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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Museu Histórico Nacional oferece entrada gratuita até 17 de fevereiro

MHN oferece programação diferenciada nas visitas mediadas para crianças e adultos. Foto: Divulgação
Desde o início do mês, moradores do Rio de Janeiro (RJ) e turistas podem aproveitar para conhecer gratuitamente um dos acervos mais importantes sobre a história do Brasil. Até o dia 17 de fevereiro, o Museu Histórico Nacional (MHN) – que faz parte da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – estará com entrada gratuita para todos os públicos.
Além da exposição de longa duração, que apresenta aspectos do Brasil desde a pré-história até o fim da monarquia, o público pode participar das visitas mediadas do projeto Bonde da História e visitar a exposição temporária “O retrato do rei dom João VI”, em suas últimas semanas.

Bonde

No último domingo (3), o primeiro Bonde da História do mês, voltado para jovens e adultos, teve por tema “Pinturas históricas”. A visita foi na sala da exposição de longa duração “A construção da nação”, com ênfase nos quadros do século XIX do gênero pintura histórica.
No mesmo dia, o Bondinho da História apresentou “Mani e suas aventuras no tempo das cavernas”. A visita mediada propõe, a crianças de 5 a 12 anos e acompanhantes, uma viagem até a pré-história do Brasil com a personagem Mani. A contação aborda, a partir de Mani, a vida e os costumes dos primeiros habitantes do território brasileiro.

Mãe de Cazuza desmascara ministro de Bolsonaro e restabelece verdade

O cantor Cazuza, falecido em 1990, e sua mãe, Lucinha Araújo, que fundou e preside a Sociedade Viva Cazuza
O ministro da Educação do governo Bolsonaro, Ricardo Vélez, teve de se retratar na terça-feira (5) com Lucinha Araújo, mãe do cantor e compositor Cazuza (1958-1990). Em entrevista à revista Veja, Vélez havia atribuído ao artista, de forma maledicente, a frase “liberdade é passar a mão no guarda”, a qual Cazuza jamais disse. Desmascarado, o ministro não teve alternativa, a não ser reconhecer a “fake news” e se desculpar publicamente, conforme exigiu Lucinha.
O cantor Cazuza, falecido em 1990, e sua mãe, Lucinha Araújo, que fundou e preside a Sociedade Viva Cazuza O cantor Cazuza, falecido em 1990, e sua mãe, Lucinha Araújo, que fundou e preside a Sociedade Viva Cazuza
“Liguei para Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, para desfazer o equívoco de uma resposta que dei atribuindo a ele frase de um programa humorístico”, tuitou Vélez. Constrangido, o ministro ainda abusou do sensacionalismo para mudar o enfoque do fato: “A conversa [com Lucinha] foi tocante e combinamos uma visita a ela quando eu for ao Rio. O amor do coração de uma mãe por seu filho é algo valoroso.”
O tom condescendente e afável do ministro – numa espécie de gerenciamento de crise – não foi espontâneo. Sua resposta foi motivada pela dura carta aberta que Lucinha divulgou nesta segunda-feira (4), no site da Sociedade Viva Cazuza, para dizer que a menção de Vélez ao seu filho não era verdadeira. Na realidade, a versão original da frase – “liberdade é passar a mão na bunda do guarda” – é de autoria desconhecida e ganhou popularidade na década de 1980, com os humoristas do “Casseta & Planeta”.
“Caro Sr. Ricardo Vélez Rodruguez, Ministro da Educação, se meu filho estivesse vivo tenho a certeza de que pediria piedade, mas como não sou ele e minha idade suprimiu os panos quentes, considero inadmissível uma pessoa ocupando o cargo que ocupa não ter a preocupação de citar uma pessoa pública sem compromisso com a verdade”, disparou Lucinha. “Gostaria de deixar aberta a possibilidade de se retratar publicamente para que não seja necessário ter que tomar providências jurídicas”, concluiu Lucinha, emparedando o ministro.
Depois da morte de Cazuza, de complicações da Aids, em 1990, Lucinha fundou e passou a presidir a Sociedade Viva Cazuza, que ampara crianças, jovens e adultos soropositivos. Seu filho foi uma das primeiras pessoas públicas no Brasil a assumir a condição de HIV positivo – “o que possibilitou a luta pelo acesso universal ao tratamento, o que fez do Brasil um país reconhecido mundialmente pelo programa de Aids”. Por tudo isso, a “fake news” de um ministro causa ainda mais indignação.

Preconceitos

A frase falsamente atribuída a Cazuza foi citada por Vélez numa das respostas de sua polêmica e preconceituosa entrevista à seção “Páginas Amarelas”, da revista Veja. Ao ser questionado sobre se liberdade não incluiria ensinar marxismo, fascismo e liberalismo, Vélez se enrolou na resposta, defendeu restrições à liberdade e mentiu sobre Cazuza.
“Liberdade não é fazer o que você deseja. Liberdade é agir, fazer escolhas dentro dos limites da lei e da moralidade. Fazer o que dá vontade não é ser livre. Isso é libertinagem. No Brasil, por força de ciclos autoritários, temos uma visão enviesada da liberdade. Liberdade não é o que pregava Cazuza, que dizia que liberdade é passar a mão no guarda. Não! Isso é desrespeito à autoridade, vai para o xilindró”, declarou o ministro
O caso gerou repercussão. Vélez recebeu críticas, por exemplo, de Fernando Haddad (PT), candidato à presidência nas eleições 2018 e ministro da Educação nos governos Lula e Dilma: “Ignorância: ministro da Educação de Bolsonaro atribui a Cazuza frase que ele nunca disse e Lucinha Araújo, mãe do compositor, pede respeito à sua memória”.
Na mesma entrevista, o ministro – que é colombiano – classificou o brasileiro como um “canibal viajando”, que rouba coisas de hotéis e aviões. Sobre essa declaração o ministro não pediu desculpas.
Ontem, depois da retratação perante Lucinha, Vélez lançou outra estratégia para minimizar a humilhação. Numa rede social, ele sustentou que a mídia descontextualiza suas declarações. “Até mesmo um equívoco simples e bobo, como uma citação errônea, transforma-se em ato político”, escreveu, omitindo que poderia ser enquadrado em crime de injúria e difamação pela “fake news”.
Vale lembrar que sua gestão á frente do MEC já é marcada pela falta de preocupação com experiência e profissionalismo. Dos seis secretários escolhidos por Vélez, três são ex-alunos seus sem nenhuma experiência em gestão educacional. A única diretriz anunciada pelo governo Bolsonaro na área de educação é um foco em alfabetização, mas sem detalhes do que será feito.

Leia a íntegra da carta de Lucinha Araújo:

Caro Sr. Ricardo Vélez Rodriguez, Ministro da Educação, se meu filho estivesse vivo tenho a certeza de que pediria piedade, mas como não sou ele e minha idade suprimiu os panos quentes, considero inadmissível uma pessoa ocupando o cargo que ocupa não ter a preocupação de citar uma pessoa pública sem compromisso com a verdade.
Não venho a público para discussão política, nesse momento, por mais que os discursos retrógrados, que agridem a liberdade individual dos cidadãos brasileiros em suas escolhas pessoais vão contra a todos os princípios pelos quais trabalho à frente da Viva Cazuza há 28 anos.
Cazuza foi um artista que deixou um legado através de sua obra, e isso não é a mãe do artista quem está dizendo, mas sim pela importância de sua obra, do número de novos artistas que a regravam, do quanto é tocado nos rádios, do quanto é baixado nos streamings, mesmo depois de 28 anos longe de nós. Se achar que é pouco, gostaria de lembrar que Cazuza foi a primeira pessoa pública no Brasil a assumir sua condição de HIV positivo, o que possibilitou a luta pelo acesso universal do tratamento, o que fez do Brasil um país reconhecido mundialmente pelo programa de Aids e posteriormente imitado por outros tantos. 
Posso vislumbrar que não seja prioridade do atual governo programas sociais que visem a igualdade de direitos, respeito as minorias, educação e saneamento básico como prioridades, mas respeito a democracia que elegeu o atual presidente e que lhe nomeou. Mas, não posso deixar que declarações levianas coloquem na boca de Cazuza o que ele nunca disse. Gostaria de deixar aberta a possibilidade de se retratar publicamente para que não seja necessário ter que tomar providencias jurídicas.
Atenciosamente,
Lucinha Araújo
Da Redação, com agências

Movimentos populares se articulam para alterar MPs de Bolsonaro no Congresso

Cerca de 2 mil comunidades que têm processo de regularização fundiária em aberto no Incra podem ser prejudicadas pela MP 870. Foto: Agência Brasil
Quilombolas criticam titulação de terras em mãos do Ministério da Agricultura e pedem retorno da função para o Incra.
do Brasil de Fato
Movimentos populares se articulam para alterar MPs de Bolsonaro no Congresso
Cristiane Sampaio, do Brasil de Fato | Brasília (DF)
Quilombolas criticam titulação de terras em mãos do Ministério da Agricultura e pedem retorno da função para o Incra
Representantes de comunidades quilombolas têm se articulado junto a parlamentares do Congresso Nacional para tentar alterar trechos da Medida Provisória (MP) 870, editada por Jair Bolsonaro (PSL) após a posse presidencial.
Ao reformular a estrutura administrativa do Poder Executivo federal e reduzir de 29 para 22 o número total de ministérios, a MP também realizou uma redistribuição de competências que atingiu interesses sociais e populares.
Uma delas diz respeito à titulação de terras quilombolas, que era de competência do Incra – vinculado, durante o governo de Michel Temer (MDB), à Casa Civil – e agora fica a cargo do Ministério da Agricultura (Mapa), tradicionalmente operado sob a influência da bancada ruralista.
Os quilombolas questionam a retirada da competência do Incra, destacando que o processo de regularização fundiária dessas comunidades inclui responsabilidades que fogem do escopo do Mapa, como é o caso das questões socioculturais e antropológicas.
Por conta disso, a Confederação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) se articula para pressionar os parlamentares a aprovarem uma emenda que devolva essa competência para o Incra. No vocabulário legislativo, as emendas são os meios pelos quais os deputados e senadores propõem alterações no texto das medidas em tramitação.
A socióloga Givânia Silva, integrante da coordenação nacional da Conaq, afirma que o receio das comunidades é que haja um definitivo sufocamento da política de titulações, que vive um processo de desaceleração desde os últimos anos.
Ela destaca que a mudança para o Mapa poderá comprometer ainda mais a situação das cerca de 2 mil comunidades que têm processo de regularização aberto junto ao Incra. A dirigente acrescenta que a interrupção da política afetaria o cumprimento do artigo 68 da Constituição Federal, que obriga o Estado brasileiro a reconhecer os territórios remanescentes de quilombos e titular definitivamente as comunidades.
Como as MPs só podem ser alteradas via emendas, os quilombolas tentam essa via de resistência num cenário legislativo dominado por parlamentares ruralistas.
“Estamos diante de um parlamento bastante complexo, senão muito difícil, mas nós iremos continuar no debate e pressionando pra que eles compreendam que, ao sumir com essa estrutura ou colocar ela de qualquer jeito [no Mapa], o que se está fazendo não é outra coisa senão negando a Constituição”, afirma Givânia Silva.
Consea
Outra mudança trazida pela MP 870 que já é alvo de articulações entre parlamentares e segmentos populares para apresentação de emenda diz respeito à extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).
Composto por representantes da sociedade civil e do poder público, o órgão exercia o controle social na formulação e na avaliação de políticas públicas relacionadas ao tema, sendo vinculado à Presidência da República.
Agora, atores envolvidos no assunto tentam reativá-lo e defendem que ele seja alocado no Ministério da Cidadania.
“É a brecha que a gente encontrou na própria medida provisória, que diz que o gestor da política nacional de segurança alimentar e nutricional agora é o Ministério da Cidadania, mas o mais importante, neste momento, é conseguir a volta do Consea. Com a extinção dele, o sistema ficou todo desestruturado”, destaca a ex-secretária-executiva do órgão, Marília Leão, acrescentando que o Consea dava as diretrizes para conselhos locais e regionais que atuam dentro da mesma pauta de segurança alimentar.
A extinção do órgão vem sendo alvo de críticas desde o início do ano e será pauta de uma mobilização popular nacional agendada para o próximo dia 27.
Para o deputado Nilto Tatto (PT-SP), coordenador do Núcleo Agrário do Partido dos Trabalhadores e um dos interlocutores do campo popular dentro do Poder Legislativo, a alteração da MP 870 exige um diálogo amplo, que alcance diferentes setores.
“Acredito que, se a gente fizer um trabalho articulado entre os parlamentares do bloco de oposição no Congresso e as entidades do campo e demais movimentos sociais, é possível sensibilizar outros setores da sociedade pra serem parceiros e, assim, conseguirmos influenciar outros parlamentares pra gente derrotar o governo nessa iniciativa”.
Outras MPs
Além da MP 870, o Congresso Nacional tem, neste começo do ano legislativo, uma fila de mais 21 medidas provisórias aguardando análise. Dessas, 20 são do governo de Michel Temer (MDB) e uma do governo Bolsonaro, a MP 871, que é considerada uma introdução para a reforma da Previdência e atinge trabalhadores rurais.
Entre as demais, estão, por exemplo, as MPs 855 e 856, que dizem respeito à privatização de empresas ligadas à Eletrobras; a MP 863, que permite até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras; e a MP 864, que autoriza a União a transferir um montante de R$ 225,7 milhões para Roraima, para que o dinheiro seja aplicado na intervenção federal que vigora no estado desde dezembro do ano passado.
Edição: Mauro Ramos
Fonte: https://jornalggn.com.br

PRESIDENTE DO CPC/RN ENTREGA DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO GERENTE DO ESCRITÓRIO SEBRAE DE NOVA CRUZ/RN

Momento em que Eduardo Vasconcelos entrega o DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO DO CPC/RN AO JOVEM PROFISSIONAL, LEONEL PONTES    , Gerente do Escritório do SEBRAE - NOVA CRUZ/RN, ladeados por parte de seus grande profissionais
SEBRAE-Nova Cruz/RN profissionalismo acima de tudo!

Hoje (7), o presidente do CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos entregou o Diploma de HONRA AO MÉRITO DO CPC/RN ao jovem e talentoso, Gerente do Escritório do SEBRAE em Nova Cruz/RN, LEONEL PONTES pelos relevantes serviços prestados ao município de Nova Cruz e os constantes apoios as ações do CPC/RN.

Para o presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos o CPC/RN homenagear um jovem talentoso e que se dedica ao desenvolvimento de Nova Cruz, cidade que adotou como sua segunda casa não podia ficar de fora das homenagens, que anualmente o CPC/RN promove valorizando aqueles que luta por uma sociedade mais justa, fraterna, com inovações e defesa dos comerciantes, lojistas, investidores e também pelo desenvolvimento educacional e cultural de Nova Cruz e região.  

São várias ações em parcerias com as prefeituras da região e do Litoral Sul Potiguar.

Seu espírito inovador chega em boa hora, pois nossa cidade precisa de jovens com garra, determinação e foco nos avanços do Empreendedorismo Criativo, trazendo assim os avanços no comércio local.  E por último um grande incentivador da CULTURA POTIGUAR, concluiu, Eduardo Vasconcelos.

Leonel Pontes, agradeceu em nome de toda sua equipe a homenagem o qual dividiu com seus colegas de trabalho e prometeu avançar ainda mais para que juntos possamos avançar mais no mercado de trabalho e tendo também como foco apoiar a cultura na região, que também alavanca o desenvolvimento de uma cidade, de uma região. 

Seja um doador! Milhões de pessoas atingidas pelas guerras em várias regiões da África e do mundo precisam da nossa ajuda.

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O Comitê Internacional da Cruz Vermelho - BR (CICV) desenvolve um valiosismo e um grande trabalho solidário com os nossos irmãos o - POVO AFRICANO! Mas é de fundamental importância que o POVO BRASILEIRO ajude de forma SOLIDÁRIO as Campanhas desenvolvidas diariamente pela CICV , mas é precismo ajudar de forma que esteja ao nosso alcance, seja em valor financeiro ou doações de alimentos, roupas, remédios, entre outras coisas.

Para nós do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, achamos que não só um caso de solidariedade e sim um caso de humanidade, amor ao próximo e respeito a vida humana!

Portanto apelamos para os nossos admiradores e leitores que ajude a CICV, entrando em contato com os organizadores/responsáveis aqui no Brasil: Clic no link:  Comitê Internacional | Cruz Vermelha | cicv.org.br‎
Vossa ajuda ajudará a salvar vidas, PENSE NISSO!!!

Eduardo Vasconcelos - Presidente do CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN

Obrigado por demonstrar interesse pelo nosso trabalho!
O seu apoio é muito importante para proteger a dignidade e salvar vidas nos mais de 80 países em que atuamos.

Somos uma organização independente e imparcial que leva assistência humanitária há mais de 150 anos. 
SEJA UM DOADOR e ajude-nos a alcançar quem precisa de nós! 

Fonte> COMITÊ INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA - BRA