligenciada até hoje provavelmente por viés dos cientistas na forma como pensam o sexo.

O próprio Catania notou um exemplo desta função estudando protozoários chamados paramécias. Trata-se de organismos unicelulares ciliados que nadam em água doce.

As paramécias também se reproduzem sexualmente quando estressadas. Curiosamente, no entanto, quando fazem sexo, costumam fazer consigo mesmas. Ou pelo menos existem evidências anedóticas que sugerem que a autofertilização é comum nestes protozoários, que têm pouca diversidade genética.

Catania decidiu estudar esses protozoários mais a fundo. Ele descobriu que as paramécias pareciam se beneficiar direta e individualmente do sexo. Aquelas que se autofertilizavam sobreviviam melhor a condições estressantes. Só de se tornarem capazes de fazer sexo, inclusive, já pareciam mais “fortes”.

Isso levou o biólogo a concluir que ativar o processo necessário para o sexo ajuda as paramécias a lidarem com estresse. Em outras palavras, sexo não é um processo apenas genético, mas celular; ele envolve ativar vários genes que têm funções celulares. O mero ato de se preparar para a fusão de genomas – mesmo que esse evento não ocorra – simultaneamente prepara o protozoário para responder melhor a eventos estressantes.

E os animais?

Algas e paramécias não são animais, é claro, de forma que suas experiências com o sexo podem não se traduzir nos mesmos benefícios para outras espécies. Mas isso não é impossível. Pesquisas têm descoberto benefícios indiretos do sexo que vão além da meiose.
Por exemplo, um estudo com moscas desafiou a noção de que o sexo é ineficiente quando comparado com a reprodução assexuada na natureza.

Pesquisas em laboratório determinaram que o sexo tem um custo energético alto aos indivíduos envolvidos. Produzir óvulos ou esperma, encontrar um parceiro, o ato de acasalar – tudo isso gasta energia e recursos. Mas esses resultados podem não espelhar as vantagens reais do ato vistas na natureza, porque as condições são muito diferentes.

Teri Markow, professora de biologia celular e do desenvolvimento na Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) e seus colegas estudaram moscas-das-frutas na natureza e descobriram que o custo maior é o da virgindade. Fêmeas que fazem sexo vivem mais tempo do que as que não fazem. Isso sugere que há benefícios individuais em fazer sexo, talvez de receber a ejaculação de um macho.

Amy Worthington, que estuda fisiologia reprodutiva e ecologia comportamental na Universidade de Creighton (EUA), viu algo semelhante em grilos. Seria de se esperar que uma fêmea ficasse mais vulnerável a infecções após o acasalamento, por direcionar a maior parte de sua energia para a produção de ovos, mas Worthington descobriu que ela na verdade se torna mais resistente, com respostas imunológicas mais fortes em relação às fêmeas virgens.

Uma das hipóteses é de que compostos similares a hormônios, chamados prostaglandinas, importantes para o desenvolvimento de ovos, também ajudam a regular a resposta imune. Como está presente em fluidos seminais, pode ser que as fêmeas utilizem a prostaglandina que recebem dos machos para aumentar tanto seu sucesso reprodutivo quanto suas chances de sobrevivência.

Dito isto, a prostaglandina não é exclusiva aos grilos, nem mesmo aos insetos. É encontrada em vários animais, de forma que receber ejaculação pode impulsionar o sistema imunológico de fêmeas em insetos, mamíferos ou lagartos, embora isso não esteja comprovado ainda.

E machos não ficam de fora das vantagens do sexo. Um estudo feito pela professora de psiquiatria e neurociência da Universidade Estadual de Ohio (EUA) Leah Pyter e seus colegas mostrou que ratos machos ganham um impulso imunológico em seus cérebros depois de fazer sexo, o que pode significar melhor proteção contra infecções. O sexo também pode alterar o desempenho de seus cérebros.

Outras pesquisas também indicaram que os ratos têm melhor desempenho em certos testes cognitivos após o acasalamento e que o acasalamento regular pode retardar o declínio da função cerebral associado com o envelhecimento nos roedores.

Precisamos de mais pesquisas

Quanto mais estudos são conduzidos sobre o papel do sexo em diferentes organismos, mais os cientistas vão perdendo seus preconceitos sobre o ato.
Muitas das pesquisas feitas até agora não consideraram diversos aspectos e possíveis vantagens do sexo por vieses. Até mesmo os resultados de estudos – como considerações sobre comportamentos homossexuais em animais – foram muito influenciados pela maneira como seres humanos concebem o sexo.
Isso está mudando aos poucos. Os cientistas estão descobrindo que o sexo pode ter inúmeros efeitos positivos, sendo que qualquer um deles pode moldar sutilmente como uma espécie o faz.
Conforme explica McDonough, faz sentido que a evolução do sexo seja guiada pelo menos um pouco por essas vantagens. “Ter filhos com diversidade genética não é incompatível com o benefício direto de passar por esse processo sexual”, disse.
A difusão do sexo faria muito sentido se o ato melhorasse a reprodução tanto direta quanto indiretamente, por exemplo, aumentando a longevidade. É como diz o bordão, só vejo vantagens. [QuantaMagazine].

7 charges super criativas sobre a COVID-19

Carioca que há 1 década adotou a cidade de Natal pra morar, Rodrigo Brum é um premiado chargista do jornal Tribuna do Norte e do Sindicato dos Bancários do Estado do Rio Grande do Norte e colaborador da revista MAD. Já falamos dele aqui, lembra?
No período da pandemia de COVID-19 Brum criou várias charges sobre o tema, e, vai por mim, muitas deveriam até ser premiadas. Confira essa lista exclusiva de algumas delas pra você mandar pra seus amigos:



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Confira mais de perto o trabalho desse incrível artista na página Brum Chargista