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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Mestre Carlos Cachaça - "Nossa singela homenagem!" - CPC/RN

Carlos Moreira de Castro
 3/8/1902 Rio de Janeiro, RJ
 16/8/1999 Rio de Janeiro, RJ  

Filho de funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil, nasceu no morro da Mangueira, em uma das casas que a companhia alugava para seus funcionários. Seu pai, Carlos, abandonou a família. D. Inês, sua mãe, vendo-se em dificuldade para criar seus seis filhos menores, o entregou ao padrinho, o português Tomás Martins, dono de vários barracos no morro da Mangueira. Logo, o menino passou a fazer cobranças, lidar com recibos e anotações dos aluguéis, substituindo o padrinho analfabeto.

Aos16 anos, atuava como pandeirista no conjunto de Mano Elói (Elói  Antero Dias).
O pseudônimo “Cachaça” surgiu em uma das reuniões na casa do tenente Couto (do Corpo de Bombeiro), na qual estavam presentes três Carlos. Para diferenciá-lo, o anfitrião sugeriu “Cachaça”, bebida preferida do compositor, na época com 17 anos.
Em 1922, conheceu Cartola, com quem mais tarde comporia diversos clássicos.
Fundou, em 1925, juntamente com Cartola, Marcelino José Claudino, Francisco Ribeiro e Saturnino Gonçalves, o Bloco dos Arengueiros, que mais tarde deu origem à Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, da qual também foi um dos fundadores, participando de todas as reuniões preliminares sem, contudo, comparecer à reunião de fundação por estar de serviço.
No ano de 1926, entrou para Estrada de Ferro Central do Brasil, galgando vários cargos, permanecendo até o ano de 1965, quando se aposentou como oficial de administração. Com sua primeira mulher, Maria Aída da Silva, teve três filhos: Luco, José Carlos e Marinês.
Casou-se com Menininha (Clotilde da Silva, falecida em 1983), irmã de Dona Zica, com a qual viveu durante 45 anos.
Foi presidente de honra da Mangueira e da Academia Brasileira da Cachaça, da qual constam apenas 40 membros acadêmicos.
Em 1998, antes de falecer, fez seu último desfile pela Mangueira. Já debilitado em uma cadeira de rodas, presenciou a escola sagrar-se campeã com o enredo “Chico Buarque da Mangueira”, desfilando ao lado do homenageado, que o beijou repetidas vezes.
Co-autor do livro “Fala, Mangueira”, com Marília T. Barboza da Silva e Arthur L. Oliveira Filho em 1980, lançado pela Editora José Olympio. Autor de “Alvorada”, livro de poemas e letras, publicado pela Funarte em 1989, organizado por Marília Trindade Barboza.
Fonte: Brasil Cultura

POLÍTICA CALA A BOCA JÁ MORREU Martinho: Lula não troca ‘dignidade por liberdade’. Chico: e a imprensa?

Martinho da Vila e Chico Buarque de Holanda
Depois de receber em Curitiba a visita de Chico Buarque e Martinho da Vila e receber um exemplar de Lulalivre – Lulalivro, na tarde desta quinta-feira (2), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou o recado de que é “candidatíssimo” na disputa pelo Planalto. Martinho disse que Lula não troca “dignidade por liberdade” e Chico afirmou que a questão é também de liberdade de imprensa. Aproveitou para cutucar a presidenta do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e, mais explicitamente, a juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, responsável por decisões relativas à custódia de Lula.

Chico: “Foi uma bela visita”

Os cantores e compositores não falaram ao sair da Superintendência da Polícia Federal. Um vídeo foi divulgado minutos depois. “Eu achei Lula muito bem disposto, muito firme, decidido a ir até o fim. Com a sensação de injustiça, mas bem humorado, muito bem humorado”, comentou Chico.
Martinho concordou. E disse não ter condições de falar aos manifestantes. “A gente fica muito emocionado. A gente gosta de falar devagar, devagarinho, e hoje não estou conseguindo muito”, afirmou, citando o refrão de uma de suas composições mais conhecidas.
Os dois comentaram a proibição de Lula de dar entrevistas. “O correto seria a imprensa poder falar diretamente com ele, em vez de ele ficar de porta-voz, ou moço de recado”, disse Chico. “A questão não é só a liberdade de Lula, é liberdade de imprensa. Cala a boca já morreu, né?”, acrescentou. “Cala a boca já morreu” foi uma frase dita por Cármen Lúcia quando relatou uma ação que decidiu pela liberação das biografias não autorizadas, em 2015.
Chico lembrou que alguns veículos de comunicação já solicitaram entrevistas, mas esbarraram no veto da juíza de Curitiba. “Tem de insistir. Essa juíza, talvez ela diga não à Globo, talvez ela ceda”, afirmou o compositor, terminando a gravação do vídeo aos risos com o amigo compositor.
Martinho ainda apareceu ao público depois da visita a Lula. Antes de entrar no carro, “convidado” por um segurança, parou diante do cordão que separava os manifestantes da vigília e fez uma saudação com os braços, além do sinal de “L” com o polegar e o indicador da mão direita. “Muita emoção”, disse, longe dos microfones, despedindo-se em seguida. O público ainda cantou o refrão: “É devagar, é devagar, devagarinho”.

Já Chico não foi visto. Na sequência de sua turnê Caravanas, que marca lançamento de novo CD, ele fará shows no Teatro Guaíra, o Guairão, na capital paranaense, de hoje até sábado.

Antes da divulgação do vídeo, a presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), deu rápida entrevista perto dos manifestantes e relatou que o ex-presidente pôde agradecer a Chico e Martinho, “articuladores do show Lula Livre, no Rio de Janeiro, ouvir deles o movimento que os artistas estão fazendo”. O festival foi realizado no último sábado (28), diante do Arcos da Lapa. Ela destacou a amizade “de longa data” entre Lula e os cantores e compositores. “(Lula) pediu para eles dizerem, em alto e bom som, que ele é candidatíssimo.”

Brasil Cultura

PUBLICADA A LEI EST DE RECONHECIMENTO DE UTILIDADE PÚBLICA DO CPC/RN NO DOE/RN

CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN
CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN
Foi publicada no Diário Oficial do Estado do RN (DOE/RN), a Lei de Reconhecimento de Utilidade Pública, Lei nº 10.412 de 2018, Diário Oficial do dia 02 de agosto de 2018.

O projeto foi uma solicitação do CPC/RN ao Deputado Estadual FERNANDO MINEIRO, que de forma rápida se propôs a fazer e encaminhou o projeto ao Plenário da Assembléia Legislativa do Estado, sendo aprovada por UNANIMIDADE pelos pares da casa e em seguida teve os pareceres favoráveis pelas comissões da casa e depois SANCIONADA pelo Governado Robinson Faria.

Agradecemos ao nobre Deputado Fernando Mineiro. Agora é pensarmos no Reconhecimento de Utilidade Pública Nacional. Isso já iremos providenciar.

Esses reconhecimentos servirão para ajudar o CPC/RN a conseguir parcerias e facilitar ou conveniar com órgãos públicos, autarquias, entre outros nos futuros projetos do CPC/RN.