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FINAL - FOTO HISTÓRICA  - GRUPO DE CAPOEIRA CORDÃO DE OURO MOMENTO DO "ESQUENTE"  MOMENTOS DECISIVOS - MUITA CONCENTRAÇ...

sábado, 5 de outubro de 2019

Destaque - Livro de autor potiguar está entre os mais vendidos em sua categoria na Amazon

Mensagem do seu livro é clara e direta: “Consultórios de médicos e psicólogos estão repletos de pessoas boas vítimas de pessoas más”.
 Fonte: https://agorarn.com.br  
Mendonça, que é potiguar, discorre sobre relações capazes de prejudicar, ao ponto de despersonalizar a vida da vítima do que ele chama de 'Narcisista Maligno'.
O livro “Guia de Sobrevivência Para Vítimas de Narcisistas Malignos”, do médico neurocirurgião Kurt Mendonça, chegou nesta semana às primeiras posições entre os mais vendidos na Amazon, em apenas dez dias a partir de seu lançamento.
Através de uma leitura atraente, onde logo é estabelecida uma empatia entre as ideias do autor e as vivências do leitor, Mendonça, que é potiguar, discorre sobre relações capazes de prejudicar, ao ponto de despersonalizar a vida da vítima do que ele chama de “Narcisista Maligno” (Narc).
“O Narc intimida. Ele simula uma personalidade afável em seus relacionamentos, mas também não demora para exibir sua face perversa. Quando a relação está praticamente perdida, ele engata um processo de vitimização e diz que o culpado por tudo foi você”, diz o autor.
Para reconhecer os sinais de alerta nos relacionamentos desse tipo, o guia de Kurt Mendonça cai como uma luva, ajudando pessoas que vivem um inferno na Terra a se libertarem desse drama.
A mensagem do seu livro é clara e direta: “Consultórios de médicos e psicólogos estão repletos de pessoas boas vítimas de pessoas más”. observa o médico.
O livro digital chegou ao primeiro lugar na categoria “Abuso Sexual, Saúde, Boa Forma e Dieta”, na Amazon. Além de terceiro em “Relacionamentos Disfuncionais, Paternidade e Relacionamentos”.
Acesse o livro pelo link abaixo:

Ações - Beco da lama e centro histórico ganham projetos culturais pela prefeitura

Seleção Artística para auxílio financeiro incentiva iniciativas artísticas e culturais para compor a programação dos eventos do Centro Histórico de Natal.
Numa ação inédita na história da cultura potiguar, a Prefeitura do Natal está incentivando dezenas de projetos que irão compor a grade de programação do Centro Histórico de Natal, com destaque para o revigorado Beco da Lama. O resultado da Seleção Púbica nº 014/2019 revela o novo momento que irá viver um dos sítios culturais e históricos mais emblemáticos da capital potiguar.
A Seleção Artística para auxílio financeiro incentiva iniciativas artísticas e culturais para compor a programação dos eventos do Centro Histórico de Natal. Projetos de samba, choro, artes plásticas, cultura popular, dança, tributos, homenagens e tradições que vão do coco ao choro, estarão na pauta semanal do Beco da Lama e adjacências nos próximos dias.
A Comissão de Seleção Artística analisou 71 (setenta e um) projetos apresentados entre as diversas categorias e selecionou 23.
Na categoria A, para a realização de eventos de uma edição, foram selecionados 13 projetos: “Melé 100 anos”, “Brega no Beco”, “Exit”, “Preveillon”; “Sancho no Beco”; “Entre o Sonho e o Som de Belchior”; “RN Autoral Canta Sambas e Choros”; “30 anos sem Raul Seixas”; “Jackson do Pandeiro é 100”; “Minicurso Estéticas e Escutas Periféricas”; “Incubus”, “Tributo a Gal Costa” e “Coco no Pé-Bate Palma que a gente Resolve”.
Para a categoria B (eventos com 4 realizações) foram selecionados 4 projetos: “Show Sacrário com Valéria Oliveira”, “Boi de Reis do Bom Pastor”; “Curta na Praça” e “Ser Tão Potiguar”.
Na categoria C – eventos com 8 realizações – foram selecionados quatro projetos: “Estação do Cordel Vai a Praça”, “Hoje tem Samba no Beco”, “O Galo da Praça” e “Saraus Insurgências Poéticas”.
Na Categoria D (eventos com 10 realizações), foram selecionados dois projetos: “Samba que te Quero Samba” e “Cidade Música”.
“Com este leque de projetos de reconhecidos fazedores de cultura da cidade o Centro Histórico passa a viver um momento inédito. Faz parte do trabalho de revitalização planejado pelo prefeito Álvaro Dias e que contempla desde o novo Beco da Lama e agora ações permanentes que irão promover a economia criativa, o turismo, a cultura e o lazer de qualidade”, comenta o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão.
O resultado completo da Seleção Pública pode ser baixado no www.natal.rn.gv.br e www.blogdafuncarte.com.br
Nos próximos dias a Prefeitura do Natal vai divulgar o calendário de projetos, com data, hora e local e tudo formatado para os natalenses e turistas.
Fonte: https://agorarn.com.br  em,  05/06/2019

FOLCLORE DO RIO GRANDE DO NORTE: CONHEÇA ALGUMAS LENDAS E MITOS!

As lendas locais, por mais fantasiosas que possam ser, são espalhadas pela população e conseguem colocar medo em muita gente. Verdade ou mentira, essas histórias fazem parte da cultura de um povo e o folclore do Rio Grande do Norte, por exemplo, já foi assunto principal das rodas de conversa da capital potiguar.
Não é para menos: quem não acha curiosa a história de duas cobras que procuravam uma igreja para serem batizadas? Qual criança nunca teve medo do que foi contado pelos mais antigos sobre a mulher papa-figo? Ou, pelo menos, quem não tem interesse em saber como esse folclore foi construído e espalhado entre a população?
Então, se você faz parte das pessoas que querem aprender mais sobre a cultura de um local, continue a leitura e conheça algumas lendas e mitos sobre o folclore do Rio Grande do Norte!

Maníaco da Seringa

Não é de hoje que as fake news surgiram e atormentam a sociedade com seus relatos. Em Natal, houve boatos de que algum maníaco atacava pessoas aleatórias na rua com uma seringa. O medo era tão grande que os pais iam buscar os filhos nas escolas só de ouvirem que o criminoso estava pelas redondezas.
Felizmente, nunca houve evidência de que essa pessoa realmente existiu no RN. No entanto, em outros estados do Brasil, aparentemente alguém se inspirou nessa história e tornou a lenda real: no Ceará, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo houve casos de homens que furaram mulheres com seringas. Para sorte de todos, ninguém foi contaminado pelo vírus da AIDS.

Viúva Machado

Nos anos 20, o machismo era bem mais forte na sociedade e a mulher era vista como útil apenas para servir ao esposo. Dentro desse contexto, Manoel Machado, o homem mais rico de Natal na época, faleceu e deixou todos os seus bens para a sua esposa, Amélia Machado.
Como não tinha filhos e era bastante reservada, principalmente entre a elite daquele período começou a se espalhar que aquela mulher tinha uma doença séria que só seria curada se comesse fígados de crianças.
O temor da população natalense foi tão grande que muitos evitavam passar próximo a sua residência e, em alguns casos, agrediram-na verbalmente. Assim, ela precisou desmentir essa história publicamente na imprensa.

Fantasma do Lampião no Memorial da Resistência

Histórias com fantasmas costumam ser clássicas, assim como foi a figura do cangaceiro Lampião. A junção desses dois fatores criou um boato em torno do Memorial da Resistência de Mossoró, criado para celebrar a dureza dessa população aos ataques de Lampião e seu bando, em 1927.
A história diz que o cangaceiro nunca se esqueceu dessa derrota e esporadicamente retorna à cidade, junto com seus companheiros, para assombrar o Memorial. Há alguns relatos que afirmam terem visto vultos dos fantasmas dessas pessoas nas imediações do local.

Lenda da coruja da Igreja Matriz

Reza a lenda que quando a coruja rasga mortalha (apelido que expressa o temor popular de quem escuta seu som) aparece no céu do centro da cidade com seu canto alto, na casa que ela sobrevoar enquanto canta haverá morte. Antes disso, ela fica durante o dia na igreja Matriz. Para se proteger desse mau agouro a população se benze e faz gestos como o de figa.
Percebeu como o folclore do Rio Grande do Norte tem muitas histórias? O estado ainda é bastante rico em outros segmentos como a dança e música. Então, não deixe de conhecer a cultura potiguar caso tenha ficado com medo de alguma dessas lendas!
E aí, gostou das histórias? Aproveite para conhecer também quais são as danças tradicionais do Rio Grande do Norte!
Fonte: blog.forrocomturista.com.b

ARTE E CULTURA - DICIONÁRIO POTIGUAR: 10 EXPRESSÕES POPULARES DO RIO GRANDE DO NORTE

cordel é uma das principais expressões do vocabulário nordestino e também tem muitas expressões do rio grande do norte
4 minutos para ler
Que Natal é uma cidade cheia de encantos, com belas praias, dunas incríveis e uma rica vida cultural, você já deve saber. Mas se está de malas prontas para conhecer a capital potiguar, precisa descobrir também quais são as mais populares expressões do Rio Grande do Norte.
Os natalenses têm um jeitinho todo próprio de falar. Para você não ficar confuso quando chegar à cidade, nós selecionamos 10 expressões e montamos um minidicionário. Pia!

1. Boy

Nas ruas de Natal, a forma mais comum de tratamento é “boy”. Não importa se você é homem ou mulher, na cidade, será chamado assim, já que, para essa expressão, não há distinção de gênero.
No diminutivo, no entanto, a gíria ganha variações, e mulheres passam a ser “boyzinhas”, e homens, “boyzinhos”.

2. Resenha

Quando voltar de viagem, você poderá ter uma “resenha” com seus amigos ou sua família sobre as férias. Uma das mais típicas expressões natalenses, resenha significa conversar, dizer uma fofoca, contar uma novidade ou falar algo engraçado.
Outra gíria de significado similar a esse é “rasga aí”, que quer dizer “contar tudo”.

3. Galado

Essa é uma das expressões mais versáteis do vocabulário do povo potiguar! Usada como adjetivo, “galado” pode significar tanto “gente boa”, “divertido”, “amigo” como também uma pessoa “sacana” ou “aproveitadora” — tudo dependerá do contexto.

4. Tampa

Se, quando estiver em Natal, alguém chamá-lo de “tampa”, agradeça! Nas expressões do Rio Grande do Norte, esse vocábulo qualifica alguém inteligente ou que é expert no que faz. Mesmo que pareça estranho a princípio, é um belo elogio, certo?

5. Moído

Caso na ida ou na volta das férias você enfrente alguma situação complicada, como um mal-entendido ou uma briga durante o voo, poderá dizer que “o moído foi grande na sua viagem”. Pode ser também que você precise pedir para alguém “deixar de moído”, ou seja, parar de criar caso à toa.

6. Pirangueiro

Na hora de comprar suvenires da sua viagem ao Rio Grande do Norte, cuidado para não ser um pirangueiro! Como adjetivo, a expressão qualifica alguém que pede muito desconto ou tenta comprar fiado. No entanto, ela também pode ser usada como verbo, para dizer que alguém está “pirangando” ou “gosta de pirangar”.

7. Vou chegar

Esqueça tudo o que você sabe sobre expressões que indicam chegada e partida de um lugar enquanto estiver em Natal. Aqui, quando alguém diz “vou chegar” quer dizer, na verdade, que está indo embora. “Vou chegar porque tenho que arrumar as malas ainda antes de viajar”, por exemplo.

8. Tem pareia não

Conheceu praias incríveis, de beleza fora do comum, ou provou um prato típico de sabor muito bom, sem igual? Então você pode dizer que essa praia e essa comida “têm pareia não”, expressão muito popular entre os natalenses.

9. De rocha

O Rio Grande do Norte é um estado cheio de belezas naturais, e Natal, uma cidade com atrações turísticas para todos os gostos. Se você concorda com essas afirmações, pode dizer “de rocha”, expressão potiguar que significar estar de acordo com o que foi dito.

10. Grea

Se você se divertiu com as expressões listadas até agora, então é porque esta seleção está uma grea! Sinônimo de engraçado, a gíria pode ser usada como adjetivo, mas também pode ser conjugada como um verbo. Assim, você pode dizer que se greou muito durante sua estada em Natal.
Então, gostou do nosso minidicionário de expressões do Rio Grande do Norte? Conte-nos qual dos vocábulos achou mais interessante e, se conhece outras gírias que poderiam compor a lista, compartilhe-as com a gente nos comentários!

O TEATRO DE LULA É UM ESPETÁCULO

ARTIGO
ALEXANDRE SANTOS DE MORAES, professor do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense 
Na última semana, o promotor Deltan Dallagnol defendeu que Lula cumprisse o restante da pena em regime semiaberto. Reunido com advogados e companheiros de partido, o ex-presidente recusou o pedido de progressão de pena. Em carta, repetiu a frase que já se tornou célebre: “Não troco minha dignidade pela minha liberdade”. Tem início um debate que envolve não apenas as mixórdias da jurisdição, mas reflexões que o caráter excepcional da recusa provocam. A liberdade é um direito que pode ser livremente recusado por quem dela se beneficiaria ou um dever que, na contramão da própria noção de liberdade, deve ser exercido a despeito da vontade?
Não é um tema novo na Filosofia, mas raras são as oportunidades em que essas reflexões se materializam na vida comum. De todo modo, a decisão inusual de Lula abriu espaço para discussões políticas. Pelas redes sociais, vi pessoas da direita fascista e da esquerda cirista acusarem-no de “estar fazendo teatrinho”. No primeiro momento, achei uma crítica rasa e medíocre, mas agora decidi acolher a metáfora.
A peça está aberta. Muitos aguardam e lutam pelo final que gostariam de assistir. A plateia está exultante, como Brecht gostaria de ver: à direita do palco, aqueles que defendem o encarceramento perpétuo; à esquerda, os que gritam pela libertação apoteótica. Essa divisão também parece envolver a disputa pelo protagonismo e antagonismo.
Alguns querem que Deltan Dallagnol seja o personagem principal. Eles defendem o menino cristão de Curitiba, de face rosada, que viveu seus melhores anos trancado no quarto estudando para concursos públicos e que da vida não conhece nada. Outros defendem o protagonismo de Lula, o imigrante nordestino que conheceu o amargo da vida, que lutou pela via sindical, fundou o maior partido de esquerda da América Latina, foi o presidente mais bem avaliado da História e se tornou vítima de uma tenebrosa farsa judicialesca.
Seria uma competição muito naturalmente injusta, mas o cenário dessa tragédia política não foi o palanque em que Lula sempre atuou, mas os tribunais nos quais Dallagnol passou parte da vida adulta ensaiando. O ex-presidente sabia que a disputa seria difícil, mas resolveu bancar essa peça que começou há mais de 500 dias.
Primeiro Ato. É exarada a condenação de Lula. Tem início a ilusão dramática e o público se vê diante do impasse: ele se entregará ou fará a opção pelo exílio? É bem provável que muitas pessoas próximas a Lula tenham recomendado a fuga, mas isso, de alguma forma, encerraria o espetáculo. Distante do palco, não teria como atuar e disputar as flores ao final da peça.
Lula decide se entregar, mas não sem preparar uma cena monumental: monta um palco em São Bernardo do Campo, no Sindicato dos Metalúrgicos, e faz um discurso inflamado. Era uma missa ecumênica. No palco, aliás, além dos políticos, muitos artistas famosos fizeram fala. As músicas foram escolhidas a dedo pelo próprio Lula. Seu monólogo foi particularmente inspirado e levou a plateia ao delírio. Não faltou quem colocasse o próprio corpo entre ele e a Polícia Federal. As câmeras da televisão transmitiam do alto de prédios ou helicópteros. Após muita resistência, e fora do prazo legal estabelecido, Lula consegue se entregar e vai pra Curitiba. Ele controlou o tempo.
Segundo ato. Começam as entrevistas. Alguns coadjuvantes, como a juíza federal Carolina Lebbos, tentam impedir que Lula permaneça em cena. A decisão é por censurar sua fala. Não tarda, porém, para que as movimentações políticas denunciem o regime de excepcionalidade jurídica. Esse não era o roteiro que o Judiciário esperava, mas são obrigados a ceder. Ainda que fora do cenário que gosta de atuar e sem a presença do povo que nunca cansou de aplaudi-lo, Lula começa a falar para a imprensa. Tentaram ganhar protagonismo isolando o competidor, mas ele voltou à cena em excelente forma física e com figurino impecável. Suas falas permanecem pontuais e envolventes, resultado da experiência que acumulou nos palcos da política. Os debates continuam e Deltan Dallagnol sabe que um power point não será mais suficiente para que os holofotes o iluminem.
Terceiro Ato. Tem início a “Vaza Jato”. A série de reportagens que começaram com o The Intercept Brasil renovaram a disputa cênica. Deltan Dallagnol e Sérgio Moro (não podemos esquecê-lo!) tentam ficar na ribalta, escondidos. O primeiro foge feito galinha dos convites feitos pelo Congresso Nacional; o segundo, que não pode fugir, pois se assumiu político, vai e não diz nada. Suas falas são monótonas, pouco criativas, sem emoção. Não encantam ninguém. Mais do que isso, o enredo da tragédia começa a se desenhar tal como Lula, desde o início de preparação do espetáculo, previa.
Estava claro que o núcleo da narrativa era o uso político do sistema de Justiça. O Ministério Público, como se sabe, só tinha convicções; agora, há provas que mostram que o único que conhecia o enredo era exatamente quem tentaram fazer de algoz. Só por isso é que as matérias da imprensa não funcionaram como um deus ex-machina, aquela solução abrupta celebrizada no teatro clássico de Eurípides. De alguma forma, Lula deu um spoiler, quase como um oráculo, e fez com que a tragédia toda se desenrolasse como também os gregos faziam muito bem: antecipando o final e atribuindo os rumos à Moira, ou seja, ao Destino.
Quarto Ato. Deltan pede a Liberdade de Lula. Percebendo que o enredo caminha para um desfecho trágico, o ator faz uma tentativa desesperada de controlar os rumos da peça. Acuado, tenta decidir como será a vida de seu adversário, como se fosse ele a controlar um títere para manter-se no centro do palco. Acontece que Lula inverte o jogo e assume os pauzinhos da marionete, deixando Dallagnol envolvido pelos movimentos que ele próprio faz. Lula recusa a liberdade (quem recusaria?) para aumentar a tensão dramática e inverter o foco da ação. Tem início a disputa, a contenda, o agón: de um lado, aquele que encarcerou lutando pela liberdade do condenado para conseguir protagonismo; do outro, o encarcerado recusando a liberdade para constranger o carrasco. Cria-se uma abertura no drama. Não há solução fácil.
O Brasil e o mundo aguardam os próximos atos. Dallagnol tentou ser o ator principal de uma tragédia que ele próprio se propôs a dirigir. O problema é que, como dizia o saudoso Antônio Abujamra, “há uma zona negra no palco que é do ator e que o diretor não entra”. O cenário burlesco foi montado por eles para ser hostil a Lula, mas ainda que os elementos cênicos envolvam as características de um tribunal, o conteúdo da peça é político, e disso o rapazote de Curitiba, com sua pele lisa e rosada, não entende absolutamente nada. Quem sabe mesmo é o barbudo nordestino, que se sente confortável nesse palco. Agora, os procuradores se tornaram reféns do processo penal do espetáculo que eles mesmos criaram.
No início, poderíamos pensar que tudo isso seria um típico teatro do absurdo, que deixaria Beckett e Ionesco morrendo de inveja, mas Lula fez virar uma comédia de vaudeville, fazendo os procuradores de palhaços que caem, rolam e gritam numa tentativa miserável por algum riso da plateia. Os bastidores são terríveis e cada ato aumenta nossa angústia, mas a estética teatral é espetacular. Não há Shakespeare nesse mundo que produzisse obra de tamanha grandeza, e o final só pode ser um: Lula Livre!

Turismo em Paranaguá

Muitas atrações podem ser visitadas em Paranaguá, cidade considerada o berço da civilização paranaense. Grande Mar Redondo, na língua tupi-guarani, como os índios denominavam Pernaguá, Parnaguá ou Paranaguá. O patrimônio histórico-cultural e as belezas naturais da cidade encantam os turistas e são orgulho dos moradores.
O casario, as ladeiras e as igrejas compõem um dos mais belos conjuntos arquitetônicos do Estado. Os visitantes podem conhecer a Fonte da Camboa ou Fontinha , o Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio e as antigas edificações da Rua da Praia. Paranaguá abriga diversos monumentos tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná e Nacional, além do Porto D. Pedro II, um dos mais importantes da Costa Brasileira.
Uma baía de beleza estupenda, com verdadeiros tesouros ambientais em cada uma de suas ilhas como a da Cotinga e dos Valadares. Mas o grande destaque é a Ilha do Mel, um dos principais destinos do Paraná. A Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres e o imponente Farol das Conchas, convivem harmonicamente com a Gruta das Encantadas, as belas praias, lendas e histórias fantásticas.
As manifestações culturais completam os atrativos do município, sendo elas o Fandango, dança típica de Paranaguá, e o Barreado, prato típico do litoral paranaense, o seu nome originou-se da expressão “barrear” a panela com um pirão de cinza ou farinha de mandioca para vedar o vapor em seu interior.
Mesmo distante a 90 quilômetros de Curitiba, um dia lindo em pleno feriado fez a gente decidir almoçar em um lugar diferente e até então desconhecido a nós. Paranaguá e que ali pode encontrar construções históricas e casarios, chamariz para que gostam de fotografar essa atmosfera. Também  comer um bom peixe.
Casarios da Rua da Praia
Sobre Paranaguá
O movimento de ocupação de Paranaguá se iniciou por volta de 1550 na Ilha da Cotinga, onde ainda vivem índios carijós e onde se estabeleceram os primeiros colonizadores chegados de São Paulo, além de ser ponto de referência na investigação e busca pelo ouro. Aos poucos e conforme necessidade, esses povos foram se expandindo para áreas mais apropriadas para estabelecimento e exploração. Daí surgiram os casarios que estão costeando o Rio Itiberê e registram o início da história do Paraná.

SAMBA DA NEGA – edição outubro

Em Curitiba, uma grande roda de samba é comandada por Janine Mathias, acompanhada por grandes músicos da cidade, que em seu repertório passeia pela história do samba e celebra seus grandes clássicos e mestres, mas também abre espaço para quem segue cantando na atualidade e não deixa o samba morrer.
A festa de samba mais amada da cidade!
Sobre este evento
A majestade, o samba, tem agora um encontro mensal em Curitiba!
Uma festa regada a samba, alegria e celebração.
SAMBA DA NEGA – edição outubro
Onde?
Vasquinho (R. Dr. Roberto Barrozo, 1190 – Bom Retiro) CURITIBA
Quando?
05/10/2019
Que horas?
A casa abre às 21h30 – banda começa às 22h
Quanto?
ingressos antecipados (eventbrite*): R$15
nome na lista: R$25
ingressos na hora: R$30
Atrações?
Show/roda de samba: Janine Mathias, Luis Ivanqui, Jonas Lopes, Léo Fé e Luiz Rolim.
Pista: DJ Eder Ribeiro, seguindo no balanço do samba.
Produção: Gloriosa Produção Cultural
O QUE É?
O Samba da Nega foi idealizado pela cantora Janine Mathias e acontece desde 2014. Agora renovado, volta com a vontade de criar uma agenda permanente de encontro dos amantes do samba na cidade. A festa será no Vasquinho, atual quadra da Escola de Samba Realeza, sempre aos sábados, no início de cada mês
O Samba da Nega é um espaço em que a ancestralidade negra e a história da música brasileira são exaltados. O repertório da festa passeia pela história do samba, em todas suas vertentes: partido alto, samba enredo, gafieira, samba de breque, samba roque, samba canção, samba dolente. Janine Mathias também faz uma grande homenagem às mulheres do gênero, principalmente às mulheres negras, reconhecendo e valorizando aquelas que são referências absolutas – como Dona Ivone Lara, Elza Soares, Clementina de Jesus, Leci Brandão – e celebrando nomes da atualidade – como Mariene de Castro e Teresa Cristina. Além disso, com um olhar global do papel que o samba teve e tem em cada tempo, o público pode esperar por músicas de menestreis como Cartola, Clara Nunes, Zé Keti, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Toninho Geraes e Diogo Nogueira.
Portal Brasil Cultura

SABIAM QUE ONTEM (4) FOI O DIA DE SÃO FRANCISCO? NÃO? ENTÃO LEIAM A MATÉRIA!

São Francisco de Assis se tornou o santo dos Italianos, e aos 24 anos renunciou toda a riqueza para se dedicar a “Senhora Pobreza”.
Partindo em missão de paz em alegria ao Cristo pobre, casto e obediente, São Francisco trabalhava no campo, pregava, visitava e consolava os doentes. Por seu amor aos pássaros e dedicação à natureza também é conhecido como o padroeiro dos animais.
Ordem Franciscana.

A Ordem Franciscana foi criada como uma Ordem de Irmãos, que assumiam a missão de viver e pregar o Evangelho. Não era uma Ordem Clerical (Ordem composta por sacerdotes), como outras que já existiam. O próprio São Francisco de Assis não quis ser sacerdote e os primeiros frades também não tinham esse objetivo.
Desde o início da ordem franciscana, houve o ingresso de alguns sacerdotes já formados, que desejavam ser membros. Algum tempo depois, sobretudo quando Santo Antonio, professor de Teologia, ingressou na Ordem, pois adimirava o exemplo de São Francisco, passou a ensinar Teologia aos frades e alguns deles passaram a se ordenar sacerdotes.
Mais tarde, devido principalmente às necessidades da Igreja, a maioria dos frades passou a se ordenar.Mas até hoje, dentro da ordem Franciscana, convivem como irmãos, em igualdade de condições, frades sacerdotes e não sacerdotes (estes chamados outrora de irmãos leigos, por não serem sacerdotes),cada um exercendo a sua função, mantendo assim vivas os ideais de São Francisco.
Esse é, sem dúvidas, um dos aspectos mais belos da Ordem criada por São Francisco.
As Clarissas Francisco, além de fundar a 1ª Ordem Franciscana (masculina), foi também o fundador da 2ª Ordem Franciscana, conhecida também por Ordem de Santa Clara, abrindo assim a vivência do ideal franciscano para o ramo feminino.

A primeira religiosa franciscana foi a jovem Clara Offreduccio, mais tarde chamada de Santa Clara de Assis, jovem de família nobre e admiradora de São Francisco desde que o conhecera como “Rei da Juventude” pelas ruas e festas de Assis.
Passou a admirar São Francisco mais ainda,quando se tornou um inflamado pregador da alegria e da paz, da pobreza e do amor de Deus, não só através de palavras, mas com o exemplo de sua própria vida.Era isso precisamente o que almejava a jovem Clara. Não estava satisfeita com os esplendores do palácio de sua família, nem com o sonho do futuro enlace principesco ao qual seus pais a estavam encaminhando. Sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização.
O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais.Depois de muitas conversas com São Francisco, aos 18 de março de 1212, (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga,e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam.Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu,sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo.
Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe,Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco.Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja.

Frases de São Francisco de Assis

  • “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”
  • “O que temer? Nada. A quem temer? Ninguém. Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida sem morte.”
  • “Apenas um raio de sol é suficiente para afastar várias sombras.”
  • “Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destruído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.”Oração de São Francisco de Assis.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Amém!