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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ÍNDIOS BRASILEIROS - Cultura Indígena

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Foto: Google: 
Os índios foram os primeiros habitantes do território brasileiro. São formados por povos diferentes com hábitos, costumes e línguas diferentes. Os Ianomâmis falam quatro línguas: a Yanomam, Sanumá, Yanomame e Yanam. Suas habitações são construídas de caibros encaixados, amarrados com cipó e revestidas de palha.
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A cultura indígena é um conjunto de características que marca um determinado grupo indígena.
Por exemplo, os Yanomamis possuem quatro línguas, vivem em malocas (moradia redonda de topo cônico), possuem características seminômades (mudam de habitat quando necessário), são caçadores e creem nos rixis (espíritos de animais protetores e amigos).
Os Guaranis se manifestam através da cerâmica e com rituais religiosos, falam somente uma língua, são migrantes e agricultores, “creem na terra sem males” (os mortos passam a proteger os vivos).
Vale ressaltar que, embora tenham características comuns, os índios não são iguais, mas cada povo habitante de determinada área do território brasileiro, possui suas diferenças em: cultura, organização política/social, rituais, lendas, arte, habitações, educação, alimentação, entre outros. Nem todos vivem da mesma maneira. A maioria localiza-se nas Terras Indígenas.
Os indígenas são uma fonte de conhecimento. Suas experiências passadas entre gerações formou o que nós chamamos de cultura brasileira: diversificada, heterogênea e peculiar. Desde o descobrimento vem englobando o modo de vida europeu e o mesclado de valores, costumes, línguas e hábitos dos indígenas que eram quase que desprezados pelos nobres.

Trabalhador e Trabalhadora de segunda classe? Não!

JOANNE MOTA 
Esse mês de agosto não só inicia um processo eleitoral histórico para o Brasil, ele descortina um cenário de disputa que cobra da classe trabalhadora não só reforço da resistência e luta, ele exige de nós ciência do posicionamento nosso nesta disputa, esclarecimento objetivo e subjetivo de qual papel cumprimos neste processo.
Não deveria ser, mas foi - como sempre disse minha mãe - um choque ler o programa de governo do candidato à presidência Jair Bolsonaro. E, ficou pior, quando cheguei no ponto onde se lê sobre a criação de uma nova carteira de trabalho. ”Criaremos uma nova carteira de trabalho verde e amarela, voluntária, para novos trabalhadores.”
E o que Bolsonaro oferece a que chamou de “trabalhadores de segunda classe”? A privação da proteção à saúde e à segurança, por exemplo. Ou seja, não bastasse a reforma trabalhista que abre espaço para uma precarização sem limites, o candidato do PSL oferece à classe trabalhadora um futuro sem direitos e sem sonhos de uma vida melhor.
Sob a retórica da liberdade, autonomia e a livre competitividade, categorias que são apresentadas em seu programa como expressão do que há de mais moderno, a proposta é mais uma lança nas mãos de quem segura o chicote e colabora para anuviar a dinâmica brutal e que ganha uma versão ainda mais perversa nesta etapa de reestruturação do capitalismo global.
A tal liberdade e autonomia, pregada por Bolsonaro, na verdade esconde os altos índices de precarização, os vergonhosos números de mortes no trabalho, as doenças e os suicídios tão comuns nos dias de hoje.
À classe trabalhadora fica o desafio, objetivo e subjetivo, de enfrentar essa disputa que extrapola sua influência, invade lares e mentes, retira direitos e remodela conceitos históricos no mundo do trabalho.
Joanne Mota é jornalista e assessora da CTB Nacional

Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

Lula cresce, lidera e alcança 37,3% das intenções de voto, diz pesquisa MDA/CNT

A CNT acaba de divulgar os resultados da 137ª Pesquisa CNT/MDA. O levantamento traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos.

Lula  lidera com o dobro das intenções de voto do segundo candidato, Jair Bolsonaro (PSL)

O ex-presidente Lula lidera o cenário eleitoral para 2018, com 37,3% das intenções de voto, segundo nova pesquisa do instituto MDA revelada pela CNT nesta segunda-feira, 20. Na sequência aparecem Jair Bolsonaro (PSL) com 18,3%, Marina Silva (Rede) com 5,6%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,9%, Ciro Gomes (PDT), com 4,1% e Alvaro Dias (Podemos), com 2,7%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto.

A pesquisa foi realizada pelo instituto MDA a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Foram ouvidas 2.002 pessoas entre os dias 15 e 19 de agosto em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a identificação BR-09086/2018.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos previamente, Lula (PT) também lidera, com 20,7%; Jair Bolsonaro segue em segundo, com 15,1%, e Geraldo Alckmin aparece em terceiro, com 1,7%. Neste cenário, aparecem ainda Alvaro Dias, com 1,3%, e Marina Silva, com 1,1%.

Ainda houve o registro de 1,4% de intenções em "outros". Brancos e nulos têm 18,1% e indecisos alcançam 39%.
                                            cenários de segundo turno para presidente

 Temer é reprovado por 97% dos brasileiros e  aprovado por 3% da população, aponta pesquisa CNT/MDA

Reprovação ao emedebista cresceu em comparação a sondagem de maio

 Pesquisas de opinião têm apontado o governo Temer como o mais impopular da história.

Fonte: osamigosdopresidentelula.blogspot.com

CNIC aprova 96 projetos culturais para captação via Rouanet

Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) encerrou, sexta-feira (17), a deliberação sobre os projetos avaliados durante a 280ª reunião ordinária, que ocorreu nos dias 14 e 15 de agosto. A CNIC deu parecer favorável para que proponentes de 96 propostas captem recursos pelo mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991). No total, os projetos receberam autorização para captar até R$ 85 milhões junto a patrocinadores.
Artes cênicas foi a área com maior número de projetos avaliados, com 35 propostas. Na sequência, vieram música, com 24, humanidades, 12, e audiovisual, 11. Os setores de patrimônio cultural e de artes visuais tiveram 7 projetos aprovados, cada.
Qualquer cidadão pode acompanhar os projetos aprovados via Lei Rouanet, pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). O usuário terá acesso aos dados básicos dos projetos, como, por exemplo, nome e CNPJ do proponente, data de início e término do projeto, valores aprovados para captação e montantes realmente captados de cada um deles.
A Comissão
A CNIC é um colegiado de assessoramento formado por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, com paridade da sociedade civil e do poder público. Os membros da sociedade civil são provenientes das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional.
Para entrar em vigor, as decisões da CNIC precisam ser homologadas pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (MinC). Os proponentes devem acompanhar seu projeto por meio do Salic, uma vez que as comunicações e solicitações complementares, caso necessárias, se dão exclusivamente por essa ferramenta.
Fonte: BRASIL CULTURA