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sábado, 18 de agosto de 2018

HISTÓRIA NEGRA AMERICANA :"Negro History Week"


A história do Black History Month começa em 1915, meio século após a Décima Terceira Emenda

Abolir a escravidão nos Estados Unidos. Em setembro, o historiador treinado por Harvard, Carter G. Woodson e o prominente ministro Jesse E. Moorland, fundaram a Associação para o Estudo da Vida e da História do Negro (ASNLH), uma organização dedicada à pesquisa e promoção de conquistas de negros americanos e outros povos de Descendência africana. Conhecido hoje como a Associação para o Estudo da Vida e História Africano Americana (ASALH), o grupo patrocinou uma Semana Nacional da História Negra em 1926, escolhendo a segunda semana de fevereiro para coincidir com os aniversários de Abraham Lincoln e Frederick Douglass . O evento inspirou escolas e comunidades em todo o país a organizar celebrações locais, estabelecer clubes de história e performances e palestras de acolhimento.

A NAACP foi fundada em 12 de fevereiro de 1909, o centenário do nascimento de Abraham Lincoln. 

Foi em 1964, quando o autor James Baldwin refletiu sobre as deficiências de sua educação. “Quando eu estava indo para a escola”, ele disse , “comecei a ficar incomodado com o ensino da história americana porque parecia que aquela história havia sido ensinada sem o conhecimento da minha 

Os pensamentos de Baldwin ecoaram os de muitos antes e depois dele. Meio século antes, quando Carter G. Woodson teve a mesma frustração, eleestabeleceu as bases para o que seria o Mês Nacional da História Negra de hoje, observado em fevereiro.


presença”.


Desde então, todo presidente americano designou fevereiro como o mês da História Negra e aprovou


um tema específico. A Proclamação da Emancipação e a Marcha em Washington , marca os 150 e 50 aniversários de dois eventos fundamentais na história afro-americana.

Nas décadas que se seguiram, os prefeitos das cidades de todo o país começaram a emitir proclamações anuais, reconhecendo a Semana da História do Negro. No final da década de 1960, graças, em parte, ao Movimento dos Direitos Civis e a uma crescente consciência da identidade negra, a Semana da História do Negro evoluiu para o Mês da História Negra em muitos campus universitários.O presidente Gerald R. Ford reconheceu oficialmente o Mês da História Negra em 


1976, convidando o público a "aproveitar a oportunidade para homenagear as conquistas, muitas vezes negligenciadas, de negros americanos em todas as áreas de atividade ao longo da nossa história".

Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte:wenciclopedia livre

Iniciadas as obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa, em Brasília

O Ministério da Cultura está investindo R$ 1,764 milhão nas obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles. O prazo de conclusão é de 180 dias (Fotos: Ronaldo Caldas/Ascom MinC)
Foram iniciadas as obras de reforma e modernização da Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles (BDB), feitas com investimentos de R$ 1,764 milhão do Ministério da Cultura (MinC).
A Engeste Engenharia, empreiteira responsável pela reforma, já começou a montagem do canteiro de obras. O prédio será isolado com tapumes para garantir a segurança das pessoas que transitam pelo local. A previsão é de que a obra seja concluída em 180 dias.
O projeto arquitetônico da nova Biblioteca Demonstrativa prevê a ampliação de sua área construída de 1.300 m² para 1.550 m², o que vai permitir a inclusão de mais banheiros e uma nova distribuição dos espaços, com a instalação de palco para eventos, brinquedoteca, área externa para leitura, espaço de contação de histórias, biblioteca acessível para cegos e lanchonete. Também serão construídas passagens ligando o edifício principal à área anexa, que será ampliada para receber mais acervo. Outra novidade do projeto é o uso de telhas termoacústicas, que reduzem o barulho externo e o uso de ar condicionado.
“Entregaremos uma biblioteca muito melhor à comunidade, mais ampla, melhor estruturada e com acervo mais diversificado”, ressaltou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Segundo ele, com as melhorias feitas, a BDB cumprirá o papel de ser referência no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP).
A Biblioteca
Inaugurada em 20 de novembro de 1970, a Biblioteca Demonstrativa Maria Conceição Moreira Salles é uma das mais importantes salas de leitura da capital e um espaço cultural de referência. Fechada desde 2014, passou por obras de escoramento da marquise, troca de caixa d’água e nova instalação elétrica, concluídas em 2016.
As obras de reforma e modernização estavam previstas para 2017, mas a licitação foi suspensa por impugnação de licitante. Uma nova licitação foi aberta em fevereiro, da qual participaram 19 empresas. A Engeste Empresa de Engenharia do Centro-Oeste foi a vencedora e já recebeu do MinC a ordem de serviço para o início das obras.
Acervo
O acervo da Biblioteca Demonstrativa, com mais de 100 mil itens, foi transferido em 2017 do prédio da BDB para as instalações de empresa contratada, localizada no Setor de Indústria e Abastecimento, em Brasília. Todos os cuidados estão sendo tomados para que o acervo seja mantido em perfeito estado de conservação até que a reforma seja concluída. Além disso, o MinC está realizando análise do atual acervo para investir na aquisição de novos itens.
Enquanto a obra da BDB não é concluída, o Escritório de Direitos Autorais do Distrito Federal, que funcionava no prédio da Biblioteca, está em pleno funcionamento no Edifício Parque Cidade Corporate – SCS Quadra 09 Lote C Torre B, 10º Andar. O horário de atendimento é de segunda a quarta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 15h, e quinta-feira das 8h às 11h.
Fonte: BRASIL CULTURA

Autoridades exigem instituição do Sistema de Patrimônio Cultural aos presidenciáveis

Autoridades federais e municipais se reuniram quarta-feira (15), em Goiás, para a assinatura de um documento que será enviado aos candidatos à presidência com o objetivo de instituir o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. A intenção é que a medida seja implementada por meio de projeto de lei para inserir a requalificação de cidades e monumentos na agenda política do país.
O documento define as diretrizes de uma política transversal que trata do Patrimônio Cultural como ativo econômico, que gera renda, empregos e inclusão social. As obras de requalificação urbana, o fomento a linhas de investimento em imóveis privados de centros históricos, a criação de fundos de investimentos específicos em preservação e a capacitação técnica especializada são os principais pontos do pacto firmado.
“Vamos entregar para todos os candidatos à Presidência da República são as reivindicações das cidades”, assegurou Kátia Bogéa, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A presidente do Iphan destacou o exemplo do PAC Cidades Históricas para demonstrar como ações de preservação são capazes de promover segurança pública, fomentar o turismo e gerar desenvolvimento sustentável.
O programa, que é o maior conjunto de investimentos já realizados no Patrimônio Cultural Brasileiro, prevê 424 obras em 44 cidades em 11 estados, totalizando R$ 1,6 bilhão em recursos do governo federal. Desde 2013, 53 ações foram concluídas e 71 seguem em execução, com projetos de infraestrutura que promovem uma verdadeira transformação nas cidades.
Além da presidente do Iphan, participaram do encontro os ministros do Turismo, Vinicius Lummertz, da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do Meio Ambiente, Edson Duarte, e a secretária Nacional de Habitação, Maria do Socorro Gadelha, além dos representantes das prefeituras de 14 sítios considerados Patrimônio Mundial,
Também nesta quarta aconteceu a assinatura de um protocolo de intenções entre os ministérios do Turismo, Cultura, Meio Ambiente, Cidades e Iphan, para instituir a Política Nacional de Gestão Turística do Patrimônio Mundial no Brasil. Até dezembro, os ministros e a presidente do Iphan irão encaminhar ao Congresso um projeto de lei para criação da nova política.