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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Música e poesia de cordel na 7ª Edição da Quinta Cultural



As tradições nordestinas tomaram conta da Quinta Cultural no dia 26 de outubro, no Auditório José Campelo Filho. Em sua 7ª edição, o projeto recebeu a dupla de músicos Mazinho Viana e Regina Casaforte, o cordelista mirim Filipe Borges, de 11 anos, além da participação especial do mestre cordelista Antonio Francisco, de Mossoró-RN.


A abertura do show ficou por conta de Filipe, que recitou versos de sua própria autoria, e cordéis de Antonio Francisco. O cordelista mirim não parou quieto no Auditório: manteve a interação com o público, apertou a mão das pessoas, e conseguiu trazer felicidade, emoção e também reflexão com os seus versos.

Apesar da pouca idade, Filipe Borges se mostra um apaixonado pela literatura nordestina e também estrangeira. “A leitura é como uma nave que te leva para outros planetas. Quando eu leio, me sinto em Hogwarts, como em Harry Potter, ou no Acampamento Meio-Sangue, de Percy Jackson ”, ressalta. Apesar de gostar dos personagens famosos entre as crianças de sua idade, as maiores inspirações para Filipe são pessoas reais, nordestinos como ele: sua mãe, a também poeta Claudia Borges, e o mestre Antonio Francisco. Inspirado e incentivado por eles, o menino escreveu o seu primeiro livro intitulado Natureza em Versos. “Meu livro tem um tema totalmente ecológico. Eu penso muito na natureza, porque eu tenho visto as pessoas maltratando os animais, a Terra, e eu tento protege-la”, explicou. Empolgado com a sua paixão pela literatura de Cordel, ele se dedica ao Caçador que Aprendeu a Amar, seu segundo trabalho como escritor, mas não conta pra ninguém a história completa que é para “não dar spoiler” aos futuros leitores de sua obra. “Quando crescer eu quero ser ator... Mas, pra mim, a literatura é a minha vida e eu não pretendo parar ”, enfatiza Filipe.

Logo após a apresentação de Filipe, foi a vez do mossoroense Mazinho Viana, da pernambucana Regina Casaforte, e dos músicos Oswin Lohss (compositor e pianista alemão) e Gideon (baterista). A apresentação foi repleta de belas músicas autorais, com direito a utilização de vários instrumentos, como agogô e castanholas da Espanha, que prenderam ainda mais a atenção do público. A dupla apresentou um trabalho regionalista, e com bastante diversidade. Em suas músicas vemos traços de blues, reaggae, xote, côco, entre outros ritmos. Mazinho também tem uma parceria com o mestre cordelista Antonio Francisco. “Desde muito cedo eu tenho uma parceria com ele, e como eu já estava bem perto de seu trabalho, fui musicando suas poesias”, explicou. Uma das músicas mais famosas fruto dessa parceria é “Metade de Dez”, que não fez ninguém ficar parado. “A Quinta Cultural nos deixou muito surpresos, em um espaço excelente. Parabéns ao Sindicato, a João Barra, Nando Poeta que estão insistindo e acreditando, porque é preciso isso acontecer na nossa Cidade”, disse Regina Casaforte.

Para Antonio Francisco, a Quinta Cultural mantem viva a cultura do nosso estado. “Se Câmara Cascudo tivesse vivo, dizia o que eu tô dizendo agora: que o Rio Grande do Norte tem poeta, tem sim muitos artistas. E a Quinta Cultural é mais do que um projeto, é polir a alma da cultura do nosso estado”, exaltou o poeta.
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O projeto Quinta Cultural é um evento do Sindicato dos Bancários do RN, com produção de João Barra e Nando Poeta. O evento é gratuito, aberto ao público, e acontece sempre na última quinta-feira de cada mês. Fique por dentro das próximas atrações, siga a nossa página https://www.facebook.com/bancariosrn/

Fonte: BANCÁRIOS/RN

8 mil índios mortos: o desastre da Transamazônica, grande “legado” dos militares, segundo Bolsonaro

Na inauguração do 1º trecho da Transamazônica, no PA, o general Médici e o ministro dos Transportes Mário Andreazza

Por 
Kiko Nogueira
Num dos trechos mais patéticos de sua entrevista a Mariana Godoy na RedeTV, Bolsonaro fez a elegia dos militares, que “trouxeram o Brasil da 49ª para a 8ª economia do mundo”.
Depois de ser lembrado pela apresentadora que eles deixaram o Brasil com “muita inflação” e aumentaram a dívida externa, o candidato a presidente insistiu: “olhe a infraestrutura deixada por eles, inclusive nas telecomunicações”.
“Rodovias, portos, aeroportos, a integração da Amazônia. Mesmo com os problemas da Transamazônica, o que ficou de legado pra nós, porque a nossa Amazônia estava condenada a ser perdida, se nós não investíssemos na Zona Franca de Manaus, que foi com o Castelo Branco, os territórios criados…”
Jair não tem a menor ideia do que está falando. Uma matéria do iG de 2013 fez um raio X do desastre humanitário da ditadura naquela região. 
Segue:
As investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) pela região Amazônica indicam um verdadeiro genocídio de índios durante o período da ditadura militar. Não há como falar em um número exato de mortos devido à falta de registros.
Os relatos colhidos, no entanto, apontam que cerca de oito mil índios foram exterminados em pelo menos quatro frentes de construção de estradas no meio da mata, projetos tocados com prioridade pelos governos militares na década de 1970.
Os trabalhos da Comissão da Verdade miram os processos de construção e o início do funcionamento das rodovias BR-230, conhecida como Transamazônica; a BR-174, que liga Manaus a Boa Vista, a BR-210, conhecida com Perimetral Norte e a BR 163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA).
Essas estradas fizeram parte do Plano Nacional de Integração (PIN), instituído pelo presidente Emílio Garrastazu Médici, em 16 de julho de 1970, e que previa que 100 quilômetros em cada lado das estradas a serem construídas deveriam ser destinados à colonização. A intenção do governo era assentar cerca de 500 mil pessoas em agrovilas que seriam fundadas.
Transamazônica
A Transamazônica foi escolhida como prioridade e, por isso, representou uma verdadeira tragédia para 29 grupos indígenas, dentre eles, 11 etnias que viviam completamente isoladas. Documentos em poder da Comissão da Verdade apontam, por exemplo, o extermínio quase que total dos índios Jiahui e de boa parte dos Tenharim. O território dessas duas etnias está localizado no sul do Estado do Amazonas, no município de Humaitá.
O Ministério Público Federal no Amazonas também abriu um inquérito para apurar as violações de direitos humanos cometidas contra esses povos no período da ditadura militar. Os documentos indicam ainda que indígenas sobreviventes acabaram envolvidos nas obras em regime de escravidão.
Mapa da Terra Indígena decretada por Figueiredo em 1981. Grupos indígenas foram os mais prejudicados pela política de ocupação da Amazônia no regime militar
Atualmente, a população Jiahui, de acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), não chega a 90 índios. Antes da construção da estrada, eram mais de mil. Já os Tenharim somam hoje 700 pessoas. Eram mais de dois mil antes da chegada das frentes de construção.
Matança
Entre as práticas de violência contra índios já identificadas estão as “correrias”, expedições de matança de índios organizadas até o final da década de 1970, principalmente no sul do Amazonas e no Acre. Essa prática foi detalhada no primeiro relatório do Comitê Estadual da Verdade do Amazonas, um documento de 92 páginas, ao qual o iG teve acesso.
Fonte: Brasil Cultura

Após censura, Caetano remarca show em apoio a ocupação do MTST

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O cantor e compositor Caetano Veloso, que foi impedido de fazer um show gratuito na ocupação Povo sem Medo em São Bernardo do Campo na segunda, remarcou a apresentação para o dia 10 de dezembro, ainda sem local definido.
O show aconteceria em apoio às 8 mil famílias trabalhadoras que ocupam há 2 meses um terreno abandonado por 40 anos pela construtora MZM. Mas, em um ato explícito de censura, a juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Bernardo, proibiu a apresentação na ocupação.
De acordo com a decisão, caso o show acontecesse, a multa seria de R$ 500 mil, sendo “deferida ordem policial, caso necessário”. Para interditar a apresentação, a juíza alegou que o local não tinha estrutura para suportar show de um artista da envergadura de Caetano Veloso.
Para o cantor, a proibição do show foi lamentável. “Dá a impressão que não é um ambiente propriamente democrático”.
“É a primeira vez que sou impedido de cantar no período democrático”, disse Cateno.
A informação da nova apresentação foi confirmada pela produtora Paula Lavigne, empresária do artista, ao Uol Notícias.
Marcha histórica
Nesta terça-feira (31), uma marcha histórica do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) reuniu mais de 20 mil pessoas em uma caminhada de 23 km de São Bernardo do Campo até o Palácio do Bandeirantes para reivindicar a desapropriação do terreno abandonado.
O saldo da luta do povo foi a promessa do governo Alckmin de realizar investimentos em habitação e o cadastramento no Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) das famílias que ocupam o espaço.
Do Portal Vermelho

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

CULTURA: UFRJ: Martinho da Vila é doutor honoris causa

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Vila Isabel, Portela, intelectuais... tudo misturado! (Reprodução)
Vitória da luta contra o racismo!

Martinho José Ferreira, o Martinho da Vila, cantor, compositor, músico, escritor, poeta e defensor da cultura negra, é também, a partir de hoje (31), doutor honoris causa, título concedido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a partir de uma proposta apresentada pelo Departamento de Letras Vernáculas da Faculdade de Letras.
O título aprovado pelo Conselho Universitário indica que o artista “tornou-se um mediador entre a cultura popular e a erudita, por suas qualidades biculturais de mestre popular e de ídolo da indústria cultural, o que potencializou sua atuação na promoção da cultura popular e na militância contra o racismo na sociedade brasileira”.
Com uma atuação em tantos campos, nada mais natural que todos estivessem representados na sessão solene do Conselho Universitário da UFRJ, no prédio da Faculdade de Letras, na Ilha do Fundão, zona norte do Rio. Desde integrantes da velha guarda e da ala de baianas da Unidos de Vila Isabel, a escola de samba do coração de Martinho, a representes das letras, da música e da comunidade negra, todos queriam prestar homenagem ao cantor e compositor. “Para nós, é uma alegria muito grande ver um parceiro nosso, amigo receber esse título. Adorei ver isso”, disse o compositor Manuel Silva, de 71 anos, componente da velha guarda.
Para a integrante da ala de baianas da Vila, Ivonete da Silveira, de 63 anos, foi “excelente” poder ver o reconhecimento de Martinho, que segundo ela, é uma figura importante da escola. A baiana lembrou que é sempre uma emoção desfilar com um samba de autoria dele. “É uma emoção. O coração começa a bater mais forte. A mente fica sem saber o que pensar”, contou, acrescentando, que melhora se vier acompanhado de um campeonato da escola. “Aí fica tudo melhor, fica tudo bem”, disse sorrindo.
Entre os parentes, uma pessoa em especial: dona Elza, a irmã mais velha, que aos 90 anos fez questão de comparecer à cerimônia de entrega do título. E Martinho ficou feliz com a presença dela. “Foi uma surpresa para mim que a substituta da minha mãe, a número 1, como a gente chama, saiu lá de Curicica [bairro da zona oeste] e veio aqui, a Elza, representando toda a minha família”, revelou apontando para a irmã, que estava sentada na primeira fila.
Depois da cerimônia, emocionada, dona Elza falou de Martinho, que para ela é mais que um irmão. “Eu criei ele. Foi criado aqui na minha mão. Trabalhamos muito para criar ele. Ele estudou. Tenho ele como um filho. É uma alegria. Nunca pensei em chegar aos 90 anos”.
Martinho destacou ainda, entre os presentes, o babalaô Ivanir dos Santos e a professora Helena Teodoro, que lançaram a indicação para que ele recebesse o título aprovado por unanimidade pelos colegiados da UFRJ. “Hoje, para mim, é um dia de graça”, apontou o artista.
Na saudação ao homenageado, a professora Carmen Tindó, que apresentou a proposta de concessão do título a Martinho no Conselho Universitário, destacou que a cultura negra está sempre representada nas músicas do artista. Ela lembrou ainda que o artista sempre se posicionou politicamente, inclusive no período da ditadura, como no samba enredo Sonho de um sonho. “E eu cito: ‘Sonhei que estava sonhando um sonho sonhado. Um sonho de um sonho magnetizado. As mentes abertas, sem bicos calados. Juventude alerta e seres alados’. É clara neste fragmento citado, a mensagem poética que sonha um país sem censura”, apontou.
O reitor Roberto Leher afirmou que ter um intelectual do porte de Martinho da Vila nos quadros da UFRJ é muito importante para a afirmação da juventude negra, que tem conseguido cada vez mais espaço na universidade por meio de políticas públicas como as cotas. “É muito importante que esta instituição possa acolher esta juventude, e acolher naquilo que podemos dar de melhor, que é o conhecimento”, disse.
O homenageado está bem consciente dessa referência, não só para a juventude negra, mas para a sociedade brasileira. “É um título que tem muita representatividade e muito significado. Então, aumenta muito a responsabilidade. Não posso abandonar a luta e dizer agora vou descansar. Não posso. E também honrar essa universidade. Eu tenho uma certa presença por aqui e eles sentem que sou parte da turma, mas é uma emoção só”, afirmou, depois da cerimônia cercado de amigos.
“São tantos amigos e de várias áreas. Foi uma sessão solene acadêmica que era bem mista. Velha guarda da Vila Isabel, gente da Portela, músicos, artistas, intelectuais. Tudo misturado”. A cerimônia, que tinha começado com o Hino Nacional cantado por Martinho da Vila e, em alguns trechos, com acompanhamento próximo do samba, terminou com um show do grupo de se apresenta com o cantor pelo mundo afora.
Fonte: CONVERSA AFIADA

Quando o obscurantismo investe contra o brilhantismo de um artista. Por Carlos Fernandes

Caetano no ato do MTST após a proibição do show
Por 
Carlos Fernandes

O filósofo alemão Friedrich Nietzsche uma vez disse que o fanatismo é a única forma de força de vontade acessível aos fracos.
Sendo verdade, muito explica sobre a decisão da juíza Ida Inês Del Cid – e como sabemos, não só dela – ao proibir o show que Caetano Veloso faria na ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) nesta segunda (30).
Num país minimamente civilizado, uma apresentação gratuita, politizada, bela e simbólica como um show de um artista internacionalmente consagrado como Caetano não só deveria ser aplaudida como defendida, reverenciada até.
Mas, no Brasil, o Ministério Público de São Paulo, na falta de questões mais urgentes a tratar, achou do interesse público que mais uma representação artística fosse censurada.
Os motivos alegados ultrapassam a linha do absurdo.
Entre outras desculpas, a excelentíssima questionou a estrutura do local e a possibilidade do “brilhantismo” do músico atrair muitas pessoas à apresentação.
Quando o poder judiciário passou a dar tanta atenção a eventos culturais é algo que me foge ao conhecimento.
Ademais, se vivêssemos numa democracia, algo dessa natureza e importância seria tratada com todo o cuidado e respeito pela própria prefeitura.
Isso, claro, se o próprio prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB-SP), não fosse um obtuso a ocupar o poder executivo.
É evidente que a proibição do show de Caetano Veloso representa uma retaliação política não só ao cantor, mas a todo o movimento progressista.
Se não soubéssemos no que esse país se transformou, sobretudo após o golpe parlamentar de 2016, seria chocante a constatação do nível de influência que a política exerce sobre nossos juízes e promotores.
Se não temos uma nação governada por um representante do povo devidamente outorgado pelo poder soberano e indivisível do voto, tão pouco temos um judiciário povoado por funcionários públicos dispostos a exercer a sua sagrada defesa da lei e da Constituição acima de todas as outras coisas.
Frente a mais esse grotesco episódio em que a arte foi mais uma vez subjugada por um Estado paralelo em que poderes distintos se entrelaçam em prol da manutenção do atual status quo, não pude deixar de lembrar do famoso show dos Beatles no terraço de um prédio em Londres.
Felizes os meninos de Liverpool, e toda a humanidade dali pra frente, que não precisaram se preocupar com uma juíza a incitar a polícia contra uma das mais simbólicas apresentações musicais de nossa história.
Ao autorizar o uso da força policial, “caso necessário”, para barrar a música, a excelentíssima juíza mostra que Nietzsche continua certo.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

Morre Saul da Silva Bueno, O Saul Trompete

Saul-Trumpet
Fantástico  Trompetista Paranaense atuante nas noites, teatros de Curitiba, morreu nessa quarta feira (01/11) em Curitiba.  Saul Trompet, nasceu em Bandeirantes no norte do Paraná. Em 1970 mudou-se para Curitiba, onde passou a integrar a Aquarius Band. Não demorou para ficar conhecido como um dos grandes nomes do jazz paranaense ao interpretar composições de Milles Davis, Freddie Hubbard. Tocou ao lado de músicos como Waltel Branco, Claudionor Cruz, Hermeto Pascoal, Leni Andrade, Arismar do Espírito Santo, Hélio Brandão, entre outros. Tem dois discos gravados Saul Trumpet ao Vivo, no qual interpreta nomes do jazz nacional e internacional.
Tocava nas “bocas” com ele mesmo dizia. Nos anos noventa teve bar em Curitiba (um dos primeiros do país voltado exclusivamente para o jazz). Saul continuava, mesmo com muitas dificuldades, tocando na noite e, teve que enfrentar as consequências do tratamento de um câncer de próstata.
velório  13:30 na capela 3 do Cemitério Água Verde. Sepultamento as 17hs
Seus amigos, o jornalista e compositor Cláudio Ribeiro e Gerson Bientinez compuseram em homenagem a ele uma canção que acabaria gravada pelo compositor e cantor Nelson Angelo: Saul Trumpet Bar

ANTES DE OUVIR O ÁUDIO DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA

Saul Trumpet Bar
(Gerson Bientinez e Cláudio Ribeiro)

Caminho pelas ruas
E o som de meus passos
Teima em me dizer que estou só
Muito só
De bares que conheço
Vem a musica e inebria
Feito mulher sedutora
Me chama… Vem…
Amiga amada irmã
Parceira do amanhã
Confidente dos meus ais
Porto seguro
Meu cais
“Saul Trumpet Bar - Claudio Ribeiro e Gerson Bientinez”
Audio Player

Dia de Todos os Santos

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Dia de Todos os Santos é celebrado anualmente em 1 de novembro
Esta é uma data dedicada à celebração e homenagem de todos os santos e mártires das igrejas cristãs. O Dia de Todos os Santos não é feriado no Brasil. A celebração é reconhecida pelos Católicos, Ortodoxos, Anglicanos e Luteranos.
Supostamente, a ideia de homenagear todos os santos Mártires teria começado por volta do ano 835 d.C, quando a Igreja Católica Romana decidiu dedicar o dia 1º de novembro a todos aqueles que tiveram uma vida santa, mas não foram lembrados ao longo do ano.
Normalmente, o Dia de Todos os Santos é celebrado nesta data em todo o ocidente, enquanto que no oriente a comemoração acontece no primeiro domingo após o Pentecostes.
De acordo com as tradições da Igreja Católica, após a celebração da Festa de Todos os Santos (Festum Omnium Sanctorum, em latim) em 1º de novembro, celebra-se o Dia de Finados, em 2 de novembro.
Fonte: BRASIL CULTURA

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Gerson Bientinez lança CD comemorando quatro décadas de carreira

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O músico e compositor Gerson Bientinez é, certamente, um dos mais talentosos e profícuos artistas curitibanos. Exímio violonista, sua formação musical inclui aulas de harmonização com Baden Powel, Sebastião Tapajós e Claudionor Cruz.
Ao longo de 40 anos de carreira Gerson tem mais de 150 composições no currículo, algumas delas gravadas com as participações de grandes nomes da música popular brasileira como Carlinhos Vergueiro, Eudes Fraga, Maurício Carrilho, Mauro Senise, Raúl de Souza, Robertinho Silva e Luís Alves, entre outros.
Na próxima terça-feira, dia 31 de outubro, no + 55 Bar, acontece o show de lançamento do CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música”. O disco reúne músicas do Gersinho com vários de seus parceiros ao longo dessas quatro décadas de história musical. Entre eles estão o compositor e jornalista Cláudio Ribeiro, Etel Frota, Marilda Confortin, Jamil Snege, José Oliva, Antonio Carlos Domingues, Helena Sut, Nina Padilha, Alexandre e Luiz Felipe Leprevost.
No show do + 55, Gerson Bientinez estará acompanhado pelos músicos Davi Sartori (teclado), Mauro Martins (bateria), Thiago Duarte (baixo) e Eduardo Ramos (violão e bandolim). Ele contará, também, com as participações especiais das vozes de Ana Cascardo, Rogéria Holtz e Ciro Morais.
Gerson Bientinez – 40 anos de música
Gravado no estúdio Gramofone, o CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música” contou com arranjos de Davi Sartori, Adriano Pontes, Lucas Franco, Alberto López, Jerôme Graz, Stefanos Pinkus e Álvaro Ramos, que também assinou a produção musical.
Segundo Álvaro, na gravação deste disco buscou-se, ao mesmo tempo, manter as características musicais do artista, sempre fiel às mais puras vertentes da nossa MPB, mas também dar uma nova roupagem sonora ao seu trabalho. “Por isso mesclamos intérpretes tradicionais das composições do Gersinho, como Ana Cascardo, Rogério Holtz, Iria Braga e Carlinhos Vergueiro, com novos expoentes da nossa música como Raissa Fayet, Bernardo Bravo, Leo Fressato, Lilian e Layane e Marcelo Dias”, explica o produtor.
A intenção, de acordo com Álvaro Ramos foi, além de apresentar Gerson Bientinez para as novas gerações por meio desses novos intérpretes, produzir um CD com sonoridade musical de linguagem mais contemporânea e radiofônica.
O CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música” foi viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Caixa Econômica Federal.
SERVIÇO
Show de lançamento do CD “Gerson Bientinez – 40 anos de música
Data: Terça-feira, 31 de outubro
Hora: 21h
Local: +55 Bar (Av. Vicente Machado, 866)
Informações: 3322-0900
Ingresso: Entrada franca. Durante o show o CD estará sendo vendido ao preço promocional de R$ 30,00.

Dia do Saci: a resposta brasileira ao Halloween

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A celebração do dia do Halloween ( Dia das bruxas) , que tem origem americana e é festejado no dia 31 de outubro, ganha cada vez mais espaço na cultura brasileira, porém em resposta à festa americana, entusiastas da cultura brasileira criaram o Dia do Saci, celebrado também no mesmo dia da festa americana. O Dia do Saci foi criado em 2003 e ganha força através de atividades musicais e apresentações teatrais em algumas cidades brasileiras.

No Brasil, em contraponto ao “ doces ou travessuras ” do Halloween, temos o Saci Pererê, que não deixa a desejar no quesito travessuras. O Saci é um personagem genuinamente brasileiro e faz parte das lendas mais famosas do nosso país. É negro, usa gorro vermelho, fuma um cachimbo, tem uma perna só e conhecido pelas trapaiadas”. As travessuras do Saci mais conhecidas são: Aparecer e desaparecer misteriosamente pela floresta, assustar as pessoas durante a noite com assobios e risadas exageradas, dar nós nas crinas dos cavalos e esconder objetos.

Sociedade dos observadores do Saci ( Sosaci ) ,  criada em 2003,  grupo de pessoas que estudam o Saci e mitos brasileiros afins, teve a iniciativa de resgatar a lenda do Saci e transformar em festa. Segundo Mário Cândido, fundador da Sosaci, popularizar a celebração do Dia do Saci é importante para manter na memória das novas gerações elementos culturais que estão correndo o risco de desaparecer em meio a tantas influências culturais de fora.
O secretário da Sosaci, Régis Toledo, ressalta que a Sosaci não é uma entidade xenófoba e nem pretende ir na contra-mão da história do mundo globalizado, porém afirma que trabalha com a intenção de popularizar o Dia do Saci para resgatar, valorizar e promover a identidade cultura nacional.

A lenda do Saci ficou conhecida nacionamente através da obra literária ” Sítio do Pica-Pau Amarelo ” de Monteiro Lobato. A obra ganhou adapatação para a Tv e se popularizou pelo país.
Apesar do Dia do Saci ainda não ser muito comemorado pelos brasileiros, em cidades como a Presidente Prudente, em São Paulo, o dia já virou tradição e os moradores e turistas se divertem.
Na cidade histórica de São Luiz do Paraitinga , no interior de São Paulo, o  Dia do Saci toma as ruas da cidade e outros personagens nacionais como a Mula-sem-cabeça, o Boitatá e Cuca também aparecem através das manifestações artísticas populares.

Brasil Cultura

Fórum dos Festivais de Música (FFM) reúne produtores do Rio, Brasília e Ceará para analisar cenário dos eventos culturais no Brasil

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A relevância cultural, econômica e social dos festivais de música ao redor do mundo é tema de estudos em universidades e política adotada em diversas metrópoles e cidades de médio porte no mundo. O mercado de shows no Brasil deve atingir US$ 211 milhões em 2020, de acordo com estudo da PwC. Esse impacto financeiro inclui os festivais de música, entre os quais megaeventos como o Rock in Rio, iniciativas de médio e pequeno porte e aqueles que já atingiram um status de grandes eventos em suas cidades, como o Ponto CE e o Porão do Rock.
Como o Brasil vê e estimula esse universo? É esse o tema principal do encontro Fórum dos Festivais de Música (FFM), que será realizado no dia 1/11 no auditório da Rádio 94FM / Roquette Pinto. Serão abordados tópicos como o mapeamento do Impacto Econômico dos Festivais de Música no Brasil, a realidade dos festivais no Rio de Janeiro, Brasília e Ceará e como foi o processo de elaboração e viabilização do Rio Art Mix, que acontece no Vivo Rio, no dias 2 e 3 de novembro.
Como o Rio de Janeiro se posiciona nesse mercado dos festivais de porte médio? Por que a cidade e o Estado que sempre figuraram como vitrine para bandas e artistas solo de diversos gêneros no Brasil têm um calendário com raros eventos com caráter de festival que reúnem mais de 10 mil pessoas?
Para debater esse tema – o potencial e os gargalos para o segmento dos Festivais de Música no Brasil – a Coordenação de Música da Secretaria de Estado de Cultura receberá Gustavo Sá, do Porão do Rock (Brasília), Maurílio Lima, do Ponto CE (Ceará), Julianna Sá, jornalista e produtora que organiza o Festival Circuladô (Rio de Janeiro). O encontro terá mediação de Karen Keldani, coordenadora de música na Superintendência de Artes da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.
Fórum dos Festivais de Música (FFM)

Dia 1/11 – quarta-feira – das 16h30 às 18h30
Espaço sujeito a lotação. Abertura às 16h. Classificação livre.

Local: Auditório da Rádio 94FM/ Roquette Pinto (Secretaria de Estado de Cultura)

AvErasmo Braga 118 – 11º andar. Centro. Exigida identificação com documento com foto na recepção.
Público-alvo: músicos, produtores, gestores de festivais e palcos, estudantes e profissionais da cadeia produtiva da música, do turismo, comunicação, marketing e eventos

Mesa de debate
Gustavo Sá, Porão do Rock (Brasília)
Maurílio Lima, PONTO CE (Ceará)
Julianna Sá, Circuladô (Rio de Janeiro)
Karen Keldani, Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (mediação)

Temas para o debate
  • Experiência e Impacto Econômico dos Festivais de Música no Brasil
  • A realidade dos festivais no Rio de Janeiro, Brasília e Ceará
  • O processo de viabilização do Rio Art Mix

Realização: Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro
Apoio: Rio Art Mix, Porão do Rock, Ponto CE e Rádio Roquette Pinto – 94 FM
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Mais palcos. Mais oportunidades. Mais música.
Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro
Superintendência de Artes
21 2216.8500 ramal 341

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Cultura
Assessora-chefe – Camila Lamoglia
Coordenador – Paulo Gramado
Tel: 21-2216-8500 ramal 317

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social
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Tel: (21) 2216-8500

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