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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Assembleia aprova nova ação jurídica e indica data pra ato na reitoria da UFRN

A assembleia geral da categoria dos técnico-administrativos ocorrida ontem  (12) na área da saúde, no auditório Mariano Coelho, localizado no Hospital Universitário Onofre Lopes. Na pauta, os temas: informes, avaliação, ação jurídica, 30 horas e encaminhamentos.
A escolha pela área da saúde tem sido proposital, uma vez que os servidores técnicos dos hospitais universitários (HUs) têm sido alvo de ataques constantes na tentativa de retirada da conquista da flexibilização da jornada.  Inclusive, a crise dos hospitais universitários foi levada à discussão em recente audiência pública na Câmara Municipal de Natal, promovida pelo vereador Sandro Pimentel. A Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC) tem sofrido diretamente com a questão em virtude de uma resolução do Tribunal de Contas da União (TCU) que determina o pagamento de Adicionais por Plantão Hospitalar (APHs) exclusivamente para quem ultrapassar a jornada de 40 horas, trazendo à tona a discussão da jornada flexibilizada. Sobre isso, os servidores já deliberaram e a decisão é manter a carga horária de 30 horas semanais preservando assim a qualidade de vida, cientes de que tal decisão acarreta na possibilidade do não recebimento de APHs. Os mesmos de dispõem a fazer os plantões, desde que sejam mantidas as 30 horas semanais.

Deliberações aprovadas: 
– Nova ação jurídica que incide sobre adicional noturno e horas extras –  esta ação refere-se à correção nos cálculos que determinam o valor devido ao servidor que, segundo os contracheques, estão sendo feito “a menor” pela UFRN. A interpretação jurídica a esse respeito é quase inexistente e já há jurisprudência a nosso favor, ou seja, temos uma chance enorme de vitória e execução desse pedido.
– Criação de Grupos de Trabalho nos HUs, preferencialmente por setor, que reunirão informações estatísticas e dados que auxiliarão o sindicato e sua assessoria jurídica, na parte de argumentos e reivindicações nas instâncias pelas quais passar, desde a administração central até o Ministério Público, por exemplo. Os grupos para serem formados precisarão da iniciativa e do apoio dos servidores lotados nos mesmos.
– Realização de assembleia-ato na reitoria da UFRN, com indicação da data de 25 de julho, objetivando pressionar a reitoria a trazer respostas satisfatórias sobre o problema dos técnico dos hospitais a respeito das 30 horas, bem como ampliar a discussão do tema para todos os servidores da UFRN. Essa medida se dá em virtude de todos os pedidos de setores referentes às 30 horas estarem sendo negados no Conselho de Administração (CONSAD), bem como aqueles que já conquistaram o direito, estão passando por processos de revogação.
 Vale ressaltar que a pauta das 30 horas semanais tem sido a principal reivindicação dos trabalhadores ao longo do tempo, passando por gerações várias e sendo abraçada com mais força ainda pelos novos servidores que estão nas universidades federais e ainda terão uma vida de contribuição ao serviço público.

Fonte SINTEST/RN
Adaptado pelo CPC/RN, em 13/07/2018

Malala Yousafzai visita o Brasil e declara apoio à educação de jovens indígenas

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Foto: instagram.com/malalafund
Malala Yousafzai, ativista pelo direito à educação que ficou conhecida como a pessoa mais nova a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, em 2014, veio ao Brasil no último dia 10 e conheceu indígenas dos povos Pataxó, Pataxó-hã-hã-hãe e Tupinambá.

Uma das indígenas que a jovem conheceu em sua visita a Salvador (BA), a Tupinambá Maikele, contou para ela sua história. Seu pai foi morto em um conflito territorial, deixando ela e mais oito irmãos para sua mãe criar. No entanto, mesmo em meio às dificuldades, Maikele acorda às 4 horas da manhã, percorre oito quilômetros a pé e leva uma hora de ônibus até chegar à escola.

Além de Maikele, Malala passou o dia em que comemorava seus 21 anos com outras indígenas para, dessa forma, aprender mais sobre as barreiras que as mulheres enfrentam apenas tentando obter educação. "Eu também estou aqui para destacar as questões que essas meninas jovens estão enfrentando. Existem 1,5 milhão de meninas no Brasil que estão fora da escola, e nós vemos essa grande disparidade quando se trata da população indígena e afrodescendente", afirmou a ativista.

A paquistanesa aproveitou para anunciar apoio a três brasileiras que passarão a fazer parte da Rede Gulmakai, uma iniciativa do Fundo Malala que apoia ativistas da área da educação de meninas e mulheres em vários países: Denise Carreira, da Organização não governamental Ação Educativa, Sylvia Siqueira Campos, do Movimento Infanto-juvenil de Reivindicação, e Ana Paula Ferreira de Lima, da Associação Nacional de Ação Indigenista – Anaí.

Ana Paula, Coordenadora da Ong Anaí, em entrevista à Funai afirmou que "em um momento tão difícil da história do Brasil, as meninas indígenas da Bahia e do nordeste receberem o apoio de uma pessoa de relevância internacional, como Malala Yousafzai é de fundamental importância para a luta por uma educação, gratuita, segura, de qualidade e diferenciada, com professores qualificados e boas escolas de Ensino Médio dentro das aldeias".

Já Malala completou: "Algo precisa ser feito. Estou aqui para levantar a minha voz e ficar com elas e investir em ativistas locais no Brasil. Meu presente de aniversário é que todas as garotas possam ter acesso à educação segura e de qualidade."

A Fundação Malala publicou uma foto da ativista com as meninas indígenas em sua página no Instagram afirmando: "Para muitas meninas indígenas no Brasil, a jornada para a escola é quase maior do que o próprio dia letivo - e enfrentar a discriminação dificulta ainda mais a permanência na escola". Malala ficou conhecida pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação no vale do Swat (Paquistão), onde nasceu. Lá, os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.

Ana Carolina Vilela
Ascom/Funai

Animação inspirada nos indígenas Guajajara (MA) vence Prêmio Mercosul de Direitos Humanos

Suzanopapelecelulose
O curta-metragem "Festa dos Encantados", inspirado no projeto Alma Brasileira – Coisa de Índio, produzido pela Coletivo 105, Idade da Pedra e Instituto Makarapy, é vencedor do Prêmio Mercosul de Direitos Humanos no 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM 2018).

Além do troféu, os autores receberam como premiação o valor de US$ 500,00. O dinheiro será destinado ao Fundo de Produção Audiovisual para Jovens Indígenas do Maranhão do Instituto Makarapy.

A animação conta a saga de um índio Guajajara em busca do irmão perdido em terras maranhenses, que encontrou um mundo subterrâneo habitado por seres encantados e ali permaneceu até aprender todos os rituais e cânticos de várias celebrações.

O projeto Alma Brasileira – Coisa de Índio é uma iniciativa da Suzano Papel e Celulose e tem como principal objetivo fomentar a autonomia dos indígenas por meio da formação de jovens em técnicas de linguagem audiovisual, nos povoados Krikati, Gavião e Guajajara (MA).

"Com este projeto, apoiamos o fortalecimento das celebrações tradicionais por meio de registros audiovisuais realizados pelos jovens indígenas. A partir do conhecimento adquirido, esses jovens se tornam multiplicadores das tradições", afirma Ana Paula Soares, coordenadora de Sustentabilidade da empresa.

O curta também já foi reconhecido, em 2016, no 11º Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões como Melhor Direção de Arte. A próxima exibição será na 1a edição do Jumara Festival Internacional de Cine Indígena, no Panamá, entre os dias 12 e 14 de julho.

Para assistir ao curta metragem, clique aqui.

Divulgação Suzano 
Fonte: FUNAI

Arte e feminismo: para além do gênero, uma arte política

Por volta das décadas de 1970 e 1980, artistas sob influência dos movimentos feministas e das teorias pós-estruturalistas começaram a questionar e a colocar em prática a importância de expressar em sua arte aspectos da personalidade individual e de certa dimensão particular de gênero em suas produções artísticas.
Por Naymme Moraes*
Naymme: Se todas as relações são marcadas pelas divisões de gênero, nada melhor que a arte para questionar essa diferença, que é pura e simplesmente cultural, promovida e patrocinada por instâncias de poder, dentre elas os museus e galerias de arte Naymme: Se todas as relações são marcadas pelas divisões de gênero, nada melhor que a arte para questionar essa diferença, que é pura e simplesmente cultural, promovida e patrocinada por instâncias de poder, dentre elas os museus e galerias de arte
Apesar de não existir um movimento de arte propriamente feminista, o que divide opiniões quanto ao termo até hoje, por conta de uma diversidade de produção e de artistas que não são analisadas em conjunto, é possível criar correspondências entre as principais artistas que reuniram temáticas similares naquele período e considerar os passos formais de mulheres de diferentes épocas e países, analisando também do ponto de vista filosófico e teórico essa produção em um caminho comum.
Apesar da crítica conservadora da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos na década de 1980, quando as teorias feministas nas artes visuais mal haviam insurgido e essa era arte acusada de feminização, a década posterior, de 1990, redescobre o radicalismo político e o contato viceral com a experiência subjetiva.
Os anos de 1990 inauguram exposições no mundo inteiro sobre a temática, inclusive resgatando histórias de suas precursoras tanto da década de 70 quanto de décadas anteriores, com umas das primeiras mostras de 1993,”Bad Girls”, na Grã-Bretanha.
A relação entre arte e feminismo encontrou abertura dentro das inquietações da arte contemporânea e de suas interpretações diversas sobre questões tais como corpo, gênero, sexualidade, identidade, autobiografia e memória, oferecendo uma quebra a partir do uso dessas temáticas do olhar de críticos, teóricos e do público, gerando a possibilidade de questionamento da própria arte.
Uma das artistas mais importantes do século XX, Louise Bourgeois, construiu uma vasta obra, onde as temáticas presentes nas suas esculturas nos remetem a fábulas como também às relações íntimas entre mães e filhos, através da influência dos estudos da psicanálise lacaniana da primeira metade do século passado.
A artista costumava dizer “o inconsciente é meu amigo”, quando se referia aos seus trabalhos,Trani Episode (1971-72); Pregnant Woman (1947-49) e Janus in Leather Jacket (1968); Femme Couteau (1969-70); Janus Fleuri (1968).
Louise Bourgeois Femme Couteau 1982. Collection Ellen Kern, New York
De outro lado, artistas como Adrian Piper e Shirin Neshat – que operam politicamente em seus trabalhos, não só em relação à misoginia, mas também em causas como o racismo, xenofobia e questões como as relações das mulheres no islã – estão cada vez mais atuantes.
Shirin Neshat, artista visual iraniana, vive em Nova York e é conhecida principalmente por seu trabalho em cinema, vídeo e fotografia. Sua obra faz uma ponte entre a antiguidade/modernidade de seu país e os contrastes entre “Oriente/Ocidente”, onde vive hoje, New York, além das questões como feminilidade e masculinidade, vida pública e vida privada.
Talvez uma das artistas mais atuantes da cena política contemporânea nas artes visuais seja Adrian Piper. Em abril desse ano, o MoMa fez uma retrospectiva de 50 anos de carreira da artista americana e de sua luta contra o racismo e a misoginia. As relações de gênero e o patriarcado sempre foram um dos alvos da artista.
Em 1986, ela projetou um cartão de visita que deveria ser distribuído para desarmar casos de agressão sexual. O cartão dizia: “Caro amigo, não estou aqui para pegar alguém ou ser pego. Estou aqui sozinha porque quero estar aqui, sozinha”. Adrian Piper procurou transcender as fronteiras entre arte e discurso público colocando o conceito de raça e gênero como fundamental para suas investigações. Com sua pele clara de ascendência afro-americana e branca, ela utilizou seu próprio corpo como catalisador social explorando a identidade não como uma categoria fixa, mas como um processo.
Apesar de todo o debate, o tema arte e feminismo ainda é considerado polêmico e causa desconforto na área artística. Existe uma resistência em alguns países, e o Brasil é um deles, quando se propõe um olhar mais atento para alguns trabalhos, como os deTarsila do Amaral, Maria Martins, Lygia Clark ou Lygia Pape, por exemplo. Isso sem levar em consideração a enorme resistência à mulher no mercado das artes visuais no Brasil, tornando a relutância por parte de algumas artistas em se assumir feministas ainda maior.
Estamos em 2018 e muitas questões ainda não são discutidas do ponto de vista de políticas públicas e educacionais, de inclusão artística e de representatividade. Quase não ouvimos falar em artistas negras e na estética queer, por exemplo, que assim como a política do feminismo nas artes visuais fogem das expectativas de um olhar direcionado de uma ideia clássica de beleza e de uma filosofia artística que corresponde a uma linguagem pré-vanguardista e naturalista, causando desconforto e desestabilizando o mundo familiar da arte.
Enfim, se existe ou não uma arte feminista, a questão central aqui é que modos de representação do feminino mudaram e as questões de gênero integram de modo indissociável a avaliação e a criação do objeto artístico. Se todas as nossas relações, das mais cotidianas, das mais simples às mais complexas, são marcadas pelas divisões de gênero, por esse fosso e pela violência que o patriarcado exerce sobre nós, nada melhor que a arte para questionar essa diferença, que é pura e simplesmente cultural, promovida e patrocinada pelas instâncias de poder, dentre elas os museus e galerias de arte.
Aqui vai uma listinha totalmente arbitrária e idiossincrática para começar a conversa e dar um gostinho para um próximo papo: Nancy Spero; Barbara Kruger; Niki de Saint Phalle; Lygia Clark; Yoko Ono; ChantalAkerman; Judy Chicago; Gina Pane; Marina Abramovic; Cindy Sherman; Sophie Calle; Barbara Hammer; Kiki Smith; NanGoldin; Francesca Woodman; Barbara Chase-Riboud; Senga Nengudi.
*Naymme Moraes é feminista, mestra em História e doutoranda em Sociologia pela UFPE.

Estão abertas as inscrições para o 1º Encontro de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria

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A ADUFPB promove, de 23 a 26 de julho, o 1º Encontro de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria. A proposta é reunir docentes aposentados da UFPB, da UFCG e da UEPB em torno de debates sobre temas como conjuntura política nacional, Reforma da Previdência, políticas públicas para idosos. Além disso,o evento oferecerá oficinas focadas na melhoria da qualidade de vida do profissional aposentado.
Interessados em participar já podem se inscrever presencialmente, comparecendo à sede da ADUFPB, localizada no Centro de Vivência do campus I. Ou, ainda, pela internet, clicando aqui. No ato da inscrição é necessário informar contatos, dados funcionais e se há interesse em participar das oficinas oferecidas.
A abertura do Encontro será no dia 23, às 9h, no auditório da Reitoria da UFPB, com apresentação da Orquestra de Violões da Paraíba e do Coral Vozes da ADUFPB. A mesa de abertura será composta por representantes da reitoria, da organização do evento, das seções sindicais que representam os docentes das universidades participantes e do Andes – Sindicato Nacional. Após as falas, terá início a primeira palestra do evento, com o tema “Aposentados frente à conjuntura nacional atual – Desafios em lutas”, ministrada pelo professor Jaldes Meneses.
As demais atividades serão realizadas na sede sociocultural da ADUFPB, localizada na rua Gilvan Muribeca, nº 88, bairro do Cabo Branco. Além das palestras, também serão realizadas seis oficinas gratuitas: “Construindo fuxico”, “Origami”, “Atividades funcionais para o idoso”, “O que as quedas falam do estado ativo de presença”, “Uso de dispositivos móveis com segurança” e “A linguagem expressiva da marcha da terceira idade”.
Confira a programação completa abaixo:
ABERTURA
Dia 23 de Julho de 2018 (segunda-feira) – Horário: 9horas
Local: Auditório da Reitoria da UFPB
 
MOMENTO CULTURAL

Apresentação da Orquestra de Violões da Paraíba
Maestrina: Carla Santos (Dept. de Música da UFPB)
Apresentação do Coral “Vozes da ADUFPB”
Maestro: Carlos Anísio

PALESTRA DE ABERTURA

Aposentados frente à conjuntura nacional atual – Desafios em lutas
Palestrante:  Profº Doutor Jaldes Meneses
Horário: 10h30
 
COFFEE BREAK 

Hall do Auditório da Reitoria

Horário:  11h30  
COMPOSIÇÃO DA MESA DE ABERTURA
Representação do ANDES-SN/Regional Nordeste II – Profº Doutor Josevaldo Pessoa da Cunha
Representação da UFPB – Profª Doutora Margareth Formiga Diniz ou Profª Doutora Bernardina Freire
Presidente da ADUFPB – Profº Doutor Cristiano Bonneau
Coordenadora do GT de Aposentados e Diretora de Aposentados da ADUFPB – Profª Terezinha Diniz
Presidente da ASIP/PB – Carlito Gondim
Coordenadores e Representantes de Seções Sindicais:
Universidade Federal de Campina Grande – Thiago Romeu de Souza (ADUFCG)
Universidade Estadual da Paraíba – Leonardo Soares (ADUEPB)
Diretoria do Aposentado, Pensionista e Assuntos Previdenciários do Sintespb – João Manoel dos Anjos


DIA 24 de julho de 2018 ( Terça-feira)
Local: Sede sociocultural da ADUFPB

Manhã – PALESTRA E DEBATE
Horário: 09h00
TEMA: A reforma da Previdência e suas
contradições com relação aos aposentados
Palestrante: Profº Doutor Paulo Maia, Presidente da OAB – Paraíba

10h30 – Apresentação Cultural
Apresentação: Grupo de Dança dos Idosos
- Profª Helena Holanda

11h30 – Coffee break
Tarde – oficinas
A PARTIR DAS 14h30

OFICINA 1: O que as quedas falam do
estado ativo de presença
Facilitadora: Profª Maria Aparecida Bezerra

OFICINA 2: Uso de dispositivos móveis
com segurança (Trazer o seu celular)
Facilitador: Profº Francisco Ribeiro dos Santos Júnior

OFICINA 3: Construindo fuxico
Facilitadora: Profª Meriland Filgueira de Araújo

OFICINA 4: Origami
Facilitadora: Maria Gorete Xavier da Costa

DIA 25 de julho de 2018 (Quarta-feira)
Local: Sede Sociocultural da ADUFPB

Manhã – PALESTRA E DEBATE
Horário: 09h00
TEMA: Saúde em 1º lugar – Do acordar ao
dormir (distribuição de mudas medicinais)
Palestrante: Profª Doutora Maria das Graças Toscano

Tarde – oficinas – A PARTIR DAS 14h30
OFICINA 1: Construindo fuxico
Facilitadora: Profª Meriland Filgueira de Araújo

OFICINA 2 : Origami
Facilitadora: Maria Gorete Xavier da Costa

OFICINA 3: A Linguagem Expressiva da Marcha da Terceira Idade
Facilitadora: Proª Sandra Barbosa (CCS)

DIA 26 de julho de 2018 (Quinta-feira)
Local: Sede Sociocultural da ADUFPB

Manhã – PALESTRA E DEBATE
Horário: 09h00
TEMA: Política públicas com foco no projeto Cidade Madura
Palestrante: Profª Doutora Maria Aparecida Ramos

Tarde – oficinas – A PARTIR DAS 14h30
OFICINA 1: Atividades funcionais para o idoso
Facilitadora: Ingrid Obermark

NOITE DE Encerramento do Encontro (CONFRATERNIZAÇÃO)
COQUETEL na Sede Sociocultural, a partir das 20 horas, com show da Banda Quarteto Nordestino