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Atrofia cultural

O cartunista  Miguel Paiva  afirma que a cultura brasileira segue ameaçada. Ele diz: “um país como o Brasil não pode ser entregue a ini...

sábado, 17 de agosto de 2019

PRESIDENTE DO CPC/RN REUNIU-SE COM AS/OS CANTORES/AS JULIANA GOMES E DIEGO RAMOS - ASSUNTO: GRAVAÇÃO DE UM FUTURO CD!

Eduardo Vasconcelos - centro, entre os/as cantores/as, Juliana Gomes e Diego Ramos

Hoje (17) a tarde no alpendre da Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN, o o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, também Agente de Cultura, se reuniu com a cantora e compositora, Juliana Gomes e o também cantor e compositor, Diego Ramos de Oliveira, ambos com um futuro promissor artístico para tratar da possibilidade das instituições mencionadas em parceria com a Fundação José Augusto - FJA produzirem um CD.

Para Eduardo os mesmos se juntarão com outros dois artistas, Juliana Soares e Samarone para juntos em futuro bem próxima possam finalmente gravarem este CD.  O primeiro passo já foi dado, agora é unir-se para discutirem o projeto e finalmente conseguirem gravar.

Eduardo Vasconcelos, disse que este é o objetivo das instituições procurar oferecer este apoio para que este sonho possa a vir ser realizado. Vamos acreditar, disse Eduardo.

Diego Ramos e Juliana Gomes disseram que a ainda é ótima e chega em boa hora. Vamos unir-se aos outros colegas, SAMARONE LIMA e JULIANA SOARES e quem sabe este sonho se realizem. Concluíram.

Desigualdade sobe, e pobreza chega a 23,3 milhões de pessoas

Fila em busca de emprego no Rio. Foto: Fabiano Rocha / Fabiano Rocha
Renda do trabalho dos jovens encolhe 17% entre 2014 e 2019, mostra estudo do economista Marcelo Neri, da FGV Social.

FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO: Nota de pesar para o jornalista Carlos de Souza

A Direção da Fundação José Augusto lamenta profundamente a morte precoce do jornalista e escritor areiabranquense, Carlos de Souza, 60, falecido na madrugada de ontem, (16). Ele lutava há alguns meses contra um câncer. "Carlão" como é conhecido pelos amigos, foi editor na FJA, no caderno "O Galo", em 2016 e um de seus livros "Cidade dos Reis" também foi editado pela FJA. Além de ter escrito livros de poesia e ficção, tais como: "Crônicas da Banalidade", "Cachorro Magro"; "É tudo fogo de palha" e "Urbi", Carlos de Souza foi editor de importantes jornais do Estado como Tribuna do Norte e Diário de Natal, e trabalhou em campanhas políticas. Foi por um período professor substituto na UFRN e tinha Mestrado em Educação.

Crédito da foto: Tribuna do Norte

Paraty e Ilha Grande agora são patrimônios da humanidade

A cidade de Paraty, no litoral sul fluminense, recebe a 12ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que este ano homenageia Millôr Fernandes. (30/07/2014) foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil
Paraty - RJ - Foto do Google
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) decidiu hoje (5) inscrever Paraty e Ilha Grande, no sul do Estado do Rio de Janeiro, como patrimônio mundial da humanidade.
O sítio inclui o centro histórico de Paraty e as reservas de Mata Atlântica da região da Baía da Ilha Grande, como a Serra da Bocaina e a própria Ilha Grande.
Esse é o primeiro sítio de patrimônio misto do Brasil, ou seja, que inclui bens culturais e naturais. Dos mais de mil patrimônios mundiais, apenas 39 locais, em 31 países, são sítios mistos.
Paraty e Ilha Grande se juntam a outros 21 patrimônios mundiais da humanidade brasileiros, dos quais sete são naturais e 14 são culturais.
A lista de patrimônios do país inclui Ouro Preto (MG), Olinda (PE), São Luís (MA), Cidade de Goiás (GO) e Salvador (BA), o Plano Piloto de Brasília, o Pantanal, as ilhas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas, o Parque Nacional do Iguaçu (PR), as Paisagens Cariocas (RJ) e o Cais do Valongo (RJ).
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

VOCÊ SABIA QUE O DIA 25/07 É CELEBRADO O DIA DA MULHER LATINA E CARIBENHA? NÃO? ENTÃO LEIA ESTA MATÉRIA! Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha

Tereza de Benguela, a rainha do Quilombo de Quariterê 

Tereza de Benguela, a rainha do Quilombo de Quariterê - Foto do Google
Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha é celebrado dia 25 de julho. Nessa mesma data, também é comemorado o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.
Em 1992, um grupo de mulheres negras oriundas dos países da América Latina reuniu-se em Santo Domingos, na República Dominicana, para a realização do primeiro Encontro de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas.
Ali discutiram problemas que afetam a todas as mulheres em geral, como machismo, formação educacional e profissional, maternidade.
No entanto, também trataram de questões específicas, como o racismo,preconceito e a situação de inferioridade que se encontram em relação às mulheres brancas.
A fim de chamar a atenção para esta problemática, a data de 25 de julho ficou estabelecida como o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha.
Em 2014, de acordo com a Lei Nº 12.987, de 2 de junho, 25 de julho foi instituído o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

Quem foi Tereza de Benguela?

Tereza de Benguela (?-1170) liderou o Quilombo de Quaritetê, no Mato Grosso, após a morte do seu marido. Tereza instituiu normas para o funcionamento do quilombo e liderou a luta contra os portugueses. Em 1770 foi assassinada.

A história da América Latina foi embranquecida quando foi escrita, mas sobram exemplos de mulheres negras lutadoras que deixaram sua marca no tempo em que viveram. Eis alguns exemplos:

  • María del Tránsito Sorroza (séc. XVII) – parteira, foi libertada em 1646 devido a sua competência profissional. Equador.
  • Tereza de Banguela (?-1770) – rainha do Quilombo de Quariterê. Brasil.
  • Cécile Fatiman (1791-?) – sacerdotisa vodu e ativista política. Haiti.
  • María Remedios del Valle (1776-1847) – capitã do exército. Argentina.
  • Victoria de Santa Cruz (1922-2014) – poeta, coreógrafa, desenhadora. Peru.
  • Epsy Campbell (1963) – vice-presidente da Costa Rica, desde 1º de abril de 2018. Costa Rica.
  • Gloria Rodríguez (1964) – 1.ª deputada negra no Uruguai.
  • Ely Meléndez – economista, consultora do BID, ativista feminista. Honduras.
  • Sandra Abd’Allah-Alvarez Ramírez (1973) – escritora e ensaísta. Cuba.
  • Dilia Palacios (1977) – ativista política. Guatemala.
  • Carolina Indriago (1980) – primeira miss Venezuela morena, apresentadora e modelo. Venezuela.
  • Mercedes Argudin Pacheco – feminista. Chile.
  • Betty Garcés (1986) – soprano. Colômbia.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

A genialidade musical de Jacob do Bandolim faz falta há 50 anos


Além de manifestações em defesa da educação pública e da democracia, esta terça-feira (13) marcou os 50 anos da morte corporal do músico Jacob do Bandolim. Corporal porque a obra de todo grande artista é imortal, o que de certa forma o mantém vivo.

Por Marcos Aurélio Ruy*
“Jacob tornou-se um bem patrimonial que, feito mangueira frondosa, atirou suas ramas para além dos quintais brasileiros”, diz Hermínio Bello de Carvalho “Jacob tornou-se um bem patrimonial que, feito mangueira frondosa, atirou suas ramas para além dos quintais brasileiros”, diz Hermínio Bello de Carvalho
“Jacob do Bandolim era o trovão. Onde ele estivesse, o espaço era totalmente ocupado pela sua voz ou pelo seu olhar ou pela sua música. Seu bandolim encantado inundava nossas vidas através dos saraus na generosa casa de Jacarepaguá (bairro onde ele residia no Rio de Janeiro)”, diz Turíbio Santos, um dos principais violonistas brasileiros.
O músico autodidata está eternizado também na música homenagem feita por seu filho Sérgio Bittencourt, Naquela Mesa, um lamento pela perda precoce do pai aos 51 anos, mas que também mostra a importância de um pai presente na vida e na educação dos filhos:
“Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã.
E nos seus olhos era tanto brilho,
Que mais que seu filho, eu fiquei seu fã”
Importante lembrar da obra dele que dedicou a vida à sua arte e elevou o patamar do choro (gênero musical e instrumental genuinamente brasileiro, nascido no século 19) com sua dedicação e qualidade incontestes. Principalmente porque a mídia comercial do Brasil ignora toda expressão artística que não tem potencial de gerar altos lucros rapidamente.
Constatação feita pelas poucas homenagens pela passagem de seu centenário em 2018. Ficam no imaginário de quem ama a música clássicos do choro de sua autoria como Vibrações, Doce de Coco, Noites Cariocas, Assanhado e Receita de Samba. Em 1964, criou o também importante conjunto de choro Época de Ouro.
Para o jornalista e escritor João Máximo, “Jacob era, no mínimo, dois: o músico extraordinário, perfeccionista, obsessivo pesquisador de sons, compositor e líder, defensor do choro, do samba, da valsa, desde que música brasileira, e o homem sisudo, franco, veemente na defesa de seus pontos de vista e, com frequência, mal-humorado. É mais do que defensável a tese de que o melhor Jacob – o sentimental, o lírico, o enlevado virtuoso que tocava, de modo muito próprio, com o instrumento colado ao peito – era mesmo o do bandolim”.
Ele se apresentou pela primeira vez na Rádio Guanabara, no Rio de Janeiro, como amador, em 1933, com o conjunto Sereno, formado por amigos, quando ainda tocava violão. Vale lembrar que nos anos 1930/1940 o cenário da comunicação era dominado pela “Era do Rádio”, ainda não havia televisão e as programações das emissoras existentes davam espaço para a música, inclusive instrumental, e para os artistas brasileiros, grandes nomes da música popular surgiram nessa época.
Ele adotou o bandolim como seu instrumento para manifestar a sua arte, em 1934, mesmo ano em que assinou o primeiro contrato profissional com a Rádio Guanabara. Nunca mais abandonou a música, mesmo trabalhando como funcionário público.
“Jacob tornou-se um bem patrimonial que, feito mangueira frondosa, atirou suas ramas para além dos quintais brasileiros. Fecundou sementes por esse mundão afora”, diz Hermínio Bello de Carvalho, compositor e produtor musical.
Segundo Carvalho, o músico transformava tudo o que tocava, “era assim: um Pixinguinha ou Anacleto, um Tom Jobim ou Nazareísta ganhavam nova identidade por meio da sonoridade e das inflexões que seu mágico bandolim imprimia àquilo tudo que ele tocava – e tocar tem, aí, um sentido mágico, sublime, divinal”.
O primeiro disco solo de Jacob só seria lançado em 1947, com o seu choro, Treme-treme e a valsa Glória, de Bonfiglio de Oliveira, acompanhado por um grupo de músicos que com ele tocava nas rádios e que ficou registrado no rótulo do disco como sendo César e seu conjunto.
“Jacob era um homem sério e muito exigente. Era daquele tipo de antigamente: um olhar bastava para manifestar a sua contrariedade. Um olhar, por exemplo, num dos músicos do seu conjunto por causa de um erro qualquer era mais violento do que qualquer espinafração”, revela o crítico e pesquisador musical, Sérgio Cabral.
Inevitável registrar a importância desse talento da música popular brasileira para se contrapor aos tempos de rancor e ódio que o país atravessa na segunda década do século 21. Nada como a boa arte para nos lembrar de nossa humanidade e Jacob do Bandolim nos remete ao melhor do que podemos ser.
“Com todas as virtudes, fraquezas, defeitos e rastros de luz que certos homens, que ainda escrevemos com “agá” maiúsculo, souberam ou sabem ser. E homem com H maiúsculo, para mim é Gênio. Tenho certeza e assumo: não sou nada, porque, de fato, não preciso ser. Me basta ter a certeza inabalável de que nasci do Amor, da Loucura, da Irrealidade e da Lucidez de um Gênio”, acentua Sérgio Bittencourt.
* Marcos Aurélio Ruy é jornalista

Racismo impediu reconhecimento internacional de Rondon como explorador

 Marechal Rondon - Fotos Google
Não foi só a enorme admiração por Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958) que levou o jornalista americano Larry Rohter a preparar uma biografia do marechal. Rohter foi correspondente no Brasil pela revista Newsweek e depois pelo jornal The New York Times. Ao atuar neste último veículo, ele se tornou mais conhecido do público local. Em 2004, quase foi expulso do país ao publicar reportagem sobre o consumo de álcool do então presidente Lula.
Por Naief Haddad
Nestes 14 anos em que viveu no Brasil, Rohter se aproximou de familiares da sua mulher, Clotilde, nascida aqui, e fez amigos no País. “Pensei no livro como um presente para eles, um modo de dizer: ‘O Brasil foi capaz de gerar um homem da estatura de Rondon. Então nem tudo está perdido’”, diz Rohter em tom bem-humorado.
De fato, esse mato-grossense de vida longa (quase 93 anos) colecionou proezas fascinantes, como demonstra Rondon, a recém-lançada biografia. Ao longo de mais de 20 expedições pelo norte do País nas primeiras décadas do século 20, ele redesenhou o mapa da Amazônia. Não teria desempenho tão notável como cartógrafo e engenheiro sem resistência física e disciplina. Depois de formado na Escola Militar, no Rio, percorreu mais de 40 mil km a pé, a cavalo, no lombo de mulas, em canoas.
Foi ainda pesquisador. A Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas de Mato Grosso ao Amazonas, que ficou conhecida como Comissão Rondon, publicou mais de cem artigos científicos, com temas que variavam de botânica a meteorologia. Descendente de indígenas, fundou em 1910 o SPI (Serviço de Proteção aos Índios), entidade comandada por ele nos anos seguintes.
Ao contrário do “índio bom é índio morto”, celebrado pelos desbravadores dos EUA do século 19, Rondon deixou outra frase como herança: “Morrer se preciso for, matar nunca”. No poema Pranto Geral dos Índios, Carlos Drummond de Andrade se referiu a ele como o “militar suave”.
Durante fase inicial da Comissão Rondon, como relata Rohter, uma flecha atirada por um nhambiquara atingiu o peito do militar. Só não o feriu porque ficou cravada na bandoleira, a correia de couro onde ele prendia a arma. Além de não reagir, Rondon impediu que seus homens atacassem os índios.
O jornalista evita, porém, tratar Rondon como homem de conduta irretocável. Lembra, por exemplo, os castigos severos do oficial aos seus soldados indisciplinados – puniu-os mais de uma vez com golpes de chicote ou vara.
Mais famosa no exterior do que a Comissão Rondon foi a Expedição Científica Roosevelt-Rondon, liderada pelo brasileiro e pelo ex-presidente dos EUA Theodore Roosevelt (1858-1919). Ao longo de dois meses, entre fevereiro e abril de 1913, eles percorreram os mais de 1.400 km do rio da Dúvida (mais tarde rebatizado como rio Roosevelt), que até então não tinha sido mapeado. Concluíram que se tratava do maior afluente do rio Madeira.
Boa parte das informações inéditas ou pouco conhecidas trazidas pela biografia estão nesses capítulos dedicados à expedição. Dezenas de livros já descreveram essa aventura, mas quase todos se basearam apenas nos relatos em inglês de Roosevelt e dos naturalistas que o acompanharam. Além dessas fontes, Rohter recorreu aos diários, relatórios e entrevistas de Rondon e depoimentos de integrantes da equipe dele.
Dessas visitas a novos baús, sai engrandecida a figura do médico José Antônio Cajazeira, o dr. Cajazeira, pouco mencionado nas obras anteriores. Roosevelt machucou a perna durante a viagem e, nos dias seguintes, o ferimento resultou numa infecção. Não bastasse isso, os ataques de malária e as doenças estomacais deixaram o ex-presidente americano sem força. Foi Cajazeira quem cuidou de Roosevelt. Num povoado de seringueiros, operou a perna dele, sem anestesia. Não fosse o médico baiano, crê o autor, o político americano teria morrido.
Ainda durante a viagem, o canoeiro Julio matou um colega após um desentendimento. Roosevelt quis a pena de morte. Tomando como base as leis brasileiras, Rondon defendeu que o assassino fosse preso. Como Julio se embrenhou pelo mato, não houve nem uma punição nem outra. “Esse episódio mostra o abismo cultural entre brasileiros e americanos em relação à Justiça”, afirma Rohter. O embate diante do crime já tinha sido relatado em outras obras, mas aparece na nova biografia com mais nuances.
O autor revela dois objetivos com o livro. Com a versão em inglês, que será publicada no ano que vem, pretende tirar Rondon das notas de rodapé dos tradicionais livros sobre os maiores exploradores da história. Roosevelt até que tentou ressaltar a importância e a coragem de Rondon em conferências realizadas em entidades de exploradores e geógrafos na Europa e nos EUA, mas obteve pouco sucesso.
“A ideia de um intelectual cientista indígena não cabia nos conceitos da época [início do século 20]. Houve, basicamente, racismo”, afirma o jornalista americano. O autor também aponta a inconsistência das críticas direcionadas a Rondon por famosos desbravadores europeus, como Percy Fawcett. O explorador inglês, aliás, é tratado por Rohter como um “grande impostor”.
Com a edição para o público brasileiro, o objetivo do autor é outro. Ele quer apresentar Rondon além da visão unidimensional do desbravador do sertão e defensor dos índios, o que já não seria pouco. “Ele também foi um hábil operador político, liderou a campanha pela criação do Parque Nacional do Xingu e se empenhou para evitar que o país entrasse na Segunda Guerra aliado aos nazistas. Seu lugar na história do Brasil deve ser redimensionado”, diz o biógrafo.
Rondon é a terceira obra de Rohter em que o Brasil ocupa espaço central – as anteriores foram Deu no New York Times (2008) e Brasil em Alta (2012). Nenhuma havia lhe tomado tanto tempo quanto a biografia. O jornalista dedicou quatro anos, em tempo integral, às pesquisas e à redação do novo livro.
A quarta obra a respeito do país está a caminho. O jornalista prepara uma ficção que tem como ponto de partida a Batalha dos Guararapes, em 1648 e 1649. Ele imagina uma outra história do país a partir de uma questão: e se os holandeses tivessem derrotado os defensores do Império Português nos confrontos em Pernambuco? “Vou postular a existência de dois Brasis, um ao lado do outro. Um Brasil português e um holandês.”
Folha de S.Paulo