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Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

IV ENCONTRO ESTADUAL DO ORGULHO NEGRO ATINGE SEUS OBJETIVOS!

Parte dos participantes após recebimento de certificado
 Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos saúda os participantes do IV Encontro Estadual do Orgulho Negro
 Dezenas de participantes atentos a Roda de Conversa
 Professor Derinho Santos - UFRN, saudando os participantes
 José Teixeira - CUT/CNTE/SINTE/RN, Dando boas vindas aos participantes
 Apresentação do Grupo de Capoeira BOA VONTADE - CBV

 Participantes prestigiando as apresentações culturais
 Da direita para a  esquerda; Professora Maria José Portugal, professor João Maria Campos (SINTE-NOVA CRUZ) e professor Derinho Santos - UFRN)
 José Teixeira - CUT/RN-CNTE-SINTE/RN prestigiando as apresentações culturais ao lado da família
 Participantes (professores e alunos) prestigiando as apresentações culturais
 roda de Conversa - Professor Derinho Santos - UFRN
 José Teixeira - CUT/RN - CNTE - SINTE-RN: Roda de Conversa

 Zé Teixeira - CUT/RN - CNTE - SINTE-RN

 Professores, jovens e crianças atentos ao debate

Professora Maria José Portugal - Roda de Conversa
                                                     Participantes fazendo suas perguntas: "Cultura Afro-Brasileira"
Participantes (Ingrid) fazendo suas perguntas: "Cultura Afro-Brasileira"





 Participantes do IV ENCONTRO ESTADUAL DO ORGULHO NEGRO

Ontem (20) o IV Encontro Estadual do Orgulho promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN com apoio da ANE/RN, CPC da ANE/RN, CPC/RN, UBES, UNE, SINTE/RN, CUT/RN, CTB/RN e SINDICATOS atingiu todos os seus objetivos que era o de despertar os presentes para a ampliação da luta no Combate ao Racismo e a todo tipo de Preconceito, além de proporcionar debate, cujo tema também foi "Cultura AFRO-BRASILEIRA", através de UM RODA DE CONVERSA, com os especialistas da área: Professor Derivaldo dos Santos - UFRN; Professor José Teixeira - CUT/RN-SINTE/RN - CNTE; Professora Maria José Portugal - Professora do Município e o Professor João Maria Campos - UFRN.

O debate reviveu os momentos da vinda dos negros da África, escravidão, suas origens, sua cultura e legado de conhecimentos passados ao POVO BRASILEIRO.

Para o Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos o evento foi importante para despertar a sociedade quanto ao racismo que ainda reina em nosso país e mostrar que a a raça negra tem seus valores e conhecimento e devem ser respeitados, pois são direitos garantido na Carta Magna do País a CONSTITUIÇÃO FEDERAL de 1988. Vamos continuar na luta conseguindo mais adeptos a essa justa luta, concluiu, Eduardo Vasconcelos.

Após a Roda de Conversa houve espaço cultural, sorteios de brindes entre os participantes e entrega de certificados.

Seguindo as palavras do Jornalista e Escritor, Mauricio Pestana*:

"Comemoramos a consciência negra porque os negros foram oprimidos por mais de 300 anos nesse país e ainda hoje somos a população que mais sofre em todos os sentidos. 

Somos 76% dos mais pobres, ou seja, três em cada quatro pessoas que estão no grupo dos 10% mais pobres são negras. Somos a população com renda média 2,5 vezes menor que a população branca. Somos mais de 60% da população penitenciária do país. Nossos jovens são 77% dos jovens assassinados todo ano, o que significa que um jovem negro é morto a cada 23 minutos. 

Então, enquanto formos os cidadãos mais afetados pelas desigualdades do Brasil, precisaremos de um dia para lembrar que a escravidão acabou há mais de 100 anos e já está mais do que na hora de sermos totalmente integrados à sociedade brasileira.

Nesse 20 de novembro, a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial irá inaugurar a primeira estátua de Zumbi dos Palmares na cidade de São Paulo. Um ícone da luta negra agora estará ao lado de outras figuras importantes para a historiografia brasileira. É isso que exigimos quando falamos sobre consciência negra: não a supremacia negra na sociedade, mas que o nosso lugar enquanto parte integrante desse país seja reconhecido. 

* Jornalista, escritor e cartunista Atualmente ocupa o cargo de secretario de promoção da igualdade Racial da cidade de São Paulo.

"O negro imigrante é alvo de duplo preconceito. "Quando você é negro brasileiro te olham como incapaz. O imigrante africano já é visto como exótico, mas carregamos o peso do estereótipo de que africanos são agressivos ou preguiçosos." - Nádia Ferreira, Formada em Letras, a africana de Guiné-Bissau.

domingo, 20 de novembro de 2016

Marcha da Consciência Negra pede fim do racismo

“Para nós agora é um momento de nos organizarmos, para estar em luta porque a conjuntura não está favorável... E também estamos aqui para lutar contra o racismo e o genocídio da população negra”, disse uma manifestante ao final da marcha.


Durante o início da marcha houve momentos de tensão quando seus participantes passaram por área na av. Paulista ocupada por outro ato, organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo Vem Pra Rua, organizações que apoiaram o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Pessoas desses movimentos vaiaram e insultaram participantes da marcha, principalmente os que estavam vestidos de vermelho. "Eles não acham que aqui é lugar de negro. Quando eles viram a negritude aqui, vieram tomar espaço. Eles se esqueceram que a maior população do Brasil é negra", disse Malvina Joana de Lima, 65 anos, ao Jornalistas Livres.

Hoje também em São Paulo, no Jardim Ângela, periferia da zona sul, um ato do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) percorreu a Estrada do M' Boi Mirim até a ocupação Nova Palestina. O coletivo Mídia Ninja também mostrou no Facebook a mobilização do MTST na praia do Leblon, no Rio de Janeiro, pelo Dia da Consciência Negra.

Fonte: Portal Vermelho

sábado, 19 de novembro de 2016

“A partir de hoje, moro aqui”, diz Lula, em ato na maior ocupação de moradia urbana

“A partir de hoje, eu moro aqui. Quando forem chamados a prestar depoimento podem dizer que Lula mora aqui”, disse o ex-presidente, em ato na Vila Soma, em Sumaré (SP), que é considerada a maior ocupação de moradia urbana do país, com 10 mil pessoas, nesta sexta-feira (18).
O ‘Ato Público em Defesa do Direito à Moradia’ reuniu aproximadamente 1,5 mil pessoas, segundo a coordenação da ocupação, e contou também com a participação de representantes de movimentos populares, sindicatos e políticos da região, como Guilherme Boulos, co Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), e Vagner de Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Na atividade, Lula traçou um paralelo entre a Vila Soma e a situação ocorrida quando foi candidato, em 1989. Contou que, na época, espalharam panfletos nos prédios “mais chiques” do centro de São Paulo, dizendo que se ele fosse eleito traria os nordestinos para ocupar os apartamentos deles.
Por Michele da Costa, no Brasil de Fato
O ‘Ato Público em Defesa do Direito à Moradia’ ocorreu na cidade de Sumaré, em área que abriga mais de 10 mil pessoas
“Sabidos e organizados, como são, em vez de ‘molestar a gente que mora bem’, vocês escolheram um terreno de uma fábrica falida, que deve até indenização aos trabalhadores, que devia e deve impostos à prefeitura, ao governo do estado e ao governo federal. Uma área que estava desocupada há 25 anos!”, disse o ex-presidente, sobre a ocupação que hoje abriga 2,5 mil famílias.
“A luta da Vila Soma tem que contaminar todo o país!”, disse Vagner de Freitas, sobre medidas do governo de Michel Temer que possam provocar a redução de direitos sociais, como a PEC 55 (antes 241), em contraposição a atos de repressão a movimentos populares.
Na avaliação do advogado que representa os moradores da ocupação, Alexandre Mandl, a participação de Lula foi extremamente importante para fortalecer a mobilização pela regularização da área, com 1 milhão de metros quadrados. Ele contou que, antes do ato, Lula se reuniu com coordenadores da ocupação e outros convidados, quando lhe foi apresentado um breve histórico e as perspectivas da Vila Soma.
Laço
“Foi criado um laço de solidariedade entre Lula e a Soma”, diz Mandl, que integra a Rede de Advogados Populares. Segundo ele, o ex-presidente se dispôs a ajudar em tudo o que puder. Durante o ato, Lula disse que pretende voltar em breve, trazendo Dona Mariza, sua esposa, para conhecer a ocupação.
Antes, o ex-presidente também visitou a casa de uma moradora da Soma, a Dona Fátima, que cuida de crianças em situação de vulnerabilidade social, a quem fez elogios.
Já sobre prefeita de Sumaré, Cristina Carrara (PSDB), o ex-presidente não poupou críticas. “A prefeita precisa aprender uma coisa: O que aqui se faz, aqui se paga!”, disse Lula, logo no início de sua fala, se referindo ao desatendimento das demandas mais básicas dos moradores da ocupação pela atual administração da cidade. Com mais de quatro anos, a Vila Soma não conta com nem mesmo com uma infraestrutura mínima, como água, energia elétrica e transporte.
“A gente tinha 700 crianças fora da escola. Então, elegemos dois conselheiros no Conselho Tutelar, que colocaram todas as nossas crianças na escola!”, disse Willian de Souza, um dos coordenadores da ocupação e vereador eleito pelo PT.
A moradora Alaíde Maria de Jesus afirma que a maior dificuldade é mesmo com a falta de água. “A gente tem que comprar. Pagamos R$ 17 a cada 1 mil litros. Eles trazem com caminhão pipa e enchem nossas caixas”, conta.
Ela falou com a reportagem enquanto esperava pela chegada de Lula, sentada em uma cadeira de plástico. “É uma grande honra e um elogio ele vir aqui apoiar a gente! Sempre foi e sempre será nosso presidente”, disse Alaíde.
“Ele disse mesmo que voltaria, quando veio durante a campanha eleitoral [deste ano]. É muito importante pra gente ele estar aqui porque quando foi presidente ajudou muito as pessoas mais pobres”, comentou o morador Liceu Ivasaki.
Liceu, Alaíde e os outros moradores da ocupação começaram a tomar lugar na quadra da Vila Soma mais de uma hora antes da chegada do ex-presidente, ao som de ritmos variados, do funk ao forró, e do Mc RD, rapper que mora e se inspira na ocupação: “Pisa ligeiro, pisa ligeiro. É o bonde da Soma, o bonde do formigueiro…”.
Direitos Sociais
Em documento enviado à Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo, no final de setembro, o advogado Alexandre Mandl aponta a negação de direitos sociais básicos aos moradores da Soma: “Não há coleta de lixo dentro da ocupação, não há acesso à água e luz, não há linhas de ônibus que cheguem próximo à área, etc.”. Ele acusa a prefeitura de negligência e cita legislação municipal que determina o fornecimento de água, mesmo em área não regularizada.
No documento, ele re
quer que o Ministério Público local se posicione em favor da regularização da área, citando manifestação favorável da Defensoria Pública do Estado, entre outros argumentos. Mandl explica que desde janeiro a reintegração de posse da área está suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que exigiu como pré-requisito a realocação das famílias para outra área. “Uma decisão histórica no nosso país”, comenta. Ele considera que a regularização da Vila Soma depende da solução de um “conflito urbanístico”, que envolveria interesses imobiliários, já que a área está rodeada de bairros de alto e médio padrão.
Nesse contexto, a coordenação da Vila Soma trabalha, agora, pela alteração da área para Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), o que contribuiria com o processo de regularização fundiária. O objetivo é incluir essa alteração no novo Plano Diretor do Município, cujo projeto deve ser enviado em breve pela prefeita à Câmara Municipal.
Foto: Ricardo Stuckert
Fonte: Revista Fórum

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

É DOMINGO - DIA 20! ENCONTRO DO ORGULHO NEGRO - NOVA CRUZ/RN!


COORDENADOR DA COMISSÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN NA REGIÃO AGRESTE POTIGUAR PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA EM DEFESA DA UERN!

 Coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região Agreste Potiguar e atual Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS participou da Audiência Pública, juntando-se a família UERN na luta contra a privatização da mesma.

Plenário da Assembléia Legislativa do RN literalmente lotado pelos estudantes, professores, funcionários e sociedade civil organizada.
 Reitor da UERN, Pedro Fernandes: "Sou totalmente contra a privatização da UERN"
 Presidente do ADUERN, professor Lemuel Rodrigues da Silva contra a privatização!
 Presidente do SINTAUERN, Francisco Elineudo de Freitas Melo: TOTALMENTE CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA UERN
 Presidente do DCE/UERN na luta contra a privatização da UERN
 Secretária Adjunta da SEEC/RN, Mônica: "Governador é contra a privatização da UERN"
 Representante do ANDES/SN: Contra a privatização!
 Professora Telma - CONLUTAS: Radicalmente contra a privatização
 Líder sindical, Santino: Somos contra a privatização!
 Representante da UBES: "A UBES é contra a privatização!"
 Estudante da UERN
 Professor da UERN
 Estudante da UERN
Professora Ana Maria
"O Coordenador da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN e atual presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos participou de Audiência Pública em Defesa da UERN ontem (17) no Plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, proporcionada pelo Deputado Estadual, Fernando Mineiro - PT/RN. Em seu discurso Eduardo Vasconcelos enalteceu as lutas da comissão e suas conquistas, aproveitou para informar que a solução da Campus da UERN na Região Agreste Potiguar tem solução: A Prefeitura de Nova Cruz doa o terreno ao Estado, o CAIC seria aproveitado com uma reforma e o Governo transformaria o Núcleo em Campus." Concluiu Eduardo Vasconcelos."
Docentes, técnicos/as e estudantes, além de lideranças políticas e a sociedade como um todo, participaram, ontem quinta-feira (17), de uma audiência pública acerca do papel da UERN para o desenvolvimento econômico, social e cultural do RN. De proposição do Dep. Fernando Mineiro (PT), a sessão solene é fruto da pressão dos segmentos da universidade na luta contra a sua privatização.
A audiência foi realizada a partir das 15h, no auditório Cortez Pereira da Assembleia Legislativa do RN e deve lotar o espaço. Além dos parlamentares da casa, participam da discussão representantes da ADUERN, SINTAUERN, DCE, do Comando Unificado em Defesa da UERN e do Fórum dos Servidores do RN.
Na última sexta-feira (11) foi realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Caraúbas também para debater a temática. Com presença massiva da população local, representantes políticos e membros da comunidade acadêmica, a solenidade reafirmou a importância da UERN e a necessidade de que seu caráter público, gratuito e de qualidade seja preservado e protegido por toda a sociedade.
O professor Alcivan Nunes, diretor da ADUERN e que esteve na audiência em Caraúbas destacou relevância de espaços como esse para potencializar a luta em defesa da UERN.
 “Muito bom sentir que não estamos sozinhos nesta luta, foi uma estratégia que pode ser ampliada às demais câmaras municipais. Com certeza temos vereadores que são ex-alunos nossos, temos professores/as da universidade que são naturais dessas cidades e se somarão à luta. Percebemos hoje o impacto que estas visitas podem trazer na defesa da UERN” destacou Alcivan.
Em Mossoró também será realizada um audiência pública para debater a situação da universidade, com data ainda a confirmar. Na oportunidade será lançada a Frente Parlamentar e Popular Em Defesa da UERN.
O movimento surgiu da articulação entre a Câmara Municipal de Mossoró, ADUERN, SINTAUERN e DCE, sendo fortalecido pelo apoio de outras câmaras municipais, deputados estaduais e federais, senadores, Diocese de Mossoró e diversas denominações religiosas, sindicatos, organizações não governamentais, movimentos sociais e associações de classe de profissionais liberais e empresários.
Adaptado em 18/11/2016. Fonte: ADUERN.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Jorge Aragão - Identidade. CEDINE 15 ANOS



Sobre Racismo e Igualdade Racial

-O contexto de surgimento do órgão é o do crescimento da pauta étnico-racial no Brasil e no mundo, paralelamente à diminuição da crença na economia e luta de classes como fator explicativo determinante das relações sociais ...

De negras e negros ainda não é ninguém...Apesar de nós negras e negros, estarmos em todas as frentes de luta contra os males causados por más políticas, que levaram o estado â falência econômica, moral e ética, as negras e os negros que lá estão no meio do burburinho, não tem onde assinar o “ponto negro” de presença. Estamos invisíveis e guetizados de representatividade até nos movimentos sociais. a sociedade brasileira e mundo se chocaram e se indignaram com estas mortes, que representam apenas a ponta do iceberg de um genocídio da população negra e principalmente de jovens, que terá repercussão nos futuro dos índices demográficos da população negra brasileira, pois quem cuidará nas velhice das mães e pais que ficaram órfãos de seus filhos?

LEI Nº 3730, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2001.
FICA O PODER EXECUTIVO AUTORIZADO A INSTITUIR O CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DO NEGRO - CEDINE/RJ, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro,

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a instituir o Conselho Estadual dos Direitos do Negro – CEDINE/RJ, vinculado à Secretaria de Estado do Gabinete Civil do Governo do Estado do Rio de Janeiro, com a finalidade de elaborar e implementar, em todas as esferas da administração do Estado do Rio de Janeiro, políticas públicas sob a ótica das populações negras, destinadas a garantir a igualdade de oportunidade e de direitos entre todos de forma a assegurar à população negra o pleno exercício de sua cidadania.

Atribuições:
Formular diretrizes, propor medidas e emitir pareceres que visem assegurar e ampliar os direitos da comunidade negra, promovendo o seu desenvolvimento social, cultural, político e econômico;

Assessorar o Poder Executivo na elaboração e execução de políticas públicas concernentes aos direitos e interesses da comunidade negra;

Acompanhar a elaboração e execução dos programas que repercutam sobre os direitos e interesses da comunidade negra;

Adotar providências e fiscalizar o efetivo cumprimento da legislação relativa aos interesses da comunidade negra;

Apoiar atividades da comunidade negra ou de interesse e importância para o seu desenvolvimento, bem como promover intercâmbio com organizações afins, nacionais e internacionais;

Desenvolver projetos que promovam a participação da comunidade negra em todos os níveis de atividades;

Defender e apoiar políticas educacionais e de capacitação do negro como cidadão;

Sugerir alterações em seu Regimento;

Exercer outras atividades correlatas.


Se liga negrada: O Estatuto, que entrou em vigor em 2010, é um conjunto de regras e princípios jurídicos que visam coibir a discriminação racial e estabelecer políticas para diminuir a desigualdade social existente entre os diferentes grupos raciais. De acordo com Neto, ainda há muito a avançar, mas ele celebra o fato de haver cada vez mais a agregação entre os grupos. “Nós, dos movimentos afro, temos organizado cada vez mais eventos, reuniões e marchas para reforçar, discutir e organizar projetos e tarefas que são 
essenciais nesse caminho pela igualdade”.

Sim temos avanços, mas ainda passamos por conseqüências de uma sociedade preconceituosa e racista é natural, por se tratar de uma sociedade antes escravista, mas que pode mudar por ter, hoje o mês consciência. Nós já temos alguns caminhos para essa mudança e podemos fazer uma nova caminhada depende de nossa luta e vontade
REBELE-SE CONTRA O RACISMO!
Um afro abraço.

Claudia Vitalino.

fonte:www.sedhast.ms.gov.br/...conselhos/cedine-conselho-estadual-dos-direitos-do-negro/UNEGRO

Prefeita dos EUA renuncia após fazer comentário racista sobre Michelle Obama

Beverly Walling, da pequena cidade de Clay, na Virgínia Ocidental, entregou o cargo depois de apoiar insultos racistas feitos no Facebook contra a primeira-dama Michelle Obama, citada como “uma macaca” – informou a imprensa americana nesta terça-feira (15). Ela foi pressionada a renunciar hoje, afirmou o funcionário municipal Joe Coleman.
Depois da vitória do republicano Donald Trump nas eleições americanas, a diretora da Clay County Development Corp., Pamela Ramsey, postou no Facebook que “será revigorante ter na Casa Branca uma primeira-dama com classe, bonita, digna”. “Estou cansada de ver uma macaca de salto”, acrescentou. Berverly respondeu: “Ganhei o dia Pam”.
Segundo o jornal The Washington Post, que cita a imprensa local, os comentários de ambas foram rapidamente apagados da rede social. Na segunda-feira (14), Beverly Whalling se desculpou, em declarações publicadas ao jornal The Washington Post: “meu comentário não pretendia ser racista, de modo algum”.
Durante seus oito anos de mandato, Barack Obama – o primeiro presidente negro da História dos Estados Unidos – e sua família foram alvos de repetidos insultos racistas. Clay tem uma população de menos de 500 habitantes, segundo o censo de 2010, e é parte da Virgínia Ocidental, onde o legado da escravidão ainda é muito forte.
Mas ela não resistiu à pressão depois que um manifesto contra as declarações de ambas atingiu quase 160 mil assinaturas. Ramsey também foi demitida.
UOL