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I CURSO DE CAPACITAÇÃO DOS AGENTES DE CULTURA PROMOVIDO PELA FJA/RN FOI UM SUCESSO!!!

FINAL DO I CURSO DE CAPACITAÇÃO DOS AGENTES DE CULTURA DO RN ATINGIU SEUS OBJETIVOS  Abertura com CHAVE DE OURO  Fotos: Momento...

terça-feira, 2 de abril de 2019

TABATA AMARAL CONFRONTA MINISTRO DA EDUCAÇÃO

SAIBA DE UMA VEZ POR TODAS O QUE É CAPITALISMO, SOCIALISMO, COMUNISMO, NAZISMO, FASCISMO E DITADURA MILITAR! LEIAM E TIREM SUAS CONCLUSÕES!!!

CAPITALISMO X SOCIALISMO
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Socialismo refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica que advogam a administração e propriedade pública ou coletiva dos meios de produção e distribuição de bens, propondo-se a construir uma sociedade ... Wikipédia.

doutrina política e econômica que prega a coletivização dos meios de produção e de distribuição, mediante a supressão da propriedade privada e das classes sociais.

O QUE É COMUNISMO
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Comunismo é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum dos meios de produção. Wikipédia.
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Adolf Hitler

NAZISMO
Nacional-Socialismo, mais comumente conhecido como nazismo, é a ideologia associada ao Partido Nazista, ao Estado nazista, bem como a outros grupos de extrema-direita. Wikipédia

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Capitalismo é um sistema econômico e uma ideologia baseada na propriedade privada dos meios de produção e sua operação com fins lucrativos. Wikipédia
ECONOMIA
sistema econômico baseado na legitimidade dos bens privados e na irrestrita liberdade de comércio e indústria, com o principal objetivo de adquirir lucro.
Imagem do Google

FASCISMO?
Fascismo é uma ideologia política ultranacionalista e autoritária caracterizada por poder ditatorial, repressão da oposição por via da força e forte arregimentação da sociedade e da economia. Wikipédia.

Golpe Militar de 1964

O Regime militar  foi o período da política brasileira em que militares conduziram o país.

Essa época ficou marcada na história do Brasil através da prática de vários Atos Institucionais que colocavam em prática a censura, a perseguição política, a supressão de direitos constitucionais, a falta total de democracia e a repressão àqueles que eram contrários ao regime militar.

A Ditadura militar no Brasil teve seu início com o golpe militar de 31 de março de 1964, resultando no afastamento do Presidente da República, João Goulart, e tomando o poder o Marechal Castelo Branco. Este golpe de estado, caracterizado por personagens afinados como uma revolução instituiu no país uma ditadura militar, que durou até a eleição de Tancredo Neves em 1985. Os militares na época justificaram o golpe, sob a alegação de que havia uma ameaça comunista no país.

O Golpe Militar de 1964 marca uma série de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, e que culminaram em um golpe de estado no dia 1 de abril de 1964. Esse golpe pôs fim ao governo do presidente João Goulart, também conhecido como Jango, que havia sido de forma democrática, eleito vice-presidente pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Imediatamente após a tomada de poder pelos militares, foi estabelecido o AI-1. Com 11 artigos, o mesmo dava ao governo militar o poder de modificar a constituição, anular mandatos legislativos, interromper direitos políticos por 10 anos e demitir, colocar em disponibilidade ou aposentar compulsoriamente qualquer pessoa que fosse contra a segurança do país, o regime democrático e a probidade da administração pública, além de determinar eleições indiretas para a presidência da República. 

Durante o regime militar, ocorreu um fortalecimento do poder central, sobretudo do poder Executivo, caracterizando um regime de exceção, pois o Executivo se atribuiu a função de legislar, em detrimento dos outros poderes estabelecidos pela Constituição de 1946. O Alto Comando das Forças Armadas passou a controlar a sucessão presidencial, indicando um candidato militar que era referendado pelo Congresso Nacional. 

A liberdade de expressão e de organização era quase inexistente. Partidos políticos, sindicatos, agremiações estudantis e outras organizações representativas da sociedade foram suprimidas ou sofreram interferência do governo. Os meios de comunicação e as manifestações artísticas foram reprimidos pela censura. A década de 1960 iniciou também, um período de grandes transformações na economia do Brasil,  de modernização da indústria e dos serviços, de concentração de renda, de abertura ao capital estrangeiro e do endividamento externo.

Fonte: sohistoria.com.br

Ditadura Militar do Brasil
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Ditadura Militar do Brasil refere-se ao regime instaurado em 1 de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. Wikipédia.
Ditadura Militar no Brasil. O Regime militar foi o período da política brasileira em que militares conduziram o país. ... A Ditadura militar no Brasil teve seu início com o golpe militar de 31 de março de 1964, resultando no afastamento do Presidente da República, João Goulart, e tomando o poder o Marechal Castelo Branco.

.Proletariado
Proletariado é um conceito usado para definir a classe oposta à classe capitalista. O proletário consiste daquele que não tem nenhum meio de vida exceto sua força de trabalho, que ele vende para sobreviver.Wikipédia.

Fonte: Google - Fotos Google

Prefeito de Curitiba censura peça crítica a Bolsonaro; trupe protesta

A poucos dias de reestrear no Festival de Curitiba, o premiado espetáculo A Mulher Monstro, da trupe Sem Cia. de Teatro, foi censurado pela Prefeitura da capital paranaense. O pretexto da perseguição é político: a peça se baseia em declarações polêmicas de personalidades como o presidente Jair Bolsonaro. Apoiador do governo direitista, o prefeito Rafael Greca (PMN) proibiu a encenação no Memorial de Curitiba, um dos equipamentos municipais que abrigam sessões do festival, no Centro Histórico.
A censura imposta pela Prefeitura é ainda mais vergonhosa porque a peça já foi exibida na própria cidade, há dois anos, durante o Festival de Curitiba de 2017. Na ocasião, todas as sessões estavam lotadas – o que ajudou a promover o espetáculo. Desde então, a peça recebeu aclamação por onde passou: 12 cidades brasileiras, de sete estados, em três regiões do País, totalizando 62 sessões e 7 mil espectadores.
Mesmo sob perseguição e com prejuízos diante do veto autoritário – e mesmo sofrendo ameaças nas redes sociais –, a Sem Cia. de Teatro não se curvou. A trupe nordestina, fundada em 2012 em Natal (RN) e sediada também no Recife (PE), decidiu se apresentar em local aberto, num protesto em defesa da arte, da liberdade e da democracia. “Como resistência, a apresentação teatral será no formato de rua e com livre acesso ao público”, informou o grupo, em nota.
Agora, quem está em Curitiba terá quatro oportunidades de ver A Mulher Monstro – nas noites de quinta-feira (4/4) a domingo (7), sempre às 19 horas, nas Ruínas de São Francisco (Praça João Cândido). A peça é dirigida e protagonizada por José Neto Barbosa.
Sobre a peça
A Mulher Monstro, uma colagem de declarações lamentáveis, polêmicas e verídicas, foi livremente inspirada no conto Creme de Alface, de Caio Fernando Abreu, escrito em 1975 sob ditatura militar, mas só lançado em 1994. Para a construção do texto, a Sem Cia. de Teatro também buscou opiniões nas redes sociais e nas ruas, além de observar a postura de políticos e figuras públicas, como Bolsonaro e seus aliados. A estreia ocorreu em julho de 2016.
Há, na trama, uma contundente denúncia às mais variadas faces da intolerância, como xenofobia, racismo, sexismo, gordofobia, homolesbotransfobia e machismo. “A tragicomédia fala do desrespeito para além do preconceito”, resume a trupe. No enredo, uma mulher burguesa, falsa cristã, é perseguida pela própria visão intolerante da sociedade, a ponto de não saber lidar com a solidão e suas relações num tempo de ódio, golpes e corrupções vistos sem vergonha. A personagem foi inspirada na figura da Mulher Konga, presente em parques e circos nordestinos.
Em 2017, a Academia de Artes no Teatro do Brasil concedeu a José Neto Barbosa o Prêmio Cenym de Melhor Monólogo do Teatro Nacional por sua interpretação na peça. Mesmo sem grandes patrocínios, A Mulher Monstro já participou de 14 eventos culturais, como festivais e mostras – tanto nacionais quanto internacionais.
Fonte: Portal BRASIL CULTURA