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sábado, 21 de setembro de 2019

NOVACRUZENSE DIEGO RAMOS UMA ESTRELA QUE COMEÇA A BRILHAR! VEJA MATÉRIA!


Cantor e compositor, DIEGO RAMOS sua estrela começa a BRILHAR! Claro que brilhará!  Diego Ramos é de uma tradicional família de músicos e compositores, neto do nosso saudoso JOÃO RAMOS!

Um jovem simples e DETERMINADO! Uma honra ser seu amigo, ou melhor é como um filho para mim!  

Irei com o maior prazer assisti-lo em sua apresentação no próximo dia 22 de setembro no CNSC (Colégio Nossa Senhora do Carmo - CNSC), 2º Encontro da Família - a partir das 8 horas. Prestigie!

Um garoto que sem dúvida nenhuma realizará seu sonho, que cantar e ser reconhecido!  Seu avó tá lá no CÉU torcendo por ele e nós aqui na terra também.

Vá fundo, DIEGO RAMOS, FÉ, PERSEVERANÇA  E GARRA!

Até dia 22 no CNSC! 

Acredite! Uma estrela brilhará!

Abraço meu guerreiro, você merece!

Agenda: DIA 28/09
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NOSSOS AGRADECIMENTOS AS RÁDIOS AGRESTE FM 107.5 E A RADIO CURIMATAÚ 103.5

Agreste FM - 107.5 - Eduardo Vasconcelos e Robson Gomes


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CURIMATAÚ - 103.5 FM - Nova Cruz/RN
A Casa de Cultura "Lauro Arruda Câmara" - Nova Cruz/RN e o Centro Potiguar de Cultura, vem publicamente AGRADECER as rádios AGRESTE FM 107.5 e a CURIMATAÚ 103.5 pelos espaços cedidos para divulgarmos as ações culturais promovidas pela instituição CASA DE CULTURA, inclusive o último evento ocorrido na última quinta-feira (19) - "TALENTOS DAS CIDADES NAS CASAS DE CULTURA - EDIÇÃO 2019, 

Evento este patrocinado pela Fundação José Augusto - FJA e Talentos das Cidades, coordenado pelo cantor potiguar, FERNANDO LUIZ.

São essas parcerias que fortalece o fomento a CULTURA POTIGUAR!

Muito obrigado a todos que compõe estas rádios.

Eduardo Vasconcelos
Agente de Cultura e presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN

Arte Naif

É a arte da espontaneidade, da criatividade autêntica, do fazer artístico sem escola nem orientação, portanto é instintiva, e onde o artista expande seu universo particular. Claro que, como numa arte mais intelectualizada, existem os realmente marcantes e outros nem tanto.
Arte naïf (do francês, arte ingênua) é o estilo a que pertence à pintura de artistas sem formação acadêmica sistemática. Trata-se de um tipo de expressão que não se enquadra nos moldes acadêmicos, nem nas tendências modernistas, nem tampouco no conceito de arte popular.
Assim, o artista naïf é marcadamente individualista em suas manifestações mais puras, muito embora, mesmo nesses casos, seja quase sempre possível descobrir-lhes a fonte de inspiração na iconografia popular das ilustrações dos velhos livros, das folhinhas suburbanas ou das imagens de santos. Não se trata, portanto, de uma criação totalmente subjetiva, sem nenhuma referência cultural.
O artista naïf não se preocupa em preservar as proporções naturais nem os dados anatômicos corretos das figuras que representa.
Características gerais:
Autodidata, resultado da inexistência de formação acadêmica no campo artístico;
Recusa ou mesmo desconhece o uso dos cânones da arte acadêmica;
Composição plana, bidimensional, tende à simetria e a linha é sempre figurativa;
Não existe perspectiva geométrica linear. O artista não utiliza as regras da perspectiva, definida pelos renascentistas, como a redução do tamanho dos objetos proporcionalmente à distância, a redução da intensidade das cores e da precisão dos detalhes de acordo com a distância;
Detalhamento das figuras e dos cenários;
Desprezo pela representação fiel da realidade;
Colorido exuberante;
Pinceladas contidas com muitas cores.
“Arte primitiva” é outro termo muitas vezes aplicado à arte por aqueles sem treinamento formal, mas é historicamente mais frequentemente aplicada a trabalhar a partir de certas culturas que foram julgados socialmente ou tecnologicamente “primitivo” por meio acadêmico ocidental, como Native American, Subsaharan Africano ou arte Pacific Island ( ver arte tribal ) .
Este se distingue do “primitivo” primitivismo movimento inspirado auto-consciente. Outro termo relacionado com (mas não completamente sinônimo de) arte naïf é arte popular.
Existem também os termos “naïvism” e “primitivismo” que normalmente são aplicados a pintores profissionais que trabalham no estilo de arte naïf (como Paul Gauguin, Mikhail Larionov, Paul Klee ) .
Artistas ingênuos são muitas vezes referidos como primitivos modernos. A categoria também se sobrepõe com o que é chamado de arte marginal ou, na França, art brüt. Isso inclui a arte das crianças e também arte feita por pessoas à margem da sociedade, tais como prisioneiros e doentes mentais.
Destacamos os artistas:
Henri Rousseau (1844-1910), francês, nascido sob o nome de Henri-Julien-Félix Rousseau, era um homem de pouca instrução geral e quase nenhuma formação em pintura. Tornou-se um artista em tempo integral aos 49 anos, depois de se aposentar de seu cargo na estância aduaneira Paris. Um trabalho que levou seu famoso apelido de Le Douanier Rousseau, o coletor de impostos.
Embora um admirador de artistas como William -Adolphe Bouguereau e Jean- Leon Gerome, Rousseau era autodidata e tornou-se um artista naïf. Sua técnica amadora e composições inusitadas provocaram o escárnio dos críticos contemporâneos, ao ganhar o respeito e a admiração de artistas modernos como Pablo Picasso e Wassily Kandinsky por revelar “as novas possibilidades de simplicidade”.
Em sua primeira exposição foi acusado pela crítica por ignorar regras elementares de desenho, composição e perspectiva, e de empregar as cores de modo arbitrário. Estreou com uma original obra-prima, “Um dia de carnaval”, no Salão dos Independentes. Criou exóticas paisagens de selva que lembram tramas de sonho e parecem motivadas pelos sentimentos mais puros. As obras mais conhecidas de Rousseau são cenas da selva exuberante, inspirado por todas as suas experiências pessoais (o artista supostamente nunca saiu França), mas por viagens frequentes para os jardins e jardim zoológico de Paris.
Rousseau expressava em suas pinturas uma visão particular do mundo. Não se reocupava em representar fielmente a realidade. Dentre seus temas, estavam animais selvagens, florestas, flores e seres humanos, algumas vezes combinados de maneira fantasiosa. Sua pintura é detalhada e as figuras que compõem a obra são minuciosamente contronadas.
Nos primeiros anos do século XX, após despertar a admiração de Alfred Jarry, Guillaume Apollinaire, Pablo Picasso, Robert Delaunay e outros intelectuais e artistas, seu trabalho foi reconhecido em Paris e posteriormente influenciou o Surrealismo.
Finalmente aquela inocente franqueza de sentimentos que Gauguin julgava necessária aos tempos modernos e que foi procurar tão longe. Picasso e seus amigos foram os primeiros a reconhecer esta qualidade na obra de Rousseau. Muito justificadamente, viram nele o padrinho da pintura do século XX.
Camille Bombois (1883-1970) pintor francês, notável para pinturas de cenas de circo. De origem humilde, trabalhou na agricultura. Em 1907, mudou-se para Paris, lá se casou e trabalhou como operário. Apesar das duras horas de trabalho, pintava durante a madrugada. Realizou exposições na rua, mas atraiu poucos compradores. Foi militar na Primeira Guerra Mundial. Após o seu regresso a casa, retomou a pintura. Em 1922, exibiu seus trabalhos nas calçadas em Montmartre e começou a atrair a atenção dos colecionadores. A partir de então, participa de exposições. As pinturas de sua maturidade estão com fortes contrastes de preto, vermelhos brilhantes, azuis e rosas elétricos. Suas obras estão em exibição em várias coleções públicas, como o Musée Maillol, em Paris.
André Bauchant (1873-1958) pintor francês, cujas composições foram frequentemente inspiradas pela natureza e figuras inspiradas na mitologia e história clássica. Ele trabalhou como jardineiro do mercado até 1914, antes de servir na Primeira Guerra Mundial. Durante o serviço militar, suas habilidades de desenho foram notadas e ele foi treinado como um cartógrafo. Após a desmobilização, em 1919, ele começou sua carreira como pintor. Sua primeira exposição foi em 1920 no Salon d’Automne. Em 1927, ele foi contratado por Diaghilev para projetar conjuntos de Stravinsky para Apollon Musagète.
Séraphine Louis (1864-1942) foi pintora francesa, conhecida também como Séraphine de Senlis. De família humilde, perdeu sua mãe no seu primeiro aniversário, e seu pai morreu quando ela ainda não tinha completado sete anos; ela é, então, levada por sua irmã mais velha. Trabalhou como pastora, e, em 1881, foi trabalhar como empregada no Convento das Irmãs da Providência em Clermont, ofício que desempenhou até 1901. A partir de 1901, ela começou a trabalhar como empregada doméstica nas famílias de classe média de Senlis.
Seraphine começou a pintar cumprindo uma ordem de seu Anjo da Guarda e da Virgem Maria… Assim contava a artista a todos que lhe perguntavam de onde vinha sua inspiração e seu talento. Sua obra traz principalmente motivos vegetais: flores, folhas e frutos. A princípio pequenas naturezas mortas como buques de flores em vasos se transformam até atingirem telas de grandes formatos, onde uma multiplicidade de flores parece ganhar vida.
Teve ajuda do colecionador de arte alemão Wilhelm Uhde, que além de comprar suas obras organiza, em 1929, a exposição “Pintores do Sagrado Coração”, que permite a Séraphine prosperidade financeira, mas esta ostenta fama e gasta muito dinheiro.
Séraphine mergulha numa loucura e é internada com “psicose crônica” em janeiro de 1932 no hospital psiquiátrico de Clermont e, portanto, já não pratica a sua arte. Morre aos 78 anos no hospital em Villers-sous-Erquery, na miséria e nas duras condições de asilos durante a ocupação alemã.
Louis Vivin (1861-1936) artista francês, autodidata, mostrou grande entusiasmo para a pintura como uma criança, mas sua carreira o levou em uma direção completamente diferente: ele trabalhou como funcionário dos correios até 1922, prosseguindo a sua arte única em seu tempo livre. Nos temas das suas pinturas estava a natureza-morta, a caça e da cidade de Paris. Vivin foi contemporâneo de Henri Rousseau, Camille Bombois, André Bauchant e Séraphine Louis, conhecidos coletivamente como o “Sagrado Coração dos Pintores” e como mestres da pintura ingênua francês.
No Brasil, há vários pintores primitivistas com trabalhos reconhecidos nacional e internacionalmente, como Antônio Poteiro, Wilma Ramos, Mestre Vitalino e Heitor dos Prazeres.
“Nada me põe tão feliz, como contempla a natureza e pintá-la. Imagine que, quando vou para o campo e vejo o Sol por todo o lado e verde e flores, digo para mim: tudo isto é realmente meu!” Henri Rousseau
Henry Rousseau escreveu uma carta, reproduzida abaixo, ao crítico de arte André Dupont explicando seu quadro intitulado O Sonho.
Respondo imediatamente à sua bondosa carta para explicar-lhe a razão pela qual o sofá em questão pela qual o sofá em questão foi incluído [em seu quadro O Sonho]. A mulher adormecida no sofá sonha que é levada para a floresta, ouvindo a música do instrumento do encantador de serpentes. Isto explica o porquê do sofá no quadro… Agradeço-lhe pela bondosa apreciação; se mantive minha ingenuidade, é porque M. Gérome, que era professor na Escola de Belas Artes e M. Clément, diretor da Escola de Belas Artes em Lyon, sempre me disseram para conservá-la. Assim, no futuro, o senhor já não a achará. Disseram-me também que eu não pertencia a este século. O senhor deve compreender que não posso, agora, mudar a maneira que adquiri com um trabalho tão árduo e persistente. Termino esta nota agradecendo-lhe antecipadamente pelo artigo que escreverá a meu respeito. Aceite os meus melhores votos e um sincero e cordial aperto de mãos.
Inscrição de O Sonho, 1910, escrita por Rousseau:
 Yadwigha, serenamente adormecida,
Desfruta um sonho lindo:
Escuta um encantador de serpentes
Tocando flauta
No rio e nas folhas brilham
Os raios prateados da lua
E as serpentes selvagens
Escutam a leda e arrebatadora melodia.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA

Orquestra Sinfônica do RN realiza concertos especiais

FAPERN/RN

A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN, mantida pelo Governo do Estado apresenta concerto nesta sexta-feira (20), no I Festival de Música Sacra do RN, na Paróquia do Santuário dos Santos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, localizada na Avenida Miguel Castro, no bairro Nossa Senhora de Nazaré, a partir das 19h. A entrada é livre!.

No dia 24, o mesmo concerto será apresentado na Catedral Metropolitana de Natal, seguindo o cronograma do Terças Clássicas. Em ambas as apresentações, o diretor artístico e maestro da OSRN, Linus Lerner, prepara um programa especial com base em obras memoráveis, entre elas, a peça “Abertura da Páscoa Russa” do compositor russo Nikolai Rimsky-Korsakov que inclui cantos de igrejas de várias nacionalidades: gregos, búlgaros, ucranianos e russos.

Tanto no concerto desta sexta-feira (20) quanto o do dia 24, a Orquestra convida a solista soprano lírico do Rio de Janeiro, Paolla Soneghetti, profissional premiada, com participações importantes em festivais, óperas e musicais, dentro e fora do país. Paolla se apresenta nas obras Domine Deus do Gloria, de Antonio Vivaldi, Canção à Lua da Ópera Rusalka, de Antonín Dvorak e Um Bel di Vedremo da ópera Madame Butterfly, de Gioacomo Puccini.  

Também será solista, o spalla da OSRN, André Kolodiuk – natalense detentor de uma bagagem musical, com experiências nacionais e internacionais, que irá apresentar ao público, um emocionante solo de violino na obra Meditação da Ópera Thaís, do compositor francês Jules Massenet. Outra obra que promete envolver e impressionar o público é a “Missa da Coroação”, a 15ª missa composta Wolfgang Mozart no século XVIII, umas das mais populares entre as suas missas. Para esta, a Orquestra Sinfônica do RN convida os solistas Leciana Oliveira (soprano), Franz Ribeiro (Contratenor), César Leonardo (Tenor), José Fernandez (Barítono) e, também, a participação especial do Coral Canto do Povo e do Coral Harmus.

O programa das noites também inclui a execução da peça Intermezzo da ópera Cavaleria Rusticana, de Pietro Mascagni e “Adágio para cordas” do norte-americano Samuel Barber. Escrita em 1936, Adagio é uma peça bastante comovente que tem feito parte da trilha sonora de vários filmes e séries, como no filme Platoon, de Oliver Stone, ganhador de quatro óscares em 1987 que a utilizou como tema.

Fonte: FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO - FJA

SEEC produz material em Braile para deficientes visuais serem doadores de sangue

SEEC/ASSECOM
Com foco na inclusão social e na garantia da qualidade de serviços prestados as pessoas com deficiência visual, a Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC), em atendimento à uma solicitação do Hemocentro Dalton Barbosa Cunha (Hemonorte), produziu e entregou, na manhã de hoje (20), a transcrição para o sistema Braile de 50 informes voltados ao atendimento de pessoas com deficiência visual. A entrega ocorreu nas dependências do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP), localizado no bairro de Dix-Sept Rosado, em Natal.

A ação foi conduzida, no âmbito da SEEC, pela Subcoordenadoria de Educação Especial (Suesp) e realizada pelo CAP. A entrega contou com a presença de autoridades ligadas a educação, saúde e planejamento do Estado. O subsecretário de Educação do RN, Marcos Lael, destacou, durante a entrega, a importância do material, que fará parte da cartela de serviços prestados pelo Hemonorte. “Trata-se de um trabalho que todos nós devemos nos comprometer. A inclusão das pessoas com deficiência é um direito e o Governo do RN, por seu caráter popular, tem buscando ampliar os espaços onde a inclusão acontece”, frisou o subsecretário.

A inciativa solicitada pelo Hemonorte atende a norma do Ministério da Saúde que estabelece aos hemocentros o dever de garantir o acesso à doação de sangue aos portadores de necessidades especiais, dentre estes a deficiência visual, disponibilizando materiais informativos adaptados a essas carências. “Estamos felizes em dispor desse material. A acessibilidade vai além de promover a melhoria dos espaços físicos, mas por construir caminhos rumo a um exercício pleno dos direitos de cada um”, explicou Márcia Capistrano, diretora de Apoio Técnico do Hemonorte. 

Destacando os trabalhos desenvolvidos pelo CAP, o secretário de Estado de Planejamento e Finanças do RN, Aldemir Freire, também prestigiou a entrega dos materiais. “Os educadores que atuam no CAP são exemplo de profissionais que atuam de forma dedicada. Neste governo, temos a oportunidade de tornar, este centro, um espaço de referência em qualidade no Nordeste, unindo toda essa experiência aqui demonstrada”, argumentou o secretário. 

Para a subcoordenadora de educação especial, Maria do Carmo, a transcrição e disponibilização dos informes é de extrema relevância, pois garante o direito daqueles com deficiência visual. “A ação assegura o direito à pessoa com deficiência visual o acesso às informações, promovendo a acessibilidade e assim a inclusão social. Também é importante evidenciarmos os apoios possíveis presentes na rede educacional do estado do RN e estabelecer diálogos entre as secretarias ampliando as possibilidades de participação educacional e social da pessoa com deficiência na sociedade”, pontuou a subcoordenadora. 

Gestora do CAP, Edilayne Cavalcanti destacou que a inciativa trata-se também de uma oportunidade para “estreitar laços” entre as entidades e serviços públicos. “Podemos dizer que além da possibilidade de atendermos às necessidades de acessibilidade da PcDV (pessoa com deficiência visual), cidadã potiguar, também vemos a possibilidade de podermos prestar um serviço especializado à nossa rede de serviços públicos, além de estreitarmos os laços entre as entidades”, afirmou a gestora. 

Fonte: SEEC/RN