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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

9 lindas fotos dos Galos (RN), um paraíso desconhecido de muitos brasileiros

Já era hora de falar dos Galos, um paraíso do Rio Grande do Norte a 170 km de Natal e bem próximo de São Miguel do Gostoso, que é desconhecido de muita gente.

O lugar ainda se preserva bastante intacto, com vilarejos rústicos, e charretes e buggys como únicas opções de transporte.

Quem o visitar verá lagoas que viram piscinas naturais, dunas móveis, praias isoladas (que surgem e desaparecem no ritmo da maré). A natureza se expressando com força e liberdade.
Foto: Pousada Peixe Galo/Divulgação
Nos Galos é possível ir do rio ao mar em poucos passos. Lá tem um restaurante onde dá pra tomar um belo café da manhã com vista pra o rio, e depois dar um passeio de barco passando por rios, dunas, mangues e salinas da região.
A especialidade do restaurante é o trio ovo + queijo + tapioca. 
Foto: Pousada Peixe Galo/Divulgação
E a fauna é outra coisa fuderosa. Os vários mangues e estuários são berços para espécies nativas de pássaros, crustáceos e animais marinhos, como cavalos marinhos. Já viu um desses de perto?

Agora chega de lero lero e vamos às fotos desse paraíso. As fotos foram feitas pelo nosso leitor Chrystian de Saboya, segundo ele “sem nenhuma pretensão, apenas por amor ao mundo”:
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Foto: Chrystian de Saboya
Fica então a dica pra sua próxima viagem!
Com informações de Viagem em Pauta

Fonte: CURIOZZZO

MUNDO: “Polarização extrema mata a democracia”



Autor de “Como as democracias morrem”, Steven Levitsky aponta riscos da transformação de adversários políticos em inimigos no Brasil.

Uma democracia liberal esvaziada pode ser o futuro do governo Jair Bolsonaro, afirma o cientista político Steven Levitsky, autor do best-seller Como as democracias morrem, em entrevista à DW Brasil.

Professor de ciência política na Universidade de Harvard, Levitsky escreveu o livro em parceria com o colega Daniel Ziblatt. A obra tem como ponto de partida a vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas de 2016 para mostrar como líderes populistas, assumindo o papel de “outsiders”, estão alcançando o poder em diversos países.

No contexto brasileiro, Levitsky afirma que a democracia liberal não parece estar funcionando para muitos cidadãos e que, em sua opinião, há uma boa chance de que Bolsonaro torne o governo menos liberal.

“Os direitos civis, políticos e humanos básicos de um grande número de brasileiros – de afro-brasileiros a indígenas, de gays e lésbicas a ativistas de direitos humanos e esquerdistas – poderão ser restringidos ou subvertidos. Se isso se tornar sistemático, não poderíamos mais chamar o Brasil de uma democracia liberal”, afirma.

Além disso, a polarização política ameaça a democracia brasileira. “Quando cada lado vê seus rivais políticos como inimigos, há disposição para se fazer qualquer coisa – até mesmo violando as regras da democracia – para impedir que eles ganhem. Já estamos vendo sinais disso no Brasil.”

DW Brasil: No livro Como as democracias morrem, há uma análise de como os partidos políticos e os políticos – os chamados guardiões da democracia – podem falhar em meio à busca por objetivos pessoais. A eleição de Jair Bolsonaro, assim como a de Donald Trump, reflete isso?

Steven Levitsky: Sim e não. O sistema político do Brasil é mais aberto que o dos EUA, em que os partidos são mais fracos. Ao contrário de Trump, que precisava do apoio dos líderes republicanos para concorrer, Bolsonaro concorreu com seu próprio partido. No caso do Brasil, acho que a polarização e o medo da esquerda importam tanto, se não mais, que a ambição pessoal. Muitas elites políticas e econômicas simplesmente pensaram que o PT era pior (que Bolsonaro), ou pelo menos igualmente ruim.

Que responsabilidade políticos e partidos têm e em que falharam quando a democracia é questionada pela sociedade e líderes autoritários emergem? 

Depende muito do país. Com muita frequência, (falharam quanto ao) o desempenho econômico – esse era certamente o caso no Brasil ou na Venezuela antes de Hugo Chávez. Mas nem sempre é isso. A economia dos EUA não estava em tão mau estado em 2016. Podem ser outras áreas políticas, como crime ou corrupção. Mas, de forma mais geral, há uma percepção de que os políticos não estão ouvindo as pessoas, de que elas não representam eleitores e de que estão mais interessados nos problemas das elites do que nas pessoas em geral.
Quando rivais são vistos como inimigos (comunistas, fascistas, criminosos, traidores, etc.), há uma disposição para usar “todos os meios necessários” para mantê-los fora do poder.
No livro, há também a ideia de que tolerância mútua e reserva institucional são fatores que salvaguardam as democracias, além das leis escritas na Constituição. O que esses dois termos significam?

Tolerância mútua significa aceitar o rival como um candidato legítimo, e não um inimigo ou uma ameaça existencial. Reserva institucional significa ter moderação na implantação de prerrogativas institucionais – não usando a letra da lei de maneiras que subvertam o espírito dela. Democracias não podem funcionar bem sem essas normas.

Quando rivais são vistos como inimigos (comunistas, fascistas, criminosos, traidores, etc.), há uma disposição para usar “todos os meios necessários” para mantê-los fora do poder. Isso significa abandonar essa moderação e engajar-se, pelo menos, no “jogo duro” constitucional – como temos visto nos últimos anos no Brasil – e, às vezes, no autoritarismo aberto – como se viu no Brasil em 1964 e no Chile em 1973.

Nas últimas eleições brasileiras, adversários políticos se tornaram inimigos. Quais são os riscos para a democracia quando há esse tipo de polarização?

Há riscos terríveis. Polarização extrema mata a democracia. Pense na Espanha e na Alemanha na década de 1930. No Brasil no início dos anos 1960, no Chile em 1973;, na Venezuela e na Turquia no início dos anos 2000. Quando cada lado vê seus rivais políticos como inimigos, há disposição para se fazer qualquer coisa – até mesmo violando as regras da democracia – para impedir que eles ganhem.

Já estamos vendo sinais disso no Brasil. Vimos sinais na campanha de 2014, no impeachment de 2016, no fato de a elite ter amplamente abraçado a exclusão de Lula das eleições – algo que pode ter sido merecido, mas ainda é realmente problemático para a democracia. E vimos isso no apoio de muitos políticos a um candidato abertamente autoritário como Bolsonaro. Os riscos são muito reais.
Durante as eleições, o presidenciável do PT,  Fernando Haddad, tentou criar uma frente democrática. Você vê a necessidade dessa frente após a eleição de Bolsonaro?

Sim, há uma necessidade de tal frente, mas acho que ela é improvável no momento – pela mesma razão que não se formou em 2018: polarização. O PT e a centro-direita desprezam e temem um ao outro agora. Eventualmente, se as coisas ficarem ruins o suficiente, eles podem cooperar, podem olhar para os socialistas e democratas chilenos nos anos 80 como modelo, mas agora eles não estão próximos o suficiente.

Para o Brasil, a eleição de Bolsonaro pode trazer um esvaziamento democrático?

Nós ainda não sabemos o que essa vitória significa. Não havia um apoio esmagador a Bolsonaro, com apenas cerca de um terço dos brasileiros realmente entusiastas do seu projeto. Muitos outros eram simplesmente anti-PT ou estavam irritados com o establishment em geral. Então, depende do que Bolsonaro fizer.

A democracia liberal do Brasil estava doente – por uma razão compreensível: o país teve uma de suas piores recessões ao mesmo tempo que foi descoberto o maior escândalo de corrupção na história do mundo democrático. A isso se somou uma grave crise de segurança. Os eleitores estavam compreensivelmente irritados e queriam uma mudança significativa. O Brasil foi governado pela centro-esquerda por 15 anos, então Haddad representava o infeliz status quo. E, claro, (Geraldo) Alckmin também representou o status quo para a maioria dos eleitores.

Então, a democracia liberal não parece estar funcionando para muitas pessoas. Ela vai se esvaziar agora? Nós ainda não sabemos. Eu acho, infelizmente, que há uma boa chance de que ele se torne menos liberal. Os direitos civis, políticos e humanos básicos de um grande número de brasileiros – de afro-brasileiros a indígenas, de gays e lésbicas a ativistas de direitos humanos e esquerdistas – poderão ser restritos ou subvertidos. Se isso se tornar sistemático, não poderíamos mais chamar o Brasil de uma democracia liberal.

O surgimento de líderes populistas em todo o mundo, como Bolsonaro, Trump, Rodrigo Duterte, Viktor Orbán e outros, sugere o fim do modelo democrático? No livro Como a democracia chega ao fim, David Runciman diz que a democracia ocidental está em declínio e que seu auge já passou.

É cedo demais para dizer isso. Tudo depende da alternativa. Se um modelo alternativo viável e amplamente legítimo emergir, então sim, a democracia liberal poderia estar em declínio. Mas até hoje isso não aconteceu. Até hoje estamos no mundo de Winston Churchill, segundo o qual a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais experimentadas de tempos em tempos.

Pense na América Latina. As democracias entram em apuros o tempo todo: o Peru na década de 1990, a Venezuela, a Nicarágua e o Equador nos anos 2000. Mas as alternativas – por exemplo, o chavismo – não surgiram como um modelo alternativo viável. Já perderam o brilho e se mostraram bastante frágeis. No Equador, até entrou em colapso. E o modelo proposto por oponentes e sucessores? Ainda é a democracia liberal. Então, não está claro se a democracia está chegando ao fim. Isso é especulação.

Fonte: Carta Capital

Morre aos 42 anos o ator Caio Junqueira em decorrência de acidente de carro


Há uma semana, ele dirigia sozinho em direção ao Centro do Rio, perdeu o controle do carro, que subiu o meio-fio, bateu em uma árvore e capotou.

O ator Caio Junqueira morreu nesta quarta-feira, (22) às 5h15, no Rio, em decorrência de um acidente de carro no Aterro do Flamengo, ocorrido no último dia 16. O ator, que tinha 42 anos e participou, entre outros, do Filme “Tropa de Elite”, estava internado no Hospital Miguel Couto.

Ele dirigia sozinho em direção ao Centro do Rio, perdeu o controle do carro, que subiu o meio-fio, bateu em uma árvore e capotou. Caio ficou preso dentro do veículo, desacordado, e foi retirado com uma fratura exposta.

O ator estava internado na unidade coronariana desde que chegou ao Miguel Couto. Entre os ferimentos, Cairo Junqueira sofreu um trauma grave no tórax e perdeu muito sangue.

Trajetória 

Caio de Lima Torres Junqueira nasceu no Rio de Janeiro, em 20 de novembro de 1976. Filho de Maria Inês Torres e do ator Fábio Junqueira, ele é irmão por parte de mãe do também ator Jonas Torres. Ele iniciou a carreira ainda criança e deixou um legado profissional extenso. Ao todo, ele participou de mais de 20 produções televisivas, além de 10 curtas e pelo menos 15 longas.
O primeiro trabalho na TV Globo se deu em um episódio do seriado “Armação ilimitada”, de Guel Arraes, ao lado do irmão Jonas.

O ator fez parte do elenco de “Zuzu Angel” e “Quase nada”, de Sérgio Rezende, “For all – O trampolim da vitória”, de Buza Ferraz e Luiz Carlos Lacerda, “O que é isso, companheiro?”, de Bruno Barreto, além de “Abril despedaçado” e “Central do Brasil”, ambos assinados por Walter Salles. No entanto, não há dúvidas de que seu personagem mais marcante junto ao público foi o aspirante Neto, oficial recém-formado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, no filme “Tropa de elite”, de José Padilha.
Com informações do G1
Fonte: Revista Fórum
Foto acima é uma reprodução

Crescimento do turismo mundial pode chegar a 4% em 2019






29 de Dezembro de 2016 -Cenas embarque Aeroporto de Brasília .Foto: Roberto Castro/Ascom/MTur
O turismo mundial vai crescer entre 3% e 4% em 2019. Essa é a previsão da Organização Mundial do Turismo (OMT), segundo relatório recém divulgado. Além disso, de acordo com o último levantamento da entidade, o setor registrou, em 2018, o segundo melhor resultado dos últimos 10 anos, atingindo a marca de 1,4 bilhão de chegadas internacionais no mundo todo, um aumento de 6% sobre 2017.

Apesar do resultado positivo, as Américas estão na lanterna do crescimento, com 3% de alta no período 2017/2018. O número segue tendência histórica do continente (2% a 3%). Entre 2017/2018 a América do Sul registrou aumento de 3,2%, enquanto no período anterior – 2016/2017 – o crescimento foi de 9%.

O diagnóstico relata que a alta se deve a fatores como ambiente econômico favorável, forte demanda dos principais mercados emissores, consolidação da recuperação em destinos anteriormente em crise, melhor conectividade aérea e maior facilitação de vistos.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o Brasil está na rota do crescimento do setor em 2019. “Nosso trabalho a partir de agora é criar recursos para o incremento da competitividade e incentivo à inovação em todas as atividades da cadeia produtiva. Com um novo ambiente de negócios, teremos um mercado de viagens mais acessível, gerando empregos, renda e desenvolvimento”, prevê.

O titular do Turismo no Brasil destacou medidas prioritárias para obter resultados importantes da atividade no país: “a isenção de visto para países considerados estratégicos, a criação de Áreas Especiais de Interesse Turístico (AEITs) e a ampliação da conectividade aérea no país para expandir os mercados doméstico e internacional estão entre as nossas metas. É urgente repensar e reorganizar o setor para fazer o Brasil crescer”, defende.

Em comunicado, o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, afirmou que “o crescimento do turismo nos últimos anos confirma que o setor é hoje um dos motores mais poderosos de crescimento e desenvolvimento econômico a nível global. Temos a responsabilidade de geri-lo de maneira sustentável para converter essa expansão em benefícios reais para todos os países, e em particular para todas as comunidades locais, criando oportunidades de emprego e empreendimento”.

A expectativa da OMT é que em 2030, as chegadas internacionais cheguem a 1,8 bilhão.