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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Diário do Bolso: os novos livros e o caminho suave

A partir de 2021 os livros vão ser escolhidos pelo Weintraub (ou por quem estiver lá no lugar dele) e eu vou querer livro só com figuras, com bandeira do Brasil na capa e hino nacional na contracapa.
Diário, ontem eu disse uma coisa muito inteligente: “Os livros hoje em dia, como regra, é um montão, um amontoado, tem muita coisa escrita. Tem que suavizar aquilo”.
A partir de 2021 os livros vão ser escolhidos pelo Weintraub (ou por quem estiver lá no lugar dele) e eu vou querer livro só com figuras, com bandeira do Brasil na capa e hino nacional na contracapa.
E não tem que ter nada da ideologia do Paulo Freire. Eu nunca li nada dele, porque os livros dele não têm desenho, mas o meu pessoal garante que ele fala pros homens usarem saia e entrarem pro MST.
O único livro que eu li inteiro até hoje foi o “Caminho Suave” e cheguei a presidente, talkei? Então esse negócio de ler não tem muita utilidade, não.
Enfim, Diário, a verdade verdadeira é que muito texto cansa.
Aliás, este também já tá muito grande. Por hoje, chega!
*José Roberto Torero é autor de livros, como “O Chalaça”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1995. Além disso, escreveu roteiros para cinema e tevê, como em Retrato Falado para Rede Globo do Brasil. Também foi colunista de Esportes da Folha de S. Paulo entre 1998 e 2012.
@diariodobolso
Fonte: Jornalistas Livres

Bolsonaro fez 116 ataques à imprensa em 2019

ALTAMIRO BORGES
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou nessa quinta-feira (2) um balanço final dos ataques do “capetão” Jair Bolsonaro à imprensa no ano passado. Os números são assustadores – o que torna ainda mais incompreensível a postura da mídia monopolista de apoiar, mesmo que parcialmente, as políticas do governo fascistizante. Segundo o levantamento, o ano de 2019 se encerrou com 116 agressões à jornalistas e veículos de comunicação. Um ataque a cada três dias do primeiro ano de existência desse regime autoritário.
Por Altamiro Borges*
De acordo com o monitoramento da Fenaj, foram 11 agressões diretas e 105 ações para desacreditar a mídia. Mesmo o mês de dezembro, que costuma ser mais ameno em função das festanças e do recesso dos poderes públicos, “registrou cinco ataques, todos classificados como tentativas de descredibilização da imprensa. Quatro deles foram pelo Twitter. No dia 13 de dezembro, por exemplo, o perfil oficial do presidente postou uma capa de jornal do dia, acompanhada do comentário: “A rendição da imprensa. O Brasil vai bem, apesar dela. Bom dia a todos”.
A entidade explica que esse monitoramento “inclui apenas pronunciamentos registrados por escrito nos meios oficiais do presidente, que são o Twitter e as entrevistas e discursos transcritos no site do Planalto. Por isso, o número de ataques ao jornalismo é ainda maior do que o já verificado até aqui”. Ela lembra que no dia 20 de dezembro, Jair Bolsonaro fez violentos ataques a jornalistas em entrevista na portaria do Palácio da Alvorada. As agressões foram de caráter pessoal e com forte teor homofóbico.
“No mesmo dia, em nota, a Fenaj e o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal ressaltaram que os ataques tentavam desviar denúncias que ligam sua família e amigos a atividades criminosas. Também apelaram às redações que reavaliem a decisão de deslocar repórteres para cobrir entrada e saída do Palácio da Alvorada, onde os jornalistas dividem espaço com apoiadores do presidente, que constantemente ameaçam os profissionais... Quando um chefe de Estado ataca sistematicamente profissionais e veículos de imprensa, incentiva que seus apoiadores façam o mesmo, inclusive com intimidação, ameaças e até agressões. Bolsonaro potencializa a agressividade contra jornalistas, e com isso afronta os valores democráticos”, afirma Maria José Braga, presidenta da Fenaj.
“As declarações do presidente alimentaram a hostilidade contra jornalistas neste ano de 2019. Alguns ministros também passaram a fazer uso dessa tática, e isso incentivou apoiadores do governo a perseguir os jornalistas nos meios digitais, com mensagens ameaçadoras e exposição de dados privados. É uma tentativa desesperada de enfraquecer o exercício do jornalismo, e de desviar o foco das denúncias contra o governo que vêm se somando desde o início de 2019”, complementa Márcio Garoni, diretor da federação.
Fonte http://baraodeitarare.org.br

Bolsonaro veta projeto que prorrogava incentivos fiscais para construção de salas de cinema

(Foto: ADRIANO MACHADO - REUTERS)

Ao justificar o veto, Jair Bolsonaro afirmou que o texto aprovado pelo Congresso criava novos gastos para o governo, o que foi negado pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), relatora do projeto na Casa.

247 - Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto que prorrogava a desoneração de impostos para a construção de salas de cinema no País. A desoneração é prevista no Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine) e termina no dia 31 de dezembro. O projeto estendia o prazo até 2024.
Ao justificar o veto, Bolsonaro citou parecer do Ministério da Economia e afirmou que o texto aprovado pelo Congresso Nacional criava novos gastos para o governo sem apresentar as fontes de receita, o que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), relatora do projeto no Senado, o projeto não cria novas despesas porque as renúncias fiscais já estão em vigor e seus valores são conhecidos. O relato foi publicado no G1.
"Face às exigências estabelecidas nessas normas, entendemos que a prorrogação dos prazos relativos aos benefícios de que trata a proposição não configura diminuição de receita, uma vez que as renúncias se encontram em vigor e seus valores são conhecidos", diz o relatório da parlamentar.
Fonte: brasil247.com

Dia de Reis é comemorado em 6 de janeiro

Hoje (06/01) os católicos comemoram o Dia de Reis, data em que, segundo a tradição crsitã, os Três Reis Magos, Baltazar, Belchior e Gaspar, visitaram o recém-nascido Jesus de Nazaré.
Eles saíram do Oriente e presentearam o Menino Jesus com ouro, incenso e mirra, como está narrado no Evangelho de Mateus. O ouro representa a realeza, pois os Magos procuravam o rei dos judeus; o incenso, a fé, simbolizando a oração que chega a Deus; e a mirra, uma resina usada como remédio, de sabor amargo, remetia ao sofrimento que Jesus iria passar.
A tradição de venerar os Reis Magos surgiu no século oitavo, quando eles se tornaram santos pela Igreja Católica.
No dia 6 de janeiro, também, se encerram os festejos natalinos, data em que são desarmados os presépios, os enfeites e as árvores de Natal.
Em Portugal, a comemoração se dá com o chamado Bolo de Reis, feito com um brinde e um caroço de fava. A pessoa que encontra a fava deve levar o bolo na comemoração do ano seguinte. Os portugueses também têm o costume de cantar os reis, ou as Reisadas, de porta em porta. As pessoas são convidadas para entrar nas casas, onde são oferecidos, doces, salgados e vinhos. Também é comum a encenação de peças e teatro popular conhecidas como Altos dos Reis Magos.
Na Espanha, as crianças são incentivadas a deixar na janela um sapato com capim, antes de dormir, para que os camelos dos Reis Magos se alimentem antes de retomar a viagem. Em troca, os Magos deixam doces que as crianças encontram no lugar do capim ao acordar. Existe ainda, a tradição de comer o bolo de reis.
Na França e em Quebec, no Canadá, também se come o bolo e, no seu interior, tem uma coroa de papel. Quem achar o brinde é coroado e fica com a responsabilidade de oferecer o bolo no ano seguinte.
Já no Brasil, as comemorações começam no final de dezembro com a visitação das casas pelas Folias de Reis, formadas por músicos. Para alegrar seus seguidores, eles tocam tambores, rabeca, viola caipira e acordeão. Ao contrário dos Reis da tradição, a proposta não é levar presentes, mas recebê-los do dono da casa para doações. Os foliões são recebidos com mesa farta e muita bebida.
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