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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Barão de Itararé promove seminário sobre Previdência

UMBERTO MARTINS 
“O golpe da Previdência e a batalha da comunicação” é o tema do seminário que será realizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé no dia 17 de maio das 9 às 17 horas. O evento ocorrerá em São Paulo, no auditório do Barão, situado na rua Rego Freitas, 458, 8º andar, República.
Na abertura, às 9 horas, o propósito é debater a “Capitalização e outros impactos da ´deforma´ privatista”, com Eduardo Fagnani, professor da Unicamp, Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência, e Patrícia Pelatieri, do Dieese.
A tarde foi reservada para “A disputa da narrativa na sociedade”, com foco na mídia hegemônica que aborda a matéria com a arrogância do pensamento único neoliberal apresentando a “deforma” como remédio milagroso para todos os males da economia nacional, a mesma narrativa com a qual douraram a pílula amarga da contrarreforma trabalhista.
As palestras estarão a cargo dos jornalistas Leonardo Sakomoto, do Repórter Brasil, Laura Capriglione, do Jornalistas Livre, Paulo Moreira Leite, do Brasil 247 e Altamiro Borges, presidente do Barão de Itararé.
Pela módica quantia de R$ 50 qualquer pessoa interessada poderá participar, desde que se inscreva previamente, uma vez que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas através do site baraodeitarare.org.br
Fonte: Portal da CTB

“Machado de Assis era um homem negro”, destaca campanha

Uma campanha da Faculdade Zumbi dos Palmares propõe uma reparação história a respeito de um dos mais importantes nomes da literatura brasileira.
Machado de Assis era um homem negro. O racismo o retratou como branco. É hora de reparar essa injustiça”, diz o projeto ‘Machado de Assis Real’. Por causa da ação, o nome do escritor entrou para os assuntos mais comentados do Twitter Brasil neste 1º de maio, quando também se comemora o Dia da Literatura Brasileira.
A campanha afirma que Machado de Assis teve sua imagem embranquecida para ter reconhecimento na sociedade. “O maior nome da história da literatura brasileira. Jornalista, contista, cronista, romancista, poeta, teatrólogo. E o que poucos sabem: negro. O racismo no Brasil escondeu quem ele era por séculos. Sua foto oficial, reproduzida até hoje, muda a cor da sua pele, distorce seus traços e rejeita sua verdadeira origem”, diz o texto.
A página classifica o embranquecimento do escritor “um absurdo que mancha a história do país” e “uma injustiça que fere a comunidade negra”. Para corrigir esse fato e restaurar a imagem real de Machado de Assis, a campanha disponibiliza uma fotografia original do autor em diversos tamanhos. A proposta é que a população possa baixá-la e substituir a foto embranquecida nas capas dos livros do escritor. De acordo com o site, a medida é uma “uma errata histórica feita para impedir que o racismo na literatura seja perpetuado. Para encorajar novos escritores negros. Para dar a chance de a sociedade se retratar com o maior autor do Brasil. E para que todas as gerações reconheçam a pessoa genial e negra que ele foi”.
Ainda, a ação também apresenta um abaixo-assinado propondo que “as editoras e livrarias deixem de imprimir, publicar e comercializar livros em que o escritor aparece embranquecido e substitua a imagem preconceituosa pela foto de Machado de Assis real”.
Fonte: Sul21

Nicolau Maquiavel – 3 de maio de 1469

Nicolau Maquiavel (1469-1527) foi um filósofo político, historiador, diplomata e escritor italiano, autor da obra-prima “O Príncipe”. Foi profundo conhecedor da política da época, estudou-a em suas diferentes obras. Viveu durante o governo de Lourenço de Médici. Realista e patriota definiu os meios para erguer a Itália.
Nicolau Maquiavel nasceu em Florença, Itália, no dia 3 de maio de 1469. Sua família de origem Toscana participou dos cargos públicos por mais de três séculos. Filho de Bernardo Maquiavel, jurista e tesoureiro da província de Marca de Ancona e de Bartolomea Nelli, que era ligada às mais ilustres família de Florença.
Interessado pelos problemas de seu tempo, Maquiavel participou ativamente da política de Florença. Com 29 anos, tornou-se secretário da Segunda Chancelaria durante o governo de Piero Soderim. Tinha a seu cargo questões militares de ordem interna como a redação de documentos oficiais. Ocasionalmente, realizou missões diplomáticas envolvendo a França, Alemanha, os Estados papais e diversas cidades italianas, como Milão, Pisa e Veneza.
Entre 1502 e 1503, Maquiavel exerceu o cargo de embaixador junto a César Bórgia, estadista inescrupuloso e capitão das forças papais. Dominava o governo papal e usava todos os meios para conquistar novas terras e estender o domínio da família Bórgia na Itália. Os cinco meses como embaixador junto a César Bórgia o encheu de admiração.

Exílio

Em 1512, quando os Médici derrubaram a República e retomaram o governo de Florença, perdido em 1494, Maquiavel foi destituído de seu cargo e recolhe-se ao exílio voluntário na propriedade de San Casciano, perto de Florença, onde iniciou sua atividade de escritor político, historiador e literato. Em 1513 começa a trabalhar nos “Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio”, em que faz uma análise da República Romana, e procura nas experiências do passado uma solução para os problemas da Itália.
Durante o exílio escreveu também “O Príncipe” (1513), “O Diário em Torno de Nossa Língua” (1516) procurando demonstrar a superioridade do dialeto florentino sobre os demais dialetos da Itália e “A Arte da Guerra”, publicada em 1521, em forma de diálogo, onde expõe as vantagens das milícias nacionais sobre as tropas mercenárias e realiza um exaustivo estudo de estratégia e tática militar.

O Príncipe

A obra “O Príncipe”, escrita por Maquiavel em 1513, e publicada postumamente em 1532, se transformou em sua obra-prima. O livro, um manual sobre a arte de governar, foi inspirado no estilo político de César Bórgia um dos mais ambiciosos comandantes italianos, que ficou conhecido por seu poder e atrocidades que cometeu para conseguir o que queria. Maquiavel viu nele o modelo para os demais governantes da época.
A obra revela a preocupação de Maquiavel com o momento histórico da Itália, fragilizada pela falta de unidade nacional e alvo de invasões e intrigas diplomáticas. Indignado com a decadência política e moral da Itália, o autor dirige conselhos a um príncipe imaginário, com o único objetivo de unificar a Itália e criar uma nação moderna e poderosa.
Para Maquiavel, o importante era realizar o desejo projetado, mesmo sob qualquer forma de governo – monarquia ou república, e por qualquer meio, inclusive a violência. Considerava os fatores morais, religiosos e econômicos, que operavam na sociedade como forças que um governante hábil poderia e deveria utilizar para construir um estado nacional forte. Assim, o príncipe com seu exército nacional que substituísse as precárias forças mercenárias, deveria ser capaz de estender seu domínio sobre todas as cidades italianas, acabando com a discórdia.

A Volta à Florença

Em 1519, anistiado, volta à Florença, sob as graças dos Médici. Em 1520, conseguiu do Cardeal Gíulio de Médici a função remunerada de escrever a “História de Florença”, um tratado em estilo clássico, que ficou consagrado como a primeira obra da historiografia moderna.
Em 1526, é encarregado pelo papa Clemente VII de inspecionar as fortificações de Florença e organizar um exército permanente para sua cidade, sob o comando de Giovanni Delle Bande. Em 1527, o saque de Roma pelo imperador Carlos V, do Sacro Império Romano-Germânico, restabeleceu a república em Florença. Maquiavel, visto como favorito dos Médici foi excluído de toda atividade política.
Nicolau Maquiavel faleceu em Florença, Itália, no dia 22 de julho de 1527. Seu corpo foi sepultado na Igreja da Santa Cruz, em Florença. Morreu sem ver seu sonho realizado, pois a unificação da Itália só se completaria no século XIX.

Curiosidades:

  • Na linguagem figurada, a expressão “maquiavelismo” significa astúcia e perfídia, e maquiavélico é o indivíduo que não se importa com os meios que escolhe para atingir seus propósitos.
  • Maquiavel, o importante analista político se transformou em dramaturgo para criticar a sociedade e os costumes de seu tempo em duas comédias: “A Mandrágora” (1518) e “Clizia” (1525), e também na novela “Belgaphor”, uma sátira sobre o casamento.

Vocal Brasileirão se apresenta nesta sexta e sábado com o músico Sérgio Santos

Vocal Brasileirão divide o palco com o violonista, cantor e compositor Sérgio Santos (MG).  O repertório abrange boa parte da discografia do compositor, contemplando suas diversas facetas, de forte inspiração nas musicalidades mineira e afro-brasileira. Com regência e direção artística de Vicente Ribeiro as apresentações acontecem nesta sexta-feira (3/5) e sábado (4/5), às 20h, no Teatro do Sesc da Esquina.
Esse é o segundo encontro do Brasileirão com o músico, também parceiro em diversas composições de Paulo César Pinheiro, Dori Caymmi e Edu Lobo. Em janeiro deste ano, durante a Oficina de Música, as apresentações amadureceram essa ligação. Entre as composições de destaque apresentadas estão: Litoral e interior, Margem derradeira, Lá vem chuva e Samba pra Mangueira.
Convidado
O compositor, cantor, violonista e arranjador Sérgio Santos começou sua carreira em 1982, participando do espetáculo Missa dos Quilombos, de Milton Nascimento. Em 1991 inicia uma parceria com Paulo César Pinheiro, um dos maiores poetas da história da música brasileira, com quem compôs um conjunto de mais de 300 composições.
Tem oito CDs gravados, lançados por gravadoras brasileiras, americanas e japonesas, tendo “Áfrico” sido eleito o melhor CD de 2002 (Prémio Rival BR) e “Litoral e Interior” sido indicado ao Grammy Latino em 2010.
Serviço:
Vocal Brasileirão convida Sérgio Santos
Datas: 03 e 04 maio
Horário: 20h
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Local: Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)
Ingressos: www.aloingresso.com.br  ou na bilheteria da Capela Santa Maria
Vocal Brasileirão
O Vocal Brasileirão foi criado e idealizado pelo regente e arranjador Marcos Leite (1953-2002), que esteve à frente do grupo no período de 1995 a 2001. No período de 2002 a 2005 foi conduzido por Reginaldo Nascimento e desde 2006 conta com a direção artística de Vicente Ribeiro. Todos os cantores do Vocal Brasileirão são solistas; desta maneira, o público tem a oportunidade de ouvir não somente o resultado do conjunto de vozes, mas também os timbres particulares de cada um de seus integrantes. Em um extenso repertório acumulado ao longo de mais de 20 anos, há canções de Ary Barroso, Baden Powell, Caetano Veloso, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Edu Lobo, Gilberto Gil, Guinga, Ivan Lins, Joyce Moreno, Milton Nascimento, Noel Rosa, Sergio Santos, Tom Jobim e Zé Rodrix.
Dentre dezenas de espetáculos realizados, destacam-se “Coisas nossas”, “Como uma onda”, “Duetos”, “Bastidores”, “Eu canto samba”, “Estandartes do Contestado”, “Brasileirão 20 anos” e “Brasil Gongá” e “Antonio Brasileiro”. O grupo recebeu por três vezes consecutivas (1997, 1998, 1999) e ainda em 2002, o prêmio “Saul Trumpet” como Melhor Grupo Vocal do Estado do Paraná. A partir de 2006, sob a direção de Vicente Ribeiro, o grupo passou a dedicar-se paralelamente à montagem de shows com convidados especiais, tendo dividido o palco com grupos e artistas como Boca Livre, Folia de 3, Ivan Lins, Jane Duboc, Joyce Moreno, Quarteto em Cy, Romário Borelli, Sá & Guarabyra e Zé Luiz Mazziotti.
Em 2008, o Vocal Brasileirão gravou seu primeiro CD solo, “Invisível Cordão”, dedicado à obra de Chico Buarque e Edu Lobo. Com um som personalizado e envolvente, já conquistou um lugar de destaque na vida cultural de Curitiba, combinando originalidade e alegria para obter um resultado sem similar.
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