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FINAL DO I CURSO DE CAPACITAÇÃO DOS AGENTES DE CULTURA DO RN ATINGIU SEUS OBJETIVOS  Abertura com CHAVE DE OURO  Fotos: Momento...

domingo, 1 de julho de 2018

Diversidade - Copa da Rússia: Rússia alterna entre racismo e curiosidade com negros no país

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Imagem: Reprodução FACEBOOK
Quando jogava no Zenit, da Rússia, atacante Hulk ouvia insultos e cantos racistas das torcidas
por Guilherme Soares Dias
País do mundial de futebol distribui cartilhas para estrangeiros 'de pele escura' tomarem cuidado ao falar alto na rua à noite.
Ninguém ocupava o banco do lado quando Sauanne Bispo, 32 anos, se sentava no metrô em Moscou, na Rússia. Uma vez, ofereceu seu assento a uma senhora. O vagão estava cheio, mas a mulher recusou. Quando outro homem fez a mesma oferta, a russa aceitou na hora.
A empresária passou dois meses por lá como voluntária da AIESEC (organização mundial de estudantes) e sentiu todo o preconceito por conta de sua negritude. “Já visitei 26 países. A Rússia é linda, mas foi o pior deles. Não era uma impressão minha. Eu tinha medo nas ruas. Chegaram a me oferecer dinheiro pensando que eu era prostituta”, afirma. 
A experiência ruim motivou a baiana a abrir a Go Diaspora que oferece destinos alternativos de intercâmbio. A agência oferece opções de estudos em 44 países, entre eles, Jamaica, Trindad e Togabo, Senegal e Namíbia. “Quero que pessoas se sintam à vontade”, prega.
A Rússia é de fato um país racista. Basta ver pela orientação de Tamara Pletnyova, presidente da Comissão Parlamentar para Família, Mulheres e Crianças do Congresso russo, para que mulheres evitem relações sexuais com estrangeiros "de outras raças". O perigo é de se tornarem mães solteiras de crianças mestiças – dois fatores que, segundo ela, as colocariam em situação vulnerável na sociedade russa.
E a sociedade russa responde da mesma forma. Uma pesquisa feita por economistas suecos perguntou aos russos – e a cidadãos de outros 79 países – se eles gostariam ter vizinhos de raças diferentes. Quase 20% deles disseram não.
Em comparação, só 5% dos canadenses, australianos, latinos, britânicos, americanos, neozelandeses disseram se incomodar com vizinhos de raças diferentes da sua. Na outra ponta, estavam Índia e Jordânia como os menos tolerantes (com mais de 40% rejeitando morar perto de pessoas de outras raças).
Justamente por isso, aeroportos em guias distribuídos em aeroportos, hotéis e pontos turísticos, a orientação é: “evitar atrair a atenção não falando alto em sua língua natal ou andando nas ruas se você bebeu [obviamente não funciona em tempos de Copa do Mundo]. Se você é africano, árabe, descendente de asiáticos ou tem a pele escura, tenha cuidado, particularmente à noite”.
Racismo no futebol
Nos jogos russos da temporada 2016/2017, houve 89 incidentes racistas e de extrema-direita, de acordo com novos dados coletados pelo SOVA Center, organização que desenvolve pesquisas sobre nacionalismo e racismo na Rússia. Em dois anos, o país acumulou 200 casos.
Times do país chegaram até a ser suspensos por conta de casos de racismo. Em 2015, o CKSA, o mais tradicional do país, teve parte do estádio fechado após os torcedores repetiram cânticos racistas contra o Anzhi, time da região do Cáucaso. Uma faixa simulava o escudo do time com os dizeres "planeta animal."
Um dos mais famosos jogadores brasileiros a reclamar de racismo foi o atacante Hulk, que jogou durante quatro anos no Zenit, time de São Petersburgo, segunda maior cidade da Rússia. "Acontece [xingamentos racistas vindos das arquibancadas] em quase todo jogo na Rússia, mas o mundo não ouve sobre isso porque eles tentam manter em silêncio", contou em 2015, aos repórteres após o treino. "Eu vejo acontecendo o tempo inteiro. Costumava me deixar muito bravo, mas agora eu apenas mando beijos aos torcedores e tento não me incomodar", concluiu.
Dois anos depois, ao se transferir para o futebol chinês, o jogador declarou que não havia mais racismo na Rússia. Segundo declarações de Hulk, os torcedores deixaram de incomodá-lo, em seu último ano por lá, e, por conta da ausência de casos de racismo durante a Copa das Confederações, não acreditava que os negros teriam problemas durante a Copa do Mundo.
Ainda assim, o histórico do país fez com que o Ministério das Relações Exteriores (MRE) emitisse uma recomendação para brasileiros que vão assistir aos jogos da Copa: “viajar com grau moderado de cautela”. No tópico xenofobia e discriminação, o MRE alerta que “ataques contra minorias são uma dura realidade do país, mas raramente evoluem para violência física. Casos de skinheads e outras gangues organizadas podem ser mais graves”.
Já a Fare, agência anti-racista europeia, elaborou um guia  para os visitantes de minorias étnicas que vão para a Copa. O material lembra que “as verificações de identidade baseadas em perfil étnico pela polícia são comuns, especialmente se você parecer ser da Ásia Central ou árabe; um policial pode solicitar seus documentos de identificação e registro aleatoriamente na rua; checagens de identidade são muito comuns no metrô de Moscou e São Petersburgo para quem é de minoria étnica; você pode ser solicitado a passar por um detector de metais e ter o conteúdo de suas malas verificado”.
Negros: figuras raras

Quase sempre russos abordam Marcela Anunciação, 29 anos, para tirar fotos. ““Na semana passada estava próxima à Praça Vermelha e em cerca de 10 minutos umas cinco pessoas me pediram para tirar fotos com eles”, conta a professora de inglês e português, que mora há um ano e sete meses na Rússia. “No Brasil eu sou só mais uma mulher negra de cabelos afro e aqui eu sou ‘a’ mulher negra de cabelos afro. É bem fácil de ver o quanto as pessoas ficam surpresas e curiosas”, ressalta.

Ela não sente racismo – só curiosidade. Afinal, negros são minoria na Rússia.  Em um país com 140 milhões de habitantes, estimativas apontam que haja apenas 70 mil negros por lá.
Um levantamento do Harvard Institute for Economic Research mostra que a Rússia é um dos países menos diversos etnicamente no mundo, no mesmo grupo de países como China.  Japão e as Coreias são os mais homogêneos etnicamente, enquanto países africanos são os menos, com destaque para a Somália. Países das Américas também tendem a ser etnicamente mais diversos. 
É que não houve escravidão na Rússia. Os negros chegaram só na década de 1920 quando a então União Soviética recebeu os primeiros estudantes estrangeiros, atraídos por universidades consideradas boas e baratas.
Quando Nikita Khrushchev chegou ao poder, no final dos anos 1950, ele iniciou uma política para apoiar os estados recém-independentes na África, Ásia e América Latina, oferecendo-lhes oportunidades de estudar na União Soviética. O objetivo era disseminar o socialismo no mundo em desenvolvimento e transformar pessoas que adquiriram sua educação no país em bons amigos de seu povo. 
Apesar da ideologia oficial de amizade dos povos, os estudantes estrangeiros também experimentaram formas duras de racismo, sendo xingados e reprimidos.
Por conta da ausência de negros e de contato dos russos com o tema, a Fare lembra que já houve casos de apoios a nações africanas – só que, curiosamente, usavam black power ou black face, consideradas racistas e banidas em outros países.
“Os russos podem ser menos sensíveis em vocabulários considerados racistas e muitas vezes não têm tato quando se comunicam com pessoas negras ou asiáticas; andando pelas ruas de cidades menores, é mais provável que você veja os olhares e seja submetido à curiosidade. Pode nem sempre ser agressivo na intenção”, ressalta.
Fonte: CARTA CAPITAL

CARTA ABERTA A REITORIA DA UERN - CAMPUS, JÁ! A REGIÃO AGRESTE POTIGUAR MERECE RESPEITO!

Nobres: Reitor Pedro Fernandes, Vice Reitora, Fátima Morais, Pró Reitor de Administração, Tarcísio Barra e Pró Reitor de Extenssão, Emanoel Márcio Nunes, nosso abraço!

Nós membros da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar, criada desde as lutas de 2005, vem por intermédio deste INFORMAR, que em meados de agosto do ano em curso faremos encontros, debates e manifestações em DEFESA DA PERMANÊNCIA do Núcleo da UERN em Nova Cruz!

Procuramos em inúmeras vezes diálogo com os representantes da nossa querida instituição UERN sobre o tema e luta da comissão, mas a cerca de 2 (dois) anos não obtivemos mais respostas. "Lembrando uma última conversa por telefone com o saudoso Milton Marques de Medeiros, 30 dias antes de falecer, nos confidenciou que a INSTITUIÇÃO UERN tem um DOCUMENTO que DIZ: " TODAS AS REGIÕES DO RIO GRANDE DO NORTE SERÃO CONTEMPLADAS COM UM CAMPUS!", e a única região que NÃO TEM CAMPUS é justamente a nossa, ou seja, o AGRESTE!

Chegamos a falar com o CHEFE DE GABINETE, logo no início da gestão anterior de Pedro Fernando, não recordamos o nome dele, se prontificou a localizar este documento, mas voltando lá ele já não era mais o chefe de gabinete, sendo nomeada uma nova chefia de gabinete e começamos do zero.

Hoje nos deparamos com a notícia de que o Núcleo encerra-se suas atividades final de setembro, isso procede?

Diante dos fatos expostos, perguntamos aos nobres, se é essa as intenções da reitoria da UERN?

Solicitamos também uma AUDIÊNCIA, seja em Mossoró, Natal ou mesmo em Nova Cruz para buscarmos mecanismo de entendimento. Achamos que merecermos o mínimo de  respeito, pois foram vários debates, encontros, reuniões para que a nossa UERN fosse um SONHO REALIDADE! 

Acreditamos nas boas intenções dos dirigentes da UERN. 

Antecipamos nossos sinceros respeito.

Saudações,

EDUARDO VASCONCELOS
Coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar

Índios pataxó se formam médicos, vestidos a caráter

Por
Bem Mais Mulher
Amaynara Silva Souza e Vazigton Guedes Oliveira, ambos de 27 anos, são dois jovens que pertencem a etnia pataxó, formaram-se  médicos pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Detalhe: eles  foram receber os diplomas a caráter, rostos pintados, cocar com grandes penas e muitos adereços coloridos.
Na tradição indigena, as pinturas nos rostos são comuns entre as tribos em datas festivas. E na colação de grau não poderia ser diferente:
“Esperei por esse dia minha vida toda”, diz Amaynara.
Ela veio das terras indígenas de Carmésia, no Vale do Rio de Doce mineiro, e ele de Cumuruxatiba, no Sul da Bahia, para se juntarem à turma com 130 alunos.
Ela relata que o desejo em fazer medicina, que é um dos cursos mais concorridos, nasceu da necessidade de melhorar a qualidade de vida das tribos.
A intenção dos novos médicos é se especializar em medicina de família e comunidade e retornar os conhecimentos obtidos na universidade para as aldeias indígenas.
Vazigton, mais conhecido como Zig na classe, afirma que os médicos que atendem nessas áreas costumam se deslocar de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Eles ficam muito pouco tempo. Tem um rodízio muito grande e, consequentemente, não há o acompanhamento do paciente. Quando você se acostuma, ele já vai sair”, conta Zig.
Os colegas da  faculdade disseram que a troca de experiências também foi muito importante.
“Assim como vamos levar o conhecimento para as nossas comunidades, nós trouxemos também informação sobre o nosso povo, que ainda é muito desconhecido, para as salas de aula. Acho que essa troca é muito enriquecedora para a universidade. Se você conhece uma cultura, você aprende a respeitá-la”, afirma Amaynara, exaltando o orgulho por sua origem.

Cotas

Tanto Amaynara quanto Vazigton, entraram para o curso por meio de um  programa da universidade federal que integra as ações afirmativas para indígenas. Assim como as cotas e a formação de educadores indígenas, abrindo vagas adicionais a integrantes
Informações: Só Noticia Boa

3 dicas essenciais sobre documentação para abrir uma rádio




Apesar da crescente popularidade da Internet, o rádio ainda é o queridinho de muita gente. Por isso, muitas pessoas têm o desejo de investir na área, embora não saibam exatamente como fazer isso. Mas, antes de tudo, é preciso conhecer algumas informações importantes sobre o segmento.
Quer entender toda a burocracia que envolve a criação desse um meio de comunicação? Listamos 3 dicas essenciais sobre documentação para abrir uma rádio. Confira!

1. Primeiros passos

Antes de investir em uma rádio, você precisa saber que todos os veículos de comunicação precisam ser legalizados conforme as leis específicas do Brasil. Caso isso não aconteça, a sua empresa é considerada informal, podendo ser multada ou até mesmo fechada.
Para evitar que isso ocorra, é preciso definir qual é o objetivo principal do seu projeto. Uma emissora de rádio pode ter diferentes finalidades e cada uma delas requer uma legislação diferente.
Após definir o perfil da sua empresa, é possível se informar sobre quais documentações são necessárias e como é o processo de outorga e licença para transmitir.

2. Criando uma rádio comunitária

Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998. De acordo com ela, podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.
O primeiro passo para a habilitação das emissoras é o envio do formulário de demonstração de interesse em instalar uma rádio comunitária, que pode ser solicitado no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação.
A partir disso, será divulgada no Diário Oficial da União a lista dos municípios habilitados à prestação do serviço. Caso o seu município esteja nessa lista, você deverá apresentar alguns documentos, dentre eles:
  • comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas;
  • ata da constituição da entidade e eleição dos dirigentes;
  • prova de que seus diretores são brasileiros natos ou naturalizados; 
  • comprovação da maioridade dos diretores;
  • declaração do endereço completo da sede da entidade;
  • declaração assinada de cada diretor, comprometendo-se ao fiel cumprimento das normas estabelecidas para o Serviço.
Após receber os documentos de todas as entidades candidatas, o Ministério vai analisar os processos e definir as propostas que serão aprovadas. A partir disso, será publicado um Decreto Legislativo com uma licença definitiva de dez anos de funcionamento para a rádio.

3. Criando uma rádio comercial

Diferente das emissoras comunitárias, para criar uma rádio comercial é necessária a abertura de uma empresa com fins lucrativos. Somente depois de ter a sua marca devidamente reconhecida, com CNPJ, Inscrição Estadual e Contrato Social você estará apto a tentar uma licença de transmissão.
Ministério das Comunicações divulga, no Diário Oficial da União, o Edital de Licitação Pública. A partir disso, as empresas interessadas devem apresentar a documentação de habilitação para a participação no processo no prazo máximo de 60 dias.
Por já existirem muitas emissoras no país, as novas outorgas só são concedidas a partir de um processo na modalidade concorrência, para um número limitado de rádios. Após a avaliação das propostas, o governo concede a licença para a emissora por um período de dez anos.
Agora que você já sabe como abrir uma rádio, chegou a hora de tirar o seu projeto do papel! Seguindo todas as dicas e orientações é possível transformar o seu sonho em realidade e contar com todas as recomendações legais para o funcionamento da sua empresa radiofônica.
Quer saber mais sobre a burocracia por trás de uma empresa de comunicação? Então conheça os principais impostos cobrados para as rádios no Brasil.
Fonte: teletronix.com.br

Aumento da potência de transmissão de rádios comunitárias está na pauta do Plenário


Aumentar em até 12 vezes a potência máxima de transmissão das rádios comunitárias é o objetivo do PLS 513/2017, um dos projetos de lei que deverão ser votados no Plenário do Senado nos próximos dias. Do senador Hélio José (Pros-DF), a proposta estabelece que a potência das rádios comunitárias poderá ser aumentada de 25 para até 300 watts, com três canais designados, em vez de um, para a execução de radiodifusão comunitária que atenda a uma comunidade, bairro ou vila.
Segundo Hélio José, o aumento da potência é necessário devido à grande diversidade geográfica do Brasil. Ele argumenta que 25 watts são insuficientes para operação nas áreas de população esparsa, particularmente na zona rural. A ideia é viabilizar o serviço em regiões nas quais a cobertura de uma única comunidade, com moradias dispersas, exige alcance maior que o atualmente estabelecido.
Cobertura
A atual potência atinge até um quilômetro de raio de cobertura, limitando e restringindo o alcance da rádio, muitas vezes menor do que sua comunidade/público potencial, como frisou o senador Waldemir Moka (MDB-MS), relator substituto do projeto na sua passagem pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
A mudança vem recebendo apoio de senadores e é defendida pela Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço). Em discurso no Plenário, Hélio José rebateu críticas ao projeto, entre elas a comparação das rádios comunitárias a rádios piratas. Para ele, a comparação é injusta porque uma rádio ilegal não tem nenhum limite e nem autorização para funcionar.
— Rádio pirata transmite o que quiser, onde quiser, como quiser e com o interesse que tiver, contanto que não seja alcançada pelo poder público. As rádios piratas são a antítese perfeita das rádios comunitárias — disse.
A proposta também foi defendida pelos senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR).
– Nós devemos isso às rádios comunitárias – disse Gleisi.
– No interior do interior do meu estado do Pará, quem está lá levando informação, conhecimento e cultura são as rádios comunitárias – afirmou Flexa.
O senador acrescentou que o PLS autoriza o aumento da potência para até 300w, mas quem vai definir a potência que cada uma das rádios será a Anatel, que também não permitirá sobreposição de sinais.
Canais
O projeto ainda aumenta de um para três os canais específicos na faixa de frequência para as rádios comunitárias em frequência modulada. Hélio José diz que, com o desenvolvimento das rádios comunitárias pelo país, a limitação de um canal prevista na legislação (Lei 9.612/1998) inviabiliza, na prática, a operação das rádios em muitos locais, especialmente nas cidades mais densamente povoadas, nas quais operam simultaneamente diversas rádios.
O parecer da CCT explica que a previsão atual de um único canal, em todo o território nacional, para a execução do serviço, tende a provocar interferências entre sinais de rádios comunitárias que operam em comunidades adjacentes, já que utilizam, simultaneamente, a mesma frequência. Com mais canais disponíveis, a interferência seria minimizada.
A previsão é de que a lei, se aprovada, entre em vigor 45 dias depois de ser sancionada.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado).
Fonte: Brasil Cultura