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domingo, 23 de junho de 2019

VEREADOR EDSON CAZUZA PRESTIGIA FESTIVAL DE QUADRILHA EM MONTE ALEGRE AO LADO DA GOVERNADORA, FÁTIMA BEZERRA E SENADOR

 2º da esquerda, vereador, Edson Cazuza (Passa e Fica) entre a governadora, FÁTIMA BEZERRA, Senador JEAN-PAUL PRATES, Deputado Estadual KLEBER RODRIGUES  e amigo em Monte Alegre/RN 
Banda Filarmônica Potiguar, da Associação Comunidades dos Jovens - Passa e Fica/RN

Ontem (22) em Monte Alegre a 30 km de Natal foi realizado o 17º FESTIVAL DE QUADRILHAS JUNINAS DO RIO GRANDE DO NORTE, onde a governadora, FÁTIMA BEZERRA sancionou  o Projeto de Lei 088/19, que institui a cidade de Monte Alegre como a capital estadual das Quadrilhas Juninas. Projeto este de autoria do Deputado Estadual, KLEBER RODRIGUES. Cidade onde onde nasceu, o escritor, C:amara Cascudo.

O vereador de Passa e Fica/RN, EDSON CAZUZA, amante da cultura popular também prestigiou a festa ao lado do Deputado autor da lei, Deputado KLEBER RODRIGUES. Aproveitou para conversar rapidamente com a governadora, FÁTIMA BEZERRA e o Sen, JEAN PRATES, aproveitando para falar dos seus projetos culturais, a exemplo do apoio a Banda Filarmônica Potiguar, da Associação Comunitárias dos Jovens - Passa e Fica/RN.

E por em Edson Cazuza, aproveito para parabenizá-lo pelo excelente trabalho legislativo na cidade de Passa e Fica, além de amante da cultura potiguar o mesmo vem se destacando com suas intervenções em plenário bem como apresentando projetos para benefício da população local e em especial a Zona Rural.

Edson Cazuza com suas intervenções constantes no plenário da câmara vem conquistando a população local, como também suas ações voltadas para a cultura.

Parabenizo-o pelas suas constantes ações em defesa de Passa e Fica, tanto pelos projetos aprovados e outros que futuramente também serão aprovados em prol da sociedade de forma geral, como exemplo de um político sério, que princípios e que exerce seu mandato com honraria.

Eduardo Vasconcelos, radialista, presidente do Centro Potiguar de Culturra - CPC/RN, ativista, blogueiro e amante da cultura popular.

Monte Alegre é oficialmente a Capital Potiguar das Quadrilhas Juninas


Demis RoussosASSECOM/RN


Em meio à multidão que prestigia o maior São João do Agreste potiguar, a governadora sancionou a lei que institui a cidade de Monte Alegre como a capital estadual das Quadrilhas Juninas. O projeto de lei 088/19, é de autoria do deputado estadual Kleber Rodrigues, que é natural de Monte Alegre. "Uma justa homenagem e o reconhecimento à tradição das quadrilhas juninas preservada com primor pelo povo de Monte Alegre. É com muita alegria que sanciono está lei que além de incentivar a promoção da cultura nordestina, fomenta a economia criativa. O Festival de Quadrilhas Juninas não é só de Monte Alegre, nem do Agreste é do Rio Grande do Norte. A terra de Câmara Cascudo tem que dar exemplo e valorizar às tradições do nosso povo", enfatizou a Governadora.

O Festival de Quadrilhas Juninas do RN é realizado em Monte Alegre há 17 anos. Este ano, 66 quadrilhas, de diversos municípios do RN, estão participando. As apresentações atraem público de 4 a 5 mil pessoas, de toda a região e da capital, que vão ao ginásio da cidade presitigiar uma das mais verdadeiras manisfestações populares no período junino.

 "Esta lei colabora para que este evento se consolide no calendário dos grandes eventos culturais do Rio Grande do Norte. Com trabalho queremos que o Festival de Quadrilhas Juninas seja não só o maior da região Agreste, mas de todo o RN", destacou o prefeito Severino Rodrigues. 

O evento é o mais esperado do ano, cerca de 5 mil quadrilheiros, vindos de várias regiões do RN, participam do Festival deste ano. Ao longo dos festejos juninos, forma-se uma rede de comércio dos mais diversos segmentos. As artesãs Maria Dalva Paulino e Elione Lourenço todos os anos colocam a banca de artesanatos durante o festival. "A festa melhora as vendas e também ajuda na divulgação do nosso trabalho. Com essa lei acredito que nossa festa ficará ainda melhor", disse Dalva. 

Já Dona Maria Valdineide de Silva, há cinco anos trabalha na festa vendendo bebidas para conseguir um renda extra para sua família. "É um dinheirinho certo todo ano, tudo que a gente ganha é uma ajuda a mais em casa", expressou. 

O maior São João do Agreste começou no dia 14 e seguirá até 29, o evento recebe milhares de visitantes na Vila São João, construída especialmente para o momento. Neste ano, a tradicional festa tem uma grande programação nos 12 dias de folia incluindo a famosa carroçada, quadrilhas e 26 atrações musicais. A estrutura conta com dois palcos, apresentações no ginásio Osmundo Farias.

O São João de Monte Alegre contempla apresentações de quadrilhas juninas, artísticas e culturais, atividades folclóricas e de talentos regionais. Misturando tradição e inovação as quadrilhas juninas abordam temáticas importantes para manter seus espaços nas cidades do RN. Elas valorizam e evidenciam a cultura popular. Por meio do enredo, figurino e música, e trazem à memória personagens relacionados ao forró e ao Nordeste.

A governadora Fátima Bezerra, o senador Jean-Paul Prates e João Hélio, diretor técnico do SEBRAE-RN, ao lado do prefeito de Monte Alegre, Severino Rodrigues e do deputado Kleber Rodrigues visitaram a festa, cumprimentando os comerciantes e visitantes. Também prestigiaram a apresentação das quadrilhas juninas.

Fonte: Fundação José Augusto - FJA

“Fracasso óbvio”, diz Chico Buarque sobre governo Bolsonaro

Divulgação

Em entrevista ao jornal francês Le Monde, Chico Buarque avaliou que o governo Bolsonaro vai "obviamente" acabar em fracasso e que há um desprezo pela cultura no Palácio do Planalto.

O cantor e compositor Chico Buarque deu entrevista ao tradicional jornal francês Le Monde, que será publicada neste sábado (22), onde comentou sobre pedido de visto de longa duração na França e fez uma análise da situação no Brasil.

Segundo Chico, que já esteve exilado no país europeu durante os tempos da ditadura militar brasileira, o pedido de visto se deve ao fato não são bem-vindos, nem bem vistos pelo atual governo. “Uma cultura de ódio se espalhou de maneira impressionante”, disse ao comentar sobre o desprezo de Bolsonaro pela cultura.

O compositor ainda declarou que o governo está fadado ao fracasso e é mal visto internacionalmente. “Não sei como tudo isso vai acabar. O fracasso desse governo me parece óbvio”, afirmou.

Questionado sobre a relação com o PT, o cantor também expôs críticas ao partido. “Tenho muitas reservas ao PT, o partido teve episódios de corrupção, como os governos precedentes”, afirmou. “Mas depois da derrota da direita nas eleições presidenciais, o PT foi incrivelmente estigmatizado”, completou.

Fonte: REVISTA FÓRUM

Folha comprova autenticidade e integridade do material da Vaza Jato

Folha comprova autenticidade e integridade do material da Vaza Jato


Conforme antecipado pela Fórum na manhã de ontem (22) a Folha e o The Intercept firmaram parceria editorial e o jornal confirmou a autenticidade do banco de mensagens da Vaza Jato.

Na manhã de ontem (22) o diretor de redação da Revista Fórum antecipou que uma parceria entre o The Intercept Brasil e o jornal Folha de S. Paulo havia sido realizada e que neste domingo começariam a ser publicadas as primeiras reportagens frutos deste acordo.

Fórum também antecipou que a veracidade e autenticidade das mensagens seriam comprovadas pela Folha.
O furo da Fórum se confirmou.
O jornal revela na sua edição de hoje (23) que o The Intercept “permitiu que a Folha tivesse acesso ao acervo, que diz ter recebido de uma fonte anônima há semanas” e confirma que nos últimos dias, repórteres do jornal e do site trabalharam lado a lado, pesquisando as mensagens e analisando seu conteúdo.
Segundo a Folha o pacote obtido pelo Intercept reúne mensagens privadas trocadas pelos procuradores em vários grupos no aplicativo Telegram desde 2014, incluindo diálogos com o ministro Moro, que foi o juiz responsável pelos processos da Lava Jato em Curitiba até 2018.
Também confirma que além das mensagens, o acervo inclui áudios, vídeos, fotos e documentos compartilhados no aplicativo.
E o mais importante, diz que, ao examinar o material, não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado.
Uma das checagens utilizadas pela Folha pra isso foi que os repórteres que estão trabalhando o banco de dados da Vaza Jato buscaram nomes de jornalistas da Folha e encontraram diversas mensagens que de fato esses profissionais trocaram com integrantes da força-tarefa nos últimos anos. E não havia nenhuma adulteração na troca de mensagens.

Fonte: Revista FÓRUM

1817: Revolução com as cores de Pernambuco

Vitral no Palácio do Campo das Princesas mostra retrato da Revolução de 1817
Vitral no Palácio do Campo das Princesas mostra retrato da Revolução de 1817
A Revolução 1817 completa dois séculos, nesta segunda (6), mas ainda é episódio pouco explorado na história do Brasil.
Eram 10 horas da manhã do dia 6 de março de 1817 e o clima no Recife parecia calmo. Sinais de insatisfação com a Coroa Portuguesa vinham sendo emitidos, mas nem de longe se tinha a sensação de que estava prestes a irromper um dos movimentos mais emblemáticos da história pernambucana. Uma hora depois a aparente tranquilidade foi cortada com golpe de espada. O sangue derramado sobre o peito do brigadeiro Manoel Joaquim Barbosa de Castro foi o estopim para o início da revolução, que vinha sendo maturada em fogo brando, mas que explodiu antes da data prevista. Pela cidade, ressoavam os gritos de “Viva a Pátria! Mata Marinheiro!”. Era desse modo que os brasileiros se referiam aos portugueses. A essa altura, nos primeiros disparos, o governador da província já tinha fugido para se abrigar no Forte do Brum, de onde sairia direto para o Rio de Janeiro. Os revoltosos montaram um governo provisório e deram a chance ao governador de sair da província sem confronto. Apesar de registros o apontarem como bom administrador, a coragem não era traço marcante da personalidade de Caetano Pinto.

O relato da cena foi contado há 200 anos pelo comerciante francês Louis-François Tollenare, que viveu no Recife entre 1816 e 1818. Nesta segunda-feira (6), a revolução completa dois séculos, mas ainda é um episódio pouco explorado na historiografia brasileira.
Em 1817, o caldeirão da insatisfação fervia na província de Pernambuco, que tinha histórico de movimentos nativistas, como a expulsão dos holandeses (1654) e a Guerra dos Mascates (1710). O desembarque da Família Real no Rio de Janeiro em 1808 só aumentou a fervura da indignação. Havia uma forte discrepância social entre a vida na Corte e nas províncias – o que se arrecadava aqui era enviado para o Rio a fim de manter o estafe de Dom João VI. Fora isso, uma seca devastadora assolou a região em 1816, no mesmo momento em que a produção de açúcar em outros países fez o preço do produto nordestino despencar. “Paga-se em Pernambuco um imposto para iluminação do Rio de Janeiro, quando as do Recife ficam completamente às escuras”, descreveu o inglês Henry Koster, que viveu no Recife no período.
E foi neste caldo que a luta estourou.
Não à toa, a revolta também é chamada de Revolução dos Padres, uma vez que o Seminário de Olinda foi o nascedouro do movimento. Letrados e com acesso à informação, os religiosos tiveram papel crucial na formação do governo provisório, que durou 75 dias. O padre João Ribeiro, um dos líderes do movimento, tinha uma biblioteca fora dos mosteiros e abria o espaço à comunidade, conta Betânia Corrêa de Araújo, presidente do Museu do Recife. No Forte das Cinco Pontas, onde funciona o Museu, estreia dia 12 uma exposição sobre o período.
“A Revolução Republicana de 1817 se destaca não só por ter sido o primeiro movimento efetivo no sentido da independência do Brasil, mas também porque foi a única insurreição anticolonial que conseguiu tomar o poder em toda história da monarquia portuguesa”, explica o historiador George Cabral, professor da Universidade Federal de Pernambuco e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).
Apesar da onda de insatisfação à época, o movimento vinha sendo pensando para a Semana Santa de 1817, em abril, mas foi adiantada por causa de um decreto de prisão emitido pelo governador Caetano Pinto Montenegro. A lista vazou e os revolucionários reagiram à ordem. A morte do brigadeiro por Leão Coroado deflagrou o movimento.
A partir daí, instalou-se o governo provisório que tomou várias decisões para garantir os direitos de cidadania e as liberdades individuais dos novos republicanos – formado em sua maioria pelos senhores de engenho, padres e comerciantes. Uma lei orgânica com 28 artigos norteou os revolucionários e a liberdade de imprensa foi uma das conquistas. O Preciso foi um panfleto divulgado na época que propagou a revolta. Outra marca presente até hoje é a bandeira de Pernambuco – composta por um fundo azul e branco. Sobre a faixa azul, figuravam um arco-íris, como símbolo da união, três estrelas (representando Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e o sol da liberdade.
Escravidão x Abolicionismo
Embora embebida dos ideais da Revolução Francesa, que estourou 28 anos antes, a Revolução de 1817 não tocou no regime escravocrata. O tema é, inclusive, alvo de discussão na academia. Os líderes tinham ideias abolicionistas, mas para levar o pensamento adiante era preciso romper com o status quo da época. “Era algo muito capilarizado e mexer nessa estrutura era tocar em algo essencial dessa sociedade e é onde se encontram os limites da revolução. Haviam boatos que iriam abolir a escravidão, mas o governo provisório precisou publicar uma nota informando o contrário”, explicou Cabral. No texto, o governo dizia: “A suspeita de vocês muito nos honra, porque a escravidão é ruim, mas vamos respeitar as propriedades privadas, mas desejamos abolir a escravidão gradualmente”, pontua o professor.
“A escravidão é o grande bode na sala da Revolução Pernambucana. Seus documentos defendiam ideais republicanos e liberais, inspirados pela Revolução Francesa, e propunha que todos os seres humanos nasciam livres e com direitos iguais. Apesar disso, em momento algum as proclamações de 1817 sugerem o fim do tráfico negreiro ou a abolição. O motivo é bem simples: alguns dos principais líderes do movimento eram senhores de engenho. Pertenciam, portanto, à mais fina flor da aristocracia rural escravagista da época. Um dos filhos do líder revolucionário Domingos José Martins, homônimo do pai, se tornaria alguns anos mais tarde o maior traficante de escravos na costa do Benin, na África, onde até hoje existe uma numerosa família de descendentes dele. Havia, claro, gente com simpatias abolicionistas no movimento, mas o tema era explosivo demais para ser defendido publicamente”, destaca o jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor do livro “1808” sobre a chegada da família real portuguesa ao Brasil.
Foram 75 dias da República Pernambucana, que caiu por terra diante da falta de apoio das outras províncias, pelas falhas na organização militar do território e por contradições internas, mas os princípios de liberdade, ética e a ampliação dos direitos do cidadão perpassaram os séculos e continuam vivos. Os líderes foram mortos ou presos e documentos históricos foram destruídos a mando do Rei para evitar novas revoltas. Pouco explorada pela história brasileira, a Revolução de 1817 é considerada de suma importância para os ideais de Independência, em 1822. Pelo seu caráter regional, Paraíba, Rio Grande do Norte e parte do Ceará se juntaram ao movimento, mas capitularam rapidamente. Em 19 de maio, uma força de oito mil homens cercou Pernambuco e executou os envolvidos. Como punição, a Coroa tirou de Pernambuco o território de Alagoas. “Celebrar o Bicentenário da Revolução de 1817 é também relembrar a importância destes valores para os nossos dias”, defende George Cabral.
Por Diogo Guedes e Marcela Balbino
Veja o mapa do Nordeste na época da Revolução:
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Imagem: MultRio -  Mapa de Pernambuco, 1817/Ceert Google
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Pernambuco já foi um País - Imagem do Google
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Bandeira de Pernambuco - PE - Imagem do Google
FonteAutor: Brasil Cultura
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