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quinta-feira, 10 de maio de 2018

STRAF DE NOVA CRUZ JUNTO COM O BNB NA COMUNIDADE DE LAGOA DE SERRA!

 Presidente do STRAF - NOVA CRUZ-RN, EDMILSON GOMES DA SILVA (Negão), dialogando com os moradores da Comunidade do Sítio LAGOA DE SERRA

 Representante do BNB (CREDIAMIGO E AGROAMIGO!.....
 ....Dando informações importantes e tirando dúvidas.
Comunidade compareceu

Ontem (9) o STRAF de Nova Cruz e o BNB estiveram reunidos com a Comunidade de LAGOA DE SERRA para falar, discutir, esclarecer sobre a importância dos Programas do BNB ( Banco do Nordeste do Brasil), como os Programas o AGROAMIGO e o CREDIAMIGO.

Para o presidente do STRAF, o popular "Negão" é um momento único esse encontro, onde a comunidade participa e é ouvido sobre os programas do Governo em prol do HOMEM  DO CAMPO, principalmente os projetos/programas do BNB.  Essa parceria sempre deu certo e agora é que dará, pois o STRAF não poupará esforço para que o homem do campo, juntamente com suas associações possam ser beneficiada pelos programas governamentais. Concluiu, Negão!

Outras reuniões virão. O sindicato sempre estará de plantão para as instituições governamentais possam oferecer e orientar os trabalhadores/as rurais para que eles através de suas associações legalmente constituída possam concretizar esses projetos que é salutar para eles.

O STRAF de Nova Cruz procurará manter contatos com outras instituições para se possível oferecer outros programas a favor do homem do campo, como por exemplo CISTERNAS, CAIXAS D'AGUA, CORTE DE TERRA, REPARO NAS ESTRADAS DE ACESSO AS COMUNIDADES/CIDADE, entre outros.

Até último dia para jovens de 16 e 17 tirarem o título, UBES realiza maratona “Se Liga 16”

UBES e UMES no TSE Natal

Campanha e ações para incentivar a juventude a ocupar as urnas em 2018 continuou até último minuto do prazo.

Terminou nesta quarta-feira (9) o prazo para quem tem 16 ou 17 anos e quer votar nas eleições do próximo mês de outubro. A UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) está promovendo em todo o Brasil uma maratona de ações da campanha “Se Liga 16”, que tem o objetivo de conscientizar o público dessa idade sobre a participação política e democrática nos rumos do país.
A campanha, que completa 30 anos, e desta vez tem como mote “Bora ocupar as urnas”, convoca o grande número de estudantes secundaristas que ocuparam as suas escolas nos últimos anos, em defesa da educação, para se mobilizarem também pelo direito ao voto.
Em diversos estados, a UBES está realizando rolês coletivos com a juventude para os Tribunais Regionais Eleitorais, para a emissão do documento. Na última quinta-feira (3), uma dessas ações foi realizada em Natal (RN) e quem tirou o título também foi o próprio presidente da UBES, Pedro Gorki, de 17 anos. Esta será a primeira eleição da qual participa:
“Assim como tantos, me sinto muito feliz de tirar meu título de eleitor. A emoção é por ter mais participação cidadã e poder escolher quem representa nosso povo. A escolha dos representantes é decisiva para a defesa dos direitos dos jovens. A construção da sociedade que a gente quer passa por boas políticas públicas para a juventude e para a educação brasileira”, afirma Gorki.
A campanha Se Liga 16 surgiu em 1988, após a ditadura militar brasileira, como um instrumento de pressão sobre os parlamentares que definiram a Constituição Federal naquele ano. Após muita manifestação e atuação da UBES, o texto constitucional passou a incluir o voto facultativo nessa faixa etária.
Até o fim desta quarta, a UBES promoverá uma série de ações nos estados, nas escolas e também nas redes sociais, onde está previsto um twitaço de mobilização dos mais atrasados que ainda não procuraram a Justiça Eleitoral. Nos próximos meses, a entidade também produzirá uma plataforma eleitoral com as reivindicações dos estudantes brasileiros para os candidatos nas eleições de 2018.

Campanha “Se Liga, 16!” pelo Brasil



Nos últimos dias antes do fim do prazo, a ACES (Associação Cearense dos Estudantes Secundaristas) ajudou a organizar um grande mutirão no Ginásio Paulo Sarasate, com o TRE, e mobilizou mais de 100 secundas.


No Ceará também teve debate sobre democracia e cidadania. Na foto, presidente da UBES Pedro Gorki fala na EE César Cals, Fortaleza. Abaixo, no transporte até o ginásio Paulo Sarasate.


Vai que dá! Na terça (8/5), a UPES – Paraná e Aesc-Sul Associação dos Estudantes Secundaristas de Campina Grande do Sul mobilizaram os secundas atrasadinhos para tirarem o título no Fórum Eleitoral de Campina Grande do Sul.


Em Manaus, jovens participam de caravana da UBES e do Grêmio Estudantil Chico Mendes, do IFAM, até o TSE-AM





Jovens de Campina Grande emitem título de eleitor e participam de palestra sobre cidadania em Campina Grande (PR). Ação da UBES foi em parceria com a AESP – Associação dos Estudantes Secundaristas da Paraíba


Orgulho! Mais uma foto da ação em Campina Grande, Paraíba




Em São Luis, estudantes também mostram o título de eleitor depois de participar da campanha #SeLiga16 da UBES e da AMES – Maranhão


No TSE de São Luís do Maranhão, com participação da diretora da UBES Rozana Barroso


Em Porto Alegre, estudantes puderam tirar o título de eleitor na frente da escola Ernesto Dornelles, graças a uma parceria do TRE-RS com o grêmio
Fonte: UBES

Seminário de Educação ressalta resistência para o desenvolvimento nacional

Seminário de Educação ressalta resistência para o desenvolvimento nacional

Estudantes de todo o estado de São Paulo se reuniram nesse último final de semana, 07 e 08 de abril, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, para participar do Seminário de Educação da UEE-SP.

Com uma programação intensa de debates, mas realizado, inesperadamente, em um dia histórico de resistência, após o mandato de prisão ao ex-presidente Lula - expedido pelo juiz Sergio Moro, na quinta-feira, 05.04, e toda mobilização popular, do movimento estudantil e social contrários à prisão arbitrária. 

Assim, o Seminário que tinha como tema " Universidade Não se vende, se defende", tornou-se um evento emblemático e histórico de posicionamento dos estudantes em defesa da democracia e da educação.
 
Nayara Souza, presidenta da UEE-SP, iniciou a programação do Seminário, apresentando a iniciativa da entidade em organizar os dois dias de debates, trazendo estudantes de todo o estado de São Paulo. "Os ataques à educação são intensificados atualmente. Recentemente, uma tal reforma de projeto pedagógico dos tubarões do ensino demitiu milhares professores das universidades privadas e se elevam as propostas de cobranças de mensalidade nas instituições públicas. Sair dessa situação é ainda mais difícil quando estamos em torno dessa conjuntura, que um golpe trouxe um plano de governo, que não se dedica ao desenvolvimento".

Em seguida, deu-se início ao debate sobre financiamento da educação, com a presença de Renato Meirelles, diretor do Instituto Locomotiva, o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel e Virgínia Barros, ex-presidenta da UNE.

Meirelles lembrou dos avanços no acesso ao ensino superior nos últimos anos e os impactos no salário e no mercado de trabalho, a partir do investimento em programas de acesso. " Atualmente, temos 75% dos estudantes brasileira sendo a primeira geração com formação universitária das suas famílias. Esse acesso gera uma transformação social imensa".

O reitor da Unicamp falou sobre seu um ano à frente da universidade e as dificuldades no orçamento com o projeto no estado. "São Paulo tem um modelo de financiamento de universidade único  no mundo inteiro, uma vez que é a população que paga pelo orçamento destinado às instituições . Ou seja, toda população paga por elas por meio de ICMS, que é o imposto por circulação, compras e serviço. Em um momento de crise, claro que vamos consumir menos e assim a verba destinada cai. Eis aí o grande problema desse sistema".

Knobel acrescentou que além de um novo modelo de financiamento, com maior papel do estado nos hospitais universitários e programas de assistência estudantil, por exemplo, e deve-se pensar a universidade mais adequada às especificidades regionais e mais flexível.

Virgínia Barros, ex-presidenta da UNE, que em sua gestão foi aprovado o Plano Estadual de Educação, com 20 metas para os próximos 20 anos, explicou qual o principal entrave para a efetivação do PNE. 

" Com a PL 95, aquela do congelamento de gastos, o investimentos de educação e saúde não serão reajustados nos próximos 20 anos, o que conflita diretamente com as metas de educação pública. A abertura da exploração da camada do pré-sal para empresas estrangeiras o tornou ainda mais distante."

Confira contribuições das mesas de domingo (08.04)

Mercantilização da Educação
Nessa mesa, em que estudantes de universidades privadas levaram seus questionamentos e contestações sobre o ensino e detalhes sobre a vida estudantil nessas instituições,  Madalena Guasco, coordenadora da Faculdade de Educação da PUC - SP, apresentou do projeto educacional que se firma com o avanço neoliberal no governo e a urgência em barrá-lo
" Avança a educação à distância,também no ensino médio, a privatização do ensino. Cursos com o valor de R$ 8 mil reais, com professores de mestrado e doutorado e para o ensino superior gratuito, docentes com notório saber, mesclando aulas à distância", avalia Madalena.

Victor Grampa, presidente da Comissão de Direito Educacional da OAB/SP, mostrou detalhes das fatias do mercado entre os chamados "tubarões do ensino" e a problemática em torno da falta de regulamentação. " Na aquisição das universidade, ou seja na compra de mais instituições pelos grupos, já há carência de fiscalização.".


Ensino, pesquisa e extensão

Participaram do debate, Tamara Naiz, presidenta da ANPG ( Associação Nacional dos Pós Graduandos, Roseli de Deus Lopes, diretora da SBPC ( Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência)  e Luis Claudio, diretor do Campus São Paulo do Instituto Federal. A mesa debateu os impasses da regulamentação do profissional tecnólogo, os cortes na Ciência e Tecnologia e carência - e necessidade - da pesquisa na graduação.


Reformas e Mercado de Trabalho

Na tarde de domingo (08.04), o deputado federal Orlando Silva ( PC do B) e Rodrigo Brandão, diretor do Instituto Teotônio Vilela, debateram os caminhos para o desenvolvimento nacional e o mercado de trabalho. 
Brandão trouxe dados sobre o desemprego na juventude, que chega a 30% no Brasil e as propostas para elevar a taxa de empregabilidade nessa faixa etária. "Incentivar as empresas a contratar pessoas mais jovens e repensar a formação a partir das novas modalidades de emprego que surgem".

O deputado Orlando Silva, ressaltou que pensar do desenvolvimento nacional, redução de desemprego, passa também por uma luta política em reverter as "reformas" recentes e os investimentos em pesquisa nas universidades. 
" O PL de congelamento de gastos públicos inviabiliza crescimento do país, a inovação. E esse baixo investimento é criticado no mundo inteiro. Não dá para falar em indústria 4.0, com essas medidas, como a emenda 95".


Imagens: Karla Boughoff

Na luta pela educação, uma bagagem de histórias


Tradição da entidade, caravanas realizadas pela União Nacional dos Estudantes disseminam cultura e fortalecem a luta pela educação
Os pés que abriram os caminhos desta edição da UNE Volante não andam sós. Eles acompanham passos de outras épocas, acumulam e espalham a luta pela educação Brasil afora, como manda a tradição. Em 1962, a história teve início sob a gestão de Aldo Arantes, numa caravana que rodou o país para falar sobre reforma universitária e levar o então recém-criado Centro Popular de Cultura (CPC) a todos os cantos do país.
A também ”UNE Volante” saiu em marcha após o II Seminário Nacional de Reforma Universitária, realizado em Curitiba.
“Fizemos a UNE Volante, uma caravana que ia do Rio Grande do Sul a Manaus. Eram vinte e cinco pessoas, vinte integrantes do CPC e cinco dirigentes da UNE. Nós íamos de cidade em cidade, fazíamos assembléias gerais dos estudantes falando sobre a reforma e ainda apresentávamos as peças de teatro do CPC. Essa ação teve um o grande saldo que foi o fortalecimento do movimento estudantil. Éramos recebidos em cada lugar por milhares de estudantes. Foi muito importante para nossa história”, relembra Aldo.
Em 1963,reforçando as conquistas dessa experiência, foi realizada a segunda edição da UNE Volante, congregando jovens artistas e universitários em busca de conhecer e integrar o Brasil. No entanto, essas experiências foram interrompidas pela ditadura. A UNE foi colocada na ilegalidade em 1964 e sua reestruturação ocorreu quase 15 anos depois, com o enfraquecimento do regime. Contudo, a luta seguiu firme. Os passos já estavam dados. Novas caravanas estariam por vir.

ANOS 2000: A UNE PELO BRASIL

Em 2004, na gestão do presidente Gustavo Petta, as caravanas voltaram a fazer parte do calendário da entidade. Intitulada ”UNE Pelo Brasil”, a nova edição também trouxe para a pauta a reforma universitária. À bordo de um ônibus, a UNE Pelo Brasil somou 18 mil km rodados em 60 dias de viagem.
”Percorrer as universidades brasileiras foi fundamental porque ajudou a entidade a ter uma proposta de reforma universitária que chegou ao Senado Federal. Essa proposta resultou na aprovação de iniciativas como o Prouni e Reuni. Conseguimos influenciar o debate nacional para mudar a composição da universidade”, falou o então presidente.
Reeleito em 2005, Petta repetiu a experiência. Durante sua segunda gestão, a Caravana de Cultura e Arte Paschoal Carlos Magno percorreu 20 estados brasileiros levando a semente do Circuito Universitário de Cultura e Arte (Cuca da UNE) para diversas universidades.
No segundo semestre de 2008, já sob o mandato da presidenta Lúcia Stumpff, a UNE apostou na diversificação dos temas das caravanas em um projeto ousado, a Caravana Saúde, Educação e Cultura. Em parceria com o Ministério da Saúde, o projeto passou pelos 26 estados, mais o Distrito Federal, a bordo de um ônibus.

UNE BRASIL + 10

Qual é o Brasil que você quer para os próximos 10 anos? Com essa pergunta em mente, a UNE saiu em caravana pelo país no ano de 2012. Foram mais de 50 cidades e mais de 70 universidades públicas e particulares percorridas, na intenção de debater os rumos da educação e do país. Daniel Iliescu, presidente da entidade nesta edição, conta que estar à frente de uma Caravana da UNE é algo muito especial.
”É uma atividade em que a entidade está cumprindo um papel que lhe é constitutivo, que é o de ser Nacional. Não se é nacional somente no Rio, em São Paulo e em Brasília. É preciso estar lado a lado com os estudantes de Norte a Sul, do interior ao litoral do Brasilzão. Conhecer a diversa realidade concreta, nua e crua que vive a nossa juventude”, disse.
Para ele, construir uma caravana em 2018, num momento em que a democracia está sob forte ataque, é um resgate histórico e necessário. ”Em 2012 vivíamos no Brasil um momento de muito otimismo e esperança no futuro. Infelizmente, por enquanto, a História tem tomado outro rumo e nosso povo resiste a uma situação de exceção gerada por um golpe. Por isso, caiam dentro! Muita sola de sapato, muita saliva na língua, muita energia positiva no corpo e na alma. A solução do Brasil está no povo, está nas pessoas e uma entidade fantástica como a UNE é um instrumento precioso para ajudar a unir e organizar o povo e a juventude em nossa luta por um Brasil justo e livre”, destacou Iliescu.
Fonte: UNE