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GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO-NOVA CRUZ/RN REALIZOU O BATIZADO E TROCA DE CORDA FECHANDO COM CHAVE DE OURO! CONFIRAM!!!

FINAL - FOTO HISTÓRICA  - GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO MOMENTO DO "ESQUENTE"  MOMENTOS DECISIVOS - MUITA CONCENTRAÇ...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

EDUARDO VASCONCELOS - PRESIDENTE DO CPC/RN PROTOCOLA PEDIDO DE AUDIÊNCIA COM PREFEITO FLÁVIO NOGUEIRA - ASSUNTO: UERN E PROJETOS CULTURAIS!!! CONFIRA MATÉRIA!

Hoje pela manhã o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS protocolou pedido de audiência com o prefeito, FLÁVIO NOGUEIRA, cuja pauta será Campus da UERN e Projetos Culturais.

Para Eduardo Vasconcelos o pedido de audiência se faz necessário, pois a nossa UERN praticamente fechou e a classe "política da região do agreste" não tocaram no assunto e nem tão pouco se mobilizaram ou deram uma satisfação a sociedade agresteira ! Outro assunto da UERN é saber sobre o material/acervo do Núcleo de Nova Cruz, foram/vão para onde? Lembrando que lutamos muito para que a UERN permanecesse em Nova Cruz, tanto é que a Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar conseguiu sensibilizar na época a reitoria conseguindo a compra de 10 (dez) computadores, entre outros materiais.

Fechamento: Sabemos das dificuldades, mas pelo menos a instituição tivesse conversado com a comissão e as autoridades, principalmente com a comissão formada, que luta ha vários anos pelos campus!  Não podemos desistir!  A Governadora, Fátima Bezerra é a favor da autonomia financeira da UERN e nós também, portanto juntaremos forças para que este sonho se realize de fato!

O CPC/RN também falará com o poder executivo sobre os projetos culturais que o CPC/RN tenta concretizar em parceria com os poderes executivo e legislativo.

Eduardo Vasconcelos, informa que o CPC/RN recebeu recentemente um documento da reitoria da UERN em Mossoró documento que esclarece o "fechamento", entre outros assuntos. Este documento será repassado para o prefeito na referida audiência.  Vamos aguardar!

A UERN E A UFRN SOMOS NÓS NOSSA FORÇA NOSSA VOZ!

MUSEU NACIONAL INAUGURA EXPOSIÇÃO “QUANDO NEM TUDO ERA GELO – NOVAS DESCOBERTAS NO CONTINENTE ANTÁRTICO”

O Museu Nacional inaugurou, no dia 17 de janeiro, a exposição “Quando Nem Tudo Era Gelo – Novas Descobertas no Continente Antártico”, no Centro Cultural Museu Casa da Moeda do Brasil, no Centro do Rio. A primeira exposição após o incêndio do dia 2 de setembro, apresenta novas descobertas de expedições realizadas entre 2015 e 2018, pelo projeto PALEONTAR, vinculado ao programa Antártico Brasileiro. 

Além disso, a exposição possui um significado ainda mais especial: ocorre no prédio que foi a primeira sede do Museu Nacional, durante o século XIX.

Com a curadoria da paleontóloga Juliana Sayão e entrada gratuita, poderá ser visitada até maio. 

Período da exposição: de 17 de janeiro a 17 de maio.

 
Local: Centro Cultural Museu Casa da Moeda do Brasil (Praça da República – nº26 - Centro).


Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 10h às 16h e domingo, das 10h às 15h.


Entrada franca

VERDADE ANULADA Filme que contesta a 'cura gay', 'Boy Erased' não vem para os cinemas do Brasil

Boy Erased

Cancelamento de última hora levantou suspeita de censura diante do conservadorismo, marca do governo Bolsonaro
São Paulo – Usando seu já tradicional sinal de positivo ao final da frase, o presidente Jair Bolsonaromanifestou-se via twitter, nesse domingo (3), contra as acusações de censura ao filme Boy Erased - Uma verdade anulada, que não será mais exibido no Brasil. “Fui informado de que um ator americano está me acusando de censurar seu filme no Brasil. Mentira! Tenho mais o que fazer”, declarou.
Kevin McHale, que não atua no filme, mas na série Glee, é o responsável pela crítica. “É assim que começa, Boy Erased acabou de ser banido no Brasil. Bolsonaro é perigoso e é uma ameaça à comunidade LGBTQ+ no Brasil. Censurar um filme sobre os riscos da terapia de conversão é apenas o início. Eu te amo Brasil e vou lutar com vocês”, afirmou.
Segundo a Universal, o cancelamento deu-se “única e exclusivamente por uma questão comercial baseada no custo de campanha de lançamento versus estimativa de bilheteria nos cinemas”.
Para o ativista Mathew Shurka, a distribuidora deveria dar mais detalhes sobre o cancelamento. Fundador da organização Born Perfect, que trabalha contra a chamada “terapia de conversão”, Shurka atuou como consultor do longa. Para ele, a decisão pode abrir precedentes para outros filmes com temática LGBT não serem distribuídos por “razões comerciais”.
“Trabalhei de graça no filme, pois a própria produtora disse que ele foi feito para ‘salvar vidas’. Isso quer dizer que, por razões comerciais, a Universal não quer salvar vidas?”, questionou.

Verdade anulada

O filme é inspirado no livro de memórias escrito por Garrard Conley, que também se mostrou descontente nas redes sociais com o cancelament de sua exibição no Brasil. “Boy Erased censurado no Brasil. Sentia que isso poderia acontecer e é muito triste que esse tipo de coisa esteja acontecendo num país tão maravilhoso.”
No filme, o ator Lucas Hedges vive o jovem Jared, que mora numa pequena cidade conservadora do Arkansas. Aos 19 anos, gay e filho de um pastor da igreja batista, é pressionado a participar de um programa de terapia para a “cura” da homossexualidade. O pai é interpretado por Russell Crowe e a mãe, por Nicole Kidman. O diretor Joel Edgerton interpreta o profissional responsável pelo tratamento.
Lançado em 2 de novembro nos Estados Unidos, a obra teria arrecadado cerca de US$ 8 milhões, valor considerado baixo, o que teria afetado o lançamento em outros países. Segundo a Universal, em data a ser divulgada o filme será lançado via streaming.
A editora Intrínseca, que tinha como previsão inicial de lançamento a data de 31 de janeiro, distribuiu às livrarias uma versão do livro Boy Erased com uma sobrecapa ilustrada pelos personagens do filme.
Em nota, a Intrínseca informa: “Quando decidimos publicar o livro no Brasil, acreditamos que junto com a adaptação cinematográfica de suas memórias poderíamos levar uma mensagem necessária de tolerância e superação para todos que vivem situações semelhantes de repressão a suas sexualidades. Avaliamos que o livro seria uma importante contribuição para debates e que ajudaria a tornar pública a situação que muitos sofrem em silêncio”. 
E continua, afirmando a boa recepção dos leitores à obra lançada no início de janeiro. “Como muitos, lamentamos a notícia recente de que o filme não será mais exibido nos cinemas do Brasil. Mesmo assim, nossa crença na relevância do relato de Conley e nosso empenho para divulgá-lo permanecem inalterados. Manteremos nossos esforços para a promoção do livro como inicialmente planejado, com a certeza da relevância do tema e de sua contribuição para uma sociedade plural e livre de preconceitos.”
DIVULGAÇÃO/INTRÍNSECA
Capa Boy Erased
Livro lançado traz capa com atores do filme


Fonte: Rede Brasil Atual

ERA BOLSONARO - Para advogados, projeto de lei anticrime de Moro cria 'licença para matar'

Lei anticrime
Advogados preveem aumento da violência policial e mais encarceramento, se projeto virar lei
por Eduardo Maretti, da RBA
Jovens das periferias, em sua maioria pobres e negros, serão os mais atingidos caso o texto proposto pelo ministro da Justiça se torne lei no país.
São Paulo – O projeto de lei anticrime, anunciado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, SergioMoro, na manhã de hoje (4), introduz no ordenamento jurídico do país uma “licença para matar” para os policiais, viola vários princípios da Constituição, aumentará o encarceramento e atingirá principalmente jovens pobres e negros das periferias. “É um projeto de lei anticrime, mas na verdade é um projeto que assassina a Constituição, matando direitos e garantias fundamentais”, diz o advogado criminalista Leonardo Yarochewsky.
Outra questão mencionada pelo advogado como grave é a previsão de “legítima defesa” para os policiais. “Criou-se, como era proposta de campanha do próprio Bolsonaro, uma legítima defesa especial para policiais, dando quase uma licença para eles matarem quando há conflito ou risco iminente de conflito, como prevenção de uma agressão.”
Advogado e membro do Conselho Estadual de Direito da Pessoa Humana (Condepe), Ariel de Castro Alves afirma que, “na prática, qualquer suspeito pode ser abatido, independentemente de estar cometendo crime, meramente porque o policial julgou que a pessoa é suspeita”.
“Os adolescentes e jovens, geralmente negros, já são as principais vítimas da polícia e, com o projeto, as proporções de jovens mortos pode aumentar muito”, diz Castro.
“Sabemos que a polícia brasileira é uma das que mais mata no mundo, e isso vai atingir os mais vulneráveis. A população carcerária é composta na imensa maioria por negros, pobres e jovens. Isso só vai contribuir para o aumento do encarceramento, que já é imenso”, afirma Yarochewsky. 
Segundo levantamento da Pastoral Carcerária, o Brasil tem 725 mil pessoas presas, atrás somente da China, com 1,6 milhão, e dos Estados Unidos, como 2,1 milhões.
A proposta prevê que “o juiz poderá reduzir a pena (do policial) até a metade ou deixar de aplicá-la se o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção".
Castro, do Condepe, lembra que o PL propõe expressamente uma mudança no Código de Processo Penal (CPP) pela qual o agente poderá responder a inquéritos e processos em liberdade. “Isso aumentará a violência policial, porque quem investiga os policiais são os próprios colegas e não existe isenção. Então, os policiais poderão estar soltos ameaçando as testemunhas.”
Para Yarochewsky, não existe política criminal no projeto apresentado pelo ministro da Justiça. “O que existe é uma política autoritária, de endurecimento, uma política para a qual bandido, entre aspas, tem que morrer na cadeia.”
Para ambos os advogados, o já tão desprezado princípio constitucional da presunção de inocência é novamente atacado, agora pelo projeto de lei. Logo no início do texto, há uma mudança no Código de Processo Penal para assegurar a execução provisória de pena após condenação em segunda instância, que hoje prevalece em função de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), destaca Yarochewsky.
Ele lembra que essa decisão está sujeita a ser modificada, em razão da previsão do julgamento das Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 43 e 44. “O mínimo, pelo menos em relação a esse ponto, seria esperar a decisão do Supremo”, diz o advogado. 
As ADCs, liberadas para julgamento pelo relator Marco Aurélio Mello, do STF, em dezembro de 2017, até hoje não entraram na pauta, o que deve acontecer em abril, por decisão do novo presidente da Corte, Dias Toffoli, empossado em setembro. 
Apenas por conta da execução antecipada da pena definida pelo STF, lembra Yarochewsky, mais de 20 mil pessoas já foram presas no país. Na opinião do criminalista, a situação vai piorar se o PL de Moro virar lei. “A essência do projeto é trancafiar e aumentar o encarceramento.”
Para Ariel, o projeto é também inconstitucional por violar o princípio da igualdade. “Segundo o artigo 5° da Constituição, todos são iguais perante a lei. Os policiais não podem estar acima ou fora das leis, mas subordinados às mesmas legislações. Mas estão recebendo licença para matar, contra o princípio da dignidade da pessoa humana segundo o qual o bem maior a ser assegurando pelo Estado é a vida.”
Ex-candidato à Presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos afirmou, em sua conta no Twitter, que o PL de Moro “é a legalização da pena de morte, sem julgamento, praticada por agentes públicos".
A afirmação de Boulos é pertinente, segundo Ariel, mas o advogado pondera: “Só que a pena de morte, onde vigora, é decorrente de um procedimento legal pelo qual a pessoa pode se defender, durante um processo. No caso do projeto de lei brasileiro, o policial mata e depois justifica. É uma espécie de lei do abate de jovens pobres”.
Fonte: Rede Brasil Atual