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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Artistas acusam Banco do Nordeste de censura após retirada de faixa sobre casamento gay

Um grupo de artistas de Fortaleza (CE) está acusando o Banco do Nordeste de censura. O fato ocorreu depois da retirada de uma faixa com mensagem que fazia referência ao casamento gay. A faixa integrava a exposição “O que pode um casamento (gay)?” e estava afixada na frente do prédio do Centro Cultural. No entanto, foi retirada por ordem de funcionários da instituição financeira, sem autorização dos autores e da curadoria do evento.

A exposição era realizada junto a várias performances de artistas, que decidiram transformar o próprio casamento em uma obra. Entre as manifestações, havia essa faixa, onde se podia ler: “Em terra de homofóbicos casamento gay é arte”.

A exposição era realizada junto a várias performances de artistas, que decidiram transformar o próprio casamento em uma obra. Entre as manifestações, havia essa faixa, onde se podia ler: “Em terra de homofóbicos casamento gay é arte”.

Depois da polêmica, o gerente executivo do Centro Cultural, Gildomar Marinho, foi afastado.

“Não faz sentido manter toda a obra em local onde parte dela foi violada. Pra gente, isso é uma violência, um ato de censura. Eu não consigo ver outra justificativa para isso. Me pergunto se existe outra justificativa”, disse Eduardo Bruno, que classifica o caso como homofobia.
“Era uma faixa, na parte de dentro, tinha um beijo gay, que hoje até novela mostra. Não tem discurso de ódio, não tem palavra de baixo calão, não tem pornografia”, declarou.
Fonte: Revista Fórum

REPRESENTATIVIDADE Filmes brasileiros ganham prêmios inéditos no Festival de Cannes

'Bacurau' foi vencedor no Prêmio do Juri, enquanto 'A vida invisível de Eurídice Gusmão' também foi premiado no evento francês.

Publicado por Redação RBA     

'Bacurau' é uma cidade no sertão pernambucano, que resiste contra a chegada de agentes estrangeiros, apoiados por um político e por dois entreguistas do Sudeste

São Paulo – O filme brasileiro Bacurau venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, no último sábado (25), em empate com o drama francês Les Misérables (Os Miseráveis).  É a primeira vez que uma produção brasileira ganha a categoria, considerada a terceira mais importante do evento francês.

Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o filme é uma sátira violenta que fala de um Brasil dividido e armado, em uma cidade no sertão pernambucano, que resiste contra a chegada de agentes estrangeiros, apoiados por um político e por dois entreguistas do Sudeste.

“É um filme sobre o Nordeste, um filme sobre o Brasil, é um filme sobre educação, sobre história e estou muito feliz que esse filme nasceu aqui no Festival de Cannes e agora está começando a correr o mundo”, afirmou Kleber ao portal G1. “Vamos cuidar mais uns dos outros e respeitar a cultura, a educação, a ciência e o conhecimento”, acrescentou Dornelles.

Ao Estado de S.Paulo , Kleber falou sobre a representação dessa vitória, em meio aos desmontes do governo Bolsonaro sobre a cultura. “Estamos vivendo um momento desmonte no Brasil e esse filme acabou abrindo uma boa conversa internacional. Tenho muito interesse em saber como (os brasileiros) vão reagir a ele. O filme, aqui, ganhou a imagem de objeto de resistência”, disse.

Com Sônia Braga no elenco,  Kleber Mendonça volta a concorrer à Palma de Ouro no Festival de Cannes, na França, depois de Aquarius (2016), quando ficou marcado pela manifestação anti-impeachment da ex-presidenta Dilma, no tapete vermelho francês.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), enviou uma mensagem de parabenização aos integrantes do filme e disse estar orgulhosa pela representação nordestina. “Pro Rio Grande do Norte o orgulho vem em dobro por ter sido palco local dessa história tão  bonita que retrata a resistência do povo nordestino, uma vez que foi filmado aqui, na comunidade da Barra, em Parelhas, fronteira com o Seridó paraibano.”

Na sexta-feira (24), outro filme brasileiro também foi premiado em Cannes: A vida invisível de Eurídice Gusmão, dirigido por Karim Aïnouz, foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar. A produção deu ao país seu primeiro prêmio principal da competição paralela do evento.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, onde duas irmãs são separadas uma da outra no Rio de Janeiro, da década de 1950. Mãe solteira, uma é expulsa de casa e vai parar na rua. A outra se casa, mas sacrifica suas aspirações para assumir o papel de dona de casa.


Fonte: REDE BRASIL ATUAL - RBA

Conservatório de MPB promove workshow com Arismar do Espírito Santo

O multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo estará no próximo sábado (1º/6), às 11h,  no Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba para um “workshow”. A apresentação, aberta ao público, é uma pré-estreia do seu projeto autoral “Cataia”, que será registrado em áudio e vídeo em Curitiba. Os músicos curitibanos Mauro Martins e Glauco Sölter participam como convidados.
O projeto Cataia pretende expor e discutir o processo criativo e performático deste músico ímpar e de seus parceiros de som. A apresentação contará com uma explanação do concerto, um divertido bate-papo com a plateia e um pocket-show.
Arismar do Espírito Santo (Santos, 9 de julho de 1956) é um músico e multi-instrumentista  completo. Além de tocar contrabaixo, guitarra, violão, piano e bateria, faz composições e arranjos harmônicos muitas vezes inusitados. Arismar transita com impressionante desenvoltura por diversos estilos, seja jazz, samba, choro e até rock. “Não sou dessa vertente, mas sei tocar”, diz. Em 1998, pela Revista Guitar Player, foi eleito um dos dez melhores guitarristas do Brasil.
Glauco Sölter
Começou a tocar baixo em 1985 e dez anos depois forma o grupo NaTocaia com quem lançou nacionalmente um CD. Tocou com seu trio no Montreux Jazz Festival em 1998. Frequentou a Berklee College of Music no ano seguinte. Gravou quatro trabalhos solo :”Glauco Sölter”, “Fala Baixo”, “Baxô” e “2 em 1” – selecionado pelo blog “Jazz Station” de Los Angeles como um dos melhores CDs de música instrumental de 2014 e ele como um dos 10 melhores baixistas de 2017.  Apresenta-se regularmente com diferentes trabalhos no Brasil, Europa, América do Sul e Índia. Há 15 anos toca com o trombonista Raul de Souza com quem já gravou seis CDs.Já trabalhou com João Bosco, Hamilton Godoy (Zimbo Trio), João Donato, Ron Carter, Ed Motta,Badi Assad, Hamilton de Holanda, Toninho Horta, Marcel Powell, entre outros.
Mauro Martins
Baixista e baterista, Mauro Martins cresceu em uma família musical tocando percussão e guitarra com seus irmãos mais velhos. Migrou para o baixo elétrico com 16 anos e logo passou a tocar com várias bandas. Em dezembro de 1989, ele foi convidado para tocar na Suíça, e se estabeleceu na Europa, onde trabalha como baixista, baterista e compositor em vários projetos e como arranjador em inúmeras produções de estúdio. Mauro Martins participou de grandes festivais e eventos musicais na Europa, Ásia, África do Sul, Madagascar e Brasil. Colaborou com artistas de destaque como Airto Moreira e Larry Coryell, Luis Eça, Toninho Horta, Phill Collins, Sebastião Tapajós, Raul de Souza, Chico César, Richard Galliano, Itiberê Zwarg da banda de Hermeto Paschoal e muitos outros.
Serviço:
Workshow “Projeto Cataia” com o trio instrumental formado por Arismar do Espírito Santo (piano/voz/guitarra), Glauco Sölter (baixo) e Mauro Martins (bateria)
Data e horário: 1º de junho de 2019 (sábado), às 11h
Local: Conservatório de MPB – Auditório – Rua Mateus Leme, 66 – São Francisco
Entrada franca
Fone: (41) 3321-3208