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domingo, 24 de fevereiro de 2019

Artistas se posicionam em solidariedade à Venezuela

Nas últimas semanas, as pressões contra o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, se intensificaram. Os esforços para destituir o mandatário, reeleito em maio de 2017, são liderados por Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional em desacato e autoproclamado presidente interno da Venezuela, com o apoio dos Estados Unidos e países do Grupo de Lima – bloco do qual o Brasil faz parte.

Políticos e artistas se posicionam em solidariedade à Venezuela Políticos e artistas se posicionam em solidariedade à Venezuela
Em solidariedade ao país caribenho, diversos líderes políticos se posicionaram a respeito do agravamento da crise política na Venezuela e criticaram a tentativa de intervenção.
Para o presidente da Bolívia, Evo Morales, a suposta ajuda humanitária oferecida à Venezuela é, na verdade, “um ‘cavalo de Troia’ para invadir e provocar uma guerra”. Morales fez um chamado para que a comunidade internacional se posicione sobre o que está acontecendo no país.
“Não podemos ser cúmplices de uma intervenção militar. Defender a Venezuela é defender a soberania da América Latina”, afirmou.
Em sua conta no Twitter, o mandatário também se dirigiu especificamente à União Europeia, pedindo que o bloco não esteja “com aqueles que não respeitam o multilateralismo. Esperamos uma profunda reflexão pela vida e pela humanidade. Qualquer intervenção só trará guerra. Não haverá paz sem justiça social e sem respeito a soberania dos povos”.
Lamentamos que la Ayuda Humanitaria quiera ser utilizada como “caballo de Troya” en #Venezuela, para invadir y provocar una guerra. Los hermanos latinoamericanos no podemos ser cómplices de una intervención militar. Defender a Venezuela es defender la soberanía de #AméricaLatina.
— Evo Morales Ayma (@evoespueblo) 22 de fevereiro de 2019
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também usou a rede social para prestar solidariedade à Venezuela, reafirmando “o apoio à Revolução Bolivariana e ao presidente Nicolás Maduro”. “Na Venezuela, estão defendendo a dignidade e decidindo o destino do direito à paz dos povos latino-americanos, caribenhos e do resto do mundo. Todos devemos enfrentar o imperialismo”, disse.
#Cuba en pie por el #Sí a la #Constitución y ratificando el apoyo a la #RevoluciónBolivariana y al Presidente Nicolás Maduro. Nuestras voces por el presente y el futuro de #Cuba y #AméricaLatina. #ManosFueraDeVenezuela #YoVotoSí #NosotrosVotamosSí #SomosCuba#SomosContinuidad pic.twitter.com/mm0dwyWq6z
— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) 22 de fevereiro de 2019
Ainda segundo ele, “a ‘ajuda humanitária’ por parte dos Estados Unidos em 20 milhões de dólares é irrisória diante dos danos que produz o cerco financeiro, quantificado em 30 bilhões de dólares”.
O ex-primeiro ministro da Espanha, José Luiz Rodríguez Zapatero, criticou a ingerência dos Estados Unidos nos assuntos internos do país. Segundo ele, qualquer imposição na região poderá levar a um desfecho dramático. “Por isso, se queremos a paz, os valores democráticos, defendamos o diálogo para buscar saídas e soluções”, declarou em entrevista.
O senador do PT, Jaques Wagner, lembrou que o Brasil, historicamente, sempre adotou princípios diplomáticos respeitando a soberania e autodeterminação dos povos. Segundo ele, “esses princípios regem o nosso país nas relações internacionais desde o início da nossa República”.
O político também declarou que espera “que as autoridades brasileiras atuem com seriedade” e lembrou que o país sempre atuou “em missões de paz e não de guerra”.
Já para a ex-presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, o Brasil está se submetendo a interesses do governo Trump. “É uma ação deliberada e planejada, desde a indicação de um general de nossas forças armadas para integrar o Comando Sul do Exército americano, órgão responsável por inúmeras intervenções militares”, declarou através de uma nota.
Para Rousseff, é inaceitável que o Brasil se submeta “ao interesse do governo americano em usufruir do petróleo venezuelano”, aceitando a possibilidade de criar um conflito armado na América do Sul.
“Esta posição do governo Bolsonaro traz gravíssimas consequências, em um caso de guerra. Em especial, a tragédia da perda de vidas humanas de cidadãos brasileiros, latino-americanos e americanos”, lamentou a ex-mandatária.
Ajuda humanitária é um “truque”
Personalidades também criticaram as tentativas de intervenção na Venezuela. Uma delas foi Roger Waters, fundador do grupo britânico Pink Floyd. “Queremos mesmo que a Venezuela se transforme em outro Iraque, Síria ou Líbia? Eu não”, disse o músico em um vídeo publicado no Twitter.
Waters também criticou o show que está sendo realizado nesta sexta-feira (22) na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela. Segundo ele, o show é um “truque” que “não tem nada que ver com ajuda humanitária”.
O ator e ativista norte-americano Danny Glover criticou as sanções econômicas aplicadas pelos Estados Unidos contra a Venezuela. Os EUA “tomam bilhões de dólares, que legitimamente pertencem aos venezuelanos, impõem sanções para que eles não possam usar seu próprio dinheiro e recursos” e então tentam “salvá-los”, afirmou.
O embargo econômico, segundo ele, é “um plano que afeta apenas o povo e põe em risco os ganhos alcançados pela Revolução Bolivariana nos últimos 20 anos”.
Fonte: Brasil de Fato

Churrasco com coxão mole

É muito difícil que se pense no coxão mole como um corte para o churrasco, não é verdade? Picanha, alcatra, maminha e costela são apenas alguns dos cortes que a maioria dos churrasqueiros e churrasqueiras levaria ao fogo primeiro.
Mas, saiba que o coxão mole pode ser uma grande alternativa para o seu churrasco, pois rende grandes bifes que serão muito apreciados grelhados pela sua maciez e suculência.
Além disso, o coxão mole tem um preço menor que carnes como a picanha, auxiliando na economia.
Então, o primeiro passo é comprar uma boa parte de coxão mole. Retire bifes de 2 dedos de grossura da peça e tempere a carne. O vídeo que esta postado ao final, mostra bem certinho a maneira.
Como é um churrasco, você pode temperá-la apenas com sal grosso, salpicando sem esfregar. Depois leve à grelha para assar sob fogo quente como se fossem bifes de picanha, cerca de 7 minutos por lado para servir malpassado.
Caso queira um sabor diferente, você pode temperar cada bife com 3 dentes de alho amassados misturados ao sal grosso, regar com azeite de oliva e deixar marinando de 3 a 5 horas. Depois basta levar ao fogo conforme explicamos acima e quando ela estiver quase pronto, regá-la com um pouco de molho shoyu para dourar!
Agora a GRANDE recomendação: sirva o coxão mole mal passado ou no ponto, caso contrário, esse corte tende a endurecer rapidamente. Bom apetite!

Como Cortar Coxão Mole para um Churrasco Especial – Tv Churrasco

Aplicativos e intérpretes incentivam inclusão de turistas com deficiência auditiva

Experiências em Manaus, Brasília e Gramado são exemplos de como a tecnologia pode contribuir para incluir pessoas com deficiência no mercado de Viagens
Por Geraldo Gurgel
Giulia no bosque PAULO SERGIOMAP
Turista usa aplicativo no Bosque da Ciência de Manaus. Foto: Paulo Sérgio/Divulgação MTur
A tecnologia assistiva em aplicativos de celular  e a Língua Brasileira de Sinais estão ajudando a eliminar barreiras no turismo. Neste sábado (23) comemora-se o Dia Nacional da Pessoa Surda-Muda, deficiência causada pela falta da audição, que impede a verbalização das palavras. Mas não impede de realizar sonhos e conhecer o Brasil. Conheça três destinos, de norte a sul do país, que já utilizam ferramentas e políticas de inclusão com o objetivo de se preparar para receber turistas com deficiência auditiva.
Em Manaus (AM), o Bosque da Ciência vai oferecer, a partir de março, visitas autoguiadas para deficientes auditivos. O espaço público de lazer é referência em turismo pedagógico e desenvolveu um roteiro inclusivo com 12 atrativos sobre a fauna e a flora da Amazônia. O turista surdo vai recorrer ao Giulia, um aplicativo para smartphones que faz a leitura em Libras dos QRCodes dos pontos turísticos.
“A limitação no acesso a ambientes com atratividade turística, obstruindo a participação plena e efetiva da pessoa surda, deve ser rompida com tecnologia assistiva. Para superar essa barreira, precisamos ir além da inclusão social e econômica. A visitação turística é uma oportunidade de lazer, inclusão cultural e ampliação do conhecimento”, destaca a coordenadora-geral de Sustentabilidade e Turismo Responsável do Ministério do Turismo, Gabrielle Nunes de Andrade.
O kit Turismo Acessível da capital do Amazonas também tem um resumo em glosa (linguagem escrita utilizada pelos surdos) para garantir a visita autoguiada. “Inserir o deficiente auditivo no nosso circuito de visitação faz com que o bosque seja relevante, compreensível e agradável ao turista”, avalia a coordenadora de tecnologia social do Bosque da Ciência, Denise Gutierrez.
O aplicativo Giulia foi idealizado pelo professor Manuel Cardoso, da Universidade Federal do Amazonas, com múltiplas funções de comunicação entre surdos e ouvintes. A adaptação da função assistiva para atrativos turísticos atende ao projeto da professora Selma Batista, do curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas. “O aplicativo vai empoderar o visitante surdo, sem que ele precise do condutor. Nem sempre o atrativo tem intérprete com habilidade em libras”, comenta Batista.
A tecnologia também traduz em voz eletrônica para o ouvinte os sinais emitidos em Libras. “O aplicativo poderá, ainda, ser usado por um guia surdo para conduzir turistas ouvintes. Seria uma oportunidade de inclusão da pessoa surda no mercado de trabalho do turismo”, explica o professor Cardoso.
CENTRO-OESTE – Em Brasília, o Congresso Nacional é um dos atrativos mais visitados do Distrito Federal. A visita é guiada pelos principais espaços da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Dos 15 monitores de visitação institucional, quatro são intérpretes de Libras, que atendem os turistas com deficiência auditiva e grupos pré-agendados. O roteiro de turismo cívico, com foco na educação para a cidadania, informa o turista sobre a história política do Brasil, o processo de elaboração das leis e o patrimônio artístico e arquitetônico do Congresso Nacional.
Conhecer o Congresso Nacional, assim como visitar a capital federal, é muito mais do que um passeio: é uma aula de cultura, história e cidadania. “O turista tem acesso inclusive aos plenários das duas casas, onde deputados e senadores discutem e votam os projetos de lei. Recebemos, além de pessoas com surdez, turistas com limitações físicas e deficiência de visão”, disse o supervisor dos monitores, Anderson Gomes, ao destacar o caráter inclusivo do passeio.
REGIÃO SUL – No Rio Grande do Sul, o Festival de Cinema de Gramado usa legendas para quem não ouve, mas se emociona. O evento ampliou a acessibilidade para atrair turistas com deficiência auditiva que visitam a Serra Gaúcha. Na 47ª edição do festival, em agosto próximo, as sessões inclusivas vão contar com recursos como legenda descritiva de elementos que não podem ser percebidos por quem tem baixa ou nenhuma audição. No ano passado foram realizadas 12 sessões deste tipo.
As sessões são mistas, para todos os públicos, e também contam com audiodescrição, que é a narração das cenas exibidas na tela para deficientes visuais. “A inclusão desses espectadores na plateia do festival abriu novas oportunidades para a programação, interação e experiências”, diz o diretor da Gramadotur, Diego Scariot. O evento também terá tradução em Língua Brasileira de Sinais nas cerimônias oficiais de abertura e premiação.
Edição: Vanessa Sampaio

Com Chico e Bethânia, Leci Brandão puxa enredo político para Mangueira

Cantora e compositora carioca que festejará 75 anos de vida ativista em setembro, a cidadã brasileira Leci Brandão da Silva encarna a mais perfeita tradução política do enredo da Mangueira na presente edição do show idealizado para arrecadar fundos para ajudar a escola verde-e-rosa a pôr o Carnaval na avenida neste ano de 2019.
Por Mauro Ferreira, em seu blog no G1
No palco da casa Vivo Rio, a dignidade de Leci ombreou a majestade de Chico  No palco da casa Vivo Rio, a dignidade de Leci ombreou a majestade de Chico
Na noite de terça-feira, 19 de fevereiro, a dignidade de Leci ombreou a majestade de Chico Buarque de Mangueira, outra entidade verde-e-rosa, no palco da casa Vivo Rio. Tanto que o público se levantou e ovacionou de pé a artista após Leci cantar O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979). “Leci! Leci!”, gritou o público antes de reforçar o coro com um sonoro “Ele não”.
Atento aos sinais, o público entendeu que a aguçada consciência social do canto de Leci estava em total sintonia com o tom político do enredo História para ninar gente grande, criado pelo carnavalesco Leandro Vieira para o desfile da Mangueira neste ano de 2019.
A sintonia entre cantora e enredo era tamanha que, após medley em que versou com Pretinho da Serrinha nos partidos altos Papai vadiou (Rode do Jacarezinho e Gaspar do Jacarezinho, 1985) e As coisas que mamãe me ensinou (Leci Brandão e Zé Maurício, 1989), a cantora abriu mão de cantar samba mais popular para destilar o orgulho negro que pauta Identidade (Jorge Aragão, 1992). Na sequência, Leci afiou o discurso político de Zé do Caroço (Leci Brandão, 1980), samba mais popular da lavra autoral da artista.
Enfim, mesmo com as chamativas presenças de Chico Buarque e Maria Bethânia, foi Leci Brandão o maior destaque do elenco de show beneficente criado sem grandes rigores estéticos. E o carinho de Chico com Leci, visível no coletivo número final, sublinhou a apoteose particular da artista.
Roteirista do espetáculo, que tem uma segunda apresentação agendada na mesma casa Vivo Rio para amanhã, 21 de fevereiro, Túlio Feliciano encadeou blocos individuais dos seis cantores solistas arregimentados para o evento – Alcione, Chico Buarque, Leci Brandão, Maria Bethânia, Mart’nália e Pretinho da Serrinha – com espaços para eventuais duetos e para a evolução de ritmistas e baluartes da Estação Primeira, como o sedutor primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Mangueira, formado atualmente por Matheus Olivério e Squel Jorgea.
Primeira grande atração na ordem do roteiro, Alcione estava com a voz tinindo. E foi com graves portentosos que homenageou o mais lendário puxador de samba da escola, Jamelão (1913-2008), ao cantar o samba-canção Nunca (Lupicínio Rodrigues, 1947), e que saudou o mangueirense Nelson Cavaquinho (1911-1986) ao proclamar Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973) antes de dar a sentença de Não deixe o samba morrer (Edson e Aloísio, 1975) com divisão e suingue tão espertos que, ao fim, Alcione mais pareceu uma blueswoman vinda do Morro de Mangueira ou de qualquer outra comunidade carioca.
Na sequência, Alcione chamou ao palco Mart’nália, que caiu de bossa no samba Menina (Paulinho Nogueira, 1970) – gravado por essa sapeca cantora para o disco editado em 2011 com a trilha sonora da série As cariocas (TV Globo) – e hasteou com descompromisso e leveza a bandeira de Desde que o samba é samba (Caetano Veloso, 1992) antes de mandar tudo para A tonga da mironga do kabuletê (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971).
Agregada afetivamente ao elenco mangueirense, mas identificada com a escola de samba Unidos de Vila Isabel, Mart’nália saiu do palco antes de chamar o imperial Pretinho da Serrinha. Mas voltou atrás, literalmente, e engatou com Pretinho saudação a Ivone Lara (1922-2018) – dona de uma das patentes mais altas do samba do Império Serrano – com a alegria de Sorriso negro (Jorge Portela, Adilson de Barro e Jair de Carvalho, 1981).
Crooner eficiente, Pretinho segurou sozinho a onda festiva do show ao lançar mão de sambas conhecidos como Tendência (Jorge Aragão e Ivone Lara, 1981), Alguém me avisou (Ivone Lara, 1980) e Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973), sendo que especialmente nos dois últimos o percussionista tornado cantor conseguiu expressiva adesão da plateia já propensa a soltar a voz em hits de outros Carnavais.
Chamado ao palco por Leci Brandão, cantora que assumiu o comando do show após o set de Pretinho da Serrinha, Chico Buarque foi o samba verde-e-rosa em pessoa mesmo quando se afastou do morro de Mangueira – após entrar com adequada sobriedade na Sala de recepção (1976) de Cartola (1908-1980) – para passar no bairro carioca da Lapa para prestar a habitual Homenagem ao malandro (Chico Buarque, 1977).
Na sequência, Chico cantou Tua cantiga (Cristovão Bastos e Chico Buarque, 2017) e abriu alas para a entrada de Maria Bethânia no samba Quem te viu, quem te vê (Chico Buarque, 1966). Número sempre esperado nos shows da Mangueira, o dueto de Chico e Bethânia transcorreu em tons outonais sem o calor de verões passados.
Sozinha em cena, a cantora aumentou a temperatura vocal ao reviver Sonho impossível (The impossible dream) (Joe Darion e Mitch Leigh, 1965, em versão em português de Chico Buarque e Ruy Guerra, 1972) e ao cair no samba Volta por cima (Paulo Vanzolini, 1962), números em que Bethânia mandou oportunos e sutis recados políticos antes de fazer exaltações à Mangueira em pot-pourri de sambas com menções à escola.
No arremate, os cantores da Mangueira puxaram o samba da escola no Carnaval de 2019 e assumiram o comando da festa. Foi quando a entrada dos ritmistas e destaques da escola ofuscou as estrelas principais do show, fazendo que o brilho maior fosse do samba, o grande poder transformador nesse país de Jamelões, Lecis e Marielles.