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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

RETROSPECTIVA: “A ocasião faz o ladrão” e mais 16 frases que perderam o sentido no Brasil de hoje. Por Celso Vicenzi

POR CELSO VICENZI
Por 
Diario do Centro do Mundo

No Brasil do golpe, aquele do grande acordo com “o Michel Temer, com o Supremo, com tudo”, muitas coisas perderam o sentido. Já não significam (quase) nada. Honra, dignidade, ética, justiça… essas palavras vão, digamos assim, perdendo a serventia.
O mesmo acontece com velhos ditados, frases, provérbios e outras expressões que já não exprimem o que representavam em outros momentos. Em alguns casos, caíram completamente em desuso, em outros, exigem uma nova interpretação.
Vamos a alguns deles:
O crime não compensa.
Quem ainda teria coragem de pronunciar isto? As malas de dinheiro do Geddel e tantas outras que “foram morar sozinhas” em apartamentos ou viajam para paraísos fiscais estão aí para confirmar que este provérbio caiu em desuso.
Pau que bate em Chico também bate em Francisco.
Foi substituída por pau que bate em Delcídio NÃO bate em Aécio… nem a pau, Juvenal!
Em boca fechada não entra mosca.
E muito menos as regalias oferecidas pela delação premiada na Lava Jato. Quem não abre a boca pra falar o que o Moro quer, vai ficar espantando moscas na prisão.
Um dia é da caça, outro do caçador.
Com essa bancada da bala e do boi, um dia é do caçador e o outro também.
Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
Provérbio foi adaptado. Hoje em dia, mais vale um tucano na mão de um judiciário manso e protetor do que inimigos do golpe, voando como zumbis, de processo em processo, nas mãos da Lava Jato.
Se queres conhecer o vilão, põe-lhe uma vara na mão.
E puseram! A 13ª (quanta ironia!) Vara Federal Criminal, onde a justiça do Moro funciona com “dois pesos, duas medidas”.
A ocasião faz o ladrão.
Hoje em dia não é mais preciso esperar por uma ocasião, talvez única, na vida. Há eleições a cada dois anos. Depois de eleito é só se locupletar. Quase todos, afinal, confundem tomar posse com “apossar”.
A mentira tem perna curta.
Mas corre pra caramba, nas redes sociais e nos principais veículos de comunicação. Ao contrário do que tenta induzir o provérbio, até hoje tem se dado muito bem, principalmente no Jornal Nacional.
Quem tem boca vai a Roma.
O correto é “vaia” Roma, ou seja, na época, um protesto contra o centro do poder, o império. Durante o golpe contra Dilma, quem tinha boca, carro na garagem, apartamento classe média e inteligência mediana bateu panela, gritou e vaiou da sacada do apartamento. Hoje, continua a escrever nas redes sociais contra Lula, Dilma e o PT. A corrupção pós-golpe e todo retrocesso que acontece no país, ah, deixa pra lá…
Quem ama o feio, bonito lhe parece.  
Esta é uma exceção, posto que continua atualíssima, principalmente para a Cláudia e a Marcela, esposas do Cunha e do Temer, respectivamente.
Deus tem mais para dar do que o diabo para tirar.
Não é o que tem acontecido, ultimamente. Pelo menos em boa parte das igrejas evangélicas, Deus não consegue repor o tanto que pastores, com seu fiel escudeiro, o diabo, tiram dos fiéis todos os dias.
Para bom entendedor, meia palavra basta.
Aécio para Joesley: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer a delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho.” Para o juiz Moro, o Congresso Nacional, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal nem meia dúzia ou mais de palavras claras, claríssimas,  permitiram vislumbrar algum tipo de crime.
O boi engorda é com o olhar do dono.
Hoje em dia engorda mais com a grilagem de terras, com a invasão do Cerrado e da Amazônia, com financiamentos agrícolas camaradas e que, ainda assim, muitos não pagam, e com o perdão de dívidas…
Mato tem olhos, paredes têm ouvidos.
Ainda mais no Brasil, onde quase todo mundo tá grampeado.
Quem semeia vento, colhe tempestade.
Mudou para: Quem semeia ignorância, colhe bolsonaros.

Não é pelos vinte centavos!
Verdade! É pelo golpe, pela destruição do país, pela entrega das nossas riquezas, pela perda da soberania, pelo eterno papel de colônia de outras nações.
Fonte> Diário do Centro do Mundo

Com fascistas não se conversa: uma lição de 1935 para os dias de hoje. Por Gilberto Maringoni

Seu Alberto
Por 
Gilberto Maringoni

Já publiquei a foto do personagem aqui. É Alberto de Souza (1908-92), herói (quase) anônimo do povo brasileiro. Faço-o novamente neste 7 de outubro. A data marca os 83 anos da Batalha da Praça da Sé, quando centenas de comunistas e democratas colocaram para correr quase quatro mil integralistas reunidos no local.
O objetivo da direita era comemorar os dois anos do lançamento do Manifesto Integralista, de Plínio Salgado, chefe da versão nativa dos fascistas italianos. Uma espécie de MBL da época, grupo tão abusado quanto a malta atual.
Apelidados de galinhas-verdes – pela cor da camisa – os manifestantes vieram de diversos pontos da capital e do interior.
Não sabiam que a esquerda – conhecendo o planejado – marcara outro ato para o mesmo dia e lugar.
Seu Alberto era bauruense e comunista desde muito jovem. Enfrentou prisões e torturas, em 1935, que o deixaram paraplégico. Mas naquele 7 de outubro ele estava na Sé, a mil, desde a madrugada. Já velho, contava a história entre baforadas de um cigarro de palha e soltas gargalhadas.
“Vários companheiros foram armados, outros com pedaços de pau e a maioria só levou punhos e pés. Alguns subiram nos telhados dos prédios em volta, para dar cobertura, diante de qualquer eventualidade. Planejamos direitinho. Com fascistas não se conversa”.
Seu Alberto era soldado da Força Pública. Nesse dias estava à paisana e brigou como um leão. Levou e distribuiu pancadas, no meio da batalha campal.
O que se viu foi um enfrentamento memorável. Os direitistas, mesmo em maior número, fugiram apavorados.
Lembro hoje da gargalhada de meu companheiro.
“Com fascistas não se conversa”.
“Com fascistas não se conversa”.
“Com fascistas não se conversa”.
A frase lateja em minha cabeça.
Fonte: DCM

Polêmica do papel higiênico preto: seria o racismo a nova ferramenta da publicidade? Por Sacramento

Por
 Marcos Sacramento
 
Deve existir alguma tendência na publicidade atual que aposta nas gafes envolvendo grupos minorizados como negros, mulheres e homossexuais para chamar a atenção do público.
Só isso explica o uso o slogan “black is beautiful” na propaganda do papel higiênico “Personal Vip Black”, variedade do item de primeiríssima necessidade cujo único diferencial é ser na cor preta.
A frase foi nome de um movimento cultural surgindo na década de 1960, durante as lutas pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Preconizava a valorização dos traços físicos característicos das pessoas negras como uma forma de combate ao racismo.
Não é preciso muito esforço mental para imaginar que a associação do slogan a um produto destinado a limpar o corpo de excrementos iria causar polêmica.
Foi o que aconteceu, com toda a razão. O escritor e empreendedor social Anderson França, um dos que protestaram nas redes sociais contra a campanha publicitária, foi didático em sua crítica ao uso inapropriado do slogan “black is beautiful”.
‘Essa expressão, quando dita e repetida pelo militante negro da década de 1960, saía de uma garganta quase sufocada pela bota de um policial branco em Montgomery. Saía pela boca que golfava sangue no chão, baleada por racistas da KKK na Carolina do Sul.
Saía com esforço dos pulmões de jovens que iam aos shows de James Brown, Say it Loud, I’m Black, and I’m Proud, na noite da morte do Rev. Martin Luther King Jr. Pessoas morreram para que essa expressão fosse reverenciada até hoje”.
No seu post manifesto, França cita os ícones do movimento negro Angela Davis, Fela Kuti, Malcolm X, James Baldwin e Nina Simone. Poderia incluir Steve Biko, ativista contra o apartheid e entusiasta do slogan, morto aos 29 anos após ser preso e torturado pela polícia sul-africana.
Exigir que esses nomes sejam citados nas reuniões das agências de publicidade é uma utopia. Mas imaginar que o uso do slogan poderia ser inadequado, ainda mais nos tempos atuais, em que “gafes” e “mal-entendidos” na publicidade viralizam e repercutem negativamente, é o mínimo que um profissional razoavelmente bem informado deveria fazer.
Por isso, a ideia do uso consciente da polêmica para alavancar um produto está longe de parecer teoria da perseguição. Até porque não foram poucos os que só conheceram um anúncio da Dove para o mercado norte-americano após a marca ser acusada de racismo. No vídeo, transmitido no Facebook, uma mulher se transforma em branca como se fosse efeito do sabonete.
A marca foi duramente criticada, as ações da Unilever caíram ligeiramente mas hoje, menos de um mês depois da exibição da propaganda, a Dove continua vendendo seus cosméticos e o comercial racista é só mais um no inventário de polêmicas da internet.
Por aqui, muita gente não sabe o nome do papel higiênico que usou ao obrar pela última vez mas sabe a marca do papel de cor preta. Marina Ruy Barbosa pode até ser bonita, mas não foi por causa dela que o tal papel higiênico chique e requintado tornou-se assunto do dia.
Fonte:diariodocentrodomundo.com.br

Inscrições abertas para expositores participarem do Revelando São Paulo 2017

O XII Festival da Cultura Paulista Tradicional - Vale do Paraíba foi realizado no Parque da Cidade Roberto Burle Marx entre os dias 05 e 09 de julho de 2013.
O XII Festival da Cultura Paulista Tradicional – Vale do Paraíba foi realizado no Parque da Cidade Roberto Burle Marx entre os dias 05 e 09 de julho de 2013.
Revelando São Paulo lançam as inscrições para os expositores interessados em participar da edição 2017
A Secretaria da Cultura e a comissão organizadora do Revelando São Paulo lançam as inscrições para os expositores interessados em participar da edição 2017 do maior festival de cultura tradicional do Estado.
É possível fazer as inscrições para as categorias ArtesanatoCulináriaRancho TropeiroGruposArranchamento interétnicoDivino e Irmandades. Para cada um há regulamentos e orientações específicas, que constam nos materiais abaixo.
O Revelando São Paulo acontece de 29 de novembro a 3 de dezembro, no Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte da Capital.Clique nos links abaixo para acessar os regulamentos e os formulário de inscrição.

ORIENTAÇÕES E REGULAMENTO

FORMULÁRIOS DE INSCRIÇÃO

Para mais informações entre em contato por meio dos emails abaixo:
Fonte: Brasil Cultura