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Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN - 2009/2019 " "Dandara", simbolo de luta em favor da LIBERTAÇÃO da população NEGRA!&...

terça-feira, 19 de março de 2019

Benedita da Silva é eleita presidente da Comissão de Cultura

Instalação da Comissão e eleição para presidente e vice-presidentes. Presidente, dep. Benedita da Silva (PT – RJ)
Benedita da Silva vai comandar colegiado que cuida de questões como a patrimônio histórico e liberdade de expressão
A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados elegeu na quinta-feira (14/03) sua nova presidente: a deputada Benedita da Silva (PT-RJ). Ela recebeu 11 de votos e dois parlamentares voltaram em branco. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) foi eleita para a 1ª vice-presidência e a deputada Áurea Carolina (Psol-MG), para a 2ª vice.
Benedita da Silva lembrou que o acesso à cultura é um direito constitucional e afirmou que é preciso resgatar a produção cultural no País.
"Você tem uma série de produções que estão sendo feitas pelo Brasil afora sem nenhum recurso do poder público e sem nenhum apoio. Então, é preciso que a gente resgate isso", defendeu.
Perfil
Benedita, 77 anos, está no quinto mandato como deputada federal e é a parlamentar mais idosa a presidir uma comissão. Participou da elaboração da Constituição de 1988 como constituinte e também chefiou o governo do estado Rio de Janeiro.

Já foi líder do PT em diversas ocasiões e também relatora da PEC que ampliou os direitos dos trabalhadores domésticos, atual Emenda Constitucional 72.
O que faz a comissão
Entre outras atribuições, cabe à Comissão de Cultura analisar propostas relacionadas a: patrimônio histórico, geográfico, arqueológico, artístico e científico; acordos culturais com outros países; direito de imprensa, informação e manifestação do pensamento e expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação; produção intelectual e sua proteção, direitos autorais e conexos; gestão da documentação governamental e patrimônio arquivístico nacional; diversões e espetáculos públicos; datas comemorativas; e homenagens cívicas.

Fonte: https://www2.camara.leg.br
Adaptado pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, em 19/03/2019.

BOFF: QUANDO A SOBERANIA É ATACADA, O POVO DEVE SE DEFENDER CONTRA O INIMIGO

Wilson Dias / ABR
"Nossa Constituição é clara. Quando a soberania é atacada,superamos as diferenças e vamos nos defender contra o inimigo. Bolsonaro foi difamar o povo brasileiro nos USA e Dantas colocou em leilão nossas riquezas. Temos que salvar o Brasil em sua soberania. Todos somos convocados", afirmou o teólogo e escritor Leonardo Boff.

Fonte: .brasil247.com

247 - O teólogo e escritor Leonardo Boff criticou o presidente Jair Bolsonaro pela entrega do pré-sal e pela declaração à Fox News de que "a grande maioria dos imigrantes em potencial não tem boas intenções nem quer o melhor ou fazer bem ao povo americano".
No Twitter o estudioso escreveu: "nossa Constituição é clara. Quando a soberania é atacada,superamos as diferenças e vamos nos defender contra o inimigo. Bolsonaro foi difamar o povo brasileiro nos USA e Dantas colocou em leilão nossas riquezas. Temos que salvar o Brasil em sua soberania. Todos somos convocados".
Entre as medidas defendidas por Bolsonaro estão a liberação de vistos para os americanos de forma unilateral e a entrega da base de Alcântara. 
Outro detalhe que gerou muitas críticas foi a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Em coletiva de imprensa nos EUA, o parlamentar disse que os imigrantes brasileiros "vergonha".

TECNOLOGIA - Como você é espionado por seu celular Android sem saber

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O celular espiona


Juan Tapiador (esquerda) e Narseo Vallina-Rodríguez, chefes da pesquisa sobre o software pré-instalado nos celulares Android. 

Um estudo envolvendo mais de 1.700 aparelhos de 214 fabricantes revela os sofisticados modos de rastreamento do software pré-instalado neste ecossistema.

Um usuário compra um celular Android novo. Tanto faz a marca. Abre a caixa, aperta o botão de ligar, o celular se conecta à Internet e, sem fazer nada mais, ele acaba de iniciar a mais sofisticada máquina de vigilância da sua rotina.
Não importa se você vai baixar o Facebook, ativar sua conta do Google ou dar todas as permissões de acesso a qualquer aplicativo esquisito de lanterna ou antivírus. Antes de executar qualquer ação, seu celular novo já começou a compartilhar detalhes da sua vida. O software pré-instalado de fábrica é o recurso mais perfeito desse celular para saber sua atividade futura: onde está, o que ele baixa, quais mensagens manda, que arquivos de música guarda.
“Os aplicativos pré-instalados são a manifestação de outro fenômeno: acordos entre atores (fabricantes, comerciantes de dados, operadoras, anunciantes) para, em princípio, agregar valor, mas também para fins comerciais. O elemento mais grave nisso é a escala: falamos de centenas de milhões ou de bilhões de telefones Android”, diz Juan Tapiador, professor da Universidade Carlos III e um dos autores, junto com Narseo Vallina-Rodríguez, do IMDEA Networks e do ICSI (Universidade de Berkeley), da investigação que revela esse submundo. Os celulares Android representam mais de 80% do mercado global.
O elemento mais grave nisso é a escala: falamos de centenas de milhões ou de bilhões de telefones Android
Juan Tapiador, professor
O novo estudo comandado pelos dois acadêmicos espanhóis revela a profundidade do abismo. Nenhuma das conclusões é radicalmente nova por si só: já se sabia que os celulares andam no limite das autorizações de uso na hora de colher e compartilhar dados. A novidade da função dos aplicativos pré-instalados está em sua extensão, falta de transparência e posição privilegiada dentro do celular: foram analisados 1.742 celulares de 214 fabricantes em 130 países.
“Até agora as pesquisas sobre os riscos de privacidade em celulares se centravam em aplicativos que estão listados no Google Play ou em amostras de malware”, diz Vallina. Desta vez, foram analisados os softwares que os celulares trazem de série, e a situação parece fora de controle. Devido à complexidade do ecossistema, as garantias de privacidade da plataforma Android podem estar em xeque.
O artigo, que será publicado oficialmente em 1º de abril e ao qual o EL PAÍS teve acesso, já foi aceito por uma das principais conferências de segurança cibernética e privacidade do mundo, o IEEE Symposium on Security & Privacy, da Califórnia.
Nossa informação pessoal é enviada a uma ampla rede de destinos, que muda segundo o celular, e alguns são polêmicos: para servidores do fabricante do celular, para empresas habitualmente acusadas de espionar nossas vidas —Facebook, Google— e para um obscuro mundo que vai de corporações a start-ups que reúnem a informação pessoal de cada um, empacotam-na com um identificador vinculado ao nosso nome e a vendem a quem pagar bem.
Fonte: El País/Brasil

Pesquisadores indígenas e do Reino Unido se reúnem em seminário no Rio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O “Seminário Internacional sobre Atuação Indígena em Pesquisas Colaborativas e Valorização de Conhecimentos” receberá pesquisadores indígenas de dez países e acadêmicos do Reino Unido entre os dias 20 e 22 de março.

Pesquisadores indígenas e não-indígenas de dez países estarão no Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 22 de março, no “Seminário Internacional sobre Atuação Indígena em Pesquisas Colaborativas e Valorização de Conhecimentos”.
Dentre os temas abordados em 14 estudos de caso estão mudanças climáticas, direito à terra, racismo, preconceitos e valorização dos conhecimentos tradicionais.
O seminário reunirá pela primeira vez pesquisadores de povos indígenas do Brasil, Colômbia, Dominica, Equador, Índia, Papua Nova Guiné, Quênia, Uganda, Kiribati e Sudão e pesquisadores e acadêmicos de 11 universidades do Reino Unido, que desenvolvem projetos de pesquisas colaborativas com povos originários.
Nomes como Takumã Kuikuro (cineasta indígena do Alto Xingu, Mato Grosso), Claudia Maigora (liderança do povo Emberá Chamí, da Colômbia), Cacique Afukaka Kuikuro (líder do povo Kuikuro), Stanley Riamit Kimaren (fundador da ONG queniana ILEPA, de preservação do clima), Pelenise Alofa (da ONG Kiribati Climate Action Network), Renata Tubinambá (jornalista), Santosh Kumar (professor da Marita School of Engineering, da Índia), Phillipa Ryan (pesquisadora do Royal Botanic Gardens Kew, Inglaterra) e Tonico Benites (pedagogo e antropólogo Guarani-Kaiowá) estão entre os confirmados.
Os estudos de caso desenvolvidos por pesquisadores indígenas e não indígenas abordam temas como mudanças climáticas, justiça ecológica, sustentabilidade, conhecimentos agrícolas tradicionais, alternativas aos modelos de desenvolvimento ocidentais, auto-representação cultural, adoção de políticas de proteção aos direitos dos povos indígenas, herança cultural intangível, disputas de terra, exclusão social, racismo e violência de gênero.
Astronomia Cultural
Para iniciar as atividades do seminário, o Cacique Afukaka e representantes Kuikuro revelarão histórias, constelações e mitos que o céu estrelado conta sobre povos indígenas do Brasil e do mundo. Histórias repassadas oralmente pelo povo Kuikuro, de geração em geração, serão contadas na medida em que o céu é projetado na cúpula principal do Planetário do Rio.
O encontro conta com a participação especial de Cláudia Maigora Morales, que falará sobre a importância das constelações e da lua para o seu povo Emberá-Chamí da Colômbia. Ao lado dos representantes indígenas estarão os astrônomos Germano Bruno Afonso (UNINTER) e Flávia Pedroza Lima (Planetário do Rio), e o antropólogo e professor Mércio Pereira Gomes (UFRJ).
Apresentado pelo AHRC (Arts and Humanities Research Council), ESRC (Economic and Social Research Council) e o GCRF (Global Challenges Research Fund), o “Seminário Internacional sobre Atuação Indígena em Pesquisas Colaborativas e Valorização de Conhecimentos” conta com a parceria da Queen Mary University of London e o apoio da Fundação Planetário do Rio e do Museu do Índio, Funai.
O seminário é uma co-produção da People’s Palace Projects e da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu (AIKAX).

Por Revista Fórum

Estreia no Canal Brasil o documentário “Hijos de La Revolución”, de Luciana Sérvulo da Cunha

Foto reprodução
O documentário aborda as recentes mudanças migratórias em direção a uma abertura política em Cuba promovidas por Raúl Castro – simbolizadas pela visita do ex-presidente norte-americano Barack Obama.
O Canal Brasil lança nesta semana o longa metragem inédito “Hijos de La Revolución”, de Luciana Sérvulo da Cunha. O documentário, que irá ao ar na terça-feira (19), às 19, com reprise na quarta-feira (20), às 14h, aborda as recentes mudanças migratórias em direção a uma abertura política promovidas por Raúl Castro – simbolizadas pela visita do ex-presidente norte-americano Barack Obama.
Foto divulgação
O fio da narrativa se dá a partir de depoimentos de pais e filhos que viveram realidades distintas na ilha. O longa-metragem escolhe o viés cultural para permear discussões profundas, como a proteção da arte cubana, a dificuldade dos mais jovens em serem acolhidos pelo mercado, a possibilidade de conhecer novos países e a diferença de visão de jovens que não possuem nenhum tipo de elo com uma revolução da qual só ouviram falar.
De acordo com Luciana, o documentário “vai em busca do futuro em todos os tempos. Nele faço uma viagem de reconhecimento, um zoom in e um zoom out de Cuba através dos olhos de seus artistas, revelando o poder da arte no resgate das raízes e da expressão mais potente da alma de um povo”, disse.
A cineasta acrescenta ainda que “em tempos obscuros, importante quebrar barreiras, falar de arte e cultura, trazer algum oxigênio, ampliar horizontes”, encerra.
Sobre a ilha e seu povo, o renomado fotógrafo Júlio Larramendi acrescenta: “Não importa o que pensem e falem de nós, não importa o que façam conosco, nós temos uma forma de sobreviver que é através da nossa cultura e da arte. Enquanto mantermos nossa cultura, nós manteremos a força de um povo”.
Revista Fórum

Na Fox News, Bolsonaro diz que “a maioria dos imigrantes não tem boas intenções”

Pouco antes da entrevista, durante discurso, Bolsonaro disse que o Brasil conta com o apoio e a capacidade bélica dos Estados Unidos para "libertar o povo" da Venezuela.

Em mais uma mostra de submissão ao governo Donald Trump durante a visita aos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PSL) declarou em entrevista à Fox News que “a maioria dos imigrantes não tem boas intenções”, ao fazer a defesa da construção do muro na fronteira com o México.
Bolsonaro concedeu entrevista exclusiva à emissora, que é considerada uma espécie de TV Record do governo Trump, na noite desta segunda-feira (18). Nesta terça-feira (19) o capitão tem um encontro marcado com o mandatário estadunidense na Casa Branca.
Neste sábado (16), o filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que acompanha o pai nos EUA, já havia dito que os brasileiros que vivem ilegalmente no exterior são “uma vergonha” para o país. “O brasileiro que vem pra cá (EUA) de maneira regular é bem-vindo. Brasileiro ilegalmente fora do país é problema do Brasil, é vergonha nossa”, declarou.​
Ao ser comparado com Trump pela jornalista Shannon Bream e de ser chamado de “Trump dos Trópicos”, Bolsonaro sorriu e disse que sempre admirou Trump.
Pouco antes da entrevista, durante discurso, Bolsonaro disse que o Brasil conta com o apoio e a capacidade bélica dos Estados Unidos para “libertar o povo” da Venezuela.
Fonte: Revista Fórum

Sessão solene na Câmara dos Deputados homenageia Marielle e Anderson

Foto: Mídia Ninja
Na manhã desta segunda-feira (18), a bancada do Psol, em requerimento apresentado pelo deputado federal Ivan Valente (Psol SP), realizou uma sessão solene no Plenário da Câmara dos Deputados em homenagem a Marielle Franco e Anderson Gomes. No dia 14 de março completou um ano da execução de Marielle e da morte de Anderson, seu motorista.
Foto: Mídia NINJA
Com a presença de parlamentares, representantes de movimentos sociais e familiares, a homenagem foi marcada por falas fortes sobre Marielle e muitos questionamentos sobre a ordem do crime. Ivan Valente leu uma carta escrita por Rodrigo Maia, presidente da Câmara que dizia “O assassinato de Marielle mostra a escalada da barbárie que atingiu nosso país” e Glauber Braga (Psol RJ) ressaltou em sua fala ao final: “No momento que a barbárie se torna um fato, nos acolhemos com todo respeito a carta que foi lida do presidente da Câmara. Mas se ele de fato quer homenagear o legado de Marielle Franco, é hora de colocar em votação o projeto de lei de 2009, que é o programa de proteção aos defensores dos direitos humanos”.
A alegria e disposição de Marielle também foram lembradas nas falas das companheiras de partido Fernanda Melchiona (Psol RS), Samia Bomfim (Psol SP) e da procuradora federal Débora Duprat, que abordou a estética de Marielle, como forma de ocupação e empoderamento, o que a destacava no seu fazer político também. Talíria Petrone (Psol RJ), que além de companheira de partido era amiga de Marielle, não deixou de falar do luto e da ausência sentida nos espaços que hoje as mulheres negras ocupam:
“A presença da Mari fazia da ocupação desse espaço uma ocupação menos dolorosa. É a saudade mesmo. O quanto era bom poder compartilhar com ela a ocupação desse espaço que é tão pouco nosso.”
Antônio Francisco, pai de Marielle, disse na tribuna que a luta junto a movimentos nacionais e internacionais de direitos humanos para descobrirem quem mandou matar sua filha e seu motorista continua, e Ágatha Reis, viuva de Anderson, pontuou que, apesar de tentarem colocar em disputa as vidas, o que ela chamou de “privilegio fúnebre”, Agatha sabe que o que importa é que haja solução e que outras vidas não sejam ceifadas.
Não podemos relaxar porque não queremos e não podemos deixar que outros defensores de direitos humanos tenham suas vidas ceifadas. Ficamos nos perguntando: que país democrático é esse?” Antônio Francisco.
Ao final da sessão, a cantora Marina Íris cantou o samba-enredo da Mangueira, campeã do Carnaval do Rio de Janeiro, que também homenageia Marielle Franco.
Fonte: Mídia Ninja

IGUALDADE Senado aprova multa para empregador que pagar salário diferente para mulher

Senado aprova multa para empresa que pagar menos para mulheres
Para Clemente Ganz-Lúcio, o projeto é importante por reconhecer o problema e, com a multa, coibir esse tipo de discriminação
por Redação - RBA
Projeto visa a combater discriminação contra mulheres no mercado de trabalho quando ocupam o mesmo cargo que homens. Texto será agora analisado pela Câmara.
São Paulo — O Senado Federal aprovou, na última quarta-feira (13), o Projeto de Lei nº 88 (PLS 88), que permitirá multar empresas que paguem salário diferente para mulheres que estejam ocupando o mesmo cargo de homens. Segundo o projeto, o valor da multa será equivalente ao dobro da diferença salarial constatada e o dinheiro será revertido em favor da trabalhadora prejudicada. O projeto agora segue para a Câmara dos Deputados, onde será também analisado e, em caso de aprovação, irá para sanção presidencial.  
“É um projeto que prevê que, se houver diferença salarial entre homem e mulher no mesmo cargo, isso fere o princípio da isonomia que está consagrado na Constituição Federal”, explica o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, em entrevista para a jornalista Marilu Cabañas, na Rádio Brasil Atual. 
Ele lembra que estudos do Dieese e de outros institutos internacionais comprovam que há discriminação contra mulheres no mercado de trabalho, ganhando menos em ocupações semelhantes. 
“Por esse projeto, as empresas pagarão uma multa, que será o dobro da diferença salarial observada. Se isto acontecer, a multa será revertida para a pessoa que tiver a discriminação observada.” 
Para Clemente, o projeto é importante por reconhecer, primeiro por reconhecer a existência do problema e, ao mesmo tempo, aplicar multa de modo a coibir esse tipo de discriminação. A medida aprovada também visa coibir casos em que as empresas utilizam critérios discriminatórios de idade, raça ou situação familiar para contratar ou promover funcionários.  

Fonte: Rede Brasil Atual