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FINAL - FOTO HISTÓRICA  - GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO MOMENTO DO "ESQUENTE"  MOMENTOS DECISIVOS - MUITA CONCENTRAÇ...

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Pousada Tavares - Melhor opção para se hospedar em Parelhas

CONTAGEM REGRESSIERAVA! FALTAM 1 DIAS PARA O V ENCONTRO DE LIDNÇAS CULTURAIS DO CPC/RN!!!

É amanhã, sexta-feira, dia 27 de abril no IFRN de Parelhas-RN, o Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN com apoio de lideranças sindicais, culturais e instituições educacionais realizará o seu V ENCONTRO ESTADUAL DE LIDERANÇAS CULTURAIS DO CPC/RN, com debates, apresentações culturais, informes, aprovação de propostas e muito mais. AGUARDEM!!!

Brasília 58 anos e mantém diversidade


Brasília completou 58 anos sábado (21). Desde que foi inaugurada, numa quarta-feira de abril, no ano de 1960, a capital, construída no coração do Brasil, reúne pessoas de várias regiões do País. Foi a vinda desses brasileiros que tornou realidade a cidade sonhada por Dom Bosco.
Segundo dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), 49% dos moradores da capital são naturais da região e cerca de 41% vieram das regiões Nordeste e Sudeste. Uma mistura que faz de Brasília a cidade com a cara e o DNA do Brasil.

Histórico


O historiador Francisco Adolfo de Varnhagen, em 1839, fez a primeira visita prática ao centro do Brasil e definiu o lugar mais apropriado para a construção da futura capital. Seria em um triângulo formado pelas lagoas Feia (na atual Formosa), Formosa (na atual Planaltina de Goiás) e Mestre D’armas (na atual Planaltina do DF).
Mas apenas em 1955, em resposta a um cidadão durante comício, o então presidente Juscelino Kubitschek prometeu a transferência da capital. Em 15 de abril do mesmo ano, a Comissão de Localização da Nova Capital Federal escolheu o Sítio Castanho como local definitivo para sediar o governo do Brasil.

Rumo aos 60 anos


Com atuação determinante dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, Brasília resiste como importante polo de serviço público, despertando em seus moradores o interesse pela carreira e pela dedicação aos concursos. Porém, segundo o especialista em educação empreendedora Milton Camargo, um novo olhar tem tomado conta dos jovens brasilienses.
As ideias de novos negócios, muitas vezes voltados à tecnologia e à comunicação, têm ganhado mais espaço e aliado criatividade com rendimento. “Hoje, são pelo menos quatro grandes investidores que possibilitam mercado para as startups brasilienses, empresas de pessoas entre 24 e 35 anos, geralmente”, explica.
Para Camargo, Brasília tem potencial para ter ainda mais destaque no empreendedorismo e na inovação. “É um movimento sem volta”, afirma. Ele argumenta que a presença de grandes eventos do setor de tecnologia, como a Campus Party e o Capital Empreendedora, são um incentivo para que esses jovens se tornem empreendedores.
Fonte: Governo do Brasil, com informações da Codeplan

Ouça “História Hoje” 25/04/: Há 11 anos, morria a cantora Carmen Costa

No dia 25 de abril de 2007 morria, aos 87 anos de idade,  a cantora Carmen Costa.
Apresentação Dilson Santa Fé
ANTES DE OUVIR O ÁUDIO DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA
Aqui Carmem no Paraná
Capaz em transformar a dor em versos, de cantar o amor em suas diferentes formas, de encantar plateias no Brasil e no exterior.
Carmelita Madriaga, conhecida como Carmen Costa, (Trajano de Morais, 5 de janeiro de 1920 – Rio de Janeiro, 25 de abril de 2007) foi uma cantora e compositora brasileira.
Nascida no interior, aos 15 anos Carmen Costa trabalhava na cidade do Rio de Janeiro como empregada doméstica do cantor Francisco Alves. Numa festa ele a fez cantar para os convidados, entre eles Carmen Miranda, e a incentivou a iniciar uma carreira.
Se apresentou como caloura no programa de rádio de Ary Barroso, saindo-se vencedora. Passou a cantar profissionalmente e a fazer dupla com o cantor e compositor Henricão.
Seu primeiro sucesso foi Está chegando a hora, versão da canção mexicana Cielito Lindo, nos anos 40. No final desta década, casou-se com um americano e foi viver com ele nos Estados Unidos.
Nos anos 50 voltou ao Brasil, quando conheceu o compositor Mirabeu Pinheiro, com quem viveu um romance por cinco anos e com quem teve sua única filha, Silésia.
Juntos tiveram sucessos como Cachaça não é água (quando foram acusados de plágio) e Obsessão.
Desta mesma época foi o samba-canção de Ricardo Galeno Eu sou a outra (“ele é casado/eu sou a outra na vida dele…”), que retratava uma situação que a própria Carmen vivia e, anos depois, assumia.
Na década de 1980, por intermédio de seu amigo, o jornalista e compositor Cláudio Ribeiro, Carmem passou a frequentar seguidamente Curitiba. Prestou depoimento para o jornalista Aramis Millarch.
Sua última gravação foi com o cantor Elymar Santos, de quem era convidada especial em alguns shows. Morreu no Hospital Lourenço Jorge, depois de alguns dias internada, aos 87 anos
Em 2003, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro tinha aprovado um projeto de iniciativa do Museu da República e tornando-a patrimônio cultural do Brasil.

Discografia
* Onde está o dinheiro?/Não dou motivo (1939) Odeon 78
* Dance mais um bocado/Não quero conselho (1940) Columbia 78
* Eu sambo meu nego/Não posso viver sem você (1941) Columbia 78
* Está chegando a hora/Só vendo que beleza (1942) Odeon 78
* Depois que ela partiu(Com Henricão)/Formosa morena (1942) Odeon 78
* Carmilito/Festa na roça (1942) Victor 78
* Caramba/A festa é boa (1943) Victor 78
* A coisa melhorou/Já é de madrugada (1943) Victor 78
* Estrela D’Alva (1943) Victor 78
* Quero ver-te uma vez mais/Velho realejo (1943) Victor 78
* Chorei de dor/Não me abandone (1944) Victor 78
* Madalena/Não há (1944) Victor 78
* Chamego/Casinha da Marambaia (1944) Victor 78
* Garota esportiva/A mulher do Lino (1944) Victor 78
* Outro céu/Manduca (1944) Victor 78
* Sarapaté/Ciúme (1945) Victor 78
* E não tarda a amanhecer/Bilu-bilu (1945) Victor 78
* No lesco lesco/Não posso aceitar (1945) Victor 78
* Siga seu destino/Meu barraco (1946) Victor 78
* Sonhei que estava em Pernambuco (1949) Star 78
* Dona Juliana/Chiquinha (1949) Star 78
* Se é pecado eu não sei/Cetim para as baianas (1951) Star 78
* Busto calado/Coco duro (1952) Star 78
* Tô te esperando/Quando chega a noite (1952) Star 78
* Não me deixe/Tô te esperando (1952) Star 78
* Cachaça (Com Colé) (1952) Copacabana 78
* Defesa/Resposta (1953) Copacabana 78.
* Maria Pé de Boi/Batendo pé (1953) Copacabana 78
* Eu sou a outra/Não pode mexer (1953) Copacabana 78
* Tranca rua/Mais tempero (1954) Copacabana 78
* Tio biruta/Mexerica (1954) Copacabana 78
* Canção da alma/Quase (1954) Copacabana 78
* Não é só vestir saia/Manchetes de jornal (1954) Copacabana 78
* Busto calado/Coco duro (1954) Copacabana 78
* Sacode a lapela/Operário (1955) Copacabana 78
* Tem nego bebo aí/Até amanhã (1955) Copacabana 78
* Gente cega/Reencontro (1955) Copacabana 78
* Presidiário/Se você me quer bem (1955) Copacabana 78
* Sei de tudo/Obsessão (1955) Copacabana 78
* Começo de vida/A morena sou eu (1955) Copacabana 78
* Drama da favela/Acacamauê (1956) Copacabana 78
* Na paz de Deus/Deixa o cabrito berrar (1956) Copacabana 78
* Amor barato/Se eu fosse contar (1956) Copacabana 78
* Don Charles/Só você (1956) Copacabana 78
* Jarro da saudade/Está bem (1956) Copacabana 78
* Gato escaldado/Nem só de pão (1957) Copacabana 78
* Jarro da saudade (1957) Copacabana 78
* Facundo/Drama de amor (1957) Copacabana 78
* Cai sereno/Palácio improvisado (1957) Copacabana 78
* Carmen Costa nº 2 (1957) Copacabana LP
* Indecisão/Como eu chorei (1958) Copacabana 78
* Lágrimas de sangue/Augusto Calheiros (1958) RCA Victor 78
* Aquela noite/Está chegando a hora (1959) RCA Victor 78
* Se eu morrer amanhã/Cretcheu (Amor) (1961) RCA Victor 78
* Marcha do cordão da Bola Preta/Se eu morrer amanhã (1961) RCA Victor 78
* Eu sou a outra/Quase (1963) Copacabana 78
* Ensina ndo a bossa nova/Melancolia (1963) Copacabana 78
* O samba no Brasil/Tem bobo pra tudo (1963) RCA Victor 78
* Não fique triste/Mal que faz bem (1964) Copacabana 78
* Embaixatriz do samba (1964) Copacabana LP
* Ziriguidum no Sambão (1971) RCA Candem LP
* Trinta anos depois (1973) RCA Victor LP
* A Música de Paulo Vanzolini – Carmen Costa e Paulo Marques (1974) Marcus Pereira LP
* Carmen Costa (1980) Continental LP
* Agnaldo Timóteo & Carmen Costa – Na Galeria do amor (1981) EMI/Odeon LP
* Benditos, Hinos e Ladainhas (1983) Alvorada/Continental LP
* Tantos caminhos (1996) Som Livre CD
* Bis Cantores do Rádio – Carmen Costa (2000) EMI CD