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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Nota da APIB sobre o uso de força contra o Acampamento Terra Livre (ATL)

Do site da APIB

Em defesa do direito de livre manifestação e chega de repressão
Na manhã de hoje recebemos a notícia de que o seu ministro Sérgio Moro publicou a Portaria n. 441 que autoriza o uso da força nacional de segurança na esplanada dos ministérios e na praça dos três poderes durante os próximos 33 dias.
“Seguindo a intenção de exterminar os povos indígenas do Brasil, o governo Jair Bolsonaro intensifica sua posição de quando ainda era parlamentar, quando afirmou em 15 de abril de 1998, que “a cavalaria brasileira foi muito incompetente. Competente, sim, foi a cavalaria norte-americana, que dizimou seus índios no passado e hoje em dia não tem esse problema em seu país”.
Na manhã de hoje recebemos a notícia de que o seu ministro Sérgio Moro publicou a Portaria n. 441 que autoriza o uso da força nacional de segurança na esplanada dos ministérios e na praça dos três poderes durante os próximos 33 dias. Tal medida foi incentivada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e tem como um dos motivadores a realização do Acampamento Terra Livre (ATL), que acontecerá em Brasília nos dias 24 a 26 de abril. Não é demais mencionar que o Decreto 5289/2004, que fundamenta a mencionada portaria, dispõe como ação a ser desenvolvida pela Força Nacional de Segurança, com apoio de servidores civis, o exato oposto ao que se pretende com o uso da força, ou seja, apoiar a ações que visem à proteção de indivíduos, grupos e órgãos da sociedade que promovam e protejam os direitos humanos e as liberdades fundamentais.
O ATL é um encontro de lideranças indígenas nacionais e internacionais que visa a troca de experiências culturais e a luta pela garantia dos nossos direitos constitucionais, como a demarcação dos nossos territórios, acesso à saúde, a educação e a participação social indígena. Nosso acampamento vem acontecendo a mais de 15 anos sempre em caráter pacífico buscando dar visibilidade para nossas lutas cotidianas, sempre invisibilizado pelos poderosos. Se é do interesse do General Augusto Heleno desencorajar o uso da violência, que ocupe os latifúndios que avançam sobre nossos territórios e matam os nossos parentes.
Do que vocês têm medo? Por que nos negam o direito de estar nesse lugar? Por que insistem em negar a nossa existência? Em nos vincular a interesses outros que não os nossos? Em falar por nós e mentir sobre nós?
Nosso acampamento não é financiado com dinheiro público como disse o presidente Jair Bolsonaro, ele é autofinanciado com a ajuda de diversos colaboradores e só acontece por conta do suor de tantas e tantos que o fazem acontecer. Infelizmente o governo não se dispõe a nos ouvir e não ajuda com nada, o que ao nosso entendimento deveria ser o seu papel. É necessário acabar com a farra com o dinheiro público e isso não se fará com o congelamento do salário mínimo, ou cortes em saúde e educação. Se fará com o fim da corrupção, dos cheques, dos motoristas laranjas ou de tantos outros escândalos que vemos por aí.
Parem de incitar o povo contra nós! Não somos violentos, violento é atacar o direito sagrado a livre manifestação com tropas armadas, o direito de ir e vir de tantas brasileiras e brasileiros que andaram e andam por essas terras desde muito antes de 1500.
Que saibam: A história da nossa existência, é a história da tragédia desse modelo de civilização referendado pelo atual governo que coloca o lucro à cima da vida, somos a resistência viva, e nos últimos 519 anos nunca nos acovardamos diante dos homens armados que queriam nos dizer qual era o nosso lugar, agora não será diferente. Seguiremos em marcha, com a força de nossa cultura ancestral, sendo a resistência a todos esses ataques que estamos sofrendo.
Diga aos povos que avancem!”
Fonte: Jornalistas Livres


Quando a dor é preta, não viraliza

Foto: Josh Estey/CARE via AP
Se depender da comoção das grandes mídias sobre o que acontece no continente africano, ficaremos na mesma sem saber o que se passa do lado de lá.
Parte de Moçambique, Zimbábue e Malaui foram devastadas na semana passada pelo Ciclone Idai que deixou mais de 600 mortos e milhares de pessoas que perderam plantações e suas casas.
As agências da ONU e ONG estão se esforçando para que a ajuda humanitária chegue para essas pessoas.
Crianças que perderam seus pais, pais que perderam seu filhos, intensificou os casos de cólera e malária e a água potável está contaminada devido vários corpos em decomposição.

E eu não vejo filtro de Facebook, banner no Instagram, hashtag bombada no Twitter e em nenhum local pedindo ajuda pra esse desastre gigantesco da natureza.
Cadê o Pray for Moçambique?
Agora se fosse na França, EUA e nas Europa toda, o mundo já tinha parado e estaríamos pelas ruas falando sobre isso.
O onda racista está no mundo e dor do povo preto afeta só o povo preto mesmo.

O que o mundo gosta é da cultura, música, dança, comida, hipersexualização de mulheres e homens africanos, menos da vida dos africanos, com isso ninguém se importa.
Racismo estrutural é isso também.
Existem tecnologias que avisam quando um desastre está por vir, mas em África não se investe só exploram e se apropriam de tudo que tem por lá.

Fonte: Mídia Ninja

Resistência: os desafios das mulheres indígenas no Brasil

Indígenas falam sobre o preconceito contra seus povos e sobre a luta para garantirem espaço fora das aldeias
Por: Isabela Alves
Segundo dados publicados pela Funai, a população indígena em 1500 era de aproximadamente 3 milhões de habitantes, sendo que aproximadamente 2 milhões estavam estabelecidos no litoral do país e 1 milhão no interior. Em 1650, esse número já havia caído para 700 mil indígenas e, em 1957, chegou a 70 mil, o número mais baixo registrado. De lá para cá, a população indígena começou a crescer.
De acordo com o último censo demográfico, realizado em 2010 pelo IBGE, o Brasil tem cerca de 896,9 mil indígenas. Deste total, 817,9 mil se autodeclararam indígenas no quesito cor ou raça do Censo 2010 e 78,9 mil residiam em terras indígenas e, embora tenham se declarado de outra cor ou raça (principalmente parda, 67,5%), consideravam-se indígenas de acordo com aspectos como tradições, costumes, cultura e antepassados. Ao todo, ainda existem 305 etnias, que falam 274 línguas.
Segundo o escritor inglês George Orwell, “a história é escrita pelos vencedores”. E a do Brasil é contada até os dias atuais da perspectiva dos colonizadores. Mas a realidade é que terras foram invadidas e milhares de indígenas foram mortos.
Estereotipados como selvagens, preguiçosos e seres não racionais, sem alma e sem fé, a opressão contra esse povo perdura até hoje. Os indígenas continuam lutando pelo direito à demarcação de terras, para preservar sua cultura e para combater ideias preconceituosas.
Neste cenário, as mulheres indígenas estão sendo uma peça fundamental. Cada vez mais, elas estão falando sobre a marginalização dos seus povos e toda a pressão social que sofrem. Elas se tornaram líderes para defender os seus direitos e políticas públicas para reivindicar a demarcação de terras, leis que as defendam da violência física, e para terem acesso a saúde e educação de qualidade, entre outros direitos básicos.
Conheça agora as histórias de duas ativistas da causa no Brasil.
We’e’na Ticuna
We’e’na Ticuna pertence à aldeia Tukuna Umariaçu. Seu nome significa ‘onça que nada para outro lado do rio’.  Seu povo mora na zona de Tabatinga, no oeste do Amazonas, região do Alto Solimões. Eles são o povo indígena mais numeroso do país, com 46 mil pessoas, segundo o Censo 2010.
A história da sua aldeia é marcada pela violência, principalmente por parte dos seringueiros e madeireiros, que, além de invadirem o território, roubam alimentos e poluem os rios. Por ver as dificuldades que seu povo passava, ela conta que já cresceu ativista.
“A dificuldade nos ensina a enfrentar qualquer obstáculo e nos dá forças para conquistar qualquer ideal. Nós somos conhecidos como um povo da resistência. O meu povo já teve muito sangue derramado, mas vamos lutar até o fim para que os nossos direitos sejam respeitados”, afirma.
Como mulher indígena, ela sente que a invisibilidade é ainda maior. Durante a adolescência, precisou sair da aldeia para estudar. A transição foi algo tão impactante, que ela tinha medo até de se comunicar com as pessoas.
No entanto, a ativista não desistiu dos seus objetivos, porque sempre acreditou que era necessário buscar conhecimento e lutar pela causa indígena ocupando diversos espaços. Hoje, aos 30 anos, ela é formada em Nutrição e Artes Plásticas. “Sofri preconceito, passei fome, mas não deixei de lutar pelos meus ideais. Hoje eu sou vista como um espelho para outras mulheres do meu povo”.
We’e’ena reconhece que as violações contra os povos indígenas sempre ocorreram no Brasil, porém, com o novo governo, as violações se agravaram. Em um dos seus primeiros atos na presidência, o presidente Jair Bolsonaro decretou o esvaziamento das funções da Fundação Nacional do Índio (Funai), ao destinar ao Ministério da Agricultura uma das principais atividades executadas pelo órgão indigenista nos últimos 30 anos: a identificação, delimitação e demarcação de terras indígenas no Brasil.
Pressões sociais e as limitações de território culminam em diversos problemas psicológicos e físicos para os indígenas. A diferença na taxa de suicídios entre a população em geral e a população indígena é um exemplo disso. Enquanto a taxa de suicídios no Brasil é de 5,8 por 100 mil habitantes, a taxa entre indígenas é de 15,2 por 100 mil habitantes. Só em 2017, foram 128 suicídios de indígenas no país, segundo o relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, divulgado este ano pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
O Amazonas e o Mato Grosso do Sul são os estados que concentram mais da metade dos casos de suicídio entre indígenas em aldeias e nas cidades. No Amazonas, foram 54 mortes do tipo e, no Mato Grosso do Sul, foram 31, apenas em 2017.
“Quando o indígena vê que seu povo está morrendo e não há mais solução, ele se recolhe, faz a despedida da família e se mata. Alucinações, medo, a vergonha de perder a identidade, não ter espaço e nem voz são motivações para o ato”, explica We’e’ena.
Apesar de tudo, We’e’ena não perde a esperança. Contra todos esses desafios, o povo indígena continuará resistindo”, conclui.
Walelasoetxeige Surui
Walelasoetxeige Surui pertence ao povo Suruí e sua aldeia está localizada em Rondônia. Seu nome significa “mulher inteligente” e a menina faz jus ao nome. Ela passou no vestibular antes mesmo de completar o ensino médio. Com a nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ela foi aprovada em Direito, na Universidade Federal de Rondônia (Unir).
Na época, ela precisou recorrer à Justiça para se matricular no curso, já que ainda não possuía o certificado de conclusão do ensino médio.
Ela conta que, durante o ensino fundamental, precisou sair da aldeia para ter acesso a uma educação de qualidade. Quando foi para a cidade, estava dividida entre dois mundos.
“O fato de ser mulher traz várias barreiras. Por ser mulher e indígena, as barreiras são ainda maiores. O indígena é muito estereotipado e sofre muito preconceito por ser quem é. As pessoas te questionam o tempo todo sobre ter celular e até por que você usa roupas. É como se ali não fosse o seu lugar”, desabafa.
O fato de morar na cidade não a faz ser menos indígena. Pelo contrário, ela acredita que é necessário ocupar espaços para causar impacto social. Além de estudar, ela possui dois empregos. Um deles é na Defensoria Pública da União (DPU), onde a jovem defende as violações de direitos humanos contra a população indígena.
Um dos últimos casos que ajudou a resolver foi o da invasão a uma terra indígena em Rondônia no dia 14 de janeiro deste ano. Os invasores adentraram a região da aldeia e desmataram uma faixa de aproximadamente 20 km. Segundo relatos, após os Uru-eu-wau-wau expulsarem os invasores, o chefe da invasão ameaçou voltar com mais 200 invasores e disse que, se os indígenas resistissem, eles matariam crianças para os indígenas sentirem dor.
“Com as suas declarações preconceituosas, o presidente Bolsonaro acabou legitimando essas violações de direitos humanos contra os povos indígenas. O presidente da Funai conversou com os garimpeiros e madeireiros, porém o caso atualmente continua parado”, relata com tristeza.
Para ela, a invisibilidade indígena é grande no país, mas isso lhe dá mais forças para continuar lutando. Segundo Walelasoetxeige, um movimento que vem crescendo é o das mulheres indígenas que estão se fortalecendo e ajudando umas às outras.
Uma de suas inspirações é a deputada federal Joênia Wapichana (Rede-RR), primeira indígena eleita para o cargo no país. Além de vencer a eleição, Joênia venceu o Prêmio das Nações Unidas de Direitos Humanos no ano passado. Entre as pessoas e organizações que já receberam tal prêmio estão o ativista político norte-americano Martin Luther King, o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela e a ativista paquistanesa Malala Yousafzai.
“É muito bonito ver esse movimento das mulheres se ajudando e dando força uma para a outra. Ainda há muito o que lutar, mas vamos continuar na luta pelos nossos direitos de cidadãos brasileiros e celebrar essas conquistas”, conclui.
Fonte: Observatório3setor

Racismo mata: 71% das pessoas assassinadas no Brasil são negras

Os negros representam 54% da população brasileira, mas são 71,5% das pessoas assassinadas no país
Por: Isabela Alves
Atlas da Violência 2018, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelou que a população negra está mais exposta à violência no Brasil. Os negros representam 54% da população brasileira, mas são 71,5% das pessoas assassinadas a cada ano no país.
Entre o período de 2006 e 2016, a taxa de homicídios de indivíduos não negros (brancos, amarelos e indígenas) diminuiu 6,8%, enquanto no mesmo período a taxa de homicídios da população negra aumentou 23,1%.
Em 2016, a taxa de homicídios da população negra foi de 40,2 mortes por 100 mil habitantes. O mesmo indicador para brancos, amarelos e indígenas foi de 16.
As maiores taxas de homicídios de negros no país estão em Sergipe (79 por 100 mil habitantes) e no Rio Grande do Norte (70,5 habitantes por 100 mil). Algo que chamou a atenção no levantamento foi a situação de Alagoas, pois o estado possui a terceira maior taxa de homicídios de negros (69,7 por 100 mil habitantes) e a menor taxa de homicídios de não negros do Brasil (4,1).
Taxas de homicídios de negros por 100 mil habitantes, no Brasil:
2006 – 32,7
2007 – 32,4
2008 –  33,7
2009 – 34,3
2010 – 36,5
2011 – 35,1
2012 –  36,7
2013 –  36,7
2014 – 38,5
2015 – 37,7
2016 – 40,2

Leia também: É só clicar no link: Projeto cria calendário para valorizar importantes datas da cultura negra


Fonte: https://observatorio3setor.org.br

Como fazer ovo de páscoa caseiro: aprenda as melhores receitas

Seja para quem quer degustar, presentear amigos ou ganhar uma renda extra, fazer ovo de páscoa caseiro pode ser uma excelente ideia, principalmente em tempos de crise econômica.
Conheça neste post 5 receitas de ovos de páscoa deliciosos para você surpreender quem ama, degustar sozinha ou ganhar um dinheiro na época mais deliciosa do ano. Confira!

1. Ovo de Páscoa tradicional

Essa é uma receita base para fazer ovo de páscoa caseiro e pode ser feita com chocolate ao leite, amargo, branco, entre outros.
Ingredientes:
  • 500 g de chocolate ao leite ou meio amargo;
  • 1 forma para ovo de chocolate de 1 kg.
Modo de preparo:
  1. Quebre o chocolate em pedaços e derreta-o em um recipiente de vidro, em banho-maria, com fogo baixo;
  2. Depois que o chocolate estiver completamente derretido, despeje-o sobre uma superfície de mármore e com uma espátula faça movimentos circulares para que ele esfrie. Quando estiver na temperatura ambiente, retorne o chocolate para o recipiente de vidro;
  3. Com a ajuda de uma espátula de silicone ou pincel de cozinha, aplique uma camada de chocolate nas formas, leve-as para a geladeira por 10 minutos e retire para aplicar mais uma camada de chocolate. Repita o procedimento até que a forma tenha três camadas e então deixe na geladeira por 15 minutos.
  4. Após os 15 minutos, retire as formas da geladeira e apare o excesso de chocolate que resta nas bordas. Desenforme o chocolate com cuidado, fazendo uma leve pressão com as mãos na parte externa da forma até que o chocolate se solte;
  5. Depois é só rechear com alguma surpresa de sua preferência, como balas, brinquedos ou bombons.

2. Ovo de páscoa de pão de mel

Essa é uma receita para quem quer fazer algo diferente e impressionar: um ovo de páscoa recheado com pão de mel!
Ingredientes:
  • 1 xícara de chá de mel;
  • 1 xícara de chá de leite;
  • 1 xícara de chá de açúcar;
  • 200 gramas de manteiga;
  • 3 xícaras de chá de farinha de trigo;
  • 3 ovos;
  • 1 colher rasa de fermento em pó;
  • Doce de leite cremoso;
  • 500 gramas de chocolate ao leite para cobertura.
Modo de preparo:
Pão de mel
  1. Bata a manteiga, o açúcar, o mel e os ovos por 5 minutos. Em seguida adicione leite e farinha, batendo até obter uma mistura homogênea.
  2. Acrescente o fermento, despeje a mistura em uma forma untada e asse em forno médio por aproximadamente 50 minutos. Desenforme e reserve.
Casca do ovo
  1. Derreta o chocolate em banho-maria e aplique uma camada na forma do ovo de páscoa. Leve para a geladeira até que ele endureça.
  2. Em seguida, retire da geladeira e faça uma camada de doce de leite, cubra com pedaços do pão de mel e coloque uma nova camada de chocolate;
  3. Leve à geladeira até que endureça, retire, desenforme embrulhe.

3. Ovo de Páscoa de colher ou recheado

Ovo de Páscoa de colher
Se você gosta de experimentar novas técnicas na hora de fazer ovo de páscoa caseiro, tem que fazer essa receita. Ele é recheado com um creme para comer de colher, que pode ser de diversos sabores, maracujá, limão, nuts, baunilha, damasco, etc.
Veja abaixo, uma receita com um recheio de chocolate.
Ingredientes:
  • 1 quilo de chocolate;
  • 1 lata de creme de leite;
  • 1 lata de leite condensado;
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó;
  • 1 colher de sopa de manteiga.
Modo de preparo:
Recheio
  1. Coloque o leite condensado, creme de leite, manteiga e chocolate em pó em uma panela e misture até formar um creme.
  2. Em seguida, leve a panela ao fogo baixo e mexa até que a mistura desgrude do fundo da panela;
  3. Espere o recheio esfriar completamente e reserve.
Casca do ovo
  1. Pique o chocolate e divida-o em três partes iguais. Derreta duas partes em banho-maria e em seguida, acrescente a terceira parte, mexendo até obter uma mistura homogênea;
  2. Faça uma camada com o chocolate derretido na forma e leve para a geladeira por três minutos. Em seguida, retire a forma da geladeira, faça uma nova camada de chocolate e leve-o de volta para a geladeira pelo mesmo tempo. Repita o processo até que a camada de chocolate esteja mais espessa;
  3. Em seguida, retire o excesso das bordas e leve a forma para a geladeira, até que ele endureça;
  4. Retire a forma da geladeira, desenforme as metades do ovo e preencha-as com o recheio. Para decorar, acrescente granulado ou raspas de chocolate.

4. Ovo de páscoa trufado

Assim como o ovo recheado, fazer ovo de páscoa caseiro trufado também é sucesso garantido!
Ele pode ser recheado com creme de diferentes sabores como avelã, brigadeiro, maracujá, morango, entre outros.
Na receita abaixo, o recheio é um creme clássico de chocolate.
Ingredientes:
  • 250 gramas de chocolate ao leite picado;
  • 150 gramas de chocolate meio amargo;
  • 100 gramas de chocolate ao leite (para recheio);
  • 1 lata de creme de leite sem soro;
  • 1 colher de sopa de mel;
  • 1 dose de licor de cacau.
Modo de preparo:
Recheio
  1. Derreta o chocolate meio amargo e 100 g de chocolate ao leite em banho-maria.
  2. Enquanto ainda estiver quente, misture o mel, o licor de cacau e o doce de leite, mexendo até que a mistura fique homogênea. Deixe esfriar e leve ao freezer até a hora de rechear o ovo de páscoa.
Casca do ovo
  1. Derreta 250 gramas do chocolate ao leite picado em banho-maria e depois resfrie em uma superfície de mármore até que o chocolate alcance a temperatura ambiente;
  2. Aplique uma camada fina do chocolate na forma e leve ao freezer por cinco minutos. Retire do freezer, faça mais uma camada fina e leve-o de volta ao refrigerador pelo mesmo tempo. Em seguida repita o processo mais uma vez para que o chocolate endureça;
  3. Depois de seco, aplique uma camada do recheio e retorne com o doce para o freezer até que esteja bem consistente.
  4. Retire-o do freezer e finalize com uma nova camada do chocolate para cobrir o recheio trufado, levando-o mais uma vez para o refrigerador até que a forma fique opaca. Após esse tempo, desenforme o ovo com cuidado, deixe secar e embrulhe.

5. Ovo fit com ganache de biomassa de banana verde

Para quem quer curtir a Páscoa, mas sem exagerar na dose do chocolate, vale a pena fazer ovo de páscoa caseiro fitness, como essa versão feita com chocolate 70% sem glúten e sem lactose e recheio de biomassa de banana verde.
Ingredientes:
  • 1 tablete de Chocolate 70% cacau sem glúten e lactose;
  • 1 1/4 xícara de chá de Chocolate 70% cacau picado;
  • 2 colheres de sopa de Biomassa de banana verde amolecida;
  • 1 colher de sopa de leite de amêndoa;
  • 3 colheres de sopa de cranberry picada.
Modo de preparo:
Recheio
  1. Coloque o chocolate em um recipiente de vidro e derreta-o em banho-maria.
  2. Em seguida, misture a biomassa e o leite. Mexa até obter uma mistura homogênea e junte a cranberry. Reserve.
Casca do ovo
  1. Derreta um pouco mais da metade (120 g) do chocolate em banho-maria, depois junte o restante do chocolate e mexa até encorpar. Deixe o chocolate esfriar até a temperatura ambiente;
  2. Em seguida, preencha a forma de ovo com uma camada fina de chocolate e leve à geladeira até endurecer (cerca de 10 minutos). Retire e aplique uma nova camada de chocolate e leve novamente à geladeira pelo mesmo tempo. Repita o processo até que a casca do ovo fique com a espessura desejada;
  3. Depois, distribua uma camada com o recheio de chocolate com a biomassa e, por cima, faça uma camada com o restante do chocolate da casca. Leve à geladeira novamente até endurecer.
  4. Para finalizar, basta desenformar, deixar secar e embrulhar.
Existem muitas outras receitas para fazer ovo de páscoa caseiro e, caso você pretenda fazer ovos para venda, é importante procurar novas técnicas e variações de recheios e sabores. A dica é começar a testar as receitas o quanto antes para se adaptar bem ao ponto do chocolate, evitando a perda de tempo e desperdício de ingredientes. Não perca tempo e mão na massa!
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