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Atrofia cultural

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sábado, 19 de janeiro de 2019

EDUARDO VASCONCELOS -CPC/RN COM O VICE GOVERNADOR,ANTENOR ROBERTO

Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC/RN e Antenor Roberto,Vice Governador do RN

Na última quarta-feira(16), o presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos foi parabenizar o amigo e camarada, Moacir Soares, sindicalista e diretor da CTB/RN e na ocasião teve a felicidade de se encontrar com o Vice Governador, ANTENOR ROBERTO, amigos da época dos Movimentos Estudantis e Sindicais nas décadas de 80/90, onde em poucos instantes bateram um rápido papo e ambos afinaram os discursos para que juntos façamos um conjunto de idéias voltados a CULTURA Potiguar.

Antenor como sempre se colocar a disposição para juntos buscar soluções eficazes para o fortalecimento da mesma, chegando verdadeiramente aos artistas potiguares de um modo geral, com políticas públicas realmente voltadas para os artistas e grupos culturais.  

Depois do rápido bate papo, ambos foram pousar para as fotos ao lado do aniversariante, MOACIR SOARES, outro apoiador da luta do CPC/RN.

AGRESSÃO E CENSURA - Eleição de 2018 fez aumentar a violência contra jornalistas

atentado caravana
Atentado contra ônibus da Caravana de Lula foi mencionado no relatório
por Redação RBA
Segundo relatório, foram 135 casos, envolvendo 227 profissionais. Um deles morreu. Greve dos caminhoneiros também contribuiu para o número crescente. Eleitores superaram policiais entre os agressores.
São Paulo – As eleições do ano passado contribuíram para aumentar a violência contra jornalistas no Brasil, segundo o Relatório Violência e Liberdade de Imprensa, apresentado hoje (18) pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O total de ocorrências chegou a 135, crescimento de 36,36% em relação a 2017, e atingiu 227 profissionais. Um deles foi assassinado: Ueliton Bayer Brizon, editor do site Jornal de Rondônia, morto a tiros há um ano.
Embora não faça parte do total de ocorrências registradas no relatório, houve também assassinatos de outros profissionais ligados à comunicação. Em 2018, quatro radialistas foram mortos, na Bahia, em Goiás, no Pará e na Paraíba.
Segundo o documento, "os números mostram que esse incremento esteve diretamente relacionado à eleição presidencial e episódios associados a ela, como a condenação e prisão do ex-presidente Lula". Eleitores e manifestantes foram apontados como os principais agressores, com 30 casos de violência contra jornalistas (22,22% do total). Nesse grupo, os partidários de Jair Bolsonaro estiveram envolvidos em 23 casos e os de Luiz Inácio Lula da Silva, que não pôde se candidatar, nos outros sete. 
Agressões físicas representaram o ato mais comum de violência, com 33 casos e 58 vítimas, quase 14% a mais. Cresceu bastante, às vezes mais de 100%, o número de agressões verbais (27 episódios), ameaças e intimidações (28) e impedimentos diversos ao exercício da profissão (19).
Como houve casos em que mais de um trabalhador da comunicação foi atingido, o número de vítimas é maior que o de ocorrências. O relatório lembra o episódio do atentado à chamada Caravana Lula, no interior do Paraná, em que um ônibus foi atingido por balas. Havia 27 jornalistas no veículo.
Outro episódio que impulsionou as ocorrências foi o movimento dos caminhoneiros, em meados do ano. De acordo com o relatório, eles ficaram em segundo lugar na lista, com 23 casos, 17,04% do total.
Com isso, mudou a "liderança" entre os agressores. Os principais autores de violência, em 2018, foram manifestantes favoráveis a um candidato, que agrediram jornalistas durante eventos públicos. De 2013 a 2017, o topo era ocupado por policiais militares e/ou guardas municipais.

Sem apreço pela democracia

"Caminhoneiros e eleitores/manifestantes foram os responsáveis pelo crescimento significativo do número de agressões físicas, agressões verbais, ameaças/intimidações e impedimentos ao exercício profissional. Isso é uma demonstração inequívoca de que grupos e segmentos não toleram a divergência e a crítica e não têm apreço pela democracia", afirma, na abertura do texto, a presidenta da Fenaj, Maria José Braga.
Segundo ela, os jornalistas também foram vítimas de censura. "Em alguns casos a mordaça partiu das próprias empresas empregadoras, que proibiram seus profissionais de se manifestarem em redes sociais sobre questões polêmicas, política e ideologia. Na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), houve casos de censura na cobertura política e também de outros temas, como o Fórum Mundial da Água", aponta.
Maria José cita ainda episódios envolvendo juízes e ministros do Supremo Tribunal Federal. "O caso mais emblemático foi a decisão final do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, de proibir jornalistas de entrevistar o ex-presidente Lula e os veículos de comunicação de divulgar entrevistas que tivessem sido realizadas."
O Sudeste, onde há maior concentração de profissionais, é também a mais violenta para o exercício da profissão. A região teve 53 ocorrências, 39,26% dos casos do ano passado. Apenas no estado de São Paulo, foram 28, ante 16 no Rio de Janeiro. (Confira mapa que acompanha este texto.)
A maior parte dos casos envolve homens: 105 profissionais foram agredidos em 2018, enquanto 30 mulheres sofreram algum tipo de violência. Segundo a Fenaj, em algumas ocorrências não foi possível identificar os envolvidos ou o episódio envolveu equipes que não tiveram os nomes divulgados. 
Jornalistas a serviço de emissoras de TV foram os mais agredidos, conforme o relatório: 77 deles sofreram com a violência (39,29% do total). Depois vêm os profissionais de jornais, com 41 casos, e aqueles que trabalham em portais, sites e blogs, com 25. Profissionais de rádio somam 17 episódios. Nem todos foram identificados.
Fonte: REDE BRASIL ATUAL

TURISMO EM SALVADOR

Praias, música, museus, cultura, teatros, carnaval, patrimônio histórico. São muitas as opções turísticas da capital baiana, a primeira cidade fundada no Brasil.
Salvador é o coração histórico do País. Possui o maior número de igrejas seculares na América, fundadas nos séculos 16 e 17. Tem também o maior número de fortes e inúmeros casarões antigos. Por cerca de metade dos cinco séculos de História do Brasil, Salvador foi sua maior cidade. Ainda é uma das mais vibrantes.