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sábado, 28 de julho de 2018

AUTO ESCOLA AGRESTE COM VISUAL NOVO E DE UM PROFISSIONALISMO FORA DO COMUM, VISITE-NOS!!!

 Novo visual da AUTO ESCOLA - CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES - CFC - NOVA CRUZ/RN

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Festival Lula Livre reúne no Rio gerações e estilos musicais em defesa da democracia

Programação musical terá nomes como Ana Cañas, Beth Carvalho, Noca da Portela, Nelson Sargento, MC Carol e Renegado, além de Chico Buarque, Gilberto Gil, Jards Macalé, Chico César e Odair José
Está chegando a hora. Neste sábado (28), a partir das 14h, no Rio de Janeiro, nos Arcos da Lapa, região central da cidade, o Festival Lula Livre reunirá artistas e intelectuais latino-americanos em ato cultural e político em defesa da democracia e contra a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os mais de 40 nomes da música brasileira confirmados, estão Chico Buarque, Gilberto Gil, Jards Macalé, Ana Cañas, Beth Carvalho, Chico César, Noca da Portela, Nelson Sargento, Odair José, e Manno Góes, assim como artistas da nova geração, como Filippe Catto, Tomaz Miranda, Cecilia Todd, Marcelo Jeneci, Lyza Milhomem, Marcos Lucenna, Maria Rivero e MC Carol.
O cantor Odair José, remanescente da chamada cultura brega dos anos 1970 e que acabou se tornando cult, voltou a se encontrar com o grande público nas edições da Virada Cultural paulistana e, em janeiro deste ano, participou pela primeira vez de um ato político em mais de 40 anos de carreira. Para o show no Rio, os organizadores afirmam que pedirão para que cante outro clássico do seu repertório, Eu Vou Tirar Você Desse Lugar.
O evento é organizado por um coletivo de artistas e pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, como parte de uma série de atividades que culminarão com o registro da candidatura de Lula à Presidência da República, em 15 de agosto. Diverso, o festival começa à tarde e se estenderá noite adentro, com oficinas, DJs e apresentações teatrais, culminando com um grande ato-show.
A ideia do evento nasceu a partir de um manifesto elaborado por Chico Buarque, Martinho da Vila, Ziraldo, Leonardo Boff e mais de 800 signatários. O documento afirma que “todo o julgamento do presidente Lula foi um erro jurídico sem limites”. Para os signatários, não é possível aceitar que ula, líder em todas as pesquisas, não participe das eleições. “Inadmissível é mantê-lo preso num flagrante desrespeito às regras mais elementares da Justiça.”
 Festival Lula Livre
Mesmo preso injustamente, Lula é líder em todas as pesquisas eleitorais. Candidatura será registrada dia 15 de agosto

Eventos simultâneos
De acordo com a organização, o festival será dividido em duas partes. A chamda parte lúdica, que começa às 14h, na praça diante dos Arcos e do Circo Voador, será aberta pela trombonista Ju Storino e o Palhaço Zé Catimba, que farão o anúncio da abertura. Está previsto um cortejo, reunindo poetas, músicos, atores e artistas circenses. Em seguida, cada participante se destinará aos espaços reservados para atividades – música, teatro, poesia, oficinas.
Em seguida, começam as intervenções de rua, como montagem de pipas, oficina literária (com Márcia Tiburi, segundo informa Hildergard Angel em sua coluna no Jornal do Brasil), estêncil, bordados e flores (com as Bordadeiras pela Democracia), fotojornalismo, grafite e pintura em tecidos.
Os organizadores estimam que sejam feitas cerca de 500 pipas na oficina da própria praça, que comporão junto com 10 pipas artísticas gigantes uma espécie de balé. Um ecobalão de 4 metros subirá com uma faixa com a mensagem do festival.
A praça será tomada pelos grupos circenses Tropa de Palhaços, Grande Circo Trapézio, Tá Na Rua, e Mistérios e Novidades, seguidos dos coletivos de dança Passinhos Carioca e Efeito Urbano. Haverá ainda uma revoada das pipas e ecobalões produzidos, tendo ao fundo o som do DJ Rodrigo Penna. Por volta de 17h, a primeira parte do festival será encerrada com samba levado pela Orquestra Voadora, que tem 120 integrantes.
Na sequência, começam as apresentações musicais no palco central. O reencontro de Chico e Gil encerrará o Festival Lula Livre, em defesa da democracia e pela libertação do ex-presidente de sua prisão política.
Fonte: BRASIL CULTURA

Costela fogo de chão

Há várias formas de se preparar uma boa costela. Você pode fazê-la em uma churrasqueira, enrolando a costela em papel alumínio ou celofane e “encostando” a dita cuja na brasa ou no fogo de chão. Não há dúvida de que a costela ficará muito mais saborosa e com uma consistência muito melhor se assada ao fogo de chão.
Finalmente, segue abaixo algumas dicas:
Ingredientes
1 costela de 10 a 15 kg
1 (a 2) kg de sal grosso (pode ser temperado)
1/2 (a 1)L de cachaça
Acessório(s)
1 espeto especial para costela fogo de chão
1,5m2 de lenha
Opcional
2 (a 3) L de álcool combustível
2 sacos de carvão (5 a 7 kg cada)
Modo de preparo – Terreno
Prepare um espaço plano de 2 por 2 metros
No centro, enfie o espeto para demarcar o local da costela.
O carvão opcional, serve para facilitar o início do fogo. Se for utilizá-lo, faça duas carreiras de carvão onde ficarão a parte da frente e de trás da costela, cerca de 1/2 metro de distância do ponto central.
Se não vai utilizar carvão, faça as mesmas carreiras, com as lenhas.
Umedeça com bastante álcool e aguarde uns 5 a 10 minutos para que o álcool penetre nas lenhas (e no carvão).
Modo de preparo – Costela
Prenda a costela no espeto.
Umedeça levemente um lado da costela com cachaça.
Faça uma camada de sal por todo o lado da costela.
Volte a colocar cachaça, misturando-a com o sal, deixando uma camada homogênea com essa “paçoca” de sal e cachaça por todo o lado da costela.
Faça o mesmo do outro lado.
Não precisa ser tão caprichoso no lado dos ossos.
Leve o espeto ao local demarcado e enfie novamente no solo.

Acenda o fogo e mantenha-o sempre ardente, com labaredas. Para isto, vá alimentando com lenhas durante todo o processo.
As labaredas não podem encostar na costela. Devem apenas, fazer muito calor.
Em 4 a 6 horas a costela estará pronta.

“A Biografia da Nação”, uma obra necessária para entender o Brasil

A leitura do livro Biografia da Nação merece entrar para aquela lista de obras preferenciais para toda pessoa que queira compreender de modo mais profundo o que é o Brasil, como foi possível ao povo e às principais forças políticas e econômicas construir uma das maiores nações do mundo, considerando o período histórico iniciado a partir da invasão e ocupação dos portugueses, na esteira do processo de expansão da Europa, singelamente conhecido como “As Grandes Navegações”.
 Por Altair Freitas
 José Carlos Ruy, autor da obra “Biografia da nação – história e luta de classes” José Carlos Ruy, autor da obra “Biografia da nação – história e luta de classes”
Biografia da nação, história e luta de classes, tem a marca registrada do seu autor, o jornalista e pesquisador marxista José Carlos Ruy: o manejo de conceitos e instrumentos fundamentais do marxismo como a Luta de Classes e o Materialismo Histórico e Dialético, não apenas como referenciais teóricos, mas como verdadeiros equipamentos da ciência histórica e social para analisar o desenvolvimento do Brasil à luz do estudo de uma vasta bibliografia que remonta à fantástica carta descritiva de Pero Vaz de Caminha sobre a chegada da esquadra Cabralina em 1500. O livro é, portanto, também, uma deliciosa viagem pela produção literária de gerações a fio de portugueses, estrangeiros e, especialmente, de brasileiros – desde as primeiras gerações de descendentes dos primeiros colonizadores lusitanos que se aventuraram por aqui. Uma viagem que abrange praticamente todos os matizes e variantes ideológicos que nortearam aqueles (as) que escreveram sobre o Brasil. É um livro sobre livros e sobre as variadas interpretações sobre o que foi o Brasil, sobre o que era o nosso país e suas perspectivas futuras quando analisado pelas “penas” dos diversos escritores, historiadores, pensadores, com particular acento no estudo sobre como o pensamento marxista brasileiro buscou compor uma visão sobre o nosso desenvolvimento, contradições, lutas, limites e potencialidades.
Mas o grande mérito do livro não são as referências bibliográficas, uma “biografia da biografia” mas a efetiva compreensão sobre a enorme complexidade envolvida na construção do Brasil como nação. Sendo inicialmente uma colônia clássica do tipo “por exploração”, destinada a ser um anexo da economia portuguesa, fornecedora de produtos agrícolas e ouro para Portugal – processo que nos aproxima de modo profundo às demais nações da América Latina, resultantes do mesmo processo histórico – o Brasil superou Portugal a partir de um determinado momento em pujança econômica. E a partir daí vivenciou-se nestas terras tropicais lutas renhidas, complexas, envolvendo as classes sociais fundamentais – senhores de engenho e escravos e burguesia e proletariado – mas também a profunda dicotomia crescente entre colônia e metrópole, país independente e imperialismo, tudo isso emaranhado às lutas entre facções, segmentos, frações das classes dominantes entre si pelo controle do Estado, colonial e, posteriormente, nacional. Um livro, enfim, para ser lido, relido, estudado.
Fonte: Brasil Cultura