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GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO-NOVA CRUZ/RN REALIZOU O BATIZADO E TROCA DE CORDA FECHANDO COM CHAVE DE OURO! CONFIRAM!!!

FINAL - FOTO HISTÓRICA  - GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO MOMENTO DO "ESQUENTE"  MOMENTOS DECISIVOS - MUITA CONCENTRAÇ...

domingo, 30 de setembro de 2018

06 ANOS SEM VOCÊ, FERNANDO LUIZ DE SOUZA!!! FERNANDO, PRESENTE!!!

Foto: EDUARDO - FERNANDO LUIZ DE SOUZA

Fernando Luiz de Souza (Fernando da Fundação), Fernando da AMES, do CPC/RN, da ANE/RN, hoje fazem 6 anos que você nos deixou! Falta algo dentro de nós... VOCÊ!

Hoje nos momentos felizes e nos momentos tristes sempre lembramos de você! Uma pessoa pronta para ajudar, dialogar, dá conselhos e evidentemente discordar quando fosse preciso.

Cada evento que promovemos ou participamos, vem sua lembrança! És uma pessoa única para nós, por isso que tua chama nunca apagará para nós!

Aqui vamos levando a vida como ela quer, mas seria bem melhor que estivesse conosco, mas quem somos nós, pois o nosso DEUS te chamou e hoje tu nos observa, nos protege e torce por nós aqui na terra!

Desculpa amigo, pelas raivas que ti fazia, mas você estava ali, sempre levando na esportiva! Hoje, FERNANDO aqui não é mais igual sem você, por isso sentimos tanto sua falta!

Só ns resta olhar para o CÉU e obsevar você em forma de UMA ESTRELA que BRILHA INTENSAMENTE PARA NÓS! A estrela NANDO!

Me despeço pedindo a DEUS que proteja sempre a sua alma!

Fica com DEUS, MEU IRMÃO CAMARADA, FERNANDO LUIZ DE SOUZA!

Saudades

EDUARDO VASCONCELOS

Brasil - Manifestação das mulheres instaura nova etapa das eleições



As manifestações das mulheres – que reuniram ao todo centenas de milhares por todo o país e também no exterior contra o candidato fascista Bolsonaro – são o grande acontecimento da campanha eleitoral neste primeiro turno das eleições.


Essa ampla e vigorosa mobilização #EleNão, que ocupa as redes sociais e transbordou para as ruas, representa uma decidida tomada de posição contra o que representa Bolsonaro: a mais forte ameaça contra a democracia, contra os direitos das mulheres e da classe trabalhadora, desde o fim da ditadura militar em 1985.

Dia 29 de setembro é um marco divisor destas eleições.

O brado #EleNão reverberado por um coral de centenas de milhares de vozes, com a força e a legitimidade das mulheres brasileiras, fez um chamado, uma convocação, ao conjunto das forças democráticas e progressistas a não se omitirem, conclamando uma firme atitude democrática diante das ameaças representadas pela chapa fascista. 

A mensagem do 29 de setembro, do #EleNão, é clara: o fascismo é uma ameaça real, que deve ser enfrentada e derrotada. A tarefa, neste momento, é enfrentar o fascismo e derrotá-lo nas ruas, nas ideias, e sobretudo nas urnas.

O êxito dessas manifestações vem da amplitude, aglutinando mulheres de classes sociais diversas, com ou sem militância política, muitas apoiadoras de diferentes candidaturas presidenciais. 

O ponto convergente é o repúdio ao que representa a chapa Bolsonaro-Mourão, bradando um forte e uníssono “não” à barbárie e à regressão civilizatória. 

A Manifestação das Mulheres Unidas contra Bolsonaro, ao se posicionar frontalmente contra a ameaça fascista, puxa todas as correntes políticas que se pautam pela democracia para um movimento ainda mais amplo, destinado a liquidar qualquer possibilidade de vitória dessa chapa nas urnas.

Bolsonaro, em que pese ter parado de crescer nas pesquisas, salvo algo imponderável, irá para o segundo turno quando será confrontado por uma candidatura única do amplo campo da democracia, da Nação e da classe trabalhadora.

Diante dessa probabilidade, essas manifestações, de certa forma, antecipam o cenário da campanha pós-7 de outubro. 

Objetivamente, a partir de hoje, o primeiro turno entrelaça-se com o segundo turno. Está instaurado o embate entre democracia e fascismo, liberdade e ditadura, entre direitos e império do rentismo. 

Nesse cenário, agiganta-se a importância da chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila; não sem motivo em franca ascendência nas pesquisas de intenções de votos. Pelo seu programa popular, patriótico, pela tradição democrática dos partidos de esquerda coligados, pela tradução pulsante do ciclo de governos progressistas dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. São condições que chamam todos os setores da sociedade comprometidos com a democracia, com os direitos, com a civilização e com o futuro digno para as brasileiras e os brasileiros, a se unirem desde agora nesse amplo movimento democrático que irrompe com as manifestações das mulheres. 

Manuela d’Ávila, como candidata a vice-presidente, fez um amplo convite à marcha e participou, na linha de frente, do ato na cidade de São Paulo, o maior do Brasil, sendo acolhida de forma entusiástica e carinhosa. Fernando Haddad, candidato a presidente, disse que as mulheres e a juventude serão prioridade caso seja eleito. Disse, também, que Manuela d’Ávila, como vice-presidenta, terá o papel destaque no governo.

Personalidades de diferentes áreas, como juristas, religiosos, lideranças avançadas do povo e dos trabalhadores, mesmo com divergência com aspectos da chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila, já se manifestaram publicamente contra qualquer retrocesso democrático, numa demonstração de que esse campo pode se alargar ainda mais. 

A democracia como alicerce de um projeto de nação é um valor político incondicional. Sem ela não é possível falar em qualquer projeto de desenvolvimento do país, de nação. 

Se a intolerância, o arbítrio e a violência, como forma de governo e prática social, triunfarem, a grave crise que sufoca o país se agravará. O Brasil tem experiências amargas que mostram os resultados trágicos da imposição de regimes autoritários e de feição fascista.

As brasileiras e os brasileiros precisam de um novo governo que promova a união, o diálogo, a paz e a tolerância. Um governo verdadeiramente democrático capaz de criar uma ampla convergência para retirar o país da crise e remover as travas que impedem o progresso do país.

A chapa Bolsonaro-Mourão representa exatamente o oposto dessa plataforma política, é uma reedição, com novas roupagens, de regimes arbitrários e sanguinários de triste memória. 

A democracia, a restauração do Estado Democrático de Direito e o respeito à soberania do voto (Bolsonaro chegou ao ponto de dizer que só reconhece o resultado das urnas se este lhe for favorável) devem ser a prioridade, o ponto de destaque para se constituir desde já uma ampla frente contra o fascismo. 

A chapa Fernando Haddad presidente, Manuela d’Ávila vice, está credenciada e chamada a liderar a formação desta ampla frente desde já.

As mulheres brasileiras fizeram o mais difícil: abriram o caminho. Cabe ao conjunto das forças progressistas e democráticas segui-las e marchar, lado a lado com elas, pela democracia, pelo Brasil, por uma vida digna aos brasileiros e brasileiras.

#EleNão, democracia sim!


 Do Portal Vermelho

UFRN: Ofício de uma nação democrática

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Imagem do Google
Williane Silva de Ascom – Reitoria/UFRN
Neste nono capítulo da série especial alusiva aos 60 anos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a Assessoria de Comunicação da Reitoria da UFRN realça a relevância da gente que faz a UFRN ser, nos seus 60 anos, um dos agentes propulsores do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Norte: os seus servidores. Não apenas, trazemos a programação do mês do servidor, que neste ano traz o tema ‘Eu mudo pelo mundo’. 
O serviço público vai além de um trabalho, pois o seu exercício tem como principal objetivo cuidar da população, de forma a consolidar a soberania nacional, contribuir para o desenvolvimento sustentável do país e, dessa forma, construir uma sociedade democrática, onde todos os cidadãos tenham suas necessidades e anseios atendidos de forma digna.
Com raízes na época do Império, o serviço público brasileiro tem evoluído em vários aspectos ao longo dos anos. A começar pelo ingresso na carreira pública, que se dava pela troca de favores ou apadrinhamentos, fazendo com que o interesse coletivo ficasse muitas vezes em segundo plano. Hoje, consolidando o princípio da equidade ou igualdade, a entrada se dá por meio de concurso público. Nessa perspectiva, os trabalhadores do povo devem guiar seu serviço pela moralidade, impessoalidade, publicidade, eficiência e legalidade, conforme o Artigo 37 da Constituição Federal Brasileira.
Embora existam críticas ao serviço público, relacionadas à falta de recursos ou de profissionais, aos trâmites burocráticos ou ainda sobre o mau atendimento à população, encontram-se exemplos de dedicação ao trabalho. Um desses casos é o do professor do Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres-Currais Novos) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Márcio Vieira da Silva, que traz a superação e as oportunidades como ingredientes especiais da sua trajetória profissional (confira depoimento abaixo).

O docente começou a trabalhar na Universidade em 2015, mas antes desempenhou diversas atividades na vida. Ainda na infância ajudava o pai na agricultura e no manejo do gado; aos 15 anos, trabalhou com cerâmicas e, com 19 anos, passou no concurso da Prefeitura de Currais Novos para Servente de Obras, fato que o deixou muito orgulhoso, pois foi o primeiro filho a se tornar servidor público. Obs. Não foi possível baixar o vídeo. CPC/RN.

Quem observa Márcio Vieira da Silva na biblioteca, nem imagina que, apesar de sonhar que iria trabalhar com construção, nos seis anos e 11 meses de serviço no município, o hoje docente auxiliou coveiro, sepultou corpos, recolheu lixo e limpou mato e esgoto. Foto: Bruna Krummenauer


Nesse período, Márcio conta que ainda não tinha o Ensino Médio. Contudo, em um dia de trabalho, fazendo serviço de limpeza no esgotamento sanitário, caiu em uma caixa de gordura e ficou com boa parte do corpo coberto por esgoto. Esse episódio fez com que ele quisesse mudar de profissão e estudar, até que foi aprovado no vestibular da UFRN para cursar Matemática no município de Caicó, sendo mais uma vez o primeiro da família a fazer faculdade. Contudo, o recém-aprovado se viu com uma família para sustentar, trabalhando o dia todo, ganhando pouco e tendo que estudar em outra cidade. “Naquele período, nós não tínhamos os auxílios que temos hoje na universidade e que são muito importantes para a permanência do aluno”, conta, lembrando-se das dificuldades que passou para terminar o curso em 2005.
Em seguida, fez concurso para professor da rede estadual e para substituto da UFRN, sendo aprovado nas duas seleções. Foi aí que ele encontrou a docência, como profissão que considera sua vocação, e começou a se preparar para ser professor efetivo. Fez o Mestrado Profissional em Matemática (Profmat) e prestou concurso, sendo aprovado e, hoje, é docente do Magistério Superior.
Nesses 60 anos, a UFRN foi e é palco de muitas histórias de sucesso pessoal e profissional de personagens que contribuem para o crescimento e consolidação da instituição sexagenária. Outro exemplo de dedicação ao trabalho é o técnico-administrativo José Domingos de Oliveira, um dos servidores ativos mais antigos da universidade, que completa 45 anos de serviço neste mês de outubro. “Macarrão”, forma como ele é chamado carinhosamente pelos colegas, é o atual diretor de Orçamentos da Diretoria de Contabilidade e Finanças (DCF-UFRN) e observa que, ao longo das décadas, a instituição de ensino cresceu bastante. (confira depoimento acima).Obs. Não foi possível baixar o vídeo. CPC/RN.
“Na minha época era tudo manuscrito ou datilografado, hoje a informática mudou tudo e melhorou bastante, mas também foi um desafio”, conta sobre as principais transformações na sua área. Apesar de já ter tempo de serviço suficiente para solicitar a aposentadoria, Macarrão diz que nunca quis parar de trabalhar porque gosta do que faz. “Para mim, a UFRN é tudo porque da Universidade é que eu criei minhas filhas, que hoje estão encaminhadas na vida. Tenho uma casa própria, um carro e uma moto. A Universidade, como todo mundo diz, é uma mãe e para mim ela também foi”.

“Macarrão” guarda orgulhoso algumas relíquias, como um dos seus primeiros contracheques. Ao ser questionado sobre o segredo para se manter ativo por tantos anos, o servidor considera que é gostar do que faz e diz “adorar isso aqui”, além de se sentir bem na UFRN. Contudo, Macarrão confessa que está se preparando para deixar o trabalho, visto que a aposentadoria compulsória – a idade máxima para permanência no serviço público corresponde aos 75 anos de idade – está se aproximando para ele. Foto: Bruna Krummenauer.

Mês do Servidor
Para homenagear esses trabalhadores pelo Dia do Servidor Público, comemorado em 28 de outubro, a UFRN preparou uma programação alusiva à data que segue durante todo o mês de outubro com diversas atividades em todos os campi, como campanhas, oficinas, mesa-redonda, corrida, feira, entre outras atividades. Segundo a coordenadora de Qualidade de Vida no Trabalho – Viver em Harmonia, Gilvânia Morais, este ano o slogan é “Eu mudo pelo mundo”, abordando duas temáticas: O protagonismo do servidor nos 60 anos da UFRN e a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). “Estamos no oitavo ano de comemoração do dia do servidor na UFRN. No primeiro ano, começou como a semana do servidor e só contemplava o Campus Central. Mas, a partir de 2012, identificamos que precisávamos contemplar um mês, em todos os campi, porque o servidor merece”, explica.
Após definida a temática, a programação foi elaborada. Dessa forma, foram escolhidos alguns ODS para nortear a programação, como os Objetivos relativos à fome zero e agricultura sustentável; saúde e bem-estar; educação de qualidade; igualdade de gênero; redução das desigualdades; cidades e comunidades sustentáveis e consumo e produção responsáveis. As novidades deste ano são uma mesa-redonda sobre diversidade; a arrecadação de cabelo e lenços, devido à Campanha do Outubro Rosa; além de homenagem aos servidores que se aposentaram em 2018, ano do sexagenário da UFRN, e aos que atingiram o nível “Supera” na avaliação de desempenho. Confira a programação do Mês do Servidor clicando aqui ou no site: www.mesdoservidorufrn.com.br.
Qualidade de Vida no Trabalho
 Atualmente, a instituição de ensino conta com 5.889 servidores do quadro permanente, sendo 2.780 docentes e 3.109 técnico-administrativos. Com o objetivo de despertar na instituição a adoção de ações e práticas que promovam o bem-estar no trabalho de maneira sustentável e duradoura, a Política de Qualidade de Vida no Trabalho da Universidade Federal do Rio Grande do Norte foi institucionalizada em abril de 2017, pelo Conselho de Administração (Consad). No mesmo ano, houve ainda a aprovação do programa Viver em Harmonia – Programa de Qualidade de Vida no Trabalho, cuja competência é coordenar, executar e acompanhar ações de promoção à satisfação e reconhecimento socioprofissional, relações interpessoais harmoniosas, um ambiente laboral saudável e um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal.
De acordo com a pró-reitora de Gestão de Pessoas (Progesp/UFRN), Mirian Dantas dos Santos, os projetos vinham sendo realizados desde 2012, mas foram institucionalizados em 2017, com ações de promoção da saúde e segurança no trabalho, desenvolvimento de pessoas, lazer e vida social, além de práticas de gestão do trabalho. Entre as principais conquistas dos últimos anos, a gestora citou a política de desenvolvimento e qualificação, com os programas de mestrado profissional, a reserva de vagas nos programas de pós-graduação e o desenvolvimento de um curso de graduação para os servidores; o investimento na gestão de pessoas, garantindo os direitos, com a concessão dos benefícios no menor tempo possível, por exemplo; houve ainda a ampliação de espaços para a voz dos servidores com o fortalecimento dos fóruns e dos comitês, que junto à criação do Escritório de Ideias garantem a participação e a representatividade de todos nas decisões.
Já sobre as metas para os próximos anos, Mirian diz que estão relacionadas à busca e oferta de um ambiente de bem-estar visando às relações, o desenvolvimento da política de capacitação e qualificação, a construção de um ambiente de trabalho onde as pessoas se identifiquem e encontrem um significado para o trabalho, além do repeito à diversidade e à inclusão, e no incentivo aos trabalhos colaborativos.
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Reportagens e Saberes é produzido pela Assessoria de Comunicação da Reitoria da UFRN – ASCOM/UFRN

Reitora: Ângela Maria Paiva Cruz
Vice-Reitor: José Daniel Diniz Melo
Assessor de Comunicação: Wilson Galvão de Freitas Teixeira
Jornalistas: Marina Ferreira Gadelha e Williane Elayne Ricardo da Silva
Fotografia: Cícero Oliveira Júnior
E-mail: ascom@reitoria.ufrn.br

Fonte: http://www.ufrn.br/imprensa/reportagens-e-saberes/20254/oficio-de-uma-nacao-democratica.

Obs. NÃO FOI POSSÍVEL BAIXAR O VÍDEO. - CENTRO POTIGUAR DE CULTURA.

CAMPANHA: Museu Nacional Vive nas Escolas


Meta 1 - Empréstimos de material didático e ida às escolas: R$ 50.000,00
A Coleção Didática da Seção de Assistência ao Ensino foi retirada do Palácio a tempo. Entretanto, precisamos reorganizar o acervo e o sistema de empréstimos, preparar catálogo digital para expor o material didático disponível para os professores, reestruturar o acondicionamento dos materiais emprestados para cada escola parceira, e organizar a participação e ida de servidores do Museu Nacional nas próprias escolas.

Retomada de atividades do Museu Nacional com escolas, especialmente de ensino fundamental e médio.

HISTÓRICO
Fundado em 1818, o Museu Nacional é a mais antiga instituição nacional que une pesquisa, educação e divulgação científica para a sociedade. Foi incorporado à Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1946, iniciando cursos de pós-graduação a partir do final da década de 1960. Possui produção científica de impacto internacional e cursos de pós-graduação strictu sensu em Antropologia Social, Zoologia, Botânica, Arqueologia, Geociências e Linguística e Línguas Indígenas. Abriga importantes acervos científicos que, mesmo após a recente tragédia que abalou as comemorações de seu bicentenário, somam quase 2 milhões de itens ou lotes em coleções arqueológicas, de vertebrados e invertebrados, herbário e biblioteca de história natural, os quais estavam localizados em outros prédios da instituição.
MUSEU NACIONAL NAS ESCOLAS
Há quase um século o Museu Nacional mantem uma parceria muito efetiva com escolas de ensino fundamental e médio, que representa uma das relações mais emblemáticas da instituição com a sociedade e que recentemente foi drasticamente interrompida. Essa importante atuação com as comunidades escolares precisa ser reativada com urgência. Dentre outros aspectos, inclui o empréstimo de material didático e o trabalho com professores e alunos, em especial através de visitas didáticas a nossas exposições. O Museu Nacional atende por ano um público escolar de até mais de 40.000 pessoas, e empresta mais de 2.000 lotes por ano, atingindo com estes mais cerca de 16.000 alunos.
A CAMPANHA
O Museu Nacional permanece muito atuante com excelência nas áreas de pesquisa e ensino de pós-graduação, que não foram interrompidas. A Universidade e o Museu abriram diversos grupos de trabalho para o salvamento de material, restauração dos espaços e retorno da instituição à plenitude de sua atuação. Nesse sentido, consideramos extremamente importante retomar imediatamente nossa atuação com as escolas.

Com essa campanha,  faremos as necessárias mudanças em nossa forma de atendimento aos empréstimos didáticos, com a reorganização física do seu ótimo acervo preservado e do sistema de empréstimos, preparação de catálogo digital para expor o material didático disponível para os professores, acondicionamento dos materiais emprestados para cada escola parceira, organização da participação e ida de servidores do Museu Nacional nas próprias escolas. Além disso, é crucial voltar a receber turmas escolares em espaços internos e externos do Museu Nacional.

Para isso, vamos criar um roteiro de visitação focada especialmente em Botânica e Zoologia, usando os jardins históricos do Horto Botânico do Museu Nacional e reformando uma pequena edificação aí disponível, incluindo instalação de mídias digitais interativas e equipamentos ópticos, para otimizar e valorizar a apresentação de conteúdo em espaço reduzido.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU NACIONAL
Devido à sua relevância para a sociedade brasileira, há mais de 80 anos atrás, em 1937, foi criada uma associação, sem fins lucrativos, com a finalidade de apoiar as atividades do Museu Nacional e promover ou participar de ações para o desenvolvimento da ciência e cultura de nosso país – a Associação Amigos do Museu Nacional – SAMN. Esta associação, atualmente com diversas frentes de atuação, possui certificado de Utilidade Pública no Estado do Rio de Janeiro, é reconhecida no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas, é filiada à Federação de Amigos de Museus do Brasil, entre outras habilitações.

Você pode ajudar o Museu Nacional a dar continuidade imediata às suas atividades de assistência ao ensino, que tanto contribuem para uma melhor formação de crianças e jovens de nosso país

Fonte: https://benfeitoria.com/museunacional

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A LUTA PELO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA USP E POR NOSSAS VIDAS

Estudantes da UFSCar conquistam suspensão de reajuste do RU
Por: Bianca Borges

O sistema de saúde pública brasileiro tem sido cada vez mais debatido. De tamanho e relevância sem precedentes se comparado aos sistemas de saúde do restante do mundo, tem tido seu papel reafirmado por profissionais da saúde e seu desmonte amplamente denunciado diante de medidas como o contingenciamento de gastos impostos pela EC 95 e os cortes realizados pelo governo de Michel Temer no início de 2018 para baixar o preço do diesel. Pouco se tem debatido, porém, a situação dos hospitais universitários no Estado de São Paulo, especialmente acerca do Hospital Universitário da USP, que tem reduzido cada vez mais seu atendimento em razão da falta de recursos e de pessoal.

O hospital escola, que serve tanto à formação dos estudantes quanto ao cumprimento da função social e de extensão da universidade, já serviu ao atendimento de 500 mil moradores da Zona Oeste de São Paulo e chegou a atender 17 mil pessoas por mês – número drasticamente reduzido para apenas 3 mil. O número de partos realizados mensalmente no hospital também caiu de 300 para 3 e atualmente apenas 2 dos 8 centros cirúrgicos estão em funcionamento. O Departamento de Pediatria infantil foi fechado e só 60% dos leitos estão em funcionamento.

O desmonte do hospital teve início em 2014, quando, diante da crise financeira enfrentada pela USP, o então reitor Marco Antônio Zago tentou desvincular o hospital da universidade e transferi-lo para a Secretaria Estadual de Saúde. 

 A comunidade universitária se posicionou contra a medida e realizou greves e passeatas que fizeram o governador Geraldo Alckmin recuar. Ironicamente, após a saída de Alckmin do Governo do Estado, Márcio França nomeou o ex-reitor Secretário de Saúde.

Quando reitor, a gestão de Zago foi marcada pela ampliação do controle privado das unidades de saúde, pelo arrocho salarial e demissões em massa dos servidores públicos (são 406 trabalhadores a menos desde 2013) e pelo desinvestimento em material e tecnologia para o hospital.

Diante dessa situação, o coletivo de moradores Butantã na Luta e o DCE Livre da USP entregaram um abaixo-assinado com 44 mil assinaturas ao Ministério Público Estadual e à Assembleia Legislativa de SP (Alesp) pedindo o funcionamento pleno do HU. A reivindicação era pela implementação da emenda de 48 milhões destinada ao hospital aprovada pela articulação dos mesmos grupos no final de 2017. Porém, o relator da emenda parlamentar, Marco Vinholi (PSDB-SP), errou ao publicar a lei orçamentária de 2018 colocando a atribuição da verba para custeio, o que não responde à demanda pela contratação de pessoal, levantando suspeitas de que o fez para tornar mais moroso o processo necessário para que o hospital volte a seu funcionamento pleno. O atual reitor, Vahan Agopyan, chegou a ser convocado na Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da ALESP para prestar esclarecimentos sobre a aplicação de verbas no HU.

Diante da omissão da reitoria e de Vinholi, os estudantes e moradores da região acamparam, com dezenas de barracas, por três dias em frente ao Hospital Universitário para exigir a aplicação imediata dos 48 milhões. O movimento recebeu apoio de parlamentares e professores e promoveu uma programação completa de conscientização a respeito do papel do HU e do desmonte que o mesmo vem sofrendo.

A mobilização da comunidade universitária se mostra imprescindível para a garantia da sobrevivência do hospital e, portando, das milhares de pessoas que necessitam de atendimento do mesmo. A defesa do Hospital Universitário é essencial para garantir a potencialidade do tripé constituinte da universidade pública e, sobretudo, a defesa intransigente da saúde pública e de qualidade, elemento fundamental para a consolidação de uma sociedade democrática.

*Bianca Borges é estudante de Direito da USP, diretora do DCE Livre da USP e vice UNE do Estado de São Paulo

CPC/RN TERÁ AUDIÊNCIAS E REUNIÕES EM NATAL AMANHÃ, CONFIRAM A AGENDA! A CERN E O IFRN EM PAUTA!

Foto da última reunião: Reitor do IFRN, WYLLYS AEL FARKATT TABOSA e Eduardo Vasconcelos - CPC/RN

Amanhã (01), Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC/RN, estará em Natal mantendo contatos com entidades sindicais e instituições de ensino, entre elas o IFRN, onde na parte da tarde será recebido em audiência pelo Reitor, Wyllys Tabosa, com pautas voltadas para as ações do CPC/RN e do apoio solidário aos residentes da CERN (Casa do Estudante do Rio Grande do Norte).

Eduardo, adianta que o objetivo da audiência com o reitor é administrativa.

Antes da referida audiência, Eduardo terá outras reuniões, inclusive com representantes da UEE/RN e DCEs, cuja pauta será a Intervenção da CERN. Quanto a CERN, Eduardo adianta, que procurará os Poderes Legislativo e Judiciário na tentativa de buscar solidariedade de ambas instituições a luta da CERN.

"É de fundamental importância a solidariedade destas duas instituições, haja vista a necessidade de preservar e fortalecer a CERN, não por causa de algum incidente ou mesmo "irregularidades", a mesma venha a ser extinta.

Por isso que as entidades de classes aguardam uma audiência com o MP/RN para juntos procurarem soluções para que nenhum prejuízo possa vir acontecer com a CERN. A CERN É LUTA, É HISTÓRIA, É GLÓRIA, É MAIOR DO QUE OS INTERESSES INDIVIDUAIS!

Lembrando que muitos, juízes, promotores, políticos, profissionais, advogados, entre outros passaram uma parte da sua vida na CERN.

Im' memória: Essa luta incorpora as lutas do saudoso, EMANUEL BEZERRA, um estudante que tanto lutou pela CERN e pelo BRASIL!

"Vamos acreditar que uma nova mudança em breve vai acontecer!"
DESISTIR JAMAIS!!!