Postagem em destaque

FIQUEM LIGADOS! TODOS OS SÁBADOS NA RÁDIO AGRESTE FM - NOVA CRUZ-RN - 107.5 - DAS 19 HORAS ÁS 19 E 30: PROGRAMA 30 MINUTOS COM CULTURA" - PROMOÇÃO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC-RN

Fiquem ligados nas ondas da Rádio Agreste FM - 107.5 - NOVA CRUZ, RIO GRANDE DO NORTE, todos os sábados: Programa "30 MINUTOS COM CULTU...

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA DO CPC/RN FOI UM SUCESSO! VIVA A CULTURA BRASILEIRA! AFRO ABRAÇO!


Final do VII EEC - PROMOVIDO PELO CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN, sábado (6) no Auditório do IFRN - CURRAIS NOVOS/RN
 Grupo "SOU MAIS PERCUSSÃO" da E. E. Alberto Maranhão" - Nova Cruz/RN, em apresentação no VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - Promovido pelo CPC/RN
 Canção MPB - Romântica - Alunas da E. E. Cap. Mor Galvão - Currais Novos/RN
 Grupo "SOU MAIS PERCUSSÃO" da E. E. Alberto Maranhão" - Nova Cruz/RN
 Composição da Mesa do VII EEC, ocorrido no último sábado (6) no IFRN de Currais Novos/RN
 Mesa de inscrição do VII EEC - CPC/RN
Grupo AFGROREGUEIROS da Comunidade QUILOMBOLA - Parelhas/RN
 VII EEC - CPC-RN> DOM ITANILDO - RAPPER - SANTA CRUZ-RN
 MACAMBIRAIS - PASSA E FICA/RN
 GRUPO DE PERCUSSÃO AFROREGUEIROS - COMUNIDADE QUILOMBOLA "Boa Vista dos Negros" - Parelhas/RN

 GRUPO DE PERCUSSÃO AFROREGUEIROS - COMUNIDADE QUILOMBOLA "Boa Vista dos Negros" - Parelhas/RN
 Dançarino Luciano Santos - Santa Cruz e Voluntária - estudante - UNOPAR
  Eliane e Lorena - Cantoras e Emerson - violão - o trio são estudantes da E. E. Cap. Mor Galvão - Currais Novos - RN
VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - EEC - PROMOÇÃO: CPC/RN - 06-05-2017 - IFRN - CURRAIS NOVOS - RN

13 de Maio: Curiosidades sobre a escravização no Brasil...


Nossa  história ...

No Brasil os africanos não eram chamados por sua etnia, mas sim pelo nome do porto ou da região onde haviam sido embarcados. Um africano da etnia congo, por exemplo, era chamado aqui de cambinda, se esse fosse o nome do porto africano de onde ele houvesse embarcado. Outro exemplo: os diferentes povos embarcados na Costa da Mina ( África Ocidental ) eram chamados simplesmente de minas.

- Eram povos de diferentes lugares da África, com características físicas e culturais próprias, e trouxeram consigo hábitos, línguas e tradições que marcam profundamente nosso cotidiano. A maioria dos africanos entrados no Brasil saiu da região localizada ao sul do Equador, pelos portos de Benguela, Luanda e Cabinda. Outra parte considerável saiu da Costa da Mina, pelos portos de Lagos, Ajudá e São Jorge da Mina. E um número menor saiu pelo portos de Moçambique.

Os primeiros navios negreiros foram trazidos pelo português Martim Afonso de Sousa, em 1532. A contabilidade oficial estima que, entre essa data e 1850, algo como 5 milhões de escravos negros entraram no Brasil. Porém, alguns historiadores calculam que pode ter sido o dobro.

 Os navios negreiros que traziam os escravos da África até o Brasil eram chamados de tumbeiros, devido à morte de milhares de africanos durante a travessia. Estas mortes ocorriam devido aos maus-tratos sofridos pelos escravos, pelas más condições de higiene e por doenças causas pela falta de vitaminas, como no caso do escorbuto.

É possível traçar a origem dos escravos em três grandes grupos: os da região do atual Sudão, em que os iorubás, também chamados nagôs, predominam; os que vieram das tribos do norte da Nigéria, a maioria muçulmanos, chamados de malês ou alufás; e o grupo dos bantos, capturados nas colônias portuguesas de Angola e Moçambique.

– Quando chegava ao Brasil, o africano era chamado de “peça” e vendido em leilões públicos, como uma boa mercadoria: lustravam seus dentes, raspavam os seus cabelos, aplicavam óleos para esconder doenças do corpo e fazer a pele brilhar, assim como eram engordados para garantir um bom preço.

– Um escravizado valia mais quando era homem e adulto. Um escravo era considerado adulto
quando tinha entre 12 e 30 anos. Eles trabalhavam em média das 6 horas da manhã às 10 da noite, quase sem descanso, e amadureciam muito rápido. Com 35 anos, já tinham cabelos brancos e bocas desdentadas.

– Os cativos recebiam, uma vez por dia, apenas um caldo ralo de feijão. Para enriquecer um pouco a mistura, eles aproveitavam as partes do porco que os senhores desprezavam: língua, rabo, pés e orelhas. Foi assim que, de acordo com a tradição, surgiu a feijoada.

– A Festa de Nossa Senhora do Rosário, a padroeira dos escravos do Brasil colonial, foi realizada pela primeira vez em Olinda (PE), no ano de 1645. A santa já era cultuada na África, levada pelos portugueses como forma de cristianizar os negros. Eles eram batizados quando saíam da África ou quando chegavam ao Brasil.

– Na cidade de Serro (MG), acontece a maior de todas as festas em homenagem a santa, em julho, desde 1720. De acordo com a lenda, um dia Nossa Senhora do Rosário saiu do mar. Ao ser chamada por índios, não se mexeu. O mesmo aconteceu com marinheiros brancos. A santa só atendeu aos escravos, que tocaram bem forte os seus tambores.

– Crianças brancas e negras andavam nuas e brincavam até os 5 ou 6 anos anos de idade. Tinham os mesmos jogos, baseados em personagens fantásticos do folclore africano. Mas aos 7 anos, a criança negra enfrentava sua condição e precisava começar a trabalhar.

– Cada senhor de engenho tinha autorização para importar 120 escravos por ano da África. 


– A cozinha era muito valorizada na casa-grande. Conquistaram o gosto dos europeus e brasileiros os pratos de origem africana, como vatapá e caruru, comuns na mesa patriarcal nordestina. A cozinha ficava num anexo da casa, separada dos cômodos principais por depósitos ou áreas internas.

– Normalmente, divisões internas da senzala separavam homens e mulheres. Mas, algumas vezes, era permitido aos poucos casais aceitos pelo senhor morarem em barracos separados, de pau-a-pique, cobertos com folhas de bananeira.

– Aos domingos, os escravos tinham direito de cultivar mandioca e hortaliças para consumo
próprio. Podiam, inclusive, vender o excedente na cidade. A medida combatia a fome do campo, pois a monocultura de exportação não dava espaço a produtos de subsistência.

– Quando a noite caia, o som dos batuques e dos passos de dança dominava a senzala. As festas e outras manifestações culturais eram admitidas, pois a maioria dos senhores acreditava que isso diminuia as chances de revolta.

Com a expansão das cidades, multiplicam-se escravos urbanos em ofícios especializados,
como pedreiros, vendedores de galinhas, barbeiros e rendeiras. Os carregadores zanzam de um lado a outro, levando baús, barris, móveis e, claro, brancos.
Escravos de Ganho eram escravos que tinha permissão de vender ou prestar serviços na rua. Em troca, ele deveria dar uma porcentagem dos ganhos a seu dono.
 
Em algumas regiões, os escravos africanos eram divididos em três categorias: o “boçal”, que recusava falar o português, resistindo à cultura europeia; o “ladino”, que falava o português; e o “crioulo”, o escravo que nascia no Brasil. Geralmente, ladinos e crioulos recebiam melhor tratamento, trabalhos mais brandos e perspectiva de ascenção social.
Os negros nunca tiveram uma atitude passiva diante da escravidão. Muitos quebravam ferramentas de trabalho e colocavam fogo nas senzalas. Outros cometiam suicídio, muitas vezes comendo terra. Outros, ainda, entregavam-se ao banzo, grande tristeza que podia levar à morte por inanição. A forma comum de rebeldia, no entanto, era a fuga.

Segundo alguns historiadores, a capoeira nasceu de um ritual angolano chamado n’golo (dança da zebra), uma competição que os rapazes das aldeias faziam para ver quem ficaria com a moça que atingisse a idade para casar. Com o tempo, a prática se transformou em exibição de habilidade e destreza.

A palavra capoeira não é de origem africana. Ela vem do tupi (kapu’era). Trazida para o Brasil por intermédio dos navios negreiros, a capoeira foi desenvolvida nos quilombos pernambucanos do século XVI. As características de luta e dança adquiridas no país podem classificá-la como uma manifestação cultural genuinamente brasileira.

O berimbau é um instrumento de percussão trazido da África (mbirimbau). Ele só entrou na história da capoeira no século XX. Antes, o instrumento era usado pelos vendedores ambulantes para atrair os clientes. O arco vem do caule de um arbusto chamado biriba, comum no Nordeste, que é fácil de envergar.

– Até a abolição da escravatura, a lei punia os praticantes de capoeira com penas de até 300 
açoites e o calabouço. De 1889 a 1937, a capoeira era crime previsto pelo Código Penal. Uma simples demonstração dava seis meses de cadeia. Em 1937, o presidente Getúlio Vargas foi ver uma exibição, gostou e acabou com a proibição.
Após a independência de Portugal, em 1822, uma das primeiras medidas do governo foi proibir que alunos negros frequentassem as mesmas escolas que os brancos. Um dos motivos apontados é que temiam eles pudessem transmitir doenças contagiosas.

O movimento abolicionista tinha mais de 60 anos quando a Lei Áurea foi assinada, em 1888. Mobilizava muitos intelectuais da época, como escritores, políticos, juristas, e também a população de uma forma geral.

Em 1823, dom Pedro I chegou a redigir um documento defendendo o fim da escravidão no Brasil, mas a libertação só ocorreu 65 anos depois.

Quando Manoel Joaquim Ricardo morreu, em 1865, tinha 27 escravos, três casas e uma senzala. Era um dos dez homens mais ricos de Salvador. É um grande feito, ainda mais considerando que Manoel era negro e vivia em um país ainda escravocrata.

Tinha mais de 600 escravos eram donos de escravos no Nordeste.
Esta prosperidade estava ligada ao tráfico negreiro. Quando havia grandes desembarques nos portos brasileiros, o preço deles diminuía e permitia a inclusão de pequenos investidores no mercado. Manoel e outros libertos compravam preferencialmente mulheres, que lhes davam crias.

Mesmo acumulando riquezas e escravos, Manoel nunca obteve reconhecimento na sociedade baiana.

 Com a hostilidade e a negação do africano liberto, perdemos a chance de ter uma elite negra — lamenta Reis. — Os africanos eram trazidos para cá em fétidos tumbeiros e não poderiam ver o Brasil como uma terra de oportunidades. Apenas procuravam se dar bem dentro do possível, e esse possível às vezes surpreende.

Um afro abraço.

Claudia Vitalino.

Fontes:https://pt.wikipedia.org/www.historiadigital.org e UNEGRO/RJ

domingo, 7 de maio de 2017

ESPECIAL FALAMANSA - MELHORES SUCESSOS

Simplesmente Dorgival Dantas - DVD COMPLETO - OFICIAL

VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA DO CPC/RN: SIMPLESMENTE DEMAIS!!!

 VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA - VII EEC - PROMOÇÃO: CPC/RN
Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, saudando os participantes do VII EEC-RN
 Liderança Cultural de Alexandria/RN, José Alves fazendo suas explanações no inicio do VII EEC/RN, promovido pelo CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN
 Companheira, Socorro, liderança da Comunidade dos Quilombola BOA VISTA DOS NEGROS na Cidade de Parelhas/RN
 Apresentação do grupo de percussão AFROREGUEIROS da Comunidade de Quilombola BOA VISTA DOS NEGROS - Parelhas/RN
  Galera de Santa Cruz/RN: Robson (centro) - Coordenador da Casa de Cultura, entre seus amigos culturais.

 Grupo de Percussão "Sou Mais Percussão" da E. E. Alberto Maranhão - Nova Cruz/RN
 Música ao vivo feita com estilo e bom gosto com jovens, Eliane Freitas e Maria Lorenas ambas são alunas da E. E. Mor Galvão de Currais Novos, no violão o amigo, Emerson
Grupo "Sou Mais Percussão" da E. E. Alberto Maranhão - Nova Cruz/RN
 Coordenação do evento: da direita p/ a esquerda: Eduardo Vasconcelos-CPC/RN, Lucas/Currais Novos, Emerson/Currais Novos, Washington e Claudio Lima - CPC/RN
 Macambirais de Passa e Fica/RN - SHOW
 Votação simbólica da aprovação do Manifesto baseado na Plataforma Cultura em Luta - DIRIGENTES, ATIVISTAS E PROFISSIONAIS - EM DEFESA DA CULTURA
Afroregueiros - Parelhas-RN
 Final da Plenária
Debatedores do VII EEC - CPC/RN: da direita: Claudio Lima - radialista - CPC/RN, Manoel - SINTEST/RN e Conlutas e Ronaldo, presidente da Fundação de Cultura de Currais Novos, representando o prefeito, Odon Junior
  Eduardo Vasconcelos, entre a delegação de Tangará-RN
 Mesa de abertura do VII EEC - CPC-RN: Ronaldo - Presidente da Fundação de Cultura de Currais Novos - representando o prefeito, Odon Júnior (Currais Novos)
 Inscrições do VII EEC - CPC-RN
 Diretor do IFRN, professorAndreilson Oliveira, saudando os participantes do VII EEC
 Vereadora Tércia Leda, representando a Câmara Municipal de Currais Novos-RN
José Alves - Presidente da ACEMA - Alecandria/RN levando sua palavra aos participantes do VII EEC, promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN
 Socorro - Presidente da Associação Quilombolas - Parelhas-RN
Hora do almoço!

Exercer a CIDADANIA significa fazermos POLÍTICAS PÚBLICAS URGENTES em prol da CULTURA POTIGUAR, O VII EEC promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN,ocorrido ontem, (6) no IFRN de Currais Novos/RN, que teve por objetivo debater QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS ADOTADAS PELO ATUAL DO GOVERNO FEDERAL NA CULTURA BRASILEIRA”, foi também refletido, discutido e avaliado ações dirigidas a elas e ao final do VII EEC, foi aprovado MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA POTIGUAR. Que inicia-se assim: 

" O tempo de pôr fim a este rumo de desastre é o tempo de hoje. Tempo de protesto e de recusa. Tempo de mobilização de toda a inteligência, de toda a criatividade, de toda a liberdade, de toda a cólera contra uma política que chama "austeridade" à imposição de um brutal retrocesso histórico. Defender a CULTURA é uma das mais inadiáveis formas de fazer ouvir todas as vozes acima do medíocre ruído dos "mercados". Manifestamos-nos em defesa da cultura. E agiremos em conformidade." Plataforma Cultura em Luta - DIRIGENTES, ATIVISTAS E PROFISSIONAIS - EM DEFESA DA CULTURA.

A plataforma Cultura em Luta assume-se entre aqueles que nos últimos anos trabalharam e lutaram para pôr fim a uma política de décadas de destruição da Cultura, particularmente agravada nos últimos anos. Este trabalho, esta luta contribuíram para pôr fim ao governo e abrir espaço a um novo quadro político.

Comprometidos com as possibilidades e expectativas geradas no atual quadro político, afirmamos a exigência, a justiça e o sonho de uma viragem política que rompa com décadas de destruição da Cultura, de uma política de democratização, de serviço público, de trabalho com direitos, de espaço e meios para uma Cultura viva, livre e diversa.

Assim, reafirmamos os 12 eixos de viragem na política cultural: Plataforma Cultura em Luta:

1.      Cumprimento da Constituição da República: livre acesso de todos à criação e fruição culturais e obrigação do Estado de prover os meios necessários a esse fim;
2.     Criação de condições de acesso de todos à prática, à produção e criação cultural e artísticas;
3.     Definição e construção de um serviço público de cultura em todo o território nacional;
4.     Investimento na escola pública, ampliação e qualificação de uma rede pública nacional de ensino e formação artísticos e apoio ao trabalho das coletividades populares, enquanto promotores de desenvolvimento artístico e cultural;
5.     Apoio público relevante à criação artística e literária e criação de condições efetivas de criação, divulgação, difusão e apresentação da produção nacional;
6.     Defesa do vasto patrimônio cultural à nossa guarda, com a alocação dos meios financeiros, técnicos e humanos necessários, salvaguarda do patrimônio ameaçado, contra a sua privatização e promoção da acessibilidade e divulgação plenas;
7.     Defesa e preservação da documentação arquivística e promoção do livre acesso dos cidadãos à informação pública;
8.    Defesa do trabalho com direitos, combate intransigente à precariedade e ao trabalho não-remunerado;
9.     Aplicação dos recursos financeiros garantidos em lei para artistas e grupos culturais, que realmente necessitam e conduz com as suas lutas na preservação cultural e mínimo nos serviços culturais e na compra de materiais, produtos e instrumentos necessários às atividades culturais;
10.Reconhecimento efetivo do valor sem preço da Cultura: recusa da sua mercantilização generalizada, recusa da desresponsabilização do Estado, não à turistificação da Cultura;
11.  Redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais para todos e melhoria efetiva das condições de vida do povo BRASILEIRO,
12. 1% para a cultura - 1% do Orçamento, como patamar mínimo, 1% do PIB como patamar a alcançar gradualmente - a garantia, em sede de orçamento, de condições para um serviço público de Cultura, de condições para a liberdade e a diversidade culturais;

13. "Criação da Secretaria Municipal de Cultura em todos os municípios potiguares, com a participação de artistas culturais de acordo com seus perfis;
14. Abertura democrática na Secretaria Extraordinária de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, atendo de fato os anseios dos artistas, entre eles os escritores e poetas;
15. Elaboração em todos os municípios potiguares dos Planos Municipais de Cultura;
16. Fortalecimento dos Conselhos Municipais de Cultura;
17. Cumprimento do Sistema Municipal de Cultura nos respectivos municípios potiguares;
18.Participação de 50 + 1 dos artistas potiguares no Conselho Estadual de Cultura;
19. Participação dos secretários/coordenadores de cultura dos sindicatos potiguares nos referidos conselhos municipais e estadual;" - (De 13 a 19, propostas aprovadas no VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, realizado dia 06 de maio de 2017 no Auditório do IFRN de Currais Novos - RN.

A plataforma Cultura em Luta reúne no momento em que é apresentada e debatida as mudanças e  propostas do atual governo em setores que corre hoje possibilidades de perderem direitos garantidos com tanto suor e luta dos trabalhadores/as brasileiros;

A proposta de Orçamentária do governo em 2017 para a Cultura apresenta um retrocesso gigantestico  das verbas para a cultura, quase nada. Portanto se faz necessário uma grande mobilização do povo potiguar e em especial os artistas para que esses direitos seja garantidos.

A dignificação do trabalho e dos salários e a qualificação técnica e orgânica dos serviços culturais do Estado são um pressuposto da política de desvalorização e ante democrática e não é a cultura que defendemos. É preciso mais investimentos mais  na Cultura.

É preciso cumprir um rumo de democratização e de valorização da Cultura Potiguar.

O governo deve compreender que o seu compromisso é com o povo brasileiro e a sua soberania. As imposições externas em relação à condução da política econômica e orçamentária, a chantagem da dívida externa e interna, ou mesmo "QUEBRA DA PREVIDÊNCIA" não podem continuar a impedir o nosso futuro.

A Cultura, o seu tecido social, os seus projetos e programas, sofreram décadas de uma progressiva e devastadora desvalorização na política de alguns governos. Conhecemos um agravamento dessa política, com danos definitivos, na atua legislatura. E, apesar das expectativas justas geradas com a nova solução política, conheceram mais um ano de desorçamentação, negligência e indefinição. A situação é de emergência, a de responsabilidade política é enorme, e a dívida para com o trabalho de muitos e o direito à cultura de todos, colossal.

Face a esta emergência, a essa dívida, ante a exigência e o sonho dos brasileiros, impõe-se uma viragem política que abra caminho a um horizonte de democratização e valorização da Cultura, que os 12 eixos enunciados representam, com a sua garantia material: 1% para a Cultura.

A plataforma Cultura em Luta, as organizações e pessoas que nela se unem continuarão a lutar todos os dias, com os trabalhadores e o povo, para que no atual quadro político essa viragem possa ocorrer.

"É reforçando este manifesto da Plataforma Cultura em Luta (Dirigentes, Ativistas e Profissionais - em Defesa da Cultura), que haveremos de construir POLÍTICAS PÚBLICAS Consistentes  realmente voltadas para o resgate da CULTURA POTIGUAR, valorizando assim os seus artistas culturais" - Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN.

Manifesto baseado a Plataforma Cultura em Luta: DIRIGENTES, ATIVISTAS E PROFISSIONAIS - EM DEFESA DA CULTURA.

Obs. Adaptado para o VII ECC - CPC//RN.

Nossos agradecimentos Culturais as entidades de classes:

SINTEST/RN, SINDSAÚDE/RN ADURN, ADUERN, SINTAUERN, SINAI/RN, AFABB/RN, SINMED/RN, SINDERN, SINTE/RN, SENALBA/RN, SINTRACOMM, SINDMETAL/RN, FETARN, CTB/RN, INTERSINDICAL, CUT/RN, FORÇA SINDICAL, CONLUTAS, SINDHOTELEIROS/RN, SINDHOTELEIROS-MOSSORÓ, APURN, SINDÁGUA/RN,  SINTERN e o Grêmio Estudantil do IFRN - Currais Novos.

Nossos agradecimentos ao segmentos comerciais:

Laticínios SERTÃO SERIDÓ, FLASH COLOR (Currais Novos), Supermercado Rede Mais (Venâncio - Currais Novos), Hotel DAlmeida, Livraria Mina de Ouro (Currais Novos) e ao Mega Kilão (Currais Novos).

Agradecimentos aos órgãos públicos:

IFRN (Currais Novos), Prefeituras de Currais Novos, Nova Cruz, Alexandria, Santa Cruz, Baía Formosa, Tangará e Parelhas.

Rádios 95 Currais Novos e Ouro Branco e SIDYS TV A CABO - Currais Novos.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

A LATICÍNIOS SERTÃO DO SERIDÓ APOIA O VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA DO CPC/RN

          
 Conquistando seu espaço com QUALIDADE E PROFISSIONALISMO!
 Experimentei e adorei! - Eduardo Vasconcelos - CPC/RN
 Um apoio cultural fora do comum! Gente da terra apoiando a CULTURA POTIGUAR!
Laticínios Indústria e Comércio (Laticínios SERTÃO SERIDÓ): Qualidade com responsabilidade de fazer o melhor para seus consumidores

A  A2L Laticínios Indústria e Comércio, empresa currais-novense criada no dia 14 de outubro de 2014, tem meta de fazer renascer no município e principalmente na região uma das atividades econômicas que mais elevaram o nome do município além das fronteiras estaduais, e todo este caminho está sendo conduzida por duas marcas genuinamente sertanejas: O Laticínio Sertão Seridó e a Sertão Seridó Frutas. O sucedido empresário José Aureliano Bezerra, atuante no mercado currais-novense com as empresas TLL Locações e AHB Engenharia, ao lado de sua esposa Lyzandra Bezerra, estão aquecendo o comércio e a economia do estado com este bem sucedido e novo empreendimento, gerando grandes perspectivas de crescimento.
  Com uma grande estrutura física para processamento de laticínios, o Laticínio Sertão Seridó conta com uma grande diversidade de equipamentos e processamentos tecnológicos, para garantir a melhor qualidade aos seus inúmeros produtos que estão disponíveis para o seleto consumidor do Estado do Rio Grande do Norte, com uma diversidade de Queijos, Iogurtes, Bebidas Lácteas, Leite Pasteurizado, Requeijões, Coalhada, Manteiga da Terra e Creme de Leite Pasteurizado “Nata”.
A A2L tem um rigoroso controle de qualidade, desde o início na recepção da matéria-prima (leite) até a finalização do produto e conta com um espaço estruturado e organizado para o crescimento da produção, contando com funcionários e profissionais especializados para atuarem na fabricação dos produtos.

          A A2L é muito atuante com a comunidade, participando de eventos culturais, beneficentes e uma forte ligação com a agricultura familiar. A instalação da A2L em Currais Novos já traz uma grandiosa contribuição para a capacitação profissional no setor de laticínios, principalmente com a parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – IFRN/Campus Currais Novos por meio de estágios, que desenvolvem novos projetos para o fortalecimento desta área e consequentemente da economia local.
"Tivemos a felicidade de contar com o apoio da Laticínios SERTÃO SERIDÓ no nosso VII ENCONTRO ESTADUAL DE CULTURA, promovido pelo CENTRO POTIGUAR DE CULTURA!E o mais importante foi conhecer uma empresa que preza pela qualidade de seus produtos, respeitando as normas as normas de qualidade e investindo no seu povo! Agradecemos a todos que fazem a LATICÍNIOS SERTÃO SERIDÓ pelo apoio e mais ainda, por ter nos dados a oportunidade de conhecer o funcionamento da empresa,  mostrando aos consumidores de que, quem trabalha com profissionalismo, dedicação, determinação e apoia as iniciativas de seu povo não se perde nos caminhos do progresso.  A todos que fazem a LATICÍNIOS SERTÃO SERIDÓ o nosso agradecimento profundo! Continuem sempre assim! Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN."