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segunda-feira, 18 de março de 2019

Bolsonaro levou aos Estados Unidos uma agenda de traição à Pátria, não de soberania. Por Joaquim de Carvalho

Bolsonaro embarca para Washington, com uma agenda que não atende aos interesses da Nação brasileira

Publicado por Joaquim de Carvalho
 
Um dos assuntos que Jair Bolsonaro tratará com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é a Amazônia, que faz parte do território brasileiro.
Os detalhes da pauta não foram detalhados, mas assessores de Bolsonaro adiantaram que fará parte das conversas a atuação das ONGs na região.
Por que Bolsonaro levará ao líder de uma potência estrangeira assunto que caberia ao Brasil resolver, soberanamente?
A resposta, ele mesmo deu durante a campanha, quando, em mais de um encontro, disse que Amazônia não é território brasileiro.
Em um vídeo postado hoje nas redes sociais, ele afirmou:
“Tenho me aproximado do governo americano, sim. Já tive reuniões com embaixadores. O que eu tratei? A Argentina falou que as Malvinas eram deles em 1982 e… perderam! A Amazônia é nossa? Com todo respeito, só uma pessoa que não tem qualquer cultura fala que é. Não é mais nossa.”
Em outro encontro, na Federação das indústrias do Rio Grande do Norte, ele destacou:
“Temos que nos aproximar — infelizmente, eu tenho que falar para os senhores isso — belicamente nuclear e democrático. Não tem outro caminho.”
E repetiu o discurso da Argentina, que, soberanamente, reivindicou a propriedade das Malvinas.
“Como começar a reverter isso? Como eu disse, vamos nos aproximar de países bélicos, nuclear,  democrático, uma potência, e há interesse por parte desse país e nosso, podemos buscar parcerias. E não adianta dar uma de machão e levantar a espada e dizer: ‘A Amazônia é nossa’. Não é. Com muita tristeza, eu digo isso, como capitão do Exército brasileiro, como cidadão, como patriota, mas é uma realidade. E temos como explorar, em parceria, esta região”, discorreu.
Na época, Bolsonaro era candidato, cidadão sem as prerrogativas de presidente, e nessa condição poderia, numa interpretação extrema, sem enquadrado na Lei de Segurança Nacional — de 1983, sancionada no período da ditadura militar.
Diz a legislação, em seu artigo 9o., que constitui crime contra a segurança nacional:
“Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.”
A pena prevista: reclusão, de 4 a 20 anos.
Como presidente da república, se levar adiante essa intenção, Bolsonaro comete crime de responsabilidade, como define o artigo 5o., inciso 2, da lei 1.079 de 1950:
“Tentar, diretamente e por fatos, submeter a União ou algum dos Estados ou Territórios a domínio estrangeiro, ou dela separar qualquer Estado ou porção do território nacional.”
No pacote que levará a Trump, Bolsonaro também tratará do arrendamento da Base de Alcântara, no Maranhão, o local privilegiado para lançamento de satélites, outra medida que foi tentada no governo de Fernando Henrique Cardoso e foi rejeitada pelo Congresso Nacional, por representar ameaça à soberania do país.
Bolsonaro também avança o sinal quando cogita oferecer a Trump o ingresso de cidadãos ao território brasileiro sem visto — com a concordância de que aos brasileiros que tentarem o caminho inverso será mantida a restrição.
A medida, em si, é vexatória, mas não ilegal. Porém, somada a outras declarações dele, dadas durante a campanha, podem representar outra violação da lei que define os crimes de responsabilidade, o de atentar contra a dignidade do Brasil (artigo 5o, inciso 6: celebrar tratados, convenções ou ajustes que comprometam a dignidade da Nação).
Em uma das ocasiões em que anunciou a convite que faria aos Estados Unidos para ajudar a explorar a Amazônia, ele atacou os brasileiros, ao dizer que o Brasil é um lixo.
“Eu vejo imbecis dizendo: Olha a França que coisa linda, uma seleção multirracial. Vamos colocar 10 milhões aqui de venezuelanos ou do pessoal do norte da África para ser campeão, quem sabe, em 2022 ou 2026. Que legal, hein? A gente bota mais 20 milhões aqui dentro, como encheram de haitianos aqui em São Paulo. Lá no plenário um petralha gritou: ‘Se fosse da Suécia, você não estava criticando. Ô imbecil, tu acha que o da Suécia vai querer esse lixo aqui”.
A seu lado, Eduardo Bolsonaro, atualmente presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, aplaudiu.
Eduardo Bolsonaro adaptou o discurso do pai hoje, já em Washington, quando declarou, como se fosse da Comissão de Relações Exteriores dos Estados Unidos, e não do Brasil:
“O brasileiro que vem para cá de maneira legal é bem-vindo. Brasileiro ilegalmente fora do país é problema do Brasil, é vergonha nossa”.
A comitiva liderada por Jair Bolsonaro, que falará em nome do Brasil diante das autoridades americanas, não se comporta como representante de um país soberano.
Não é exagero dizer que fazem o papel de traidores da Nação brasileira.
Isso, sim, é uma vergonha.
.x.x.x.x.
Abaixo, os vídeos a que o artigo faz referência:
Fonte: DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO - DCM

QUEM MANDOU MATAR? - Prisão de executores de Marielle revela teia de relações criminosas no Rio

Quem mandou matar Marielle?
por Maurício Thuswohl, especial para a RBA
Na primeira denúncia anônima que apontou o PM reformado Ronnie Lessa como o executor, há a informação de que o sargento reformado teria recebido R$ 200 mil para matar a vereadora. Resta saber de quem.
Rio de Janeiro – A prisão dos executores do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro MarielleFranco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, efetuada na terça-feira (12), trouxe à luz do dia uma complexa teia de relações criminosas na qual se entrelaçam diversos casos que marcaram a segurança pública do Rio de Janeiro nas últimas décadas. Apontados, respectivamente, como o homem que disparou contra as vítimas e como o motorista do carro utilizado no crime, o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa e o ex-policial Élcio Vieira de Queiroz têm um histórico no qual se misturam referências a assassinatos de autoridades, chacinas e relações com a contravenção e as milícias.
Com ficha limpa, inúmeras gratificações salariais por “atos de bravura” e até mesmo uma moção de louvor recebida em 1998 na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) por sua “eficiência e brilhantismo em serviço”, Ronnie Lessa deixou a PM em 2009 após perder a perna esquerda em um atentado a bomba jamais esclarecido. Apesar de ficha limpa, o sargento reformado é citado no inquérito policial que levou a sua prisão como “matador de aluguel” e “atirador reconhecido por sua precisão e frieza”.
Nos últimos anos, segundo as investigações, Lessa teria se tornado um membro destacado do chamado Escritório do Crimegrupo de ex-policiais e matadores de aluguel que presta “serviços” às milícias que hoje controlam parte da cidade do Rio de Janeiro. O inquérito aponta que Lessa atuava de forma próxima ao ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, fundador e chefe do Escritório do Crime e considerado foragido desde o início do ano. Nóbrega, por sua vez, sempre teve excelente trânsito entre alguns setores da política e chegou a conseguir emprego para a mãe e a mulher no gabinete do então deputado estadual – e hoje senador – Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Também apontado como integrante, embora menos “graduado”, do Escritório do Crime, Élcio Vieira de Queiroz é outro que mostra a ligação do grupo com a política, pois é filiado ao DEM e teria cogitado até mesmo uma candidatura a vereador nas últimas eleições. Antes de ser expulso da Polícia Militar em 2011 em consequência de suas ligações com o jogo do bicho e a máfia dos caça-níqueis, o motorista do carro que conduziu Lessa ao fatal encontro com Marielle e Anderson atuou como adido (funcionário cedido) da PM junto à Polícia Civil, período em que se aproximou dos caciques da contravenção.

Cavalos Corredores

Mas a teia de relações criminosas não para por aí. Egresso do Exército, Ronnie Lessa chegou à PM do Rio em 1992 para trabalhar no batalhão de Rocha Miranda (9º BPM) e, segundo as investigações, com algumas semanas de serviço já era reconhecido nos relatórios de seus superiores como “homem valoroso em ações no terreno” e “policial positivamente operacional”. Antes dos 25 anos já havia recebido diversas vezes gratificações salariais por “atos de bravura”, batizadas pela população na época de “gratificação faroeste”, com as quais o governo de Leonel Brizola (PDT) agraciava policiais que faziam confrontos diretos com traficantes.
Muito elogiado, Lessa fez o curso de Operações Especiais da PM, mas, ainda assim, preferiu continuar no batalhão de Rocha Miranda do que ir para o Bope. Detalhe: seu comandante direto no 9º BPM era o então capitão Cláudio Luiz Silva de Oliveira, condenado a 36 anos de prisão por ser o mentor do assassinato da juíza federal Patrícia Aciolli, que julgava ações contra policiais, em 2011.
Embora ainda soldado, Lessa teve ascensão meteórica no “ranking interno” dos companheiros de farda e logo passou a fazer parte do grupo, paralelo à PM, conhecido como Cavalos Corredores, especializado em execuções e atentados. Os Cavalos Corredores são tristemente conhecidos mundialmente como executores em 1993 da Chacina de Vigário Geral, quando 21 moradores da comunidade foram brutal e aleatoriamente assassinados em represália a traficantes que, na véspera, haviam matado quatro policiais. Não há registro, no entanto, de que Lessa tenha participado da chacina.
Em 2000, Lessa, segundo as investigações, passou a trabalhar paralelamente na segurança do contraventor Rogério Andrade, sobrinho do lendário bicheiro Castor de Andrade, falecido em 1997. Na época, coincidente com a multiplicação das máquinas caça-níqueis em todo o Rio de Janeiro, Rogério travava uma sangrenta guerra com Fernando Ignácio (genro de Castor) pelo espólio e território deixados pelo tio.
Nove anos depois, já considerado um dos auxiliares mais próximos a Rogério, Lessa foi vítima de um atentado a bomba no qual perdeu uma das pernas. O mesmo tipo de explosivo seria utilizado no atentado que em abril de 2010 mandou o carro de Rogério pelos ares, mas acabou matando por engano seu filho Diogo, de apenas 17 anos. Lessa, segundo o inquérito, teria sido dispensado pelo sobrinho de Castor logo depois. Alguns anos mais tarde, já reformado pela PM, o ex-sargento se aproximaria de Adriano Magalhães da Nóbrega e do Escritório do Crime.

Quem mandou matar?

As relações de Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz com bandidos, milicianos e políticos reforçam a pergunta que faz toda a sociedade brasileira: quem mandou matar Marielle Franco? Após a estranha declaração do então delegado responsável pelas investigações na Delegacia de Homicídios, Giniton Lages, de que até então tudo indica que o crime teria sido decidido pelos próprios executores, espera-se que estes possam dar mais informações.
Mas, se isso acontecer, não será nos próximos dias. Nesta sexta-feira (15), quando, acompanhados de seus advogados, foram levados para depor na DH, tanto Lessa quanto Queiroz optaram por se manter em silêncio e só prestar declarações em juízo. Eles, no entanto, não apresentaram álibis para o dia do crime e permanecem presos em Bangu 1, aguardando transferência para um presídio federal.
Apesar do silêncio, as investigações apontam um forte indício de que a morte de Marielle tenha sido encomendada. Em outubro do ano passado, alguns meses após o crime, Lessa, que tem salário de cerca de R$ 7 mil, fez um depósito de R$ 100 mil em espécie na própria conta, em imagem flagrada pelas câmeras da agência bancária. O depósito foi classificado como suspeito pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o dinheiro posteriormente investido na compra de uma lancha. Na primeira denúncia anônima que apontou Lessa como o executor de Marielle, feita à DH no mesmo mês de outubro, consta a informação de que o sargento reformado teria recebido R$ 200 mil para matar a vereadora. Resta saber de quem.
Fonte: Rede Brasil Atual

Enorme raio caindo no Morro Careca (Natal) -Na manhã chuvosa de 13 de Março de 2019 circulou pela internet um vídeo interessante de um enorme relâmpago que apareceu próximo ao Morro do Careca , maior cartão postal de Natal, confira:



Fonte: CURIOZZZO


A CURIOSA HISTÓRIA DA FAMÍLIA ITALIANA QUE FOI RENEGADA NO SERIDÓ (RN)


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Foto: Edson Dantas
A cidade de Florânia fica a pouco mais de 200km de Natal-RN. Foi lá que a família italiana “Giffoni” deixou marcas importantes no comércio, na arquitetura, na política, e até nas artes. Marcas que ficaram até os dias de hoje.

Mas a história dessa família ficou durante muitos anos esquecida. Isso por causa da influência negativa causada pela participação da Itália fascista na Segunda Guerra, quando apoiou a Alemanha nazista, o que afetou muitas famílias italianas residentes no Brasil.
Essa influência chegou ao ponto de famílias, como a dos Giffoni, se absterem de colocar o sobrenome Giffoni em seus descendentes.

A arquitetura da cidade de Florânia (RN) herdou o estilo de fachada francês

Mas o historiador Astrogildo Cruz estudou essa família italiana por três anos,  o que resultou em um documentário chamado ‘A família Giffoni no Seridó potiguar’, que mostra em detalhes como foi a passagem daqueles italianos pelo RN – especialmente em Florânia – roteirizado e editado pelo próprio Astrogildo.
Confira:
Se gostou compartilhe com seus amigos e ajude a espalhar a história do RN!
Com informações do Papo Cultura 
Fonte: CURIOZZZO

Turismo prepara campanha com foco na isenção de visto

05 de Janeiro de 2016 -Passaporte .Foto: Roberto Castro/MTur
Ação realizada pela Embratur com foco nos quatro países beneficiados apresentará a facilidade, que tem o objetivo de ampliar a presença desses turistas no Brasil
Por Lívia Nascimento
Brasil simplifica entrada de americanos, australianos, canadenses e japoneses, eliminando exigência de visto para turistas. Foto: Roberto Castro/MTur
O Ministério do Turismo, por meio do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), prepara uma grande campanha de divulgação para a isenção de vistos para cidadãos americanos, australianos, canadenses e japoneses. A medida será anunciada na próxima terça-feira (19) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em visita oficial aos Estados Unidos. Trata-se de uma demanda histórica do setor de Viagens, que vem sendo discutida há 15 anos e que será implementada antes de completar os primeiros 100 dias da atual gestão do governo federal.
No plano, estão previstas ações digitais, de relações públicas e de publicidade para anunciar aos países beneficiados a facilidade para a entrada no país. “Esta é uma importante conquista para o setor de Viagens brasileiro. Estamos confiantes que esta medida resultará em um incremento significativo na entrada de receitas no país, contribuindo consequentemente para a criação de novos postos de trabalho e desenvolvimento econômico”, avalia o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.
Os quatro países, considerados estratégicos pelo Ministério do Turismo, contam atualmente com a facilidade do visto eletrônico. De acordo com estimativas do governo, a medida resultou em um aumento de 35,2% nas emissões de vistos (eletrônicos e tradicionais). Se todos os vistos solicitados em 2018 forem convertidos em viagens, haverá um incremento de 217.858 turistas, em relação a 2017, totalizando 836.245 turistas, com impacto total de US$ 1 bilhão.
Edição: Vanessa Sampaio
Fonte: BRASIL CULTURA