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PRESIDENTE DO CPC/RN REUNIU-SE COM AS/OS CANTORES/AS JULIANA GOMES E DIEGO RAMOS - ASSUNTO: GRAVAÇÃO DE UM FUTURO CD!

Eduardo Vasconcelos - centro, entre os/as cantores/as, Juliana Gomes e Diego Ramos Hoje (17) a tarde no alpendre da Casa de Cultura &...

domingo, 13 de agosto de 2017

Especial #UNE80anos: Marianna Dias conta a história da entidade - por Cristiane Tada.

Entrevista em vídeo conta alguns momentos importantes na trajetória da UNE
São 80 anos de histórias e marcos na vida democrática do Brasil. A União Nacional dos Estudantes celebra seu 80º aniversário neste dia 11 de Agosto, dia do Estudante, com a posse de mais uma gestão.
Em entrevista especial, a estudante de pedagogia Marianna Dias, eleita presidenta da entidade que representa mais de 7 milhões de estudantes, conta um pouco da trajetória da UNE, desde os marcos de sua fundação até os dias de hoje.
A baiana de Feira de Santana foi eleita durante a plenária final do 55º Congresso da UNE, realizado em Belo Horizonte com 3.788 votos (79%) em uma das eleições mais representativas da história da entidade com a presença de 15 mil estudantes de todas as regiões do Brasil.
Sob o seu comando e dos 80 diretores que tomam posse nesta sexta-feira (11)  no Largo São Francisco em São Paulo, a UNE promete defender a Educação Pública Gratuita com unhas e dentes pelos próximos dois anos. 
Assista:

Supremacistas brancos nos EUA deixa ao menos 1 morto e 33 feridos...



Grupos racistas e rivais se enfrentam nas ruas de Charlottesville com socos, chutes e golpes de bastões de pau e ferro; motorista joga carro sobre multidão e pelo menos uma pessoa morreu e outras 33 ficaram feridas neste sábado (12) em um protesto de supremacistas brancos na cidade universitária de Charlottesville, no Estado americano de Virgínia.

Durante o confronto, um homem atropelou um grupo de pessoas que protestava contra a marcha da extrema-direita dos EUA, que é contra negros, imigrantes, gays e judeus. A vítima, que segundo a imprensa norte-americana uma mulher de 32 anos, não teve a identidade divulgada.

-Além disso, dois policiais morreram na queda de um helicóptero perto do local dos confrontos. A informação foi confirmada pelo Departamento de Polícia de Charlottesville.

Se liga: Pouco antes, o governador da Virgínia (EUA), o democrata Terry McAuliffe, havia declarado estado de emergência para “ajudar na resposta do poder público” à onda de violência, que começou na noite de sexta-feira por causa de uma manifestação de militantes nacionalistas e racistas de direita contra a retirada de uma estátua do general Robert E. Lee, líder dos confederados na Guerra Civil americana. Horas depois, um carro atropelou uma multidão que protestava no centro da cidade, deixando vários feridos – o número não foi divulgado.

O presidente Donald Trump em seu pronunciamento disse: “Nós devemos TODOS estar unidos e condenar tudo o que representa o ódio”, escreveu em mensagem no Twitter. “Não há lugar para esse 


tipo de violência na América”, disse.Segundo o site TMZ, o motorista do veículo era James Alex Fields Jr, de 20 anos, natural de Ohio. Ele já foi preso e acusado formalmente de assassinato em segundo grau. O jovem, residente em Maumee (Ohio), está detido na prisão do condado de Albermarle-Charlottesville. O chefe de Polícia da cidade, Al Thomas, afirmou em coletiva de imprensa que o atropelamento foi um ato premeditado.

Fontes no Hospital da Universidade da Virgínia informaram que outras 19 estavam sendo atendidas após terem ficado feridas no atropelamento.



Estudo revela que 50% das vítimas de homicídio nos EUA é negra
De acordo com a ONG, que considera que se trata de um problema com características de “crise nacional”, o foco dos esforços para reduzir os números de homicídios nos Estados Unidos passa por “reduzir o acesso e a exposição às armas de fogo”. O estudo, segundo a VPC, foi elaborado a partir dos dados mais recentes do FBI sobre o tema, contidos no “Relatório Suplementar de Homicídios” até agora não publicado e correspondente ao ano de 2013.

Nesse ano, 6.217 negros foram vítimas de homicídio, o que significa 16,91 para cada 100 mil habitantes, enquanto no caso dos brancos a taxa foi de 2,54 para cada 100 mil. A taxa nacional de homicídios foi em 2013 nos Estados Unidos de 4,27 por 100 mil. A maioria das vítimas é homem (87%) e a idade média é 31 anos.

Para a VPC, esses números mostram a “devastação” que os homicídios estão causando entre os adultos e as crianças negras, uma comunidade à qual pertence 13% da população do país.

Ao todo, 84% dos homicídios de negros que se tem conhecimento foram cometidos com arma de fogo. Em 72% dos casos o autor do crime era alguém conhecido da vítima.

Na metade dos casos contabilizados em 2013 nos quais a vítima era negra houve uma discussão antes. Dos 6.217 negros assassinados em 2013, 140 o FBI classifica como “justificado” pela lei, ou seja, cometido por policiais. A VPC não indica se houve casos “injustificados” nessa mesma categoria e lembra que o FBI prometeu fornecer em 2017 mais dados sobre as mortes de negros provocadas por agentes da lei.
O estado com maior índice de homicídios com vítimas negras em 2013 foi Indiana (34,15 por 
cada 100 mil), seguido do Missouri (30,42) e Michigan (30,34).

“No Brasil é normal ser racista, anormal é lutar contra isso”
O racismo no Brasil é escancarado: O racismo no Brasil pelo olhar de quem vem de fora: documentário Open Arms, Closed Doors aborda o problema do nosso racismo disfarçado.

Discutir o racismo na sociedade brasileira sempre é um assunto controverso. Para início de conversa, uma parcela significativa da nossa população insiste em dizer que este é um problema que não enfrentamos. Somos miscigenados, multirraciais, coloridos. Como um país assim pode ser racista?

Foi essa a pergunta que o angolano Badharó, protagonista do documentário “Open Arms, Closed Doors” (Braços Abertos, Portas Fechadas – vídeo no fim do texto), que dirigimos para a rede de TV Al Jazeera e que será veiculado a partir de hoje em 130 países, se fez quando chegou ao Brasil em 1997 esperando encontrar o Rio de Janeiro que ele via nas novelas.

Badharó é um dos milhares de angolanos que vieram viver no Brasil. Depois de fugir da guerra civil no seu país de origem, escolheu aqui como novo lar – um país sem conflitos, alegre, aberto aos imigrantes e cuja barreira da língua já estava ultrapassada à partida. Foi parar no Complexo da Maré, onde está localizada a maior concentração de angolanos do Rio de Janeiro.

O racismo está desde o genocídio da população negra provado por números, até na ausência dos tons de negro nas maquiagens. Então concordo, sempre que uma pessoa negra é agredida, todos nós 
somos. Entretanto reagíamos a isso de forma distinta. Tem pessoas que perdoam, tem pessoas que fingem que não aconteceu, tem pessoas que ficam deprimidas...

Para quem defende que o Brasil não é um país racista, vale ouvir o que ele, um imigrante negro, tem a dizer sobre a nossa sociedade. Badharó não nasceu aqui, não carrega nossos estigmas, não foi acostumado a viver num lugar em que muitos brancos escondem a bolsa na rua quando passam ao lado de um negro. Depois de 15 anos vivendo numa comunidade carioca, ele tem conhecimento de causa suficiente para afirmar: “O Brasil é um dos países mais racistas do mundo, mas o racismo é velado”. O documentário segue a rotina deste rapper de 35 anos e mostra o dia a dia de quem sofre na pele uma cascata de preconceitos, por ser pobre, negro e imigrante.

Nós negros ainda temos muita dificuldade de agir, porque a lei é falha e engloba atos como esses em injúria e porque nos falta recursos  ou porque fingimos que ele não existe porque ainda aceitamos que
o racismo seja naturalizado acreditando que a problema é o negro e não o racista, só mudando essa lógica que vamos fazendo com que as estruturas não se mantenham intactas.
REBELE-SE CONTRA O RACISMO!
Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte:www.correiodacidade.com.br/https://brasil.elpais.com - fotos internet

História do Dia dos Pais

pai e filho
Atualmente, tal como o dia das mães, o dia dos pais é uma das datas mais prestigiadas no mundo como um todo e no Brasil, em especial. Entretanto, pouco se sabe sobre a origem dessa data.
No Brasil, ela é comemorada no segundo domingo de agosto, mas já foi comemorada fixamente no dia 16 desse mesmo mês. Nos Estados Unidos e em várias outras nações, a data é comemorada no terceiro domingo de junho; em Portugal e Espanha, em 19 de março; na Rússia, no dia 23 de fevereiro. Mas qual é a razão dessas diferenças?
  • Origem da comemoração nos Estados Unidos
O dia dos pais passou a ter repercussão mundial a partir do início do século XX, quando a data foi institucionalizada nos Estados Unidos da América. Os Estados Unidos comemoraram pela primeira vez o dia dos pais em 19 de junho de 1910. Tal data foi escolhida a partir da sugestão de uma moça chamada Sonora Louis Dodd, que quis homenagear seu pai, William Jackson Smart.
Smart era um veterano da Guerra Civil Americana que, após a morte da esposa, teve que criar sozinho Sonora e os outros filhos. A homenagem de Sonora começou em 1909, em sua cidade, Spokane, no estado de Washington. O dia em questão, 19 de junho, era a data de nascimento de seu pai. O gesto simples da moça acabou por mobilizar muitas pessoas da mesma cidade a fazer o mesmo tipo de homenagem. De Spokane, a prática alastrou-se para outros estados dos EUA.
Entretanto, em 1966, houve uma alteração na comemoração da data em decorrência de outros fatores. Do dia 19 de junho, a comemoração passou para o terceiro domingo de junho. Em 1972, o presidente Richard Nixon declarou o terceiro domingo de junho como o dia oficial da comemoração do dia dos pais. Essa data foi adotada como modelo por vários países ocidentais.
  • Origem da comemoração no Brasil
No Brasil, o dia dos pais só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto. Ao contrário do que ocorreu nos EUA, essa data não foi pensada como forma de homenagem local e simples, que se alastrou depois, sem planejamento. Na verdade, ela foi pensada por um publicitário chamado Sylvio Bhering, à época diretor do jornal O Globo e da rádio homônima.
O objetivo de Bhering era tanto social quanto comercial. A tentativa inicial foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é comemorado em 16 de agosto, no calendário litúrgico da Igreja Católica, já que a população brasileira era predominantemente constituída de católicos. No entanto, nos anos seguintes, a data também foi deslocada para um domingo, o segundo domingo do mês de agosto – e assim permanece até hoje.
  • O caso particular de outros países
Há o caso de outros países nos quais o dia dos pais está relacionado com aspectos culturais muito específicos. É caso, por exemplo, de Portugal, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia e Honduras, que o comemoram em 19 de março. Isso ocorre porque tais países, também de tradição católica, associam o dia dos pais ao dia de São José, esposo de Maria.
Um caso curioso é o da Rússia, que celebra o dia dos pais em 23 de fevereiro. O motivo é o fato de que esse dia também é reservado à comemoração do Dia do Defensor da Pátria Local – data celebrada desde 1919. As duas datas acabaram por se entrelaçar.

Por Me. Cláudio Fernandes
Brasil Cultura

Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana -12 de agosto

Salvador_Piedade_XIX


História da Conjuração Baiana, Revolta dos Alfaiates, o que foi, causas, motivos, resumo, líderes, objetivos, bibliografia
O que foi

Também conhecida como Revolta dos Alfaiates, a Conjuração Baiana foi uma revolta social de caráter popular ocorrida na Bahia em 1798. Teve uma importante influência dos ideais da Revolução Francesa. Além de ser emancipacionista, defendeu importantes mudanças sociais e políticas na sociedade.

Causas

– Insatisfação popular com o elevado preço cobrado pelos produtos essenciais e alimentos. Além disso, reclamavam da carência de determinados alimentos.

– Forte insatisfação com o domínio de Portugal sobre o Brasil. O ideal de independência estava presente em vários setores da sociedade baiana.

Objetivos

– Defendiam a emancipação política do Brasil, ou seja, o fim do pacto colonial com Portugal;

– Defendiam a implantação da República;

– Liberdade comercial no mercado interno e também com o exterior;

– Liberdade e igualdade entre as pessoas. Portanto eram favoráveis à abolição dos privilégios sociais e também da escravidão;

– Aumento de salários para os soldados.

Líderes

– Um dos principais líderes foi o médico, político e filósofo baiano Cipriano Barata.

– Outra importante liderança, que atuou muito na divulgação das ideias do movimento, foi o soldado Luís Gonzaga das Virgens.

– Os alfaiates Manuel Faustino dos Santos Lira e João de Deus do Nascimento.

Quem participou

– O movimento contou com a participação de pessoas pobres, letrados, padres, pequenos comerciantes, escravos e ex-escravos.

A Revolta

A revolta estava marcada, porém um dos integrantes do movimento, o ferreiro José da Veiga, delatou o movimento para o governador, relatando o dia e a hora em que aconteceria.

O governo baiano organizou as forças militares para debelar o movimento antes que a revolta ocorresse. Vários revoltosos foram presos. Muitos foram expulsos do Brasil, porém quatro foram executados na Praça da Piedade em Salvador.

Você sabia?


– A Conjuração Baiana é também chamada de Revolta dos Alfaiates, pois muitos destes profissionais participaram do movimento.
Fonte: Brasil Cultura