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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Bairros terão encenações da Paixão de Cristo

Seis bairros de Curitiba terão encenações da Paixão de Cristo nesta Sexta-feira Santa (19). As apresentações serão realizadas por grupos de teatro comunitários amadores e contam com apoio da Fundação Cultural de Curitiba. As encenações acontecem no Bairro Novo, Bairro Alto, Abranches, Alto Boqueirão, Xaxim e Pinheirinho.
Os grupos têm experiência e tradição na realização dos espetáculos baseados em cenas bíblicas que relatam os momentos finais da vida de Jesus. O grupo Jubac – Jovens Unidos Buscando o Amor de Cristo, do Alto Boqueirão, é um dos mais antigos, com 30 anos de existência. Formado por jovens da comunidade, o grupo promove várias atividades voltadas ao crescimento pessoal e espiritual por meio das artes cênicas e da dança.
O grupo de teatro Êxodus, que se apresenta na Praça Acir Macedo Guimarães, no Abranches, surgiu há mais de 20 anos. Inicialmente, o grupo contava com 30 integrantes. Hoje são 200 atores e figurantes que emocionam o público. A encenação acontece num espaço de 1.000 m² e dura aproximadamente 2 horas.
O grupo Arte e Vida, do Bairro Novo, também tem 20 anos de tradição e um elenco de mais de 200 pessoas, a maioria moradores da região. O espetáculo sempre reúne um público numeroso, que cresce a cada ano para acompanhar as cenas do auto da Paixão.
O grupo Amor em Cena tem o propósito de evangelizar através da arte. Por isso, todos os anos promove a encenação da história da crucificação sob um enfoque diferente, levando aos atores e ao público os ensinamentos de Jesus. Este ano, o grupo tem como foco uma reflexão mais voltada ao arrependimento e ao perdão dos pecados pelo amor de Cristo.
Grupo de Teatro da Paróquia Maria Mãe da Igreja, o Adorarte leva o espetáculo para o Centro Cultural Vilinha do Bairro Alto, onde a encenação é feita desde 2012. O grupo conta com uma equipe de aproximadamente 172 voluntários, membros da comunidade. No Pinheirinho, a atração é o grupo Cena Viva, que apresenta o auto da Paixão no Santuário Nossa Senhora do Sagrado Coração.
Confira os endereços e horários das apresentações:
GRUPO DE TEATRO ARTE E VIDA – ASCAPE
Local: Rua da Cidadania do Bairro Novo – Rua Tijucas do Sul, 1700 – Sítio Cercado.
Entrada franca, 20h.
GRUPO ÊXODUS
Local: Praça Acir Macedo Guimarães – Rua Rodolpho Nunes Pereira com Rua Carmelina Cavassin – Abranches.
Entrada franca, 20h.
ADORARTE – GRUPO DE TEATRO PARÓQUIA MARIA MÃE DA IGREJA
Local: Centro Cultural Vilinha. Rua Marco Pólo,1560.  Bairro Alto.
Entrada franca, 20h.
JUBAC – Jovens Unidos Buscando o Amor de Cristo
Local: Praça Recanto dos Eucaliptos – Rua Pastor Antonio Polito, 2200. Alto Boqueirão.
Entrada franca, 19h.
GRUPO DE TEATRO AMOR EM CENA
Local: Complexo Poliesportivo Xaxim – Rua Inocente Rebelato, s/n. Xaxim.
Entrada franca, 20h.
CENA VIVA
Local: Santuário Nossa Senhora do Sagrado Coração. Rua Nicola Pellanda, 545. Pinheirinho.
Entrada franca, 19h.
Fonte: BRASIL CULTURA

Espetáculos da Paixão de Cristo movimentam Semana Santa em várias cidades do Brasil


Além da tradicional montagem em Nova Jerusalém, encenações em diversas cidades reproduzem os últimos dias de vida de Jesus
A Paixão de Piracicaba (SP), que em 2019 chega à 30ª edição, começou quando um grupo de atores da cidade se reuniu para fazer a encenação por conta própria (Foto: Fran Camargo)
Às vésperas da Páscoa, a encenação da Paixão de Cristo ganha palco em igrejas, hortos, parques e vales em diversas cidades do País. A representação, que no Brasil começou com a iniciativa visionária do comerciante e político Epaminondas Mendonça, no interior de Pernambuco, se tornou uma das principais tradições nacionais nesta época do ano. Diversas montagens já obtiveram apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Desde 1991, 142 versões da peça foram realizadas com recursos captados por meio da Lei, em um total de R$ 21 milhões.
A Paixão de Piracicaba (SP), que em 2019 chega à 30ª edição, é uma delas. Tudo começou quando um grupo de atores da cidade se reuniu para fazer a encenação por conta própria. Com o aprimorar da peça, foram percebendo que necessitavam de uma estruturara melhor e, em 1996, criaram a Associação Cultural e Teatral Guarantã, que, desde então, organiza anualmente a montagem.
A associação conta com diversos apoios, entre os quais o da prefeitura municipal e da Lei Federal de Incentivo à Cultura. De acordo com a diretora de produção da Associação, Anelisa Ferraz, em 2019, eles conseguirão fornecer ajuda de custo para os mais de 200 atores que compõem o elenco. “Nós nos reunimos com o Sated (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões), pois nos últimos anos, além dos voluntários, há atores e estudantes de artes cênicas que participam da encenação, e conseguimos acordar uma ajuda de custo para os todos os intérpretes que atuam na montagem”, informa.
Os trabalhos começam quase um ano antes da Páscoa, quando são abertas as oficinas de atuação para as pessoas que não têm formação em artes cênicas e desejam atuar na peça. Em 2018, as oficinas começaram em julho. Em dezembro, são feitas as inscrições e candidaturas para os papéis principais e, em janeiro, começam os ensaios. Durante a semana, são realizados nas dependências da Associação e, no fim de semana, no Parque do Engenho, onde a peça é encenada para um público de cerca de 2 mil pessoas. Desde que foi fundada, a Associação já captou mais de R$ 3,9 milhões para organizar 30 encenações da Paixão de Cristo.
Acessibilidade
No Distrito Federal, onde anualmente há diversas montagens para a peça, uma se destaca: a Via Sacra de Surdos de Brasília. Quem tomou a iniciativa de montar uma versão para deficientes auditivos foi a professora de artes Lilian Pazzini, da rede pública de Planaltina (DF). Ela buscou em Renato Telles, ator e integrante do elenco da Via Crucis que já era encenada na cidade, o apoio para executar a ideia. “Foi muito fácil dirigi-los, pois a linguagem de Libras (linguagem brasileira de sinais) já exige que sejam muito expressivos. Minha maior dificuldade, no início, foi mesmo para me comunicar com eles, já que eu não entendia Libras na época”, conta Telles, que foi o diretor dos espetáculos até 2018. “Hoje, são eles que fazem tudo e eu fiquei, praticamente, como produtor”, relata.
Na primeira montagem, o elenco foi composto por 50 surdos, que foram reunidos com o auxílio da Pastoral dos Surdos do Instituto Nossa Senhora do Brasil, em Brasília. Atualmente, são 200 atores, sendo que alguns, além de ter deficiência auditiva, também são cegos ou portadores de síndrome de Down ou autismo.
Entre os desafios que enfrentou para dirigir o espetáculo, Telles conta que foi necessário criar algumas expressões que não existiam em Libras, como as palavras Herodes ou Páscoa. Além disso, tudo tem de ser feito de acordo com as regras de acessibilidade, desde o piso podotátil até as rampas de acesso ao palco.
“A Via Sacra mudou o meu modo de ver tudo, de ver as pessoas, de ver a vida. Diariamente, eu vejo como essas pessoas constroem as próprias vidas com alegria, têm seus filhos, vão à universidade, e isso me dá muito mais força para lidar com meus problemas, por exemplo. É transformador, você não consegue passar por esse processo sem querer ajudá-los, mas a verdade é que eles me ajudam bem mais do que eu a eles”, destaca Renato. Este ano, a encenação, que é itinerante, será montada em Samambaia (DF), provavelmente uma semana após o domingo de Páscoa e a entrada é gratuita.
Histórico
As encenações da Paixão de Cristo no Brasil tiveram início em 1952, na vila de Fazenda Nova, no município de Brejo da Madre de Deus, a 200 km do Recife. Epaminondas Mendonça leu sobre a encenação do calvário organizada por uma cidade da Baviera alemã e decidiu que faria o mesmo, a fim de impulsionar o comércio local.
Em 1956, o gaúcho Plínio Pacheco assistiu ao espetáculo a convite do ator e diretor Luiz Mendonça, que interpretava Jesus. Além de se apaixonar por Diva Mendonça, filha de Epaminondas, com quem se casou, Luiz também se deixou envolver pela história da Paixão de Cristo. Em 1962, Pacheco teve mais uma ideia visionária: construir uma cidade teatro que replicasse Jerusalém e que servisse de palco para o espetáculo. Com recursos próprios e o apoio da família e de amigos da região, ele inaugurou a cidade teatro de Nova Jerusalém em 1968 e, desde então, a peça é encenada no local.
Desde a primeira edição, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém já atraiu mais de 4 milhões de pessoas. Movimenta, anualmente, o comércio de Brejo da Madre de Deus e de municípios próximos, como Caruaru, Gravatá, Santa Cruz do Capiberibe e Toritama, como também o turismo em Porto de Galinhas e até Recife.
A cada temporada, cerca de 250 mil pessoas visitam a região, sendo que 60 mil assistem ao espetáculo. Estima-se que a encenação movimente R$ 200 milhões na economia local, incluindo os investimentos em divulgação, produção, comércio, hotéis, pousadas e transporte. A montagem se tornou tão famosa que até já foi tema de documentário da rede TV estatal da Inglaterra, a BBC.

Tudo Sobre a Páscoa, Significado, História, Origem, Símbolos, Coelho, Ovos Páscoa, Receitas


OVOSPINTADOS
Páscoa” vem do hebreu Pessach, que significa “passagem“, festa celebrada há mais de dois mil anos, para lembrar o êxodo dos judeus do Egito, depois de trezentos anos de escravidão.
Para os cristãos, essa é a mais importante das datas cristãs. É comemorada em todas as partes do mundo e simboliza alegria, recomeço, nova vida e sentido do sacrifício, em razão de outra passagem: a ressurreição de Jesus Cristo.
Muitos costumes ligados ao período pascal vêm da celebração da Páscoa judaica, em que o sacrifício do cordeiro era um prognóstico do sacrifício de Cristo na cruz.
Os símbolos da Páscoa no mundo são: o cordeiro (representa o sacrifício do Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo); as luzes, velas e fogueiras (significam a chama da luz e da esperança); os ovos (simbolizam o nascimento, a nova vida que retorna à natureza, visto que a existência de muitos animais tem sua origem no ovo); os coelhos (representam o nascimento e a nova vida, em razão de sua fertilidade, pois são animais que se reproduzem rapidamente e em grande escala).
Os cristãos primitivos da Mesopotâmia foram os primeiros a usar ovos coloridos na Páscoa para representar a alegria da ressurreição e o reconhecimento do sacrifício. A tradição de oferecer ovos veio da China. Séculos atrás os orientais se preocupavam em envolver os ovos naturais em cascas de cebola, cozinhando-os com beterraba. Quando retirados da água quente, apresentavam desenhos nas cascas.
O costume de presentear ovos chegou ao Egito e à Pérsia. As pessoas passaram a tingir ovos com alegres cores, presenteando-os aos amigos na Festa da Primavera. Os persas acreditavam que a Terra havia saído de um ovo gigante. Para os egípcios, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Existem algumas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate. A hipótese mais provável é a que se refere à indústria de chocolate, iniciada pelo holandês Van Houtem, em 1828.
Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram o hábito de comemorar a Páscoa como lembrança da ressurreição. No século XVIII, a Igreja o adotou, oficialmente, visto ser Cristo o cordeiro pascal.
Fonte: www.paulinas.org.br

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Páscoa

HISTÓRIA DOS OVOS DE PÁSCOA

O Domingo de Páscoa é a ressurreição, simbolizada pelo ovo, significando o nascimento – a nova vida.
A tradição de oferecer ovos vem da China. No dia 15 de abril, ao abrir o seu ovo de Páscoa, lembre-se que a paciência chinesa é responsável por essa tradição.
Há vários séculos os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba.
Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca.
Os ovos eram dados de presente na Festa da Primavera.

O costume chegou ao Egito. Assim como os chineses, os egípcios distribuíam os ovos no início da nova estação.
Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição e no século XVIII a Igreja adotou-o oficialmente, como símbolo da Páscoa.
Desde então, trocam-se os ovos enfeitados no domingo após a Semana Santa. Há duas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate. Uma delas conta que a Igreja proibia, durante a Quaresma, a alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite.
Mas essa versão é contraditória, pois, na Idade Média, era comum a bênção de ovos durante a missa antes de entregá-los aos fiéis.
O surgimento do ovo de chocolate na Páscoa se deu a partir do Séc. XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que eram escondidos nas ruas e nos jardins para serem caçados. Foi uma descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses que inventaram esse modo atraente de apresentar o chocolate.

SÍMBOLOS DE PÁSCOA

A Cruz da Ressurreição
Representa o sofrimento e a ressurreição de Jesus Cristo.
O Cordeiro
Simboliza Cristo, que é o filho e cordeiro de Deus, sacrificado em prol de todo o rebanho (humanidade). Embora tido como símbolo daPáscoa cristã, o cordeiro já era muito importante na Páscoa judaica e nos cultos Teutónicos, onde era frequente o sacrifício de animais aos deuses.
Pão e Vinho
Representando o corpo e sangue de Jesus, o pão e o vinho são dados aos seus discípulos, para celebrar a vida eterna.
O Círio
Vela de enorme dimensão que se acende no sábado de Aleluia, que simboliza “Cristo, a luz dos povos”. Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: “Deus é o princípio e o fim de tudo”.
Coelhinho da Páscoa
Esta tradição nasceu na Alemanha, há muitos séculos, pelo que se dizia às crianças que os coelhos levavam os ovos e os escondiam nas ervas. Na manhã do dia de Páscoa as crianças tinham de procurar os ovos escondidos pelos coelhinhos.
Ovos da Páscoa
Os ovos de Páscoa são um costume típico de muitos países. Quer sejam ovos de galinha pintados, tradicionais sobretudo na Polónia e na Ucrânia, quer ovos de chocolate envoltos em papel decorativo brilhante, recheados de amêndoas e enfeitados com bonitas fitas, segundo os costumes mais ocidentais, o que é certo é que os ovos fazem parte do nosso imaginário pascal.

Camarões Grelhados para a Páscoa

camarao-grelhado

Como Preparar Camarões Grelhados para Pascoa. O camarão grelhado é um saboroso prato, apreciado por quase todo amante dos frutos do mar.

INGREDIENTES

  • colheres de sopa de azeite de oliva
  • colheres de sopa de suco de limão
  • colher de sopa de alho picado
  • Pimenta-do-reino moída na hora a gosto
  • 700g de camarão-rosa fresco descascado e limpo (sem tripa)
  • 3colheres de sopa de salsa fresca picada
  • MODO DE PREPARO
  1. Em uma tigela tempere os camarões com o azeite, o suco de limão, o alho e a pimenta-do-reino.
  2. Deixe-os marinando na geladeira por 30 minutos.
  3. Em uma frigideira em fogo médio coloque o azeite e assim que estiver bem quente, coloque os camarões.
  4. Deixe grelhando por 2 minutos cada lado, sem ficar mexendo neles.
  5. Vire do outro lado e espere mais 1 minuto.
  6. Sirva a seguir com bastante salsinha picada e azeite.
  7. Fonte: BRASIL CULTURA